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quinta-feira, 2 de julho de 2015

Holodomor – 80 anos de um terrível genocídio comunista


Enquanto assistimos impassíveis, A Rainha da Inglaterra homenageando um cidadão Inglês Que afirma ter ficado por 50 anos no anonimato, e que só agora resolveu dizer o quanto foi de ajuda Aos Herdeiros do “HOLOCONTO JUDAICO”
Me pergunto até quando as pessoas vão permanecer nesta segueira mental diante de tamanha barbárie cometida com tantas outras pessoas mas que por conta de interesses obscuros calaram-se por tanto tempo. Para os judeus está é a hora de celebrar seus mortos, mas e para as famílias dos 7 milhões de mortos  do Holodomor Ucraniano?
 Não estou aqui pra negar os fatos mas sim pra mostrar que os aclamados judeus não foram os únicos a sofrer com a intolerância de seu semelhante.
Uma das formas mais terríveis de se morrer é por fome. Seja pela interrupção abrupta ou gradual de alimentação , o ser humano passa por estágios que o levam ao total estado de bestialidade. Ao se acentuar a falta de nutrientes, o corpo começa a consumir partes menos “importantes” para poder suprir o sistema nervoso central e o miocárdio. É assim que aos poucos vão sendo eliminadas todas a reservas de gordura. Em paralelo, o corpo começa a consumir a musculatura. A consequência imediata é que o ser humano se torna cada vez mais fraco. A redução de atividades motoras colabora com a queda na temperatura, que já se daria naturalmente pela perda de gordura e pelo pouco estoque de energia. O indivíduo começa a sentir constantes e insuportáveis dores estomacais, acompanhadas de diversas dores musculares por todo o corpo. Há um acelerado processo de queda de cabelos, a pele ganha uma aparência cada vez mais pálida, há diarréias. Os olhos parecem saltar do rosto, tonturas são cada vez mais constantes, até que a capacidade de concentração começa a se perder e junto com ela o raciocínio começa a se debilitar. Os mais sortudos morrem logo devido à infecção de qualquer doença que encontre terreno fácil para desenvolver-se diante desse corpo debilitado e sem resistências imunológicas. Todos os outros vão sofrendo aos poucos, têm convulsões cíclicas, alucinações constantes, vão perdendo aos poucos o contato com a realidade até que morram definitivamente pela perda de massa corporal, queda da temperatura ou ausência de proteínas.
Se na conta individual a morte por inanição já é terrível, tente imaginar essas característias sendo desenvolvidas em uma comunidade inteira. Pessoas até pouco tempo saudáveis, produtivas e levando uma vida normal começam a ver seus vizinhos e parentes morrendo lentamente, e a perceber que eles serão os próximos. Não demora e, na ausência de alimentação para sua subsistência, as pessoas dão vazão aos instintos mais severos de sobrevivência e começam a praticar canibalismo. Na resistência de outros seres para se sujeitarem a servir de refeição, buscam cada vez alvos mais fáceis para a auto-preservação, e é então que começam a atacar os mais indefesos: as crianças!
Diante da subnutrição, as famílias começavam a tomar medidas drásticas. Pegavam seus filhos crianças e fugiam para perto das cidades, abandonando-as ali mesmo à própria sorte na esperança de que elas fossem resgatadas e alimentadas por benfeitores ou pelo aparelho estatal. Os camponeses voltavam à lavoura para esperar a própria morte e acreditavam que era melhor não ter as crianças por perto e abandonadas no campo quando morressem. Só que as crianças não eram salvas por ninguém, mas sim recolhidas para Delegacias. Das delegacias elas eram levadas a postos ferroviários em caminhões. Nesses postos, médicos separavam as que ainda tinham alguma condição de subsistência das que já estavam inchadas e em estado final de inanição. As que tinham alguma resistência iam a acampamentos, verdadeiros campos de concentração, como Holodnaia Gora, enquanto as outras eram levadas para longe da cidade e abandonadas na beira da estrada, para que morressem por ali mesmo e longe dos olhos da população. Nos locais em que as crianças eram despejadas, cavavam grandes fossas para enterrar ali mesmo as que já chegavam ao local mortas, ou aparentemente mortas (muitas foram jogadas nas fossas mesmo estando respirando).
 Em face a este tamanho extermino de Ucranianos o Holocausto dos Judeus se torna pequeno.Segue
Video(Sem deixar de mencionar o alerta de nosso caro leitor "Nelson" Sobre o Patrocinador de Holodomor Joseph Stalin)








Segue link de suma importância sobre o assunto em questão: http://holodomorinfo.com/
Byprila

2 comentários:

Nelson da Silva disse...

oi

Nelson da Silva disse...

Vamos em partes,

Holodomor foi significativo mas faltou o detalhe de quem efetivou, que foi STALIN, um cristão ortodoxo
Não menciona que entre as vitimas haviam ucranianos JUDEUS
Pouco importa a dimensão e a magnitude um masacre é sempre um mascacre, o holocausto se diferencia por ser uma politica seletiva de assassinato em forma industrial eles chegavam e eram mortos
Se os judeus sabem louvar, enalter e lembrar de seus mortos e outros não procedem da mesma maneira o problemas são destes últimos
Para os neo nazistas, revisionistas e negacionistas holodomor é uma forma de justificar aquilo que eles próprios negam que é o holocausto judaico, nas entrelinhas eles estão dizerndo se os judeus puderam prepetrar um massacre nós também podemos, por isto a importãncia de retirar os verdadeiros artifeces e as dimensões do massacre que sempre é supra dimencionado
Holoconto somente nas mentes pequenas, doentes e que aceitam tudo sem questionar, já está comprovado, abalisado e dimensionado o exterminio judaico, também fica bem claro para que vieram aqueles que o negam ou diminuem suas proporrções

obrigado nelson