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sábado, 29 de janeiro de 2011

Oficial da ONU de direitos humanos afirma 11 de Setembro foi complô dos EUA

Por: Claudio Marcius Melfi
Oficial da ONU de direitos humanos afirma 11 de Setembro foi complô dos EUA

Obs: Texto Longo mais é de suma importância que leia!

Parece que Richard Falk, ex-professor de direito da Princeton University e oficial da ONU, que em seu blog atestou claramente que os ataques de 11 de Setembro teriam sido orquestrados pelo governo americano, realmente mexeu em um ninho de marimbondos.

O post no blog de Richard Falk (de 11 de Janeiro) pode ser lido 
aqui. O trecho que causou toda esta controvérsia está no quinto parágrafo.

Apesar da gravidade de sua opinião, e interessante notar que até o momento somente um veículo tradicional de mídia divulgou o

fato - o jornal britânico The Telegraph, que publicou ultimo dia 25 o artigo "UN human rights official claims 9/11 was US plot". O que não quer dizer que suas declaracões surtiram pouco efeito. O alto escalão da ONU esta se movimentando para destruir a credibilidade de Falk, que deve ser demitido em breve.

Acabei de pesquisar seu nome na Wikipedia, e vi que suas informações foram editadas ha poucas horas. No pé do 
artigo sobre Richard Falk pode ser vista a mensagem "This page was last modified on 27 January at 03:55". Vale a pena voltar a esta página futuramente, para ver como "a verdade" vai sendo modificada de acordo com interesses escusos. Provavelmente até o momento em que alguem ler este post já haverá algum outro "complemento" na biografia dele.

Incrível como eles trabalham rapido para destruir biografias. Logo no inicio do artigo, ja pode-se ler: "
Falk foi condenado pelo Secretário Geral da ONU Ban Ki-Moon e outros por sugerir que a administração de George W. Bush, e não a al-Qaeda, foi responsável pelos ataques de 11 de Setembro" [2].

Ok, fui entao e essa nota [2], mencionada na introducao do artigo e o link leva a um artigo do jornal "Jerusalem Post", de 25 de Janeiro, entitulado 
"Falk's 9-11 remarks are condemned by UN sec.-gen". Por que será um jornal de Israel?

Outro ataque a Falk veio atraves do Grupo "UN Watch", uma ONG baseada em Genebra cuja missão declarada e "monitorar a performance da ONU", e que detem "Status de Consultora Especial" do Conselho Econômico e Social da ONU, e de "ONG Associada ao Departamento de informações Públicas da ONU", além de ser afiliada ao Comite Judaico Americano (American Jewish Commitee), uma organização que tem por objetivo "defender direitos de judeus em todo mundo".

Em seu blog na internet, UN Watch posta uma carta do Gabinete Executivo do Secretário Geral da ONU, aonde Ban Ki-moon declara que a posição de Falk e uma afronta as mais de 3000 pessoas que morreram no ataque, chamando a atenção para o fato de ser raro a ONU condenar um de seus proprios oficiais.

A carta foi uma resposta a Hilel Neuer, diretor executivo da UN Watch, que pediu a cabeca de Falk de uma forma muito clara: "Acolhemos a inequivoca condenacao do Secretario Geral aos despreziveis comentarios por este oficial do Conselho de Direitos Humanos da ONU, e exortamos o Sr. Ban, junto com Navi Pillay, a dar o próximo passo e remover Falk- que é um transgressor serial (o termo em ingles foi 'serial offender') com credibilidade zero".

Mas qual seria a ligação de Falk e suas declaracões com Israel, e porque pode-se notar tamanha virulência vinda de entidades defensoras dos interesses israelenses?

Para responder a essas perguntas, basta dar uma olhada no trabalho que Falk vem realizando dentro do Conselho de Direitos Humanos na ONU. Ele tem monitorado a situação dos direitos humanos durante os conflitos entre Israel e Palestina, chagando a comparar a ocupação israelense e o tratamento que o governo sionista dispensa aos arabes da região com o tratamento nazista aos judeus durante o holocausto.

Tal posição de Falk ja lhe rendeu problemas com Israel anteriormente, como quando o governo de Israel negou sua entrada para uma visita oficial em Dezembro de 2008, quando visitaria os territorios ocupados. Sua entrada foi negada no aeroporto Ben-Gurion, e ele teve que retornar a Genebra imediatamente. O fato foi reportado na epoca em um artigo entitulado "Israel turns away U.N. human rights official who compared the country to Nazi Germany", pelo jornal Daily Mail.

PS: Richard Falk é judeu.

Nota do autor do blog: Gostaria de agradecer ao nosso mais novo colaborador, Claudio Marcius Melfi, por este ótimo artigo, que foi publicado originalmente em nosso fórum de discussões, onde este vem dando valiosa contribuição.

Retirado do blog de Falk, sobre sua identidade judaica:
"Como alguém que é judeu e apoia a luta palestina por uma paz justa e sustentável, muitas vezes me perguntam sobre a minha identidade. Os críticos mais ferrenhos do meu entendimento sobre o conflito Israel / Palestina alegam que eu sou um judeu que se odeia, o que implica que fortes críticas de Israel e o sionismo sejam incompatíveis com a afirmação de uma identidade judaica. Claro que eu nego isso. Para mim, ser judeu é, acima de tudo, estar preocupado com a superação da injustiça e sede de justiça no mundo, e isso significa ser respeitoso para com outros povos, independentemente da sua nacionalidade ou religião, e compreensivo em face do sofrimento humano, quem quer que e onde quer que vitimização é encontrado. Com essa orientação, eu poderia, mas não irei, devolver o insulto, e dizer que aqueles que apóiam as crueldades das políticas de ocupação de Israel são os reais judeus que se odeiam, já que eles se afastaram da clareza moral dos profetas do Antigo Testamento, que é a luz brilhante do Antigo Testamento na superação das façanhas sangrentas dos antigos israelitas. Assim interpretada, o mandato bíblico para um comportamento justo se estende a toda a humanidade."
Postado por: ByLorenzo              -        Fonte texto: http://www.anovaordemmundial.com

sábado, 22 de janeiro de 2011

Se Amanhã Vierem a "Barrar a Internet"

Se amanhã eles derem um basta, na INTERNET ai entrará o melhor do aprendizado pois um Homem criativo Vai Longe, Quem sabe reinventamos a INTENET? além do mais já sabemos o básico, duro é ser boicotado na Ignorância, Os Americanos começaram com tudo isso.....amanhã daremos continuidade pois está claro que eles não tem mais condições, de continuar algo melhor virá! quem sabe....estaremos prontos com toda criatividade Possivél. quanto aqueles que não obsorvem, conhecimento vivem nessa penumbra cinzenta, já fazem parte Desse cenário..cairão logo pois não teem suporte, Onde a criatividade é refúgio onde a inteligência é a melhor arma, e pra essa qualidade não há Escasseamento de Munição, Obstáculos? Teremos muitos..chance de vencer? não sabemos nem eu nem meu Inimigo pois nos guiamos por caminhos diferentes, Onde haverá um ponto de encontro fatal...ainda nos encotraremos por, enquanto só ameaças e não se supreenda com tais, pois faz parte do jogo todo Jogo tem ameaças..nossos inimigos dormem a luz de inimigos traiçoeiros assim como nós, Nossos inimigos dizem que tem, Bhafomet e Cultuam o "Diabo" distorceram certas parte da Bíblia para cegar os incautos, Mais como disse o Profeta Daniel Quem tiver inteligência, decifrará está óbvio! Naquele tempo o conhecimeto será abundante disse o profeta Daniel, muitos cairão E não levatarão...voltando a nossos inimigos eles querem nos confundir antecipando profecias Bíblicas, Tipo A Marca da Bêsta? Agora lhe pergunto leitor será que é o tempo designado para essas profecias?
É fácil uma pessoal querer cumprir um determinado plano sabendo dos assuntos envolvidos? é o que nossos Inimigos planejam......só Deus saberá a Hora certa não os E.U lembre-se eles estão querendo antecipar tais Profecias já se falou de tudo até mesmo do fim 2012 patético esse não é o cronograma de Deus!
Outra coisa que paira muito estranho é um personagem Bíblico no livro de Revelação que é o "Dragão "Dragão? Deus usaria uma personagem Lendária para fins Bíblicos? até mesmo nossos estóriadores negam a Existência de tal Criatura, por favor pesquise leia em Bíblias antigas de diversas traduções é chocante o Trocadilho ora é Dragão ora é Serpente, Ou é serpente ou é Dragão particulamente eu fico com a serpente
Serpente não é Dragão(risos) Outro equivoco o numero destinado as coisas de Deus é sete "7" porque o tal Dragão ostentaria esse numero? sendo que foi lhe destinado um número que é Seis "6" abaixo do sete? Outro mistério vamos fazer de contas que é, O numero de chifres da fera era "11" ai caiu pra dez "10" Se eu tiver errado me corrija por favor isso lembra o numero "911" e assim vai o vaticano um antro de Prostituição espirittual que não emana de Deus (Jeová) contaminou todas as escrituras não estou aqui Afirmando nada de minha autoria são cogitações e algumas autênticas assista o Desenho Shirek e veja uma Total tiração de sarro fica evidente..bem como diz a Bíblia nos poucos trechos em que se pode confiar diz: Que associação tem a Luz com a escuridão? Fica ai a pergunta ..até á todos.

Postado por: ByLorenzo                        Texto: ByLorenzo

If tomorrow comes to "Spread the Internet"

If tomorrow they give a just, oh come on the INTERNET the best of creative learning as a Man Go Away, Maybe reinvent the intenet? besides we already know the basics, it is hard to be boycotted in ignorance, Americans started it all ..... we will continue tomorrow as it is clear that they no longer capable of something better will continue! who knows .... we'll be ready with all creative. obsorvem as those who do not, live in that gray twilight knowledge, as part of this scenario will fall .. as soon not have much support, where creativity is a refuge where intelligence is the best weapon, and for this quality there is scarcity of ammunition, Obstacles ? .. We will have many chances to win? know neither I nor my enemy because we are guided by different routes, where there will be a meeting point ... even fatal for us we'll find, just as threats and not surprised by such, as part of the game game has all threats .. Our enemies sleep light of treacherous enemies like us, Our enemies say he has, Bhafomet and worship the "Devil" distort certain parts of the Bible to blind the unwary, as the Prophet More About Daniel has intelligence, decipher is obvious! At that time will be plentiful conhecimeto said the prophet Daniel, many shall fall

And not levatarão returning to our enemies ... they want to confuse us anticipating Biblical prophecies,
Type A Mark of the Beast? Now you wonder who is the reader will be time allotted for these prophecies?
It's easy to want to fulfill a personal one particular plan knowing the issues involved? is what our enemies are planning ...... only God knows the right time I do not remember if they're trying to anticipate these prophecies have already talked about everything even the pathetic end of 2012 this is not the timeline of God!

Another thing that lingers is a very strange biblical character in the book of Revelation is the "Dragon"

Dragon? Legendary God would use a character for Biblical? even deny our estóriadores

Existence of such a creature, please search to read several translations of ancient Bibles is startling Pun is now Dragon Snake is now, or is it snake or dragon with serpent particular I

Sempente Dragon is not (laughs) Another misconception is the number for the things of God is seven "7" because such

Dragon would bear this number? being that it was intended that a number is Six "6" below the seven?

Another mystery of accounts that we do is, the number of horns of the beast was "11" i fell for ten "10"
If I'm wrong please correct me this resembles the number "911" and so will the Vatican a den of prostitution espirittual that does not emanate from God (Jehovah) has infected all the scriptures I am not asserting anything here are my own musings and some are real Shirek watch the drawing and see a Total tiração of fun is evident .. well as the Bible says in the few passages in which they can trust says:

That association has light with darkness?
Stay there until the question .. to everyone.

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Uma Breve análise do Projeto Furado H.A.A.R.P

Caro, Leitor serei breve...já ouviu falar do Projeto H.A.A.R.P? que os americanos Insistem que podem fazer desgraças e ao mesmo tempo mudar o Clima?Gerar uma série de catástrofes, climáticas? então vamos á algumas perguntas Básicas:

Seria o Projeto H.A.A.R.P uma forma de distrair sua atenção ao fracasso
Da teoria do aquecimento Global? 

Se o projeto H.A.A.R.P é tão poderoso como afirma os E.U porque está perdendo a
Guerra no Afeganistão? deveria lançar mão do H.A.A.R.P para dizimar o Talebã
Mesmo que isso custasse a vida de uns poucos milhares de Afegãos? como é regra dos E.U?

Logo que ouve o Terromoto no Haiti lá desebarcaram dois caras de pau um Chamado Bill Clinton e Outro metido a esperto chamado George Bush (visita essa que seria para justificar o poder o H.A.A.R.P Manjare? a mutreta?)
Agora junte isso com uns dias antes os cometários do Patético, Hugo Chaves
Vir a Mídia Alienatti dizer que o Terromoto foi causando pelo H.A.A.R.P
Percebeu como tudo entre eles é, orquestrado? a mídia furada também alardeou Que Armadinejad profetizou que os E.U usaria o H.A.A.R.P para arrasar seu país
Afinal qual fonte procedeu essas notícias? Não saberemos, ainda, porque se tratando dos E.U tudo é maquiado e distorcido, arranjado foi assim com J.Kennedy Pearl Harbor..Com a Bomba Atômica de araque em Hiroshima com a Ida falseada á LUA A Guerra do Vietnan, e assim vai uma vasta lista de mutretas!.

Postado por: ByLorenzo                     





A França é um País Médiocre e sem crédito


Vêmos nos últimos dois dias aqui no Brasil a Mídia mediócre com repórteres De baixo nivél jornalistico divulgando, Notícias de Bin Landen ameaçando os Franceses e confesso que não entendo o que esses países ganham, divulgando as Ameaças de um Fantasma pois como sabemos e todos deveriam, saber Bin Laden Está morto enterrado, a França sabe muito bem disso! vou encerrar esse assunto pois não quero chatea-lo meu querido leitor, não acredite nessa mídia brasileira Pois é perca de tempo!

O império americano em ruínas

Bem Vindo!.....Wellcome!...A Farsa do sonho americano, cidadões americanos e Governos enchiam o peito ao falar, dos países pobres da america latina inclusive Aqui
No Brasil Constantemente soltavam notas na Mídia Aliennatti, criticando os Políticos brasileiros pela má fama de serem, desonestos e corruptos, mais o que vêmos Agora É á exposição da podridão do sistema, falido Norte Americano os americanos humildes e sofredores assim como nós, brasileiros que me perdoe-me mais é hora de acordar meus queridos Yankees! Em breve daremos as mãos e quem sabe até dividiremos o pão...é quem sabe....

O império americano em ruínas
Fonte: BBC Brasil


O império americano vai de mal a pior e o Empire State - Estado de Nova York - vai de pior a muito pior. E não vai sozinho. Quarenta e cinco Estados americanos estão no vermelho mas, por lei, são proibidos de falir ou de ter deficits, um privilégio limitado à União.
O que a lei não proíbe aos Estados é mentir e os números dos políticos mentem, mas até eles tem um limite. E chegamos nele. Em Nova York, o rombo é de mais de US$ 9 bilhões com possibilidades muito piores no ano que vem. Como a Califórnia, estamos em calamidade fiscal e ambos são Estados com economias maiores do que a da Grécia.
       The Empire State Building, símbolo da riqueza do Estado de Nova York, que hoje está no vermelho

Chocado com aposentadoria aos 50 anos? Ou, com copeiro de Brasília que vai ganhar US$ 9 mil reais por mês no Congresso? Bem-vindo aos excessos americanos.
Em Nova Jérsei, quatro policiais receberam mais de US$ 1 milhão nas aposentadorias por dias de férias e fins de semana trabalhados. Na Califórnia, um bombeiro de 51 anos se aposentou com um salário de US$ 241 mil por ano. Em Nova York, 3.700 funcionários públicos tem aposentadorias de mais de US$ 100 mil por ano.
Há os calotes estaduais e os calotes urbanos. 'Muni bonds' (municipal bonds) já foi investimento seguro. São promissórias das cidades, mas elas devem trilhões e não depositam os pagamentos nos fundos de pensão. O cano vai de US$ 1 trilhão a US$ 3 trilhões.
A próxima bolha?
San Diego na Califórnia é uma senhora cidade e não pára de aumentar as aposentadorias dos funcionários, mas há muito parou de fazer os depósitos nas contas deles. Seus próprios economistas dizem que nao é mais uma cidade viável.
Você, turista, ou eu, como residente de Nova York, não percebemos que certos serviços, como linhas de metrô, escolas e assistência médica a pobres e velhos foram reduzidos ou eliminados, mas não vimos nem sentimos nada perto do que vem por aí.
O governador, David Paterson, passou a segunda-feira vetando mais de 600 leis da Assembleia Estadual, que não chega a um acordo sobre gastos e demissões. A cena da assinatura do veto era patética. Cego, o governador colava o nariz no papel para ver onde era a linha da assinatura.
Com o prestígio no fundo do poço, envolvido em escândalos e sem nenhuma chance de se eleger, o governador optou pela verdade sem conchavos parlamentares. O prestígio dele disparou, mas hoje, 1º de julho, não sabemos se a briga entre o governador e a legislatura vai suspender todos serviços não essenciais de Nova York, entre eles a polícia estadual. Como aconteceu na Califórnia, se acontecer aqui, quem tiver dinheiro a receber do Estado vai receber um I.O.U. - I owe you, "devo e não nego".
A artilharia está aberta por políticos estaduais e municipais, muitos deles ex-democratas, contra os sindicatos. Como se o presidente Lula disparasse contra os companheiros do PT. As propostas são de cortes radicais em salários, benefícios e aposentadorias de professores, policiais, bombeiros e burocratras.
De costa a costa, só quatro Estados não estão no vermelho - e o Alasca. Os outros não vão escapar das demissões, de reduções de salários e aumentos de certos impostos sobre bebidas alcoólicas, refrigerantes e tabaco. US$ 11 por um maço de cigarros em Nova York. Vai arrecadar impostos ou incentivar o contrabando?
Nesta fossa vermelha, a solução que ganha terreno nos Estados Unidos anti-Obama é a republicana, como a europeia. Menos estímulos do governo, menos déficits. A iniciativa privada será responsável pela geração de empregos. O plano de Obama já perdia apoio em casa e perdeu apoio no G20 em Toronto. O Brasil foi um dos poucos parceiros dos americanos.
Os irlandeses foram os primeiros a adotar a fórmula da super-austeridade e estão cada dia piores, mas vários países europeus, até a Inglaterra, acham que o caminho é por aí.
Nós nos perdemos nesta viagem. Onde vamos? Nenhum problema. É só seguir a trilha da fossa do Empire.

Postado por: ByLorenzo                       -              Fonte:  BBC Brasil

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Papa Bento 16 diz que uniões homossexuais penalizam o casamento natural nas leis

Papa Bento 16 diz que uniões homossexuais penalizam o casamento natural nas leis

Hilary White

ROMA, Itália, 17 de janeiro de 2011  —  O Papa Bento 16 disse para políticos italianos hoje que a imposição de uniões de mesmo sexo legalmente reconhecidas “penaliza” o casamento natural. Num discurso para líderes políticos, empresariais e sociais da cidade e província de Roma e região do Lazio, o papa disse que a família natural, composta de um homem e uma mulher ligados em casamento a seus filhos, é a “célula fundamental” da sociedade na qual “filhos aprendem os valores humanos e cristãos que possibilitam coexistência construtiva e pacífica”.
“A aprovação de formas de união que pervertem a essência e fim da família acaba penalizando todos aqueles que, não sem esforço, têm compromisso de viver laços afetivos estáveis, garantidos juridicamente e reconhecidos publicamente”, disse Bento.Lazio é a região mais populosa da Itália (equivalente a um estado ou província) e o centro governamental e financeiro do país porque inclui a capital, Roma.
O papa denunciou os elevados índices de aborto da região e convocou os políticos e líderes presentes a “apoiarem concretamente a maternidade”, de modo que os casais não enfrentassem impedimentos financeiros ao decidirem ter filhos e de modo que “as mulheres que estão engajadas numa profissão tenham a possiblidade de combinar família e trabalho”. Citando sua própria encíclica recente “Caritas in veritate”, o papa disse que “a abertura à vida está no centro do verdadeiro desenvolvimento”. Ele louvou as organizações locais de apoio às mulheres grávidas e uma lei local da região do Lazio que inclui os bebês em gestação no “quociente da família”.
“Na outra extremidade da vida”, Bento alertou acerca das “condições frágeis” do crescente número de idosos na região e aqueles que estão em “saúde precária”.“Renovo o convite para se promover uma cultura que respeite a vida até seu fim natural, na consciência de que a medida da humanidade é determinada essencialmente no relacionamento com o sofrimento e com aquele que sofre”. Nenhuma forma de união de mesmo sexo é reconhecida sob a lei italiana, e a conduta homossexual não é ainda amplamente aceita entre a população geral da Itália.
Um recente relatório governamental demonstrou que o aborto não é também popular, com 70 por cento dos médicos italianos se recusando a participar, um número que subiu para 80 por cento em Lazio. Os índices de aborto chegaram a um auge na Itália de 234.801 em 1982. Em 2009, esse número havia caído para 116.933, menos que a metade do número do ano de auge, caindo principalmente nos últimos cinco anos. 
Postado por: ByLorenzo       -  Traduzido por: Julio Severo    - Fonte: Notícias Pro Família

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Leis de Saúde Americana exigem Implante de "Microchip"

Alguns dias atrás falavamos, sobre os E.U (Estados Unidos) E de algumas de suas intenções, em controlar a "Massa" As "Ovelhas" e parece que eles sempre estão mudando de roteiro, destilando noticias que talvez não traga significado nenhum, e assim desviam atenção da população da real intenção, e propósitos que elaboram
Lá no "QG" da embromação do mal de controlar a "Massa" e assim ganham tempo, para invocar idéias procedentes de alguma força Maligna totalmente contrária a razão Humana, apesar desta já por si só ser deturpada Pois é justamente essa força contrária, o catalizador para criação de Leis totalmente fora de Ordem, Leis estas sem nenhum bom senso moral, longe está da essência que há dentro de cada ser humano, essência esta que se chama "escolha" não deixando porém nenhuma chance...minando todas opções jogando pesado, Para lado mais fraco. Segue a Matéria.

Lei HR 3200 Aprovada para que os povos devam ser Microchipados



Os Estados Unidos vão criar um Dispositivo de Registro Médico Nacional para cadastrar todas as pessoas elegíveis ao Novo sistema de saúde. A implementação do dispositivo será...obrigatório em 36 meses

"Enterrado na mais profunda das seções dentro das 1.018 páginas do maciço documento sobre o reforma do Sistema de Saúde Americano em uma seção "não-discutida" pelo Senado americano intitulada: Subtitle C-11 seg. 2521 - National Medical Device Registry, declara a sua finalidade como:
(1) "O secretário deve elaborar um Dispositivo como Registro Nacional de Saúde (na presente subseção referido como o "Registro") para facilitar a análise da segurança de dados e dos resultados em cada dispositivo que''(A) é ou tem sido usado dentro ou em um paciente e''(B) é um dispositivo de classe III, ou''(ii) um dispositivo de classe II que é implantável."
O que exatamente é um dispositivo implantável de classe II?
Foi Aprovado pela FDA, um dispositivo implantável classe II no qual é um dispositivo de radiofrequência ou chamado RFID. Este é um sistema de transponder para identificação do paciente e informações sobre o histórico de saúde do indivíduo. A finalidade de um dispositivo de classe II é a coleta de dados médicos em pacientes, tais como:
  • reivindicações de dados;
  • levantamento de pacientes
  • arquivos padronizados de análise que permitam a partilha e análise de dados provenientes de ambientes de dados díspares;
  • registros de saúde eletrônicos;
  • e quaisquer outros dados considerados apropriados pelo secretário."
Este tipo de dispositivo seria implantado na maioria das pessoas que optarem por tornar-se elegíveis ao plano de saúde público americano. Com a reforma das empresas de seguros privados no qual incorporaram assistência médica, estas cobram taxas ultrajantes e oferecem poucos serviços e opções. Por este motivo, muitas pessoas irão mudar a cobertura de um plano de saúde privado por algo mais acessíveis. Isso significa que o número de pessoas que escolherão o sistema único de saúde pública vai aumentar, consegüentemente o número de pessoas forçadas a implantar o microchip serão aos milhares também.
Os adultos ainda tem uma opção, se mudar ou não de plano, pois ao contrário de todas as crianças que nascerem nos Estados Unidos, que no momento do nascimento não estiverem cobertos por um plano de saúde aceitável, serão qualificados e introduzidas ao Programa CHIP ou inscritas no Plano de Assistência Médica para Crianças.
Crianças concebidas por pais que já estão cobertos pela opção do sistema único de saúde pública, mais que provavelmente serão implantadas com um chip com o consentimento de seus pais. Eventualmente todos os americanos deverão optar pelo microchip, pois poucos poderão permitir-se de pagar um Plano de Saúde Privado, tendo de recorrer a única opção que lhes resta, o plano único de de saúde.
Em outras palavras, de acordo com este relatório, esta nova lei aprovada, oferece a estrutura para tornar os Estados Unidos a primeira nação no mundo a exigir que todos e cada um de seus cidadãos tenham implantado neles um microchip de identificação à rádio freqüência (RFID), com a finalidade de controlar quem é ou não permitido cuidados médicos em seu país.
Consultando a página 1006, linha 20, o documento indica que o dispositivo deve ser implementado no prazo de até 36 meses depois que a reforma do sistema de saúde foi aprovada e virou lei (23 de Março 2010) através da assinatura do Presidente dos EUA, Barack Obama.
Já na página 503, linha 17, refere-se a um dispositivo de vigilância Médica. Por que o governo americano usaria a palavra vigilância ao se referir aos cidadãos? A definição de vigilância é o monitoramento do comportamento e atividades ou outras informações que se alteram, geralmente nas pessoas e muitas vezes de forma secreta.
Em teoria, a intenção de simplificar o sistema de saúde e eliminar a fraude através do uso de microchips parece algo bom em primeira instância, mas uma superpotência mundial obrigar aos cidadãos o uso do dispositivo a ser implantado é assustador!

 Para Maiores Informações queira acessar site oficial: Clique Aqui Em Espanhol

Link traduzido pelo Google para o Português BR  Click Aqui 

Por favor se informe pesquise sobre:  (Healthcare Bill HR 3200) Lembre-se eles mudam de estratégia
Conforme descobre-se esses fatos. portanto atualize-se!.

Postado por ByCappa









sábado, 15 de janeiro de 2011

Olá! Pessoas que aqui já estiveram, e que venham a estar aos que voltam...ao meu ao Nosso
Blog....Meu muito Obrigado pela visita! Não importa quem seja...Bem-Vindo. perdão aqueles a quem o meu blog não atenda as suas expectativas há uma certa crítica em relação a assuntos requentados, ouvir e Ler não é  o bastante é
Preciso assimilar, e fazer um censo pessoal,
Comparar os Fatos e depois uma análise, profunda
É fato que as coisas estão mudando é inevitavél, não podemos Sermos alheios aos acontecimentos, é necessário continuar a mostrar os fatos, nesse trem do desespero é tentar relaxar e procurar fazer dessa viagem, uma viagem de aprendizado, como já disse,  provavélmente não haverá, segunda chance a Morte é só um detalhe em face ao sofrimento, por isso não pense só em você! procure se desfazer dessa bagagem inútil, que é a hipocrisia..a indiferença...ter a idéia que tudo está bem..você ainda não se apercebeu que é um prisioneiro em regime semi-aberto? que seus finais de semana seus passeios  suas férias é tudo, calculado e pré-determinado pelo sistema? experimente se revoltar e esticar as férias? tente viver naturalmente..tente ser descolado do sistema? é eu sei não daria certo..é um círculo vicioso..efeito dominó..só mais um tijolinho na na parede como canta o Pink Floyd,
É estilo sonho americano o sonho que acabou de acabar..agora entra o pesadêlo...nem seus sonhos são mais como antes, que os casais não se Amam mais..que só tem uma expectativa mais um prisioneiro pra ajudar nas dividas eternas com o sistema..esses dias estava assistindo sobre as enchentes e o marido cujo a mulher teria sido vitima da enchente, e logo em seguida recebeu a noticia que ela quase, tinha morrido escapou por pouco, do carro que acabara de comprar, o Marido exclamou em tom de pergunta..."acabou com o carro né querida? perca total e agora o que faremos?", essas foram as primeiras palavras dele, notem
em rede nacional (risos) deveria ele ser pelo menos discreto.
Percebeu? somos apenas companheiros de compromissos não estou aqui generalizando..mais uma grande parcela tem a função no casamento, as dividas depois outros fatores e por último o achego amoroso ensaiado creio, pois alguns deixam bem visivél é impossivél não notar. assim vai-se eu for enumerar o quanto
O ser humano esta vazio, plástificado, egoísta, insenssivél, alheio, quase sempre passamos desapercebidos
Ninguém se importa! bem pessoal vim pra agradecer e mudei de assunto né? Pois bem novamente obrigado
A todas as pessoas em volta do mundo! Lembre-se o amanhã é sub produto de hoje...! Até mais!.


Postado por: ByLorenzo

Hello! People who were already here and who come to my going back to Our ...

My blog too .... Thanks for visiting! No matter who is ... Welcome. pardon those whom my blog does not meet your expectations there is some criticism on matters reheated, hear and read is not enough I need to assimilate, and conducting a census staff  Compare the facts and after an analysis, deep It is a fact that things are changing is inevitable, we can not Being oblivious to the events, it is necessary to continue to show the facts, this train of despair is to try to relax and try to make this journey, a journey of learning, as I said, probably will not be second chance Death is only a detail in the face of suffering, so do not just think of you! search rid of the useless baggage, which is hypocrisy ... .. indifference have the idea that all is well .. you still did not realize it is a prisoner in a halfway house? their weekend rides his holiday is all calculated and predetermined by the system? revolt and try to stretch your vacation? try .. try to live naturally be taken off the system? I know it would not work .. it is a vicious circle .. domino effect .. just another brick in the wall as he sings Pink Floyd
It's style American dream the dream that just end .. now comes the nightmare ... or her dreams are more like before, that couples do not more .. They love that only you have expectations to help a prisoner in eternal debt to .. these days the system was watching over the floods and the husband whose wife had been the victim of the flooding, and soon received news that she nearly had died barely escaped from the car he had just bought, the Husband said in tone question ... "ended with the car right honey? total loss and now what do we do?", these were the first words of it, mind on national television (laughs) he should at least be discreet. Got it? 're just mates commitments'm not generalizing here .. another great plot has the function of marriage, the debts after other factors and finally came over loving tested I believe, as some make it visible and impossible not to notice. so I'm going to enumerate how The human being is empty, plastic, selfish, insenssivél, alien, almost always go unnoticed Nobody cares! and came to thank staff and changed the subject right? Well thanks again


To all the people around the world! Remember tomorrow is the byproduct of today ...! Goodbye!.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Imitando nossos Políticos (roubando em plena desgraça alheia)

Assista a este video e veja este jovem á aspirante de POLÍTICO um belo exemplo de impunidade
Desses Políticos que roubam em plena desgraça alheia.




Postado por:ByLorenzo                              -                    Fonte video: Rede Globo

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Lembranças Amargas - de Volta algum tempo atrás "Record"

24/09/2008 - 23h02 

"Bush admite que EUA estão imersos em uma" "grave crise financeira"

O presidente americano, George W. Bush, assumiu que os Estados Unidos estão "imersos em uma grave crise financeira". Em discurso televisionado da Casa Branca, o presidente pediu a aprovação urgente do pacote de US$ 700 bilhões para solucionar a crise financeira no país.
Bush afirmou que foi obrigado a intervir para evitar o pânico financeiro e a recessão. Ele disse que, se a ajuda não for aprovada, poupanças serão perdidas, os despejos aumentarão, empregos serão perdidos, empresas vão fechar e o país irá mergulhar em "uma longa e dolorosa recessão."
Entenda a crise financeira que atinge os EUA
"Eu tenho profunda crença nas trocas comerciais livres, por isso me oponho à qualquer intervenção do governo", disse. Mas essas "não são circunstâncias normais. Os mercados não estão funcionando corretamente. Há uma disseminação da perda da confiança." 

"Eu tenho profunda crença nas trocas comerciais livres, por isso me oponho à qualquer intervenção do governo", disse. Mas essas "não são circunstâncias normais. Os mercados não estão funcionando corretamente. Há uma disseminação da perda da confiança."
Reuters

Na TV, Bush admite que os EUA estão imersos em crise financeira: "Sem ação do Congresso, os EUA podem afundar em pânico".
"Sem ação imediata do Congresso, os EUA podem afundar em um pânico profundo", declarou o presidente na noite desta quarta-feira. "Esse esforço de resgate não se destina a preservar alguma empresa ou setor em particular. Ele pretende preservar a economia como um todo", afirmou o presidente.
Tentando explicar onde começou toda a crise, o presidente afirmou que o colapso das gigantes financeiras teve origem a partir problema no crédito "subprime" (empréstimos imobiliários de segunda linha) no setor hipotecário, que teve enorme desenvolvimento na última década.
Pacote
Pouco antes do pronunciamento de Bush, a Casa Branca informou que convidou os candidatos à Presidência dos EUA, Barack Obama e John McCain --que são senadores--, além de líderes do Congresso, para um encontro nesta quinta-feira (25), a fim de tentar chegar a um acordo sobre o pacote.
McCain e Obama divulgaram um comunicado conjunto, no qual pediram que democratas e republicanos no Congresso trabalhem em conjunto. "Esse é o tempo de superarmos a política pelo bem do país (...) Não podemos nos arriscar a uma catástrofe econômica", diz o documento.
Mais cedo, nesta quarta-feira, Bush afirmou saber que o plano --que ainda circula no Congresso à espera da aprovação-- provocaria debates acalorados no Congresso americano.
"Nosso processo legislativo está cheio de toma lá da cá", disse Bush em uma reunião para promoção de acordos de livre comércio. "Mas quando tudo tiver sido dito e feito, teremos um plano robusto", acrescentou.
Ontem, Bush disse, em discurso na 63ª Assembléia Geral da ONU (Organização das Nações Unidas), que o governo dos EUA tem tomado "atitudes ousadas para evitar efeitos devastadores" na economia do país.
"Na semana passada eu anunciei um plano decisivo para manter as raízes da estabilidade (...) Posso garantir que meu governo está trabalhando para aprovar esta estratégia. Precisamos agir com a urgência que a crise precisa", disse. "Precisamos trabalhar em termos de metas e nos mantermos firmes em relação às nossas propostas."
O plano de resgate prevê a liberação de até US$ 700 bilhões de dinheiro público para recomprar os ativos podres acumulados pelos bancos com a crise de créditos "subprime" (empréstimos imobiliários de segunda linha).
Crise
Nesta quarta-feira o FMI (Fundo Monetário Internacional) divulgou um panorama bastante desanimador sobre os prejuízos causados pela crise na economia americana.
O diretor-geral do fundo, Dominique Strauss-Kahn, disse que o custo da crise financeira global pode chegar a US$ 1,3 trilhão, contra uma estimativa anterior de US$ 1 trilhão a US$ 1,1 trilhão, segundo a porta-voz do Fundo, Conny Lotze.
O secretário do Tesouro, Henry Paulson, e o presidente do Federal Reserve (Fed, o BC americano), Ben Bernanke, compareceram ao Congresso nos dois últimos dias para enfatizar a necessidade de ter a aprovação rápida do plano.
Bernanke disse nesta quarta que um agravamento da crise financeira pode ser um forte obstáculo ao crescimento dos negócios nos EUA, o que pode acabar pesando sobre a economia.
Nem consumidores nem empresas conseguiram financiamentos, o que provocaria uma paralisia na economia americana, disse. "A intensificação da pressão financeira nas últimas semanas, que tornarão as instituições de crédito mais cautelosas em liberar financiamentos a domicílios e empresas, pode se provar um peso significativo para o crescimento", afirmou.
"O risco de baixa para o cenário do crescimento continua, assim, a ser uma preocupação expressiva", acrescentou.
Bernanke disse ainda que a economia americana no segundo semestre deve se manter em ritmo fraco; o consumo deve desacelerar com um aumento do desemprego, um encolhimento dos salários e o fim do programa de estímulo aprovado pelo governo em fevereiro deste ano. A desaceleração das economias dos outros países também não está ajudando, disse.
Recessão
Na terça-feira (23), ao lado de Paulson, Bernanke disse ao comitê bancário que a economia americana corre o risco de entrar em recessão, com o aumento do desemprego e do número de despejos, se o Congresso não aprovar o pacote.
"Os mercados financeiros estão em condição frágil e acredito que, na ausência de um plano, eles fiquem em situação pior", disse Bernanke. "Acredito que se os mercados de crédito não estiverem funcionando, empregos serão perdidos, nossa taxa de crédito vai aumentar, mais despejos vão ocorrer, o PIB [Produto Interno Bruto] vai contrair e a economia não vai conseguir se recuperar de um modo normal."
Uma economia com dois trimestres consecutivos de PIB negativo está em recessão, segundo analistas. A economia dos EUA cresceu 3,3% no segundo trimestre, depois de uma revisão do dado inicial, que mostrava uma expansão de 1,9%. para os próximos trimestres, no entanto, as expectativas são de uma atividade econômica ainda mais lenta. 
Origem
O atual momento da crise financeira americana começou na semana passada, quando o banco de investimentos Lehman Brothers pediu concordata, depois de semanas tentando encontrar um modo de captar recursos para honrar seus compromissos.
Outras instituições privadas se recusaram a conceder crédito ao Lehman, e o governo também não cedeu. Com isso, o banco quebrou.
Além disso, o banco de investimentos Merrill Lynch foi vendido ao Bank of America e a seguradora AIG, perto de um fim como o Lehman, conseguiu do Fed um empréstimo de US$ 85 bilhões.
No início do mês já havia sinais de agravamento da situação: as duas gigantes hipotecárias americanas Fannie Mae e Freddie Mac, também sem caixa, levaram o Tesouro a preparar uma ajuda de US$ 200 bilhões, para manterem as portas abertas. As duas, no entanto, passaram a ser controladas pelo governo, através da FHFA (Federal Housing Finance Agency), a agência financeira federal para o setor imobiliário residencial.

Postado por: ByLorenzo                         -                Fonte: Folha.com

Cinco anos depois, EUA estão mais fracos e sós

SÉRGIO DÁVILA
da Folha de S.Paulo, em Washington

No dia 12 de setembro de 2001, acadêmicos, personalidades e experts de todas as nacionalidades, escolas e tendências arriscavam seus primeiros prognósticos. A "quente", tudo parecia mais definitivo: era o começo do século 21. Era o fim do Império Americano. O início da Guerra Oriente-Ocidente. A falência da aviação comercial como negócio. Houve mesmo quem decretasse, sem ironia, a morte da ironia.

Cinco anos depois, enquanto Hobsbawm aponta os limites do poderio norte-americano, outro historiador, o escocês Niall Ferguson, de Harvard, especialista na cronologia de impérios, detecta seus "freios". "Publicamente, os líderes norte-americanos negam que tenham um destino imperial. Mas os EUA são um império --jovem, com freios domésticos, mas império". Diferentemente do que ocorreu com impérios anteriores e mais longevos, porém, os "freios" definem o americano.
Déficit recorde

São três, segundo Ferguson: escassez de soldados, déficit orçamentário e déficit de atenção do público. No auge da insurgência no que viria a ser o moderno Iraque, nos anos 1920, havia um soldado britânico para 24 iraquianos; hoje, há um soldado norte-americano para 210 iraquianos.

Nestes cinco anos, o país gastou US$ 400 bilhões (ou meio PIB brasileiro) com a chamada "guerra ao terror", o que ajudou a levar o país ao maior déficit de sua história recente. E a opinião pública moderna tem uma "vida útil" de cerca de 18 meses: a mesma maioria que apoiava a intervenção no Iraque em abril de 2003 hoje acha a guerra um desastre.

Outra constante nas respostas: o ataque terrorista colocou a nu a política externa norte-americana, que vinha sendo gestada há pelo menos duas décadas e da qual o presidente George W. Bush se tornou apenas a face mais evidente. Para Neil MacFarlane, de Oxford, "a principal mudança é o enfraquecimento das leis internacionais sobre o uso da força".

"Desde que os EUA desenvolveram o conceito de defesa preventiva, a principal potência do mundo quer o direito de atacar quem quiser caso se sinta ameaçada", acredita. Ou, como define mais diplomaticamente Rubens Barbosa, que era embaixador do Brasil em Washington no dia 11 de Setembro, "no contexto externo, emerge uma nova agenda mundial, com conseqüências na área política, diplomática e também militar".

Joseph Nye, professor de relações internacionais da Universidade Harvard, vê no desequilíbrio dos EUA ao usar seus recursos a origem de seu enfraquecimento global. "Os EUA estão mais fracos porque colocaram ênfase demais no chamado "hard power" (poder militar) e reduziram sua atração em "soft power" (diplomacia e comércio)", diz Nye.

O enfraquecimento do país não resulta num fortalecimento de seus inimigos, por paradoxal que pareça. Vários analistas apontam a ação de 11 de Setembro como uma estratégia equivocada da Al Qaeda, grupo terrorista que seria quase dizimado nos anos seguintes pelas forças americanas, embora seu líder, Osama bin Laden, continue vivo, solto e atuante.

"Mas a Al Qaeda se beneficiou ao fazer o mundo perceber a agressividade da política externa de Bush entre os muçulmanos, especialmente na Guerra do Iraque, mas também nas ações de Israel nos territórios palestinos e, mais recentemente, no Líbano", acredita Juan Cole, professor de história da Universidade de Michigan e criador do blog liberal Informed Comment. "Isso ajudou a recrutar uma nova geração de radicais."
Maior erro

A Guerra do Iraque. Se fossem instados a apontar um grande equívoco cometido pelos EUA nesse período, a invasão daquele país seria o vencedor inconteste. "É o fato histórico mais importante", decreta Melani McAlister, da Universidade Georgetown. "O Iraque é um fracasso público que encoraja os inimigos."

A intervenção no Iraque é significativa da "fraqueza" norte-americana, diz Maria Regina Soares de Lima, professora de relações internacionais da PUC do Rio. "Na sociedade de massas e da democratização, o custo da conquista estrangeira é muito alto, não bastam a força e a tecnologia militar."

Com a "guerra errada" (sendo a "guerra certa" a do Afeganistão, que derrubou o Taleban, que dava guarida à Al Qaeda), os EUA sacaram cedo demais o cheque de solidariedade global que conseguiram logo após o 11 de Setembro. "Você imagina alguém levando flores às embaixadas americanas em algum lugar do mundo hoje?", pergunta Mary Dudziak, organizadora do livro "September 11th in History - a Watershed Moment?" (11 de Setembro na história - um divisor de águas?).

Ou, como coloca David Simpson, autor de "9/11 - The Culture of Commemoration" (11/9, a cultura da comemoração), "os EUA destruíram a boa vontade do mundo ao usar o desastre como pretexto para invadir o Iraque. Os episódios de tortura apenas confirmam o fim do papel dos EUA como líder mundial baseado apenas na superioridade moral."

O tamanho do equívoco pode ser medido em números. Como resultado dos ataques daquele dia às torres gêmeas, perderam a vida 2.973 pessoas de 23 nacionalidades, brasileira inclusive. Até ontem, 2.659 soldados das Forças Armadas norte-americana haviam morrido em ação no Iraque. O número de mortos deve ser igualado até o fim do ano.

Leia a seguir opinião de alguns especialistas:
EUA perderm poder

Como resultado da maneira derrotista com que o governo americano reagiu aos atentados, o poder global dos EUA caiu vertiginosamente. Conseqüentemente, a geopolítica do sistema mundial foi alterada de forma permanente. O maior vencedor é o Irã, que emerge como um ator-chave no Oriente Médio. Um segundo vencedor tem sido a América Latina, que se beneficiou da distração dos EUA para se mover mais à esquerda

Immanuel Wallerstein, professor de relações internacionais da Universidade Yale

Ascensão de China e outras potências

O 11 de Setembro confirmou tendências anteriores. A principal foi a ascensão da China. Outra foi a inabilidade dos EUA de resolver a crise do Oriente Médio ou confirmar a liderança no que arrogantemente chama de "comunidade das democracias". A terceira foi a incapacidade da UE em se consolidar. A convergência das três deu espaço para o crescimento da China e pode ser o prelúdio à ascensão do Brasil como potência regional

Tony Smith, cientista político da Universidade Tufts, EU

Fortalecimento dos radicais

Se há ganhadores são os adeptos de governos teocráticos. Governos religiosos estão ganhando espaço no Oriente Médio, como comprovam o prestígio crescente do Irã e a vitória do Hamas nos territórios palestinos. A pior dimensão das mudanças pós-11 de Setembro é que as tendências à barbárie, tanto dos "terroristas" quanto de certos Estados, ocuparam o lugar de respostas racionais

Angelo Segrillo, historiador da Universidade Federal Fluminense

Aumenta a insegurança

A principal mudança é cultural. Antes, todos se sentiam seguros, agora há uma sensação de medo, que está crescendo na Europa. Em Londres, desde os ataques ao metrô [no ano passado], as pessoas olham de outro jeito para os sul-asiáticos, como se fossem uma ameaça. No plano mais amplo, houve um enfraquecimento das leis internacionais sobre o uso da força

Neil Macfarlane, chefe do Departamento de Relações Internacionais da Universidade de Oxford

Gilberto Dupas, Coordenador-geral do Grupo de Conjuntura Internacional da USP
Agenda comercial dá lugar à de segurança

O 11 de Setembro contribuiu decisivamente para deslocar a agenda internacional do campo da economia global para o da segurança. De certa forma, o livro "O Fim da História", de Francis Fukuyama, que dava um tom otimista ao mundo pós-Guerra Fria, foi substituído pelo "Choque de Civilizações", de Samuel Huntington, que consagra a desconfiança e a confrontação

Paulo Vizentini, professor de relações internacionais da Universidade Federal do Rio Grande do Sul
O desencanto com os EUA

O mundo perdeu a confiança nos EUA. Quando a Guerra Fria terminou, os EUA se viram como a única superpotência. A percepção era que podia-se contar com uma ação responsável dos EUA, que levasse em consideração os interesses de terceiros. Após o 11 de Setembro o governo Bush desprezou as preocupações com aliados. Promulgou uma doutrina de guerra preventiva que criou caos, não ordem

Andrew J. Bacevich, professor de relações internacionais da Universidade de Boston
Intervencionismo americano se amplia

Os EUA se adaptaram mal às mudanças globais e tenderam a usar a força contra novas ameaças. Tais opções lembram métodos apropriados aos desafios pré-Guerra Fria. Isso deriva da crença de que Estados democráticos são os guardiães da segurança. Os EUA se concentrarem no Estado democrático como produto final desejado, mas foram incapazes de lidar com ameaças não-estatais


Postado por: ByLorenzo                                            Fonte: Folha.com

domingo, 9 de janeiro de 2011

Segundo "Wikileaks" foi Revelado O Apoio do Papa aos Transgênicos

Apesar de o Vaticano se recusar a emitir uma posição pública sobre os organismos geneticamente modificados (transgênicos, ou GMO em inglês), novos cabos foram publicados pelo  Wikileaks que revelam que o Papa Bento XVI secretamente favoreceu os transgênicos e acredita que mais deveria ser feito para promover a sua difusão em todo o mundo. Tanto um cabo de Junho como um de novembro confirmam a aprovação do Papa da biotecnologia e também da pressão exercida pelo Vaticano para promover a sua utilização.
O relatório de junho 2009, que foi recentemente confirmado por um porta-voz do Vaticano, explicando que o Papa considera "um maior desenvolvimento" da infra-estrutura ainda é necessário para aumentar a "segurança alimentar". E o relatório de novembro 2009 vai ainda mais longe, proclamando que "a própria academia científica do Vaticano afirmou que não há provas de que os transgênicos são prejudiciais, e que eles poderiam realmente fazer parte da abordagem para assegurar a segurança alimentar global."
Aparentemente, a "academia científica" do Vaticano ignorou estudos fundamentais mostrando a ligação entre os transgênicos e uma série de graves problemas de saúde, incluindo esterilidade, lesões de órgãos, diabetes, obesidade e reações alérgicas graves. E como pesticidas com o Roundup, da Monsanto (glifosato), que são utilizados em culturas transgênicas, estão causando defeitos de nascimento, abortos e câncer em humanos, e isto para não mencionar um decrescimento maciço de importantes polinizadores da natureza, como as abelhas, morcegos e borboletas. Estes novos relatórios que vazaram pelo wikileaks coincidem com outros que expuseram a agenda do Departamento de Estado dos Estados Unidos para forçar os transgênicos sobre as nações do mundo. Este empenho dos EUA em nome da biotecnologia inclui o "Evergreen Revolution" (revolução Sempre-Verde), um programa da administração Obama concebido para disseminar os transgênicos na em África da mesma forma como aconteceu a "Revolução Verde" na Índia. O Departamento de Estado também está pressionando o Vaticano para aumentar o seu apoio vocal para os transgênicos "na esperança de que uma voz mais alta, em Roma, incentive os líderes das igrejas locais por todo o mundo que reconsiderem seus pontos de vista críticos".

Postado por : ByLorenzo               -         Fonte: blog  A Nova Ordem Mundial

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Declínio e queda do império americano

Leia mais sobre a decadência "Norte Americana" Sob um olhar sóbrio da desgraça alheia E a possibilidade de acontecimentos, que possivelmente não aconteçam...exatamente nessa ordem e quem sabe a natureza regida, por Deus acrescente um sabor fatal a total Descrença Humana na Excelência espiritual de Deus....este é o preço a ser cobrado, portanto se modernize espiritualmente não acredite em fabúlas religiosas e promessas políticas pois a Lógica é bem visivél nessas questões de declínio...provavélmente será a última..por isso não se impressione


Read more about the decadence "North American" In a sober look of misfortune And the possibility of events that might not happen exactly in that order ... and who knows the nature governed by God to add a flavor fatal in total disbelief Human spiritual excellence of God .... this is the price to be charged, so if modernize spiritually not believe in fables religious and political promises for the Logic and visible decline of these issues ... will probably be the last .. why not be impressed

(ByLorenzo)

Declínio e queda do império americano

Quatro cenários para o fim do século americano em 2025

por Alfred W. McCoy 

Uma aterragem suave para a América daqui a 40 anos? É melhor não apostar. O desaparecimento dos Estados Unidos, enquanto superpotência global, pode chegar muito mais depressa do que se imagina. Se Washington está convencido que o fim do Século Americano será lá para 2040 ou 2050, uma avaliação mais realista das tendências internas e globais sugere que em 2025, apenas daqui a 15 anos, pode estar tudo acabado exceto a gritaria.

Apesar da aura de onipotência que a maior parte dos impérios projeta, uma olhadela para a sua história devia lembrar-nos que eles são organismos frágeis. A sua ecologia de poder é tão frágil que, quando as coisas começam a correr mesmo mal, os impérios normalmente esboroam-se com uma rapidez impiedosa: um ano apenas para Portugal, dois anos para a União Soviética, oito anos para a França, 11 anos para os otomanos, 17 anos para a Grã-Bretanha e, com toda a probabilidade, 22 anos para os Estados Unidos, a contar do ano crucial de 2003.

Os futuros historiadores identificarão provavelmente a imprudente invasão do Iraque da administração Bush nesse ano como o início da queda da América. Mas, ao contrário do banho de sangue que marcou o fim de tantos impérios do passado, com cidades a arder e massacres de civis, este colapso imperial do século vinte e um pode ocorrer de modo relativamente calmo através dos rebentos invisíveis do colapso econômico ou da guerra cibernética.

Mas não tenham dúvidas: quando finalmente acabar o domínio global de Washington, todos os dias haverá recordações dolorosas do que tal perda de poder significa para o americano qualquer que seja o seu estilo de vida. Como meia dúzia de países europeus descobriram, o declínio imperialista tende a ter um impacto bastante desmoralizante numa sociedade, impondo pelo menos uma geração de privações econômicas. À medida que a economia arrefece, a temperatura política sobe, estimulando frequentemente uma grave turbulência interna.

Os dados econômicos, educativos e militares indicam que, no que se refere ao poder global dos EUA, as tendências negativas convergirão rapidamente em 2020 e provavelmente atingirão uma massa crítica por volta de 2030. O Século Americano, tão triunfalmente proclamado no início da II Guerra Mundial, estará esfarrapado e moribundo em 2025, na sua oitava década, e pode pertencer ao passado em 2030.

Significativamente, em 2008, o National Intelligence Council dos EUA reconheceu pela primeira vez que o poder global da América estava de fato numa trajetória de declínio. Num dos seus relatórios futuristas periódicos, Global Trends 2025, o Conselho citava "a transferência da riqueza e do poder econômico globais atualmente em curso, grosso modo do Ocidente para o Oriente" e "sem precedentes na história moderna", como o principal fator no declínio da "força relativa dos Estados Unidos – mesmo na área militar". Mas, tal como muita gente em Washington, os analistas do Conselho previam uma aterragem muito prolongada e muito suave para o predomínio americano global e albergavam a esperança de que, de certa forma, os EUA iriam "manter competências militares únicas… para projetar globalmente o poder militar" durante as próximas décadas.

Não vão ter essa sorte. Segundo as atuais projeções, os Estados Unidos vão encontrar-se em segundo lugar, atrás da China (já a segunda maior economia do mundo) em produtividade econômica por volta de 2026, e atrás da Índia em 2050. Do mesmo modo, a inovação chinesa está numa trajetória para a liderança mundial em ciências aplicadas e em tecnologia militar algures entre 2020 e 2030, na altura em que o atual suprimento de brilhantes cientistas e engenheiros da América se reformarem, sem uma substituição adequada por uma geração mais nova com deficiente instrução.

Em 2020, segundo os planos atuais, o Pentágono jogará uma última cartada para um império moribundo. Lançará uma tripla cobertura letal de modernas armas aeroespaciais robóticas como a última esperança de Washington para manter o poder global apesar da redução da sua influência econômica. Mas nesse ano, a rede global chinesa de satélites de comunicações, apoiada pelos supercomputadores mais poderosos do mundo, também estará plenamente operacional, fornecendo a Pequim uma plataforma independente para o armamento do espaço e um poderoso sistema de comunicações para ataques de mísseis ou cibernéticos em todos os quadrantes do globo.

Embrulhada numa arrogância imperial, tal como Whitehall ou o Quai d'Orsay antes dela, a Casa Branca parece imaginar ainda que o declínio americano será gradual, suave e parcial. No discurso sobre o Estado da Nação em janeiro passado, o presidente Obama voltou a garantir que "eu não aceito um segundo lugar para os Estados Unidos da América". Dias depois, o vice-presidente Biden ridicularizou a ideia de que "estamos destinados a cumprir a profecia [do historiador Paul] de Kennedy de que vamos ser uma grande nação que falhou porque perdemos o controlo da nossa economia e exageramos". Do mesmo modo, ao escrever na edição de Novembro da revista institucional Foreign Affairs, o guru da política neoliberal Joseph Nye afastou qualquer conversa sobre o crescimento econômico e militar da China, desdenhando "metáforas enganadoras de declínio orgânico" e negando que estivesse em marcha qualquer deterioração do poder global dos EUA.

Os americanos vulgares, que vêem os seus empregos a fugir para além-mar, têm uma perspectiva mais realista do que os seus lideres mimados. Uma sondagem de opinião de Agosto de 2010 chegou à conclusão de que 65% dos americanos estão convencidos de que o país já se encontra "numa situação de declínio". A Austrália e a Turquia, tradicionais aliados militares dos EUA, já estão a usar as suas armas fabricadas por americanos em manobras aéreas e navais conjuntas com a China. Os parceiros econômicos mais próximos da América já estão a distanciar-se de Washington quanto à oposição às taxas de câmbio da China. Quando o presidente regressou da sua visita à Ásia no mês passado, um cabeçalho tristonho do New York Times resumia a situação desta maneira: "A visão econômica de Obama é rejeitada no palco mundial, a China, a Grã-Bretanha e a Alemanha desafiam os EUA, Conversações comerciais com Seul também falham".

Vista numa perspectiva histórica, a questão não é se os Estados Unidos vão perder o seu incontestado poder global, mas qual o grau de rapidez e de violência que o declínio terá. Em vez do pensamento desejoso de Washington, vamos utilizar a própria metodologia futurista do National Intelligence Council para sugerir quatro cenários realistas para ver como o poder global dos EUA pode chegar ao fim nos anos 20, seja com um golpe ou com um gemido (acompanhados de quatro análises correspondentes da situação atual). Os cenários futuros incluem: declínio econômico, choque petrolífero, desventuras militares e III Guerra Mundial. Embora estas não sejam as únicas possibilidades no que se refere ao declínio americano ou mesmo ao seu colapso, constituem uma visão sobre um futuro próximo.

Declínio econômico: Situação atual

Existem presentemente três ameaças principais para a posição dominante da América na economia global: perda de peso econômico graças à quota minguante do comércio mundial, declínio da inovação tecnológica americana e fim da situação privilegiada do dólar enquanto divisa de reserva global.

Em 2008, os Estados Unidos já tinham descido para o número três nas exportações globais de mercadorias, com apenas 11% em comparação com 12% para a China e 16% para a União Europeia. Não há nenhuma razão para crer que esta tendência vá se inverter.

A liderança americana na inovação tecnológica também está em decadência. Em 2008, os EUA ainda eram o número dois a seguir ao Japão nos pedidos de patentes mundiais com 232 mil, mas a China estava a aproximar-se rapidamente com 195 mil, graças a um aumento fulgurante de 400% desde 2000. Um arauto de maior declínio: em 2009 os EUA atingiram o último lugar na classificação entre os 40 países analisados pela Information Technology & Innovation Foundation no que se refere a "mudança" em "competitividade global com base na inovação" durante a década anterior. A dar mais peso a estas estatísticas, o Ministério da Defesa da China anunciou em outubro o supercomputador mais rápido do mundo, o Tianhe-1A, tão poderoso, disse um especialista dos EUA, que "estoura com a atual máquina nº 1" na América.

Acrescentem a isto a clara evidência de que o sistema educativo dos EUA, a fonte dos futuros cientistas e inovadores, tem vindo a ficar para trás em relação aos seus competidores. Depois de liderar o mundo durante décadas, no que se refere a pessoas entre os 25 e os 34 anos de idade com graus universitários, o país mergulhou para 12º lugar em 2010. O Fórum Econômico Mundial classificou os Estados Unidos com um medíocre 52º lugar entre 139 países quanto à qualidade do ensino universitário de matemática e ciências em 2010. Atualmente, quase metade de todos os estudantes formados em ciências nos EUA são estrangeiros, a maioria dos quais regressará aos seus países, em vez de se manter aqui como acontecia anteriormente. Por outras palavras, em 2025, os Estados Unidos enfrentarão provavelmente uma escassez crítica de cientistas talentosos.

Essas tendências negativas estão estimulando críticas cada vez mais duras ao papel do dólar como divisa de reserva mundial. "Os outros países já não estão dispostos a comprar a ideia de que os EUA sabem o que é o melhor em política econômica", observou Kenneth S. Rogoff, um antigo economista de topo do Fundo Monetário Internacional. Em meados de 2009, quando os bancos centrais mundiais detinham um valor astronômico de 4 trilhões de dólares em notas do Tesouro americano, o presidente russo Dimitri Medvedev insistia que era tempo de acabar com "o sistema unipolar mantido artificialmente", baseado "numa divisa de reserva que antigamente era forte".

Simultaneamente, o governador do banco central da China sugeria que o futuro poderá assentar numa divisa de reserva global "desligada de países individuais" (ou seja, o dólar dos EUA). Considerem isto como indicadores de um mundo futuro, e duma possível tentativa, conforme referiu o economista Michael Hudson, "para acelerar a falência da ordem mundial financeiro-militar dos Estados Unidos".

Declínio econômico: Cenário 2020

Em 2020, depois de anos de gordos déficits alimentados por intermináveis guerras em países distantes, e conforme esperado há muito, o dólar dos EUA perde finalmente o seu estatuto especial como divisa de reserva mundial. Subitamente, o custo das importações dispara. Impossibilitado de pagar os déficits enormes através da venda ao estrangeiro das notas do Tesouro agora desvalorizadas, Washington é finalmente forçado a reduzir o seu inchado orçamento militar. Debaixo da pressão interna e externa, Washington faz regressar lentamente as forças americanas das centenas de bases ultramarinas para um perímetro continental. Mas agora já é tarde demais.

Confrontados com uma superpotência moribunda incapaz de pagar as contas, a China, a Índia, o Irã, a Rússia e outras potências, grandes e regionais, desafiam provocadoramente o domínio dos EUA sobre os oceanos, o espaço e o ciberespaço. Entretanto, no meio de preços altos, de um desemprego sempre crescente e de uma queda continuada dos salários reais, as divisões internas resultam em choques violentos e debates fraturantes, muitas vezes sobre questões totalmente irrelevantes. Na crista de uma onda política de desilusão e desespero, um patriota da extrema-direita conquista a presidência com retórica retumbante, exigindo respeito para com a autoridade americana e ameaçando retaliação militar ou represálias econômicas. O mundo não liga nenhuma quando o Século Americano termina em silêncio.

Choque petrolífero: Situação atual

Uma consequência do poder econômico moribundo da América tem sido a sua dificuldade nos abastecimentos globais de petróleo. Ultrapassando a economia ávida de gasolina da América, a China passou a ser o maior consumidor de energia neste verão, uma posição que os EUA mantiveram durante mais de um século. O especialista em energia Michael Klare argumenta que esta mudança significa que a China vai "assumir o comando na definição do nosso futuro global".

Em 2025, o Irã e a Rússia vão controlar quase metade do abastecimento mundial de gás natural, o que potencialmente lhes dará uma vantagem enorme sobre a Europa faminta de energia. Acrescentem as reservas de petróleo a esta mistura e, conforme alertou o National Intelligence Council, dentro de apenas 15 anos, a Rússia e o Irã poderão "emergir como os reis da energia".

Apesar duma espantosa capacidade de invenção, as grandes potências petrolíferas estão neste momento a esgotar as grandes bacias de reservas petrolíferas que são de extração fácil e barata. A grande lição do desastre petrolífero do Deep Horizon no Golfo do México não foi o padrão negligente de segurança da BP, mas o simples fato que toda a gente viu no "pequeno ecrã": os gigantes da energia já não têm alternativa senão procurar aquilo que Klare designa por "petróleo difícil" a quilômetros abaixo da superfície do oceano para conseguir manter os seus lucros.

A agravar o problema, os chineses e os indianos tornaram-se repentinamente enormes consumidores de energia. Mesmo que os abastecimentos de combustíveis fósseis se mantivessem constantes (o que não acontece), a procura, e portanto os custos, aumentará certamente – e de forma acentuada. Outras nações desenvolvidas estão a enfrentar esta ameaça de uma forma agressiva dedicando-se a programas experimentais para desenvolver fontes de energia alternativas. Os Estados Unidos seguiram um caminho diferente, fazendo muito pouco para desenvolver energias alternativas ao mesmo tempo que, nos últimos trinta anos, duplicaram a sua dependência das importações de petróleo estrangeiro. Entre 1973 e 2007, as importações de petróleo aumentaram de 36% da energia consumida nos EUA para 66%.

Choque petrolífero: Cenário 2025

Os Estados Unidos mantêm-se tão dependentes do petróleo estrangeiro que qualquer pequena evolução adversa no mercado global de energia em 2025 provoca um choque petrolífero. Em comparação, o choque petrolífero de 1973 (quando os preços quadruplicaram em poucos meses) não é nada. Irritados com a queda do valor do dólar, os ministros do petróleo da OPEP, num encontro em Ryadh, exigem os pagamentos futuros da energia num "cabaz" de ienes, iuans e euros. O que só contribui para aumentar o custo das importações do petróleo dos EUA. Na mesma altura, enquanto assinam uma nova série de contratos de entrega a longo prazo com a China, os sauditas estabilizam as suas próprias reservas de divisas estrangeiras mudando para o iuan. Entretanto, a China injeta milhares de milhões na construção de um enorme oleoduto trans-Ásia e no financiamento da exploração no Irã do maior campo de gás natural do mundo, em South Pars no Golfo Pérsico.

Com a preocupação de que a Marinha dos EUA já não seja capaz de proteger os petroleiros que viajam do Golfo Pérsico para abastecer a Ásia oriental, uma coligação de Teerã, Riad e Abu Dabi forma uma inesperada nova aliança do Golfo e afirma que a nova frota da China de porta-aviões ligeiros passará a patrulhar o Golfo Pérsico a partir duma base no Golfo de Oman. Sob uma forte pressão econômica, Londres concorda em cancelar o aluguel da sua base na ilha de Diego Garcia no Oceano Indico aos EUA, enquanto Camberra, pressionada pelos chineses, informa Washington que a Sétima Frota deixou de ser bem-vinda para usar Fremantle como porto de abrigo, expulsando assim na prática a Marinha dos EUA do Oceano Indico.

Duma penada, e após alguns avisos sucintos, a 'Doutrina Carter', segundo a qual o poder militar dos EUA iria proteger eternamente o Golfo Pérsico, é posta de parte em 2025. Todos os elementos que há muito garantiam aos Estados Unidos abastecimentos ilimitados de petróleo a baixo preço daquela região – logística, taxas de câmbio e poder naval – evaporam-se. Nesta altura, os EUA ainda conseguem cobrir uns insignificantes 12% das suas necessidades energéticas a partir da sua alternativa embrionária da indústria energética e mantém-se dependente das importações de petróleo para metade do seu consumo de energia.

O choque petrolífero que se segue atinge o país como um furacão, disparando os preços para alturas impressionantes, tornando as viagens uma proposta extremamente cara, colocando os salários reais (que há muito estavam em declínio) em queda livre e tornando não competitivas as poucas exportações americanas que ainda restam. Com os termostatos a descer, os preços da gasolina a furar o teto, e os dólares a fugir mar afora em troca do petróleo caro, a economia americana fica paralisada. Com as alianças há muito desgastadas no fim e as pressões fiscais a aumentar, as forças militares americanas começam finalmente uma retirada encenada das suas bases ultramarinas.

Em poucos anos, os EUA estão funcionalmente na falência e o relógio aproxima-se da meia-noite do Século Americano.

Aventuras militares desastrosas: Situação atual

Contrariando o bom senso, à medida que o seu poder enfraquece, os impérios embarcam frequentemente em aventuras militares desastrosas e mal aconselhadas. Este fenômeno é conhecido entre os historiadores do império como "micro-militarismo" e parece envolver esforços psicologicamente compensadores para salvar o estigma da retirada ou da derrota ocupando novos territórios, mesmo que breve e catastroficamente. Estas operações, irracionais mesmo do ponto de vista imperialista, representam muitas vezes gastos hemorrágicos ou derrotas humilhantes que só aceleram a perda do poder.

Em todas as épocas, os impérios bélicos sofrem de uma arrogância que os leva a mergulhar cada vez mais profundamente em aventuras desastrosas até que a derrota se transforma em derrocada. Em 413 AC, uma Atenas enfraquecida enviou 200 barcos para serem massacrados na Sicília. Em 1921, uma Espanha imperialista moribunda enviou 20 mil soldados para serem dizimados pelos guerrilheiros berberes em Marrocos. Em 1956, um Império Britânico em decadência destruiu o seu prestígio atacando o Suez. E em 2001 e 2003, os EUA ocuparam o Afeganistão e invadiram o Iraque. Com a arrogância que define os impérios ao longo dos milênios, Washington aumentou o número de efetivos no Afeganistão para 100 mil, alargou a guerra até ao Paquistão, e prolongou o seu compromisso até 2014 e para além disso, namorando desastres grandes e pequenos neste cemitério de impérios com armas nucleares, infestado por guerrilhas.

Aventuras militares desastrosas: Cenário 2014

O 'micro-militarismo" é tão irracional, tão imprevisível, que cenários aparentemente irreais rapidamente são ultrapassados pelos acontecimentos reais. Com as forças militares americanas esticadas desde a Somália às Filipinas e as tensões crescentes em Israel, no Irã e na Coreia, são múltiplas as combinações possíveis para uma crise militar desastrosa no estrangeiro.

Estamos a meio do verão de 2014 e uma reduzida guarnição americana no Kandahar em guerra no sul do Afeganistão é súbita e inesperadamente invadida por guerrilheiros talibãs, enquanto a aviação americana está no chão por causa duma tempestade de areia que impede a visão. São feitas pesadas baixas e, em retaliação, um comandante americano envergonhado envia bombardeiros B-1 e caças F-16 para demolir bairros suburbanos da cidade que se julga estarem sob controlo dos talibãs, enquanto helicópteros equipados com metralhadoras AC-130U "Spooky" varrem os escombros com um devastador fogo de canhões.

Imediatamente, os mulás começam a pregar a jihad nas mesquitas por toda a região, e unidades do exército afegão, treinados por forças americanas para a guerra, começam a desertar em massa. Então, os combatentes talibãs desencadeiam uma série de ataques extremamente sofisticados, visando as guarnições dos EUA em todo o país, fazendo aumentar as baixas americanas. Em cenas que fazem recordar Saigon em 1975, helicópteros americanos resgatam soldados e civis americanos nos telhados de Cabul e Kandahar.

Entretanto, irritados com o beco sem saída interminável que já dura há décadas no que se refere à Palestina, os lideres da OPEP impõem um novo embargo petrolífero aos EUA como protesto pelo seu apoio a Israel, assim como pela matança de número incontável de civis muçulmanos nas suas guerras em curso por todo o Grande Médio Oriente. Com os preços da gasolina a subir em espiral e as refinarias a ficarem secas, Washington toma a decisão de enviar forças de Operações Especiais para conquistar os portos petrolíferos do Golfo Pérsico. Isto, por sua vez, incentiva uma onda de ataques suicidas e a sabotagem de oleodutos e de poços de petróleo. Enquanto nuvens negras se acumulam no céu e os diplomatas se levantam na ONU para denunciar asperamente as ações americanas, comentadores em todo o mundo fazem ressuscitar a história para brandir este "Suez da América", uma referência explícita à derrocada de 1956 que marcou o fim do Império Britânico.

III Guerra Mundial: Situação atual

No Verão de 2010, as tensões militares entre os EUA e a China começaram a aumentar no Pacífico ocidental, outrora considerado um 'lago' americano. Ainda um ano antes ninguém teria previsto uma evolução destas. Tal como Washington se aproveitou da sua aliança com Londres para se apropriar de grande parte do poder global da Grã-Bretanha depois da II Guerra Mundial, também a China utiliza agora os proveitos do seu comércio de exportações para os Estados Unidos para financiar o que parece vir a ser um desafio militar ao domínio americano nas águas da Ásia e do Pacífico.

Com os seus recursos cada vez maiores, Pequim está a reclamar um vasto arco marítimo desde a Coreia à Indonésia há muito dominado pela Marinha dos EUA. Em agosto, depois de Washington ter manifestado um "interesse nacional" no Mar do Sul da China e de ali ter efetuado exercícios navais para reforçar essa pretensão, o Global Times oficial de Pequim respondeu asperamente, dizendo, "O confronto de forças EUA-China em relação à questão do Mar do Sul da China fez subir a parada quanto à decisão de qual vai ser o verdadeiro futuro governante do planeta".

No meio de tensões crescentes, o Pentágono relatou que Pequim já detém "a capacidade de atacar… porta-aviões [americanos] no Oceano Pacífico ocidental" e visar "forças nucleares por todo… o continente dos Estados Unidos". Ao desenvolver "capacidades ofensivas de guerra nuclear, espacial e cibernética", a China parece determinada a competir pelo domínio daquilo a que o Pentágono chama "o espectro de informação em todas as dimensões do campo de batalha moderno". Com o desenvolvimento em curso do poderoso super míssil Longo Alcance V, assim como com o lançamento de dois satélites em janeiro de 2010 e outro em julho, num total de cinco, Pequim deu sinal de que o país estava a dar passos rápidos na direção de uma rede "independente" de 35 satélites para capacidades de posicionamento global, de comunicações e de reconhecimento até 2020.

Para conter a China e alargar a sua posição militar globalmente, Washington pretende montar uma nova rede digital de robótica aérea e espacial, capacidades avançadas de guerra cibernética e vigilância eletrônica. Os estrategistas militares esperam que este sistema integrado envolva a Terra numa grelha cibernética capaz de ofuscar exércitos inteiros no campo de batalha ou de caçar um simples terrorista no campo ou na favela. Em 2020, se tudo correr conforme planeado, o Pentágono vai lançar um escudo de três camadas de pequenos aviões espaciais de controlo remoto – que vão da estratosfera até a exosfera, armados com mísseis ágeis, ligados por um elástico sistema de satélite modular e manobrados inteiramente por vigilância telescópica.

Em abril passado, o Pentágono fez história. Alargou as operações dos aviões de controlo remoto até exosfera lançando calmamente o X-37B, um veículo espacial não tripulado, para uma órbita baixa a 410 km acima do planeta. O X-37B é o primeiro de uma nova geração de veículos não tripulados que vão marcar o total armamento do espaço, criando uma arena para futuras guerras diferente de tudo o que já se viu.

III Guerra Mundial: Cenário 2025

A tecnologia do espaço e a guerra cibernética são coisas tão novas e sem estarem testadas que até os cenários mais estranhos podem vir a ser ultrapassados por uma realidade que ainda é difícil de conceber. Mas se utilizarmos apenas o tipo de cenários que a própria Força Aérea usou no seu Jogo de Capacidades Futuras 2009, podemos obter "uma melhor compreensão de como o ar, o espaço e o ciberespaço se sobrepõem na guerra" e começar a imaginar como poderá ser realmente travada uma próxima guerra mundial.

São 11:59 da noite de quinta-feira de Ação de Graças em 2025. Enquanto os cibercompradores se apinham nos portais da Melhor Compra para se beneficiar dos grandes descontos na última palavra de aparelhos eletrônicos domésticos chineses, os técnicos da Força Aérea dos EUA no Telescópio de Vigilância Espacial em Maui engasgam-se com o café quando os seus ecrãs panorâmicos se apagam subitamente. A milhares de quilômetros, no centro de operações do Ciber-Comando dos EUA, no Texas, os ciberguerreiros depressa detectam binários maliciosos que, embora lançados anonimamente, mostram as distintas impressões digitais do Exército de Libertação de Pequim.

O primeiro ataque aberto é um ataque que ninguém previra. "Vírus" chineses apoderam-se do controlo da robótica a bordo de um avião "Vulture" americano, de controlo remoto, não tripulado, alimentado a energia solar, quando ele se encontra a 70 mil pés de altitude sobre o Estreito Tsushima entre a Coreia e o Japão. Este dispara subitamente toda a carga de mísseis transportada na sua enorme envergadura de 120 metros, enviando dezenas de mísseis letais que mergulham inofensivamente no Mar Amarelo, desarmando eficazmente essa arma formidável.

Decidido a combater o fogo com fogo, a Casa Branca autoriza um ataque de retaliação. Confiante em que o seu sistema satélite F-6 "Fractionated, Free-Flying" é impenetrável, os comandantes da Força Aérea na Califórnia transmitem códigos robóticos para a flotilha de aviões espaciais de controlo remoto X-37B que se deslocam numa órbita a 400 km acima da Terra, ordenando-lhes que lancem os seus mísseis "Triple Terminator" contra os 35 satélites da China. Resposta zero. Quase em pânico, a Força Aérea lança o seu Cruise Vehicle Hipersónico Falcon para um arco a 160 km acima do Oceano Pacífico e, 20 minutos depois, envia os códigos de computador para disparar mísseis contra sete satélites chineses em órbitas vizinhas. Subitamente os códigos de lançamento deixam de estar operacionais.

À medida que os vírus chineses alastram descontroladamente pela arquitetura dos satélites F-6, enquanto os super-computadores americanos de segunda categoria não conseguem decifrar o diabolicamente complexo código do vírus, deixam de funcionar sinais de GPS vitais para a navegação dos navios e aviação americana em todo o mundo. Porta-aviões começam a andar em círculos no meio do Pacífico. Esquadrões de caças aterram. Mortíferos aviões de comando remoto voam sem rumo, despenhando-se quando se esgota o combustível. Subitamente, os Estados Unidos perdem o que a Força Aérea americana há muito chamava "o supremo terreno elevado": o espaço. Em poucas horas, o poder militar que dominara o globo durante quase um século, foi derrotado na III Guerra Mundial sem uma única baixa humana.

Uma Nova Ordem Mundial?

Mesmo que os acontecimentos futuros venham a ser mais sensaborões do que estes quatro cenários sugerem, todas as tendências significativas apontam para um declínio muito mais impressionante do poder global americano em 2025 do que tudo o que Washington parece estar hoje a encarar.

À medida que em todo o mundo os aliados começam a realinhar as suas políticas para terem conhecimento dos crescentes poderes asiáticos, o custo de manter 800 ou mais bases militares ultramarinas vai tornar-se simplesmente insustentável, acabando por forçar uma retirada encenada numa Washington ainda renitente. Com os EUA e a China numa corrida para armar o espaço e o ciberespaço, é inevitável que aumentem as tensões entre as duas potências, tornando pelo menos possível um conflito militar em 2025, embora isso não seja garantido.

A complicar ainda mais as coisas, as tendências econômicas, militares e tecnológicas acima traçadas não funcionarão isoladamente. Tal como aconteceu aos impérios europeus depois da II Guerra Mundial, essas forças negativas vão mostrar-se inquestionavelmente sinérgicas. Vão combinar-se de formas perfeitamente inesperadas, vão criar crises para as quais os americanos não estão minimamente preparados e vão ameaçar precipitar a economia numa súbita espiral descendente, mergulhando esta nação numa geração ou mais de miséria econômica.

Enquanto o poder dos EUA recua, o passado oferece um espectro de possibilidades para uma futura ordem mundial. Numa das pontas deste espectro, não se pode pôr de lado a ascensão de uma nova superpotência global, embora isso seja pouco provável. Tanto a Rússia como a China revelam ainda culturas auto-referenciais, escritas difíceis não romanas, estratégias de defesa regional e sistemas legais subdesenvolvidos, que lhes negam instrumentos chave para um domínio global. Portanto, de momento, parece que não há no horizonte nenhuma superpotência que possa suceder aos EUA.

Numa versão sombria, medonha, do nosso futuro global, uma coligação de corporações transnacionais, de forças multilaterais como a Otan e duma elite financeira internacional talvez pudesse forjar um único elo supra-nacional, possivelmente instável, que tornaria sem sentido continuar a falar de impérios nacionais. Enquanto as corporações desnacionalizadas e as elites multinacionais governariam assumidamente um mundo assim em enclaves urbanos seguros, a multidão seria relegada para a desolação urbana e rural.

No 'Planeta Favela' (Planet of Slums) , Mike Davis apresenta pelo menos uma visão parcial de um mundo desses. Defende que bilhões de pessoas já amontoadas em fétidos bairros pobres, tipo favelas, em todo o mundo (e que chegarão aos dois bilhõess em 2030) formarão "as 'cidades falhadas, selvagens' do Terceiro Mundo… o campo de batalha característico do século vinte e um". À medida que a noite se instala nalgumas das futuras super favelas, "o império pode impor tecnologias orwelianas de repressão" como "helicópteros com metralhadoras, tipo vespas, a caçar inimigos enigmáticos pelas ruas estreitas dos bairros pobres… Todas as manhãs os bairros respondem com bombistas suicidas e explosões eloquentes".

A meio caminho do espectro de possíveis futuros, pode emergir um novo oligopólio global entre 2020 e 2040, com potências em ascensão como a China, a Rússia, a Índia e o Brasil colaborando com potências em decadência como a Grã-Bretanha, a Alemanha, o Japão e os Estados Unidos para imporem um domínio global ad hoc, parecido com a aliança solta dos impérios europeus que governaram metade da humanidade por volta de 1900.

Outra possibilidade: a ascensão de hegemonias regionais num regresso a algo que faz recordar o sistema internacional que funcionou antes de tomarem forma os impérios modernos. Nesta ordem mundial neo-westfaliana, com as suas imagens infindáveis de micro-violência e de exploração sem controlo, cada hegemonia dominará a sua região – a Brasília na América do Sul, Washington na América do Norte, Pretória na África do Sul, e por aí afora. O espaço, o ciberespaço e as profundezas marítimas, libertos do controlo do antigo "polícia" planetário, os Estados Unidos, até podem tornar-se áreas públicas globais, controladas por um Conselho de Segurança das Nações Unidas alargado ou qualquer órgão ad hoc.

Todos estes cenários são extrapolações de tendências existentes para um futuro no pressuposto de que os americanos, cegos pela arrogância de décadas de um poder historicamente sem paralelo, não possam ou não queiram tomar medidas para gerir a erosão descontrolada da sua posição global.

Se o declínio da América está de fato numa trajetória de 22 anos, de 2003 a 2005, então já esbanjamos a maior parte da primeira década desse declínio com guerras que nos afastaram dos problemas a longo prazo e, tal como a água despejada nas areias do deserto, desperdiçaram milhões de milhões de dólares de que precisamos desesperadamente.

Se restam apenas 15 anos, ainda se mantém alta a possibilidade de esbanjá-los todos. O Congresso e o presidente encontram-se atualmente manietados; o sistema americano está inundado de dinheiro público destinado a emperrar as obras; e poucas indicações há de que quaisquer questões de significado, incluindo as nossas guerras, o nosso estado de segurança nacional, o nosso esfomeado sistema de educação, e o nosso antiquado fornecimento de energia, sejam tratadas com a necessária seriedade para assegurar o tipo de aterragem suave que podia maximizar o papel e a prosperidade do nosso país num mundo em mudança.

Os impérios da Europa acabaram e o império da América está a acabar. É cada vez mais duvidoso que os Estados Unidos venham a ter algo parecido com o êxito da Grã-Bretanha em moldar uma ordem mundial sucedânea que proteja os seus interesses, preserve a sua prosperidade e exiba o carimbo dos seus melhores valores.

[*] Professor de história na Universidade de Wisconsin-Madison, colaborador frequente de TomDispatch, autor de Policing America's Empire: The United States, the Philippines, and the Rise of the Surveillance State (2009). É também o lider do projecto "Empires in Transition" , um grupo de trabalho global de 140 historiadores de universidades de quatro continentes. Os resultados das suas primeiras reuniões em Madison, Sidney, e Manila foram publicados como Colonial Crucible: Empire in the Making of the Modern American State e as conclusões da sua última conferência aparecerão no próximo ano em "Endless Empire: Europe's Eclipse, America's Ascent, and the Decline of U.S. Global Power". O original encontra-se em www.tomdispatch.com/... . Tradução de Margarida Ferreira para resistir.info. 


Postado por: ByLorenzo               Fonte: http://www.vermelho.org.br