Pesquise neste Blog

quinta-feira, 24 de abril de 2014

Uma Dica de Filme(Um Homem Contra Wall Street)

Trecho do Filme "Um Homem Contra Wall Street", Onde há na trama um homem que se revolta contra o Sistema financeiro..Carniceiro Norte Americano(WallStreet), que suga até á última gota da dignidade, e chances de sobrevivência de um homem. assista....comente e se quiser opinar...se não..tudo bem.

Aos Cidadões...Norte Americanos, Me resta pedir que assistam em seu Idioma Local, Preste á devida atenção, o que diz o personagem no papel de investidor do ramo imobiliário, ao devedor(Dominic Purcell). "Brancos e pretos do gueto vão á guerra, morrer pela Elite, á violência não resolve...mais é o estilo da Elite Global matar e roubar, é por isso que aqui no Brazil oafantoche Governo Federal Dilma Rousseff que impor regras á maneira deles(Brasilia), não escrever nada contra suas roubalheiras, contra o povo Brasileiro. Onde á pegadinha é...O Marco Civil da Internet, onde só as grandes empresas ganharão, e o honesto cidadão perderá, por ai cabe elas(empresas Teles) nos vender uma Internet de má qualidade, 3G Lixo, Uma fantasia chamada 4G Lixo, também propaganda enganosa, nos oferecem um serviço com infra-estrutura a nivél da India, sei lá de onde.. uma droga, droga de presidente, droga de Políticos. Esse País é uma droga.



To citizens ... North Americans, left me asking who assist in its Local Language, Heed, says the character in the role of an investor in real estate, the debtor (Dominic Purcell). "White and black ghetto go to war, die by the Elite, violence will not solve ... is more the style of the Global Elite kill and steal, that's why here in Brazil Dilma Rousseff oafantoche Federal Government that rules will impose their way (Brasilia), do not write anything against his thievery against the Brazilian people. catch is ... where will the Civil Marco Internet, where only big companies win and lose honest citizen, by al fits them (companies Teles) in Internet selling a shoddy 3G Trash, Trash a fantasy called 4G, also false advertising, provide us with a service infrastructure within the India, I dunno where .. a drug, drug president, drug Policy. this country sucks.


Excerpt from the film "One Man Against Wall Street," Where there is the plot a man who rebels against the North American .. Butcher (WallStreet) financial system, sucking until the last drop of dignity and survival chances of a man. watch .... comment and if you want an opinion ... if not .. okay.


O que importa em um filme é o que é dito palavras que fazem sentido, sim, um recado da Elite um desaforo, eles sabem que o fim está chegando...é isso que me conforta...me faz viver ainda mais..á queda de meus inimigos de longe, lá da América..da Europa..enfim vamos amargar juntos.

By: Makarov

quinta-feira, 17 de abril de 2014

A Era das Trevas da Medicina

           A Era das Trevas da Medicina

Por: Mark Sircus


“Discutir com uma pessoa que renunciou à lógica é como administrar remédio a um homem morto.” 



"Tendo observado médicos das unidades de emergência ressuscitarem pacientes em coma, ou cirurgiões lutando por horas para manter a vida de vítimas sérias de acidentes de carro, eu não concordaria que 'toda' a medicina está na idade das trevas", disse Dr. John Martin. Porém, muitas são as vozes que argumentam que há uma essência maligna nas firmas farmacêuticas, no Centro de Administração de Alimentos e Medicamentos (FDA) e no Centro para Controle de Doenças (CDC), as duas organizações mais poderosas, nos EUA, que controlam e dominam o mundo da medicina no Brasil e em todos os outros países. É importante enfatizar que as mesmas pessoas que estão envolvidas economicamente com as firmas farmacêuticas, trabalham no FDA e no CDC. A despeito da luz brilhante de dedicados médicos das unidades de emergência e UTIs, a medicina alopática ocidental está mergulhada numa era de escuridão de pensamentos e ações que será lembrada com vergonha por muitos séculos à frente.

A medicina moderna está numa era de trevas e o FDA está no centro dessa escuridão. "O que mais me incomoda é que as pessoas pensam que o FDA as está protegendo. Não está. O que o FDA está fazendo e o que o público pensa que ele está fazendo são duas coisas bem diferentes, como dia e noite", escreveu Dr. Herbert, diretor do FDA. Muitas pessoas acham que a medicina começou a deixar sua própria escuridão para trás quando finalmente se ouviu Ignaz Semmelweis, em 1844, provar que o fato dos médicos lavarem suas mão e se manterem asseados preveniria a infecção e morte de  mulheres durante o parto. Por seus esforços, Semmelweis foi demitido do hospital em Viena e, apesar de publicado, seu trabalho foi totalmente ignorado. No século vinte, o governo, grandes empresas e a medicina formaram um time para criar uma sujeira que levará todo o século vinte e um para limpar.

Olhando a história recente, percebemos a direção que a medicina e as indústrias farmacêuticas começaram a tomar quando companhias como a Bayer (naqueles tempos chamada IG Farben), na Alemanha, começaram a construir e administrar locais como o campo de concentração de Auschwitz. Na Alemanha nazista os hospitais eram rotineiramente utilizados por médicos para matar centenas de milhares de indesejáveis, preparando a equipe médica para horrores ainda maiores nos campos de concentração. Após o Julgamento de Nuremberg, o terrorismo médico e farmacêutico ficou oculto e somente aparecia aos nossos olhos quando erros dramáticos eram cometidos. Mas agora, sessenta anos depois, os erros têm sido muito grandes, e a única forma de manter o status quo do sistema médico/farmacêutico é a negação total de suas barbaridades - mesmo quando milhões de pais, pelo mundo afora, choram seu desespero pela epidemia de autismo, por exemplo.
 
Hoje, a podridão em que a medicina alopática se tornou é vista em várias áreas e é sustentada pelas mentiras e decepções que as autoridades médicas e a mídia propagam. Tais mentiras obscurecem a luz da verdade ainda manifestada através de muitos médicos e enfermeiras dedicados. Essas são alegações sérias, mas os fatos provam sua veracidade. A primeira grande mentira, que está sendo exposta por muitos cientistas e médicos ao redor do mundo, gira em torno da AIDS e seus coquetéis, que têm uma taxa de mortalidade de 100 por cento. A medicina moderna está assassinando milhões de pessoas, enquanto o governo e a mídia gritam para gastar mais bilhões de dólares em drogas que de fato, aceleram a destruição do sistema imunológico sem atuar sobre os fatores endotoxológicos pré-existentes que causaram o desenvolvimento da doença.

O tratamento do câncer será, mais cedo ou mais tarde, colocado na mesma categoria que as lobotomias frontais, pois claro está que a guerra contra o câncer está perdida porque a medicina está perdida. Quimioterapia e radioterapia representam a pior abordagem ao câncer e ainda assim, devido à sua rentabilidade, o campo da oncologia tornou-se um tipo de fraude que leva milhões a mortes horríveis. Não deveria ser nenhuma surpresa que muitos oncologistas se recusariam a receber quimioterapia se eles desenvolvessem câncer e alguns médicos são conhecidos por se recusarem a inocular seus próprios filhos com vacinas, mesmo continuando a administrá-las a seus pacientes.

Ainda pior são os pediatras, que estão sujeitando recém-nascidos a algo que o mundo nunca viu antes em sua longa história de barbaridades. As mesmas pessoas que por décadas recomendaram fórmulas alimentares para bebês, ao invés de leite materno, estão agora injetando bebês recém-nascidos, em seu primeiro dia de vida, com uma das mais perigosas vacinas conhecidas pelo homem, a vacina da hepatite B - apesar de não haver nenhum estudo científico de longo termo que certifique aos pais a sua segurança e não haver nenhuma necessidade racional para as crianças receberem essa vacina. Os médicos desses bebês preferem violentar a vulnerabilidade dessas crianças a olhar diretamente para a podridão que a sua medicina se tornou. O que a medicina faz para os adultos é uma coisa, porque adultos deveriam saber no que estão se metendo, mas os bebês são inocentes e vulneráveis. Algumas valentes enfermeiras escolares e outros profissionais deram um passo à frente e tentam alertar a comunidade sobre o que essas vacinas contra hepatite B estão fazendo às crianças. Mas os seus gritos estão caindo em ouvidos surdos. Tal é a natureza da medicina em sua era atual de escuridão. As autoridades médicas não podem mais escutar ao chamado da verdade.

É claro que há muitas outras áreas onde a escuridão de pensamentos e atos prevalece na prática médica dos dias atuais. Há muitas questões, como o fato do aspartame estar sendo empurrado dentro de milhares de produtos e a medicina não ter dito nem uma palavra a respeito. "A existência de doenças causadas pelo aspartame continua a ser negada pelo FDA e entidades corporativas poderosas. Entretanto, a magnitude deste problema deveria levar à proibição da utilização deste químico, como uma eminente ameaça à saúde pública", escreveu Dr. H.J. Roberts. Tão grande é a dependência à medicina química que os médicos perderam sua habilidade de perceber que químicos agressivos são perigosos à saúde humana. Desde o açúcar, flúor, pesticidas, herbicidas, hormônios bobeados nas galinhas e bifes, os horrores químicos da produção moderna de laticínios, remédios, conservantes em alimentos, produtos de limpeza doméstica, vacinas, alimentos refinados em geral, tudo o que não é natural tornou-se normal e a medicina ocidental se pergunta por que as pessoas estão se tornando mais e mais doentes. A medicina alopática tornou-se apenas mais um jogador no grande genocídio químico da espécie humana.

O que nós podemos esperar da era de trevas da medicina a não ser, como Dr. Howenstine coloca, que "A medicina tornou-se contaminada"? É realmente um grande problema, pois as pessoas estão capturadas pela medicina e a aceitam cegamente, como se ela fosse uma nova religião - quando ela na realidade é o maior engodo já forjado por capitalistas imorais que tomaram seu controle, há cem anos atrás. É fundamental entender que os cuidados com a saúde estão quase que completamente sob o controle das indústrias farmacêuticas e a função primária do FDA é assegurar a rentabilidade das firmas farmacêuticas, indústrias químicas e dos grandes conglomerados de agricultura.

Até que a Era da Trevas da Medicina termine, milhões e milhões serão levados cegamente às câmaras de massacre dos hospitais e clínicas médicas por todos os cantos. É um fato conhecido que nos Estados Unidos 250 mil pessoas perderão suas vidas devido às práticas médicas, e esses números representam estatísticas conservadoras. Essa escuridão planejada tem sido tão bem sucedida que as massas são completamente enganadas e não há mais necessidade dos trens da morte dos nazistas, campos de concentração e câmaras de gás. As pessoas entram nesse horror médico por sua própria e livre vontade e, em sua ignorância, sujeitam mesmo suas crianças a uma forma de violência médica (as vacinas) da qual muitas nunca vão se recuperar.

As autoridades médicas chupam o dedo enquanto a ocorrência do autismo se agiganta entre a população jovem e agora, ao invés de trabalhar para mudar qualquer coisa, os médicos, psicólogos e educadores tentam conter essa maré de problemas entre as crianças com ainda mais drogas e vacinas. Mudanças, infelizmente, somente virão com a confrontação, com a verdade sendo comunicada em círculos cada vez maiores e de forma ainda mais forte e direta. Tal confrontação é uma forma de amor, que é ao mesmo tempo compassiva e dura. A falha em confrontar a escuridão da fraude e da falsidade é um ato de covardia e medo, ou mesmo egoísmo. A confrontação do que se tornou a religião da medicina pode ser o mais alto exercício e demonstração de amor, pois o propósito disso é parar com os sofrimentos e mortes desnecessárias de milhões de pessoas.


By: Makarov   

sexta-feira, 11 de abril de 2014

O que houve com os ricaços da década de 1980?

O que houve com os ricaços da década de 1980?

Por: Juan Ramón Rallo


 Um dos erros mais frequentemente encontrados na maioria das análises ideologizadas da ciência econômica é aquele que pressupõe uma visão estática da riqueza.  Quem pensa que a riqueza é estática cai no erro de considerar que, quando uma pessoa se torna rica, ela e seus herdeiros serão ricos — e cada vez mais ricos — para sempre.
Não é necessário ir muito longe para encontrar um exemplo recente deste erro.  O economista Thomas Piketty, bastante em voga nestes tempos de demonização dos ricos, demonstra em seu deliciosamente equivocado livro Capital no Século XXI — o qual, obviamente, foi muito elogiado por Paul Krugman — que é muito provável que exista uma tendência dentro do capitalismo de que a rentabilidade do capital se situe acima da taxa de crescimento da economia, o que significa que a classe capitalista irá se apropriar de uma fatia cada vez maior da renda nacional, agravando as desigualdades sociais.
Pior ainda: Piketty também considera provável que os mais ricos dentro da classe capitalista tenham maiores facilidades para obter uma taxa de retorno superior àquela conseguida pelos capitalistas de menor dimensão, o que agravaria esse "curso natural" do capitalismo de fazer com que os super-ricos (e seus herdeiros) se apropriem de fatias crescentes da riqueza total.
Para demonstrar sua teoria, Piketty recorre ao ranking de bilionários elaborado anualmente pela revista Forbes e chega à seguinte conclusão: se agregarmos toda a riqueza possuída pela centésima milionésima parte da população mundial adulta em 1987 (ou seja, as 30 pessoas mais ricas do mundo em 1987) e compararmos esta riqueza à riqueza da centésima milionésima parte da população mundial adulta de 2010 (ou seja, as 45 pessoas mais ricas do mundo), chegaremos à conclusão de que esta riqueza cresceu a uma taxa média real anual de 6,8% (já descontada a inflação).  Isso é o triplo do crescimento médio anual do conjunto da riqueza mundial (2,1%).
Os super-ricos, portanto, estão cada vez mais ricos, segundo Piketty.  E estão mais ricos não por causa de sua exitosa gestão empresarial, mas simplesmente porque acumularam uma enorme quantidade de riqueza que é capaz de se auto-reproduzir como se estivesse no piloto automático. 
Como diz o próprio Piketty em seu livro: "Uma das lições mais impactantes do ranking da Forbes é que, a partir de um determinado valor de riqueza, todas as grandes fortunas têm suas origens ou na herança ou no valor gerado por uma empresa já estabelecida no mercado, e crescem a taxas extremamente elevadas — independentemente de se seu proprietário trabalha ou não trabalha."
No entanto, Piketty dá um salto lógico inadmissível: o fato de a riqueza da camada mais rica da sociedade ter crescido a uma taxa média anual de 6,8% entre 1987 e 2010 não significa que as pessoas ricas de 1987 sejam as mesmas de 2010
E isso faz toda a diferença em sua teoria.
Por exemplo, se o indivíduo A foi a pessoa mais rica do mundo em 1987, tendo uma riqueza estimada em 20 bilhões de dólares, nada impede que, em 2010, este mesmo indivíduo já tenha se arruinado por completo, e que outro indivíduo, o indivíduo B, tenha se tornado a pessoa mais rica do mundo, com uma riqueza estimada em 40 bilhões de dólares.
Tendo isso em mente, será que podemos concluir que a conservação e o acréscimo de riqueza é um processo simples e automático, o qual não requer nenhuma destreza pessoal da parte de seu proprietário?  É óbvio que não.
Por sorte, não há necessidade nenhuma de ficarmos apenas especulando hipóteses teóricas sobre o crescimento da riqueza dos super-ricos entre 1987 e 2010; podemos simplesmente analisar o que de fato ocorreu com os ricaços de 1987.  Será verdade que a riqueza deles cresceu desde então a uma taxa de 6,8% ao ano, como afirma Piketty?  Ou será que ela estancou ou até mesmo retrocedeu, fazendo com que eles tenham sido desbancados por outros criadores de riqueza?
Os dez homens mais ricos do mundo em 1987
Foi em 1987 que a revista Forbes começou a elaborar seu ranking de bilionários.  Se você olhar hoje aquela lista de 1987, provavelmente irá se surpreender: você não conhecerá praticamente ninguém.  E não, a razão disso não é que a maioria daqueles bilionários morreu; a razão é que praticamente todos eles viram seu patrimônio definhar de maneira considerável.
Comecemos pelo homem mais rico do mundo em 1987: o japonês Yoshiaki Tsutsumi, que tinha uma fortuna estimada em 20 bilhões de dólares.  A última vez em que ele apareceu no ranking da Forbes foi no ano de 2006, e sua riqueza já havia encolhido para 1,2 bilhão de dólares.  Descontando-se a inflação do período, isso equivalia a 678 milhões em dólares de 1987. 
Ou seja, tomando por base o poder de compra de 1987, sua fortuna caiu de 20 bilhões para 678 milhões entre 1987 e 2006, o que significa que sua riqueza encolheu 96% neste período.  E, desde 2006, sua riqueza continuou em irreversível declínio, de modo que ele hoje nem sequer figura no ranking da Forbes.

No entanto, segundo Piketty, a riqueza de Yoshiaki Tsutsumi deveria ter se multiplicado por seis.
O segundo homem mais rico do mundo em 1987 também era japonês: Taikichiro Mori.  Na época, ele tinha uma fortuna estimada em 15 bilhões de dólares, o que o tornaria, em 1991, o homem mais rico do mundo, superando Tsutsumi.  Taikichiro Mori faleceu em 1993 e legou sua fortuna a seus filhos: Minoru Mori e Akira Mori.  O patrimônio conjunto de ambos é atualmente de 6,3 bilhões, o que equivalia a 3,075 bilhões de dólares em 1987.  Ou seja, a riqueza encolheu 80%.

Taikichiro Mori


Não consegui encontrar dados referentes às atuais fortunas dos homens (ou de seus herdeiros) que ocupavam a terceira e a quarta posição da lista de 1987, os também nipônicos Shigeru Kobayashi e Haruhiko Yoshimoto, com fortunas estimadas em 7,5 bilhões e 7 bilhões de dólares respectivamente.  No entanto, o fato de que ambos estavam acentuadamente investidos no setor imobiliário japonês em 1987, e dado que este setor vivenciou uma acentuada desvalorização no período — tudo combinado ao fato de que não há quase nada na internet sobre eles (ou sobre suas famílias) —, parece sugerir que ambos não tiveram melhor sorte do que seus conterrâneos Tsutsumi e Mori.
O quinto lugar da lista de 1987 era ocupado por Salim Ahmed Bin Mahfouz, cambista profissional e criador do maior banco da Arábia Saudita (o National Commercial Bank da Arábia Saudita).  Naquele ano, o saudita gozava de uma fortuna estimada em 6,2 bilhões de dólares.  Em 2009, faleceu seu herdeiro, Khalid bin Mahfouz, com uma riqueza estimada em 3,2 bilhões de dólares, que equivaliam a 1,7 bilhão em dólares de 1987.  Ou seja, um empobrecimento de 72,5%.
Salim Ahmed Bin Mahfouz

O sexto lugar da lista era ocupado pelos irmãos Hans e Gad Rausing, donos da multinacional sueca Tetra Pak.  Ambos detinham um patrimônio estimado em 6 bilhões de dólares.  Atualmente, Hans Rausing, já com 92 anos de idade, possui um patrimônio estimado em 12 bilhões de dólares, e ocupa a 92ª posição entre os mais ricos do mundo.  Gad morreu no ano 2000, mas estima-se que seus herdeiros possuem uma fortuna de 13 bilhões de dólares.  No total, portanto, a fortuna de ambos passou de 6 bilhões de dólares para 25 bilhões.  No entanto, descontando-se a inflação do período, o enriquecimento de ambos foi muito menor: de 6 bilhões para 12,2 bilhões, o que equivale a uma taxa média de rentabilidade anual de 2,7%.  Muito abaixo dos 6,8% sugeridos por Piketty.
O sétimo lugar era ocupado por um trio de irmãos: os irmãos Reichmann, proprietários da Olympia and York, uma das maiores imobiliárias do mundo.  Sua riqueza também era estimada em 6 bilhões de dólares.  No entanto, cinco anos depois, a empresa protagonizou uma das mais estrondosas bancarrotas da história, a qual reduziu seu patrimônio a apenas 100 milhões de dólares.  Um dos irmãos, Paul, conseguiu se recuperar das cinzas e hoje a riqueza de seus herdeiros está estimada em 2 bilhões de dólares, equivalentes a 975 milhões em dólares de 1987.  Ou seja, uma perda de 84%.
irmãos Hans e Gad Rausing

A oitava posição estava ocupada por outro japonês, Yohachiro Iwasaki, com uma fortuna estimada em 5,6 bilhões de dólares.  Seu herdeiro, Fukuzo Iwasaki, morreu em 2012 com um patrimônio de 5,7 bilhões, equivalentes a 2,8 bilhões em dólares de 1987: ou seja, uma perda patrimonial de 50%.
Melhor sorte teve o nono homem mais rico do mundo em 1987: o canadense Kenneth Roy Thomson, proprietário da Thomson Corporation (hoje parte do grupo Thomson Reuters).  Naquele ano, Kenneth desfrutava um patrimônio de 5,4 bilhões de dólares; quando morreu, em 2006, havia conseguido incrementá-lo para 17,9 bilhões, equivalentes a 9,3 bilhões em dólares de 1987.  Neste caso, sua média de retorno anual foi de 2,9%.  De novo, muito abaixo dos 6,8% certificados por Piketty.
Finalmente, em décimo lugar estava Keizo Saji, com um patrimônio de 4 bilhões de dólares.  Saji morreu em 1999 com uma fortuna de 6,7 bilhões de dólares, a qual, descontando-se a inflação do período, equivalia a 4,6 bilhões em dólares de 1987.  Ou seja, uma taxa média de retorno anual de 1,1%.
A extremamente complicada conservação do capital
Ludwig von Mises já alertava para a inevitabilidade deste fenômeno ainda na década de 1940:
Em uma economia de mercado, naquela em que há liberdade de empreendimento, e ausência de privilégios e protecionismos estatais, a riqueza de um indivíduo representa a recompensa concedida pela sociedade pelos serviços prestados aos consumidores no passado.  E esta riqueza só pode ser preservada se ela continuar a ser utilizada — isto é, investida — no interesse dos consumidores. 
Atribuir a cada um o seu lugar próprio na sociedade é tarefa dos consumidores, os quais, ao comprarem ou absterem-se de comprar, estão determinando a posição social de cada indivíduo.  Os consumidores determinam, em última instância, não apenas os preços dos bens de consumo, mas também os preços de todos os fatores de produção.  Determinam a renda de cada membro da economia de mercado.
Se um empreendedor não obedecer estritamente às ordens do público tal como lhe são transmitidas pela estrutura de preços do mercado, ele sofrerá prejuízos e irá à falência.  Outros homens que melhor souberam satisfazer os desejos dos consumidores o substituirão.
Os consumidores prestigiam as lojas nas quais podem comprar o que querem pelo menor preço.  Ao comprarem e ao se absterem de comprar, os consumidores decidem sobre quem permanece no mercado e quem deve sair; quem deve dirigir as fábricas, as fornecedoras e as distribuidoras.  Enriquecem um homem pobre e empobrecem um homem rico.  Determinam precisamente a quantidade e a qualidade do que deve ser produzido.  São patrões impiedosos, cheios de caprichos e fantasias, instáveis e imprevisíveis.  Para eles, a única coisa que conta é sua própria satisfação.  Não se sensibilizam nem um pouco com méritos passados ou com interesses estabelecidos.
Contrariamente ao que muitos imaginam, e ao que Thomas Piketty pretende demonstrar, não é nada simples conservar seu patrimônio em uma economia de mercado: este sempre estará ao sabor (1) das volúveis e inconstantes preferências dos consumidores, (2) do surgimento de novos concorrentes que podem acabar roubando sua fatia de mercado, ou (3) de um possível reajuste (e posterior colapso) do preço dos seus ativos.  É falso dizer que há um valor acima do qual a acumulação de capital passa a ocorrer de modo quase automático.
Ao contrário, aliás: quanto maior for o patrimônio pessoal de um indivíduo, mais complicado será fazê-lo crescer: as oportunidades para reinvestir todo o seu capital a altas taxas de retorno são muito escassas, a menos que se queira arriscar e se aventurar em outros mercados, nos quais não se tem nenhuma vantagem comparativa. 
As mesmas razões que fazem com que um estado grande seja um péssimo gestor de capitais servem para explicar por que os bilionários vão ficando sem ideias e aptidões para gerenciar sua fortuna — até o ponto em que não mais são capazes de se reinventarem continuamente, acabando por ver seu patrimônio reduzido, nem que seja apenas pela inflação.  Não é à toa que a sabedoria popular a este respeito vale mais do que as elucubrações de muitos economistas míopes: from clogs to clogs in three generations[1], o que significa que a riqueza acumulada por uma geração já estará totalmente dissipada na terceira geração.
Atualmente, com efeito, nem sequer são necessárias três gerações.  Bastam três décadas para se perder quase tudo.
Em 2013, os sobrenomes Tsutsumi, Mori, Reichmann, Iwasaki e Saji eram praticamente irrelevantes.  Da mesma maneira, em 1987, muitos dos homens mais ricos da atualidade — Bill Gates, Amancio Ortega, Larry Ellison, Jeff Bezos, Larry Page, Sergey Brin, Mark Zuckerberg — estavam trabalhando em uma garagem, ou estavam fazendo faculdade, ou estavam brincando no jardim de infância.  Nenhum herdou sua atual fortuna.  Veremos quantos deles seguirão na lista dentro de três décadas.

Lembremos que o Sr Bill Gates não é essa Jóia rara, dentre os "Bilionários" de hoje, principalmente se sua riqueza derivar de Softwares, sendo assim seu império, está seriamente ameaçado pelo Software Livre, sem contar três "Pedras no sapato de Gates (GOOGLE & ANDROID) (Linux).

Lembrando que os Americanos estavam bem distantes do rank de primeiro lugar.