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segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Diario "El Mercúrio" Elogia presidente Tosca Do Brasil


Esse Pasquim Chileno chamado "El Mercúrio" Premia á Presidente da Republica do Brasil, onde em sua administração Rola roubalheiras, escândalos, Corrupção sem escalas, é de ponta á ponto,  e esta presidente Insana que se faz de cega, solta mentiras á torto e á direita, sem mencionar falar de seus antecessora(s) Lula-Lunático da Silva, Presidente Dilma! vergonha na cara é bom e faz bem, mais quero lhe dizer que tudo está ruindo Aqui no Brasil, Assim como lá no Chile, nos Estado Unidos.....na SONY....(he..he..he) Tudo vai ruir lentamente...Quando á Senhora se der conta, será só lembrança ruim de um Governo Lixo! Esse Pasquim Medíocre Chileno, assim como á mídia Norte Americana..Européia..do resto do Mundo não merece atenção de gente séria, e honesta,
Porque? Porque o Governo da presidente Dilma Rousseff é uma brincandeira de Mal Gosto, Uma piada uma rotina infernal...Uma doença Terminal, Vocês do Governo Federal e Municipal me roubam todos os dias, desde o Café da Manhã até á Hora do Jantar, Impostos...Impostos...Sonhar? todos os governos Brasileiros ate o seu Mandato digo Dilma Rousseff é um pesadelo, que já perdura gerações após gerações....por isso como Brasileiro sério, me dá pleno
O direito de CHAMA-LA DE MENTIROSA E CONIVENTE COM LADRÕES..MUITOS LADRÕES.
E quanto á esse Jornaleco Chileno devia, dar mais atenção aos problemas de seu País, que aliás não são poucos. sonho o dia em toda essa tirania de Dilmas, e Obamas, Putins, Facebook´s, Googles´s irão por terra, Malditos desgraçados!! Pagam alto para eu escrever..... para Ler e Ver minha agonia, lenta torurosa
Marcham contra mim todos os dias, tirando o meu sossego e de minha Família desgraçados, Dilma Roussef e sua corja de ladrões, não descansam, inventando impostos e mais impostos, Saqueiam á todos, a qualquer Hora, indo ao trabalho, voltando, no banho, na janta, indo ao Parque com as crianças, ir ao Médico? nem vou mais...Possuir Automóvel? não tenho mais, Dilma e seus Ladrões levaram de assalto, quem pode manter um Automóvel no Brasil? aliás á Subsistência no BRASIL está difícil, a roubalheira é generalizada no Governo,
A chamada Roubalheira Federalizada, e Municipalizada Pelo Prefeito Hipócrita Haddad, então logo Premiar Ladrões? e quanto á Mim? Régio Pagador de Impostos? Passo desapercebido pela Mídia? Bem menos Mal, não importo á essa altura, e não tenho pena de 90% por cento dos Brasileiros que assistem as mentiras da Rede Globo, que ficam em seu Whatsapp, alienado e alienando, sendo Vigiados, manipulados
Deve ser assim á rotina desses Redatores desse Jornaleco Chileno, não vêem quem é realmente Dilma Rousseff.    Maldito Seja O Brasil dos Miseráveis, nem ás forças Ocultas levam á Serio este País.

By Makarov

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Organização do Mal, ONU é culpada do surto de cólera no HAITI

Ao menos 17 mil casos de cólera já foram registrados no país

Protestos contra ONU por cólera se intensificam no Haiti

Os protestos no Haiti contra as forças de segurança da ONU, responsabilizadas por alguns grupos pela epidemia de cólera que atinge o país, se espalharam nesta quinta-feira pela capital do país, Porto Príncipe.
A polícia disparou bombas de gás lacrimogêneo para dispersar os manifestantes, que montaram barricadas e atiraram pedras em veículos das Nações Unidas.
Na segunda-feira, confrontos entre haitianos e tropas da ONU no norte do país deixaram duas pessoas mortas.
As manifestações ocorrem menos de duas semanas antes da eleição presidencial, marcada para o dia 28 de novembro.
Alguns haitianos vêm responsabilizando membros nepaleses das forças da ONU de levar a cólera ao país, o que é negado pela organização.
Mortes
Casos de cólera já foram identificados em todas as dez regiões do Haiti. Cerca de 1.100 pessoas já morreram em consequência da doença no último mês.
No total, ao menos 17 mil casos da doença já foram registrados no país.
A maioria das 38 mortes registradas na capital ocorreram na favela Cité Soleil.
Nesta quinta-feira, tiroteios esporádicos podiam ser ouvidos, após os manifestantes tomarem as ruas de Porto Príncipe.
Centenas de jovens ergueram barricadas colocando fogo em pneus e atacaram veículos da Minustah, a missão da ONU no país.
Os manifestantes gritavam slogans como “Cólera, foi a Minustah que nos deu” ou “Minustah, volte para casa”.
Condições sanitárias
Segundo o Centro para Controle de Doenças Infecciosas (CDC), baseado em Atlanta, nos Estados Unidos, cerca de 1,3 milhão de haitianos ainda vivem em campos de desabrigados após o terremoto de janeiro, dificultando o acesso a água potável, condições sanitárias e atendimento à saúde.
De acordo com o CDC, mesmo antes do terremoto, apenas 17% dos haitianos tinham acesso a condições sanitárias adequadas.
Em sua última análise sobre a situação no país, o centro disse que era “difícil prever” a evolução da doença, já que esta é a primeira epidemia de cólera no país em mais de um século.
Os primeiros casos da doença, transmitida por meio da água ou comida contaminada, foram registrados na região do rio Arbonite, no norte do país.
Ainda não está clara a origem dos primeiros casos da doença no Haiti. Alguns grupos dizem que ela teria vindo de tanques sépticos de uma base das forças nepalesas da Minustah, mas a ONU diz não haver evidências sobre isso.
O cólera provoca diarreia e vômitos, levando a uma grave desidratação. A doença pode matar rapidamente, mas é tratada facilmente por meio da reidratação e de antibióticos.

Claro que á ONU está lá para assegurar que á maioria dos Haitianos Morra, sem nenhuma Assistência Médica, como se trata de uma Organização Satânica, logo é Preconceituosa e Racista. Com sua tropa Mercenária mata e destrói desestabiliza governos, causando miséria e Morte em grande escala.
By Makarov

terça-feira, 18 de novembro de 2014

OS MAIORES MASSACRES CONTRA A HUMANIDADE COMETIDOS PELOS JUDEUS

 OS MAIORES  MASSACRES CONTRA A HUMANIDADE COMETIDOS PELOS JUDEUS
(MALDITOS SIONISTAS) (NOS DIAS DE HOJE Á ALEMANHA É CONTROLADA PELO ZO Governo Sionista de Ocupação=Zionist Occupation Government®)


Comunismo
O comunismo causou 110 milhões de mortes ao redor do mundo, na maioria dos casos, os judeus tiveram participação direta, mas mesmo nos poucos casos em que não houve participação direta, os criminosos comunistas estavam influenciados ideologicamente por um judeu, Karl Marx.
Holodomor

O Holodomor foi um genocídio que levou a morte de 10 milhões de pessoas só na Ucrânia, o holodomor também ocorreu em outras repúblicas soviéticas, como o Cazaquistão, mas as maiores vítimas foram os ucranianos. 82% da população da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas vivia da agricultura e foi obrigada, por meio de repressão violentíssima, a entregar as suas propriedades ao Estado comunista e a integrar as explorações agrícolas colectivas e estatais, no que foi chamado pelos comunistas, de “coletivização do campo”. A maior parte dos camponeses ucranianos, reconheceram a “coletivização” do campo como uma forma de neo-feudalismo e por isso foram contra. Como resposta a essa oposição por parte do povo ucraniano, Stálin, a cúpula estalinista e o partido comunista (80% dos membros eram judeus) se reuniram para buscar uma solução. O resultado foi um plano terrível, que ceifaria 10 milhões de vidas humanas. Os judeus e comunistas não pouparam nem mesmo as mulheres e as crianças. Trata-se do pior e mais cruel crime contra a humanidade.
PS: O judeu e vice-chefe da NKVD (mais tarde KGB), Genrikh Yagoda foi um dos principais responsáveis pela repressão aos ucranianos, no âmbito da colectivização e da deskulakização.
No inverno de 1932-1933, os ucranianos tiveram todos os seus suprimentos alimentícios confiscados. Um grande cordão foi criado para que ninguém pudesse ir embora.
Inicialmente, as pessoas não morreram, pois sobras de suprimentos em grãos e vegetais mantiveram-na vivas. Mas isso não fazia parte do plano dos judeus e comunistas. Por isso, eles ordenaram a NKVD que todos os grãos, toda a comida fosse confiscada e os camponeses fossem proibidos de a procurar em outro lugar. Fazendo isso, eles sabiam que estavam condenando aquela gente inocente a morte.
Após isso, a fome começou.
Os ucranianos foram mortos tortuosamente devagar.







Crianças choravam agonizando por pão.



Não era permitido que fossem para as cidades, guardas de esquadrões impediam as pessoas de entrar nos trens. Com isso, muitos morreram nas estações.
Vítima que conseguiu escapar para a cidade de Kharkiv, mas mesmo assim acabou morrendo.
Muitas crianças perdiam o senso de medo e entravam nos campos guardados pela NKVD a procura de grãos. Elas eram fuziladas no ato.
Mas a maioria das pessoas morria devagar, em casa. Unidades especiais da NKVD invadiam as casas das pessoas para coletar os corpos dos mortos. Não havia nenhuma cerimônia de despedida para as vítimas, eram todos despejados em valas, relatos dizem que a terra chegava a se mexer, devido ao fato de enterrarem não só os mortos, mas também enterrarem vivos os que já agonizavam.

O genocídio não teve como objetivo apenas reprimir a oposição que o povo ucraniano tinha em relação aquele governo judaico-comunista de tendências feudalistas, tinha também fins lucrativos.
Os judeus não podem ser definidos apenas como gananciosos, ambiciosos ou individualistas, aliás, nem sei como definir um povo capaz de matar 10 milhões de seres humanos, inclusive mulheres, idosos e crianças, por dinheiro.
Os judeus e comunistas exportaram os grãos roubados dos camponeses para países do ocidente.

A mídia ocidental informou sobre o extermínio dos ucranianos. Mas mesmo assim, os países “livres” e liberais do ocidente (países dominados economicamente e boa parte até politicamente pelos judeus) não fizeram nada para impedir, ainda continuaram a comprar os grãos roubados daquela gente e a colaborar com o governo soviético.

Países como Israel, China, França, Reino Unido e Alemanha (hoje a Alemanha é comandada pelo ZOG, Governo Sionista de Ocupação) não reconhecem o holodomor.
Em azul os países que reconhecem o Holodomor, em cinza, os que não reconhecem.
A Grande Fome de 1921-1922 (Russia)
O partido comunista (que tinha 80% de seus membros judeus), a partir de 1919, iniciaria uma política de confisco de grãos dos camponeses, que gradualmente levaria uma crise de fome em massa na população. A tentativa de transformar a economia russa em uma economia comunista, através do controle de distribuição de alimentos, mediante apropriação forçada dos grãos dos camponeses, a fim de abastecer as cidades, gerou não somente revolta e uma feroz guerra civil no campo, como uma diminuição gradual da produção de cereais na Rússia. Os camponeses foram proibidos de vender livremente seus excedentes, com os judeus e comunistas exigindo cotas de produção acima das possibilidades dos camponeses, empobreceu-os radicalmente, gerando escassez de alimentos.
Os judeus e comunistas, através de uma violência brutal, torturando, matando e saqueando os agricultores, não somente confiscavam tudo que o camponês tinha, como não poupavam nem os grãos guardados para o replantio de novas safras agrícolas. As regiões mais ricas da Rússia, como Tambov e outros arredores de Moscou, outrora grandes exportadores de cereais, por volta de 1920, ameaçavam perecer pela fome.
Os comissários da Tcheka, em cartas direcionadas a Lênin e Molotov, relatavam a incapacidade dos camponeses de oferecer seus grãos, já que não somente o campo tinha se desestabilizado, como a produção agrícola decaído. No entanto, sabendo dessas informações, o judeu Lênin radicalizou o processo, obrigando os camponeses a darem cotas de produção cada vez mais altas onde eles não existiam mais.
Antonov-Ovsenko, em uma carta ao partido comunista, dizia que as exigências que estavam sendo feitas para a agricultura, em milhões de puds de cereais, eram tão além das expectativas da população, que ela simplesmente morreria de fome. Ignorando o aviso, os judeus e comunistas insistiram em tal política. Por volta de 1921 e 1922, 30 milhões de russos foram atingidos por uma crise de fome monstruosa.

O povo se revoltou. Os marinheiros de Kronstadt se amotinaram e fizeram alianças com os camponeses insurretos e esfomeados. E a fúria do povo era tanta, que os “comissários do povo” perdiam o controle de várias cidades russas. Numa dessas cidades, os grãos de alimentos confiscados apodreciam na estação ferroviária, enquanto a população morrendo de fome, enfrentando os tiros dados pelos soldados do exército vermelho, saqueavam tudo quanto viam. Enquanto isso, nas florestas da Rússia e Ucrânia, exércitos inteiros de camponeses atacavam os bolcheviques.
Todavia, os judeus e comunistas reprimiram implacavelmente as revoltas camponesas. Fuzilamentos sumários de centenas de milhares de pessoas, assassinatos de famílias inteiras, deportações para os recém-construídos campos de concentração, e mesmo o uso de gás venenoso contra os agricultores rebelados, foram as variadas formas com que os bolcheviques esmagaram a resistência anti-comunista do povo.
Revoltosos mortos pela NKVD
Graças a pressão de alguns intelectuais russos, Lenin liberou a ajuda internacional. A ajuda internacional alimentou 11 milhões de pessoas por dia, mas já era um pouco tarde: sete milhões já tinham morrido pela fome.
Quando a situação se pacificou, os bolchevistas prenderam os intelectuais russos que pediram a ajuda internacional e só não os fuzilaram por pressão internacional, mas os expulsaram do país com a roupa do corpo.
A fome russa foi um dois maiores crimes contra a humanidade já cometidos até hoje.
Uma parte da população esfomeada simplesmente foi reduzida ao canibalismo. Dizia-se que os camponeses famintos eram obrigados a arrancar o fígado dos cadáveres para fazer patês e vender no mercado para não morrer de fome.
Imagem de um casal camponês, foram obrigados pelos judeus e comunistas
a recorrerem ao canibalismo como forma de sobrevivência
Relatórios da Tcheka, a polícia política soviética, assim como algumas fotos, retratam esse estado de penúria, sem contar as famílias deportadas para a Sibéria, que definhavam pelo frio. Viam-se milhões de cadáveres espalhados pelo país, uma boa parte, de crianças. Algumas delas são retratadas em várias fotos chocantes, raquíticas, nuas, sujas, abandonadas.


Assassinato de milhares de civis durante a invasão da Estônia
Em Walk, na Estônia, o Exército Vermelho executa, intimida, saqueia e aterroriza centenas de civis. Posteriormente, a Estônia, junto com outras repúblicas bálticas, será vítima de grandes deportações em massa e extermínio de sua população civil, pelo regime de Stalin, que contava com o apoio do Partido Comunista (80% dos seus membros eram judeus) quando da invasão do país, em 1940.

Campos de concentração soviéticos
Imagens de campos de concentração soviéticos, construídos sob as ordens do partido comunista (que tinha 80% dos seus membros judeus).

Atmosfera do gulag soviético, Kolyma, Sibéria.


Prisioneiros de campos de concentração soviéticos
Famílias polonesas sendo levadas para campos de concentração
Crianças polonesas esqueléticas em um campo de concentração soviético, Buzuluk, no Cazaquistão.
Massacre de Katyn
O massacre de Katyn (em polaco zbrodnia katyńska) foi uma execução em massa, na qual cerca de 25 mil cidadãos e militares da Polônia foram massacrados pelo Exército Vermelho, sob as ordens das autoridades judaico-comunistas da União Soviética em 1940.
Durante 4 décadas soldados da Alemanha Nacional-Socialista foram acusados pelo fuzilamento dos poloneses, fato desmentindo pela abertura de documentos secretos.
Prisioneiros de guerra polacos foram assassinados numa floresta nos arredores da vila de Katyn, em prisões e em diversos outros lugares. Cerca de oito mil vítimas eram militares polacos que haviam sido tomados como prisioneiros na invasão soviética da Polônia em1939, sendo o restante cidadãos polacos presos sob alegações de pertencerem a corpos de serviços de inteligência, espionagem,sabotagem, e também proprietários rurais, advogados, padres etc.

Para as novas gerações, até mesmo na Polônia, a palavra Katyn não diz nada, pela simples razão de que seus professores, jornais e outras mídias tomaram todas as precauções necessárias para evitar que essa palavra lhes dissesse alguma coisa.
Em Setembro de 1939 a Polônia foi derrotada, depois de ter sido invadida simultaneamente pela Alemanha, a Oeste, e pelos comunistas, a Leste. Após negociações Hitler então outorgou aos Soviéticos uma zona de ocupação de duzentos mil quilômetros quadrados.
A partir da derrota da Polônia, os soviéticos massacraram nessa zona, sob as ordens do infame ditador Josef Stalin e do partido comunista, vários milhares de oficiais poloneses prisioneiros de guerra – mais de 4 mil em Katyn (perto de Smolensk), local onde foi descoberto posteriormente pelas tropas alemãs Nacional-Socialistas que libertaram a Polônia dos Comunistas enquanto invadia a União Soviética, um dos mais famosos ossários, além de outros 21 mil em vários locais.

Deve-se adicionar a essas vítimas cerca de 15 mil prisioneiros soldados comuns, provavelmente mortos por afogamento no Mar Branco. Perpetrados em poucos dias segundo um plano preestabelecido, esses assassinatos em massa de poloneses vencidos, exterminados pelo simples fato de serem poloneses, constituem indiscutíveis crimes contra a humanidade, e não apenas crimes de guerra, já que a guerra, para a Polônia, havia terminado.
Segundo a Convenção de Genebra, a execução de prisioneiros de um exército regular, que combateram uniformizados, constitui crime contra a humanidade, sobretudo depois que o conflito já terminou. A ordem de Moscou era para suprimir todas as elites polonesas: estudantes, juízes, proprietários de terras, funcionários públicos, engenheiros, professores, advogados e, certamente, oficiais.
Hoje sabemos bem o motivo pela qual os Comunistas queriam (ainda querem?) aniquilar qualquer cabeça pensante, ou seja, os intelectuais, pois que o regime mais devastador da história pudesse seguir seu caminho sem interferências.
Quando esses ossários poloneses foram descobertos, Moscou imputou os crimes aos alemães e estes foram acusados e condenados no ilegal e famigerado Tribunal de Nuremberg.
Crimes de guerra contra o povo alemão
Alemanha, 1945: cadáveres de mulheres alemães, estupradas e mortas pelo exército vermelho.
O Exército Vermelho cometeu vários crimes de guerra contra o povo alemão, sob as ordens do judeu Ilja Ehrenburg.
“Matem, matem, matem. Ninguém é inocente. Nem os que estão vivos nem os que ainda não nasceram” ou então “se vocês, um dia, não tiverem matado pelo menos um alemão(ã) , então vocês não cumpriram o vosso dever moral para com a mãe pátria Soviética “
Os Soldados Vermelhos ardem como se fossem de palha para fazer dos alemães e da sua capital uma teia acesa da sua vingança; para vós, soldados do Exército Vermelho, soou a hora da vingança. Destroçai briosamente o orgulho racial das mulheres alemãs; tomai-as como despojo legítimo. Matai! Destruí, bravos e aguerridos soldados do Exército Vermelho“
Ilja Ehrenburg
Massacres durante a Guerra Civil Espanhola
Crimes cometidos sob as ordens dos judeus Rabino Hyman Katz e Milton Wolff (comandantes das “brigadas internacionais” na Espanha).

Massacre de católicos e exposição pública de seus cadáveres
Cemitério de Paracuellos de Jarama: neste local jazem mais de 2 mil pessoas fuziladas, vítimas da tirania judaico-comunista
Cadáveres descobertos por nacionalistas. As mulheres não foram poupadas da violência sexual.
Danzig e corredor de Danzig
Após o término da Primeira Guerra Mundial, os civis alemães decidiram continuar vivendo na região mesmo sabendo que o Tratado de Versalhes estava entregando o território ao governo polonês, e foi neste local que judeus e comunistas poloneses, com o apoio do governo judaico-comunista soviético e do próprio governo polonês, desencadearam um verdadeiro genocídio aos alemães étnicos locais. Esse foi um dos principais motivos que levaram os alemães a invadirem a Polônia.
Eles não pensaram duas vezes antes de matar mulheres e crianças alemãs.
No total os comunistas e judeus poloneses assassinaram cerca de 60.000 alemães da região.
Muitos esperavam tomar posse das fazendas e negócios dos alemães. A crise diplomática entre Alemanha e Polônia mostrava-se cada vez mais evidente na medida em que os massacres se sucediam.
Foram dezenas de protestos dos alemães na Liga das Nações (hoje ONU) que não trouxeram nenhum resultado.
Sudetos
Nos Sudetos, após a “libertação” da Tchecoslováquia, judeus comunistas que dominaram todo o leste europeu, decidiram libertar três milhões de alemães que ali viviam de uma forma um pouco diferente. Quem não morreu imediatamente teve seu crânio esmagado por um caminhão. Podia ser doente, mulher, criança, homem ou idoso, isso não importava para os judeus.
Holocausto Palestino
Investigadores da ONU disseram na segunda-feira que Israel violou diversos direitos humanos na recente invasão da Faixa de Gaza, o que inclui atacar civis e usar uma criança como escudo humano.

As acusações constam em relatórios submetidos ao Conselho de Direitos Humanos da ONU, que exigiram também um fim imediato às restrições israelenses para o abastecimento humanitário de Gaza e uma investigação internacional sobre o conflito.
Alvos civis, particularmente casas e seus ocupantes, parecem ter recebido o grosso dos ataques, mas escolas e instalações médicas também foram atingidas”, disse o relatório assinado por Radhika Coomaraswamy, representante especial do secretário-geral para a questão da infância nos conflitos armados.
A advogada nascida no Sri Lanka, que visitou a região no começo de fevereiro, citou diversos incidentes para corroborar suas acusações.
Num deles, contou a relatora, soldados israelenses alvejaram um pai de família após ordenarem que ele saísse da casa, e em seguida dispararam contra o cômodo onde o resto da família se abrigava, ferindo a mãe e três irmãos, e matando um quarto.
Em outro incidente, em 15 de janeiro, na localidade de Tal Al Hawa, a sudoeste da Cidade de Gaza, soldados israelenses forçaram um menino de 11 anos a andar várias horas adiante deles pela cidade, mesmo depois de o grupo ser alvejado.
Um comandante israelense que participou da ação militar de 22 dias em Gaza disse na segunda-feira que os esforços israelenses para protegerem os soldados dos disparos dos militantes palestinos podem ter contribuído para o número de mortes civis.
Se vocês querem saber se eu acho que ao fazê-lo matamos inocentes, a resposta é inequivocamente sim”, disse à Reuters o general da reserva Tzivka Fogel, ressalvando que tais incidentes eram exceção.
As declarações de Coomaraswamy fazem parte de um relatório muito mais longo, de autoria de nove investigadores da ONU, inclusive especialistas nos direitos a saúde, alimentação, habitação e educação, ou em questões de execuções sumárias e violência contra mulheres.
Todos eles citaram violações de Israel, e em alguns casos do movimento islâmico Hamas, que controla a Faixa de Gaza. Israel diz que iniciou os bombardeios por mar, ar e terra, em 27 de dezembro, para tentar impedir o Hamas e seus aliados de lançarem foguetes contra o território israelense. O confronto durou até 17 de janeiro.
Autoridades palestinas dizem que 1.434 pessoas morreram em Gaza, sendo 960 civis — cifras que Israel contesta. O relatório dos nove investigadores citou um total de 1.440, sendo 431 crianças e 114 mulheres.
As acusações constam em relatórios submetidos ao Conselho de Direitos Humanos da ONU, que exigiram também um fim imediato às restrições israelenses para o abastecimento humanitário de Gaza e uma investigação internacional sobre o conflito.

O VERDADEIRO HOLOCAUSTO
O verdadeiro Holocausto, o extermínio de Palestinos, que ocorre hoje, e vem acontecendo desde que os Judeus usurparam a terra dos Palestinos, para fundar Israel.
O ‘glorioso’ exército Israelense, que se considera um dos melhores do mundo, não tem coragem para combater outra nação soberana, como o Irã, só demonstra sua ‘coragem’ contra civis inocentes e desarmados. Tudo isso com aprovação da ONU, e financiado pelos EUA e outros países ocupados pelo ZOG (Zionist Occupied Goverment).

Isso é o Sionismo.



















quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Os aliados ocultos de Hitler


Os aliados ocultos de Hitler

Grandes corporações alemãs e até americanas patrocinaram o nazismo, enviaram funcionários judeus a campos de concentração e venderam a tecnologia que tornou o Holocausto possível. Tudo em nome de uma ideologia: o lucro. 

por Cláudia de Castro Lima SuperInteressante

 

No quarto de seu hotel em Berlim, olhando para o espelho, James D. Mooney ensaiava uma saudação ao levantar o braço para a frente. Não gostou do que viu, tentou de novo. O braço estava duro demais, talvez muito inclinado. Mesmo inseguro quanto ao gesto, saiu ao encontro de Adolf Hitler. Mas o Führer nem lhe deu a chance de saudá-lo como mandava o protocolo. Assim que o viu, esticou a mão e o cumprimentou. Afinal, aquela era uma reunião de negócios, e Mooney era presidente da Opel, subsidiária da General Motors que fabricava 40% dos veículos que circulavam na Alemanha e 65% dos exportados pelo país. No encontro, ocorrido em 1934, um ano após subir ao poder, Hitler agradeceu a Mooney por empregar 17 mil pessoas numa Alemanha em que uma das chaves do sucesso político era a queda do desemprego. Entusiasmado, o executivo falou dos planos da empresa, como produzir um carro popular para fazer frente ao Ford modelo T. Saiu de lá com um acordo para reduzir os impostos e o preço da gasolina, além da garantia de 100 mil carros vendidos por ano no país.

A proximidade da GM com os nazistas não ficou só no campo dos negócios. A montadora foi além, ao apoiar Hitler de diversas maneiras. Mas ela não estava sozinha. Outras corporações poderosas, que estão à nossa volta até hoje, na cozinha, na sala e na garagem de casa, fizeram a mesma coisa. A partir do final da guerra, surgiram documentos comprovando a relação delas com Hitler. Até hoje novos relatos vêm à tona. No ano passado, a Dr. Oetker e estúdios de Hollywood engrossaram a lista. "Algumas empresas tiveram líderes que trabalhavam com os nazistas. Muitos juntaram-se ao partido", diz o historiador Jonathan Wiesen, autor de Creating the Nazi Marketplace ("Criando o mercado nazista", inédito no Brasil). "Mas muitas outras, mesmo as que não são conhecidas como apoiadoras do nazismo, deram suporte ao regime produzindo armamentos, removendo judeus de seus quadros de funcionários ou usando mão de obra escrava." Segundo Wiesen, quase toda empresa alemã ajudou a manter a economia de guerra do país. Não que isso seja um acontecimento singular na história. No Brasil, por exemplo, existe o Plano Nacional de Mobilização, em que fábricas estratégicas se voluntariam para mudar a linha de produção em caso de conflito iminente. Assim, uma fábrica de batom passa a fazer projéteis de armas e uma de barras de cereais adaptará os alimentos às necessidades dos soldados. Na guerra, indústrias inteiras se convertem. "O que torna os nazistas e essas empresas que os apoiaram um caso único é o uso da mão de obra forçada", diz Wiesen.

Hitler subiu ao poder em 1933, os Estados Unidos entraram na guerra em 1941 e, nesse mesmo ano, a política de genocídio começou a ficar clara. Mesmo assim, subsidiárias alemãs de empresas americanas continuaram negociando com os nazistas. Não abriram mão do dinheiro quando souberam dos horrores do Holocausto nem quando os alemães viraram inimigos. Outras delas, pior ainda, contribuíram diretamente para que ele acontecesse. Eram apenas negócios.

O combustível de Hitler

No começo da década de 1930, o sentimento de humilhação diante da derrota na Primeira Guerra Mundial ainda doía nos alemães. Com a economia em crise, atingida pela Grande Depressão, e mais de 4 milhões de desempregados, o país ia mal. As condições extremas favoreceram a ascensão de um novo líder, personificado na figura do grande orador que era Adolf Hitler. Ele e seu Partido Nazista (corruptela para Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães) prometiam uma nova era cheia de glórias. Em 1932, o partido conseguiu a maioria do Parlamento. No ano seguinte, Hitler foi nomeado chanceler, líder do governo da Alemanha.

Nessa época, a corporação mais poderosa de lá atendia pelo nome Interessengemeinschaft Farben. Ou IG Farben, "Associação de Interesses Comuns". Era um cartel formado por Basf, Bayer, Hoechst e outras empresas químicas e farmacêuticas alemãs. Além de poderosa, a IG Farben se metia bastante na política. Foi a maior apoiadora da campanha que pôs Hitler no poder, ao doar 400 mil marcos (US$ 15 milhões em valores atuais). O apoio não veio de graça. Em um encontro logo após as eleições, o futuro chanceler prometeu a Heinrich Buetefisch, chefão de uma das fábricas da IG Farben, que garantiria a expansão dela e o investimento em uma tecnologia estratégica. Como a Alemanha não tinha reservas de petróleo, a IG Farben desenvolveu um combustível sintético derivado do carvão, que seria essencial para as Forças Armadas do país na guerra. Foi o começo de uma parceria e tanto, que garantiu negócios com o governo até 1944.

Mas o maior projeto dessa união surgiu somente em 1941, com o objetivo de formar a maior indústria química do Leste Europeu. Instalada nas áreas polonesas anexadas pelos nazistas, seu nome era IG Auschwitz. Funcionava com mão de obra especializada alemã e escravos de toda a Europa, especialmente prisioneiros do campo de concentração vizinho. O negócio começou tão bem que em 1942 já ganhou uma ampliação, com um campo próprio da fábrica, para produzir borracha sintética, combustíveis de alta performance (gasolina de aviação e óleo combustível para uso naval), vários tipos de plásticos e fibras sintéticas, entre outros. O produto mais notório - e sinistro - a sair de lá foi o Zyklon-B, o gás usado nas câmaras de extermínio. Além disso, de acordo com o livro IG Farben - From Anilin to Forced Labor ("IG Farben - Da anilina ao trabalho forçado", inédito no Brasil), de Jörg Hunger e Paul Sander, a fábrica também fazia os trabalhadores forçados de cobaias para testar novos medicamentos e vacinas.

"A IG Farben foi essencial para os esforços de guerra", afirma Hans-Joachim Voth, professor de história econômica da Universidade de Zurique, Suíça. Em troca, os lucros foram exponenciais. De 1936 a 1943, as vendas da empresa só na área de plásticos subiram de 5 milhões de marcos para 122 milhões. Ela fornecia quase a metade da gasolina do país, assim como 100% da borracha sintética, metanol e óleos lubrificantes. "Ironicamente, a IG Farben era mais cética em relação aos nazistas do que outras indústrias pesadas", diz o historiador Jonathan Wiesen. "Mas eles se tornaram ligados aos crimes e muitos de seus gerentes permaneceram nazistas até o fim."

Pós-guerra - No Tribunal de Nuremberg, instituído para julgar os nazistas, 24 executivos e funcionários da IG Farben foram condenados por extermínio em massa, escravidão e outros crimes contra a humanidade. O cartel foi desmantelado. Basf e Bayer seguem como gigantes farmacêuticas. A Hoechst se fundiu à Aventis, que foi comprada pela francesa Sanofi em 2004.

A solução final tecnológica

O Holocausto não teria acontecido nos moldes em que ocorreu não fosse a International Business Machines, mais conhecida como IBM. A tradicional empresa de tecnologia organizou toda a Solução Final, o plano de extermínio total dos judeus da face da Terra. Desde o fim do século 19, a IBM dominava uma tecnologia ancestral do computador, os cartões perfurados. Esse sistema, desenvolvido para fazer censos, podia capturar qualquer tipo de informação por meio de furos feitos em colunas e fileiras de um cartão especialmente preparado. Linhas horizontais e verticais tinham significados diferentes e, com o cruzamento delas, obtinha-se a informação, que seria interpretada por uma máquina da empresa.

O equipamento foi bastante útil para o Terceiro Reich. "Com a IBM como parceira, o regime de Hitler pôde substancialmente automatizar e acelerar as seis fases dos 12 anos de Holocausto: identificar, excluir, confiscar, `guetizar¿, deportar e exterminar", diz o jornalista americano Edwin Black no livro Nazi Nexus ("O nexo nazista", inédito no Brasil).

Assim, ficou muito mais fácil para o Reich descobrir quem eram os judeus na Alemanha, onde viviam, em que trabalhavam. Confiscaram seus bens, tiraram seus empregos, jogaram-nos em guetos. Mais tarde, quando eles foram enviados para campos de concentração, a IBM coordenava todos os sistemas de trens para levá-los até lá. Já nos campos, as informações organizadas pelos programas da empresa eram usadas para os mais variados propósitos: gerenciar a mão de obra escrava, quem iria para a câmara de gás etc. O número de identificação tatuado no braço dos prisioneiros de Auschwitz nada mais era, a princípio, do que o número do cartão perfurado da IBM correspondente à pessoa. "Desde os primeiros momentos do relacionamento estratégico com a Alemanha, iniciado em 1933, o Reich tornou-se o maior consumidor internacional da IBM", escreveu Black. Em valores atuais, o serviço prestado aos nazistas rendeu à subsidiária alemã US$ 200 milhões.

Pós-guerra
- Hoje, a IBM se limita a dizer que não tem muita informação sobre a guerra e que perdeu o controle de seus negócios na Alemanha no período.

A máquina de batalha

Em fevereiro de 1933, Gustav Krupp, cabeça da Krupp, grupo alemão de aço e armamentos, foi chamado, com outros 24 dos principais industriais da Alemanha, para uma reunião com o Partido Nazista. Hitler anunciou então seus planos, entre eles investir pesadamente nas Forças Armadas alemãs. Krupp, no papel de dirigente da Associação da Indústria Alemã do Reich, espécie de Fiesp de lá, anunciou que a instituição estava alinhada com os objetivos do futuro Führer e que estaria à disposição para ajudá-lo. Ou seja, o grosso do PIB do país, a elite industrial alemã, fechou com Hitler desde o começo.

Em 1936, já governante, Hitler elaborou o Plano de Quatro Anos, cujo objetivo era fazer com que a Alemanha nazista fosse autossuficiente em matérias-primas, essencialmente combustível, borracha, fibra têxtil e metais não-ferrosos - tudo isso como medida de preparação para os planos imperialistas do país. O desenvolvimento de produtos sintéticos foi acelerado, apesar dos altos custos. A produção de aço, por exemplo, subiu de 74 mil toneladas em 1933 para 477 mil em 1938.

"Quando Hitler subiu ao poder, os industriais não falavam uma língua só", diz Jonathan Wiesen. "Mas a maioria estava feliz de apoiar nazistas em vez de comunistas, e de dar suporte a um movimento político que prometia limitar, senão esmagar, o crescente poder dos trabalhadores organizados. Gustav Krupp foi um que se tornou apoiador do regime." Mesmo depois que ele sofreu um derrame e deixou o poder da empresa, em 1941, a Krupp continuou com o governo. Alfried, sucessor de Gustav, deu continuidade ao papel de principal fornecedor de armas e tanques da Alemanha. Durante a guerra, a indústria expandiu suas fábricas para todos os países ocupados, como siderúrgicas na Áustria e montadora de tratores na França. Como grande parte das empresas da época, a Krupp usou mão de obra forçada, com prisioneiros de guerra e de campos de concentração, e também civis dos locais ocupados. Acredita-se que o número de escravos tenha chegado a 100 mil.

Outra grande joia da indústria alemã a usar e abusar da mão de obra escrava foi a Siemens. Ela operava um subcampo em Auschwitz e um em Ravensbrück, na Alemanha, de onde retirou centenas de milhares de operários. Eles fabricaram telefones, telégrafos e rádios para a comunicação militar durante a guerra, componentes elétricos para motores de aviões, equipamentos para geração de energia, estradas de ferro e munições. A empresa ainda foi acusada de ter construído as câmaras de gás nas quais morreram milhões de judeus, mas isso nunca foi comprovado. Já o uso de mão de obra escrava era público e notório.

Pós-guerra - No Tribunal de Nuremberg, 12 pessoas foram condenadas, inclusive Alfried Krupp. Em 1999, a empresa se fundiu a outra grande siderúrgica alemã, formando a ThyssenKrupp. Na década passada, a Siemens começou a pagar indenizações às famílias de seus operários escravizados.

O alimento da guerra


Os negócios do alemão Max Keith viviam tempos difíceis com o início da Segunda Guerra. A empresa que dirigia, filial alemã da Coca-Cola, estava isolada da matriz, em Atlanta, EUA. E do resto do mundo também. A bebida tinha conquistado os alemães nas décadas anteriores, a ponto do país ter se tornado o maior mercado da empresa fora dos EUA. Mas, com a guerra, a Coca-Cola da Alemanha não conseguia importar os ingredientes necessários para produzi-la. Foi então que Keith teve uma ideia: fabricar um refrigerante com o que tivesse a mão. Nascia assim a Fanta.

A fábrica usou o que tinha de disponível, como soro da proteína do leite, subproduto da fabricação de queijo, e fibra de maçã, que vinha da fabricação da cidra. E o principal, as frutas mais fáceis de conseguir: laranja e uva. Keith foi reconhecido e passou a comandar também as filiais da Coca-Cola nos países ocupados pela Alemanha. Convidado a se filiar ao Partido Nazista, ele recusou. Mas enquanto nos EUA a Coca forjava a imagem de ícone americano e parceira inseparável dos jovens do front, sua subsidiária alemã usava mão de obra escrava, especialmente nos últimos anos da guerra.

Além de Coca, os nazistas gostavam bastante dos chocolates da Nestlé. A empresa suíça obteve lucros monumentais em contratos com os alemães. E, mais uma vez, com milhares de escravos em suas linhas de produção. Segundo um relatório elaborado pelo historiador suíço Jean François Bergier, a Nestlé não só usou mão de obra forçada em sua subsidiária alemã como a matriz estava a par de tudo. "Como regra, as empresas não se importavam com a situação. Desde que a produção fosse mantida, elas não pensavam em intervir na política de gerenciamento de suas subsidiárias", afirma o estudo.

Recentemente, outra indústria do ramo alimentício teve seu envolvimento com o nazismo vindo à tona - por vontade própria. A Dr. Oetker, aquela de bolos, sobremesas e chás, encomendou no ano passado um estudo sobre sua história durante o regime nazista. O patriarca, Rudolf-August Oetker, tinha as mãos sujas e era contra a investigação. Mas seu filho August decidiu que o trabalho deveria ser feito.

A pesquisa descobriu que, como muitos industriais da época, o diretor-executivo da companhia, Richard Kaselowsky, filiou-se ao Partido Nazista e doou grandes quantias a Heinrich Himmler, líder da SS (a tropa pessoal de Hitler). Rudolf-August Oetker, seu enteado e sucessor, manteve a proximidade. Em 1941, chegou a se alistar como voluntário da Waffen-SS, responsável pela vigilância dos campos de concentração. Além disso, a empresa também usou mão de obra forçada.

A Dr. Oetker é o mais novo nome em uma lista de empresas que pesquisam o passado que as condena. Esse movimento não é novo. "Desde 1970, uma boa parte das instituições e indivíduos alemães tentam encarar seu passado nazista", diz Martin A. Ruehl, professor da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, e especialista em história intelectual da Alemanha moderna. "Em alguns casos, isso aconteceu em resposta a pressões externas, como nos julgamentos conduzidos nos EUA. Em outros, não houve essa indução." Para ele, essas empresas sentiram necessidade de encarar a própria colaboração para não serem vistas como silenciosas ou complacentes.

Pós-guerr
a - A Nestlé admitiu o envolvimento e pagou US$ 14,5 milhões para um fundo das vítimas de trabalho escravo. A Coca-Cola pediu desculpas publicamente.

Os Motores do Terceiro Reich

Várias montadoras se envolveram até o pescoço com os crimes nazistas. A BMW usou cerca de 30 mil trabalhadores forçados em sua fábrica durante a guerra. Além de veículos terrestres, prisioneiros de países ocupados e de campos de concentração eram a mão de obra para a produção de motores também para a Luftwaffe, a Força Aérea nazista. A Daimler-Benz, dona da Mercedes-Benz, também fez caminhões e motores de avião. Por volta de 1941, toda a produção dela era voltada para fins militares. Em 1944, cerca de metade dos 63.610 trabalhadores eram prisioneiros ou civis de países invadidos obrigados a trabalhar.

Como vimos no começo da reportagem, não foram só montadoras alemãs que negociaram com os nazistas. James D. Mooney caiu nas graças de Hitler, mas quem decidiu toda a operação da General Motors com o governo nazista foi o presidente da empresa, Alfred P. Sloan. A guerra foi um grande negócio para a GM. Mas, diferentemente da maioria dos colaboradores de Hitler, que tinham no lucro sua maior - senão única - motivação, o presidente da GM tinha razões políticas. "Sloan desprezava o emergente estilo de vida americano trabalhado pelo presidente Franklin Roosevelt. Ele admirava a força, determinação irreprimível e a magnitude da visão de Hitler", afirma Edwin Black.

Figura central da racista American Liberty League, Sloan cooperou em todos os aspectos com os nazistas, dando dinheiro para atividades do partido e demitindo todos seus funcionários judeus. Das fábricas da Opel saíram motores de avião para a Luftwaffe, detonadores de minas terrestres e torpedos. O volume de vendas para o Exército era 40% maior que para civis. Em 1937, quase 17% dos caminhões produzidos pela Opel eram comercializados diretamente com os militares nazistas. No ano seguinte, o número saltou para 29%.

Hitler via na indústria automobilística um parceiro-chave. Ao estimular a criação de um carro do povo (ou volkswagen, em alemão), ele ganhou uma arma política formidável, e um símbolo do boom econômico do governo: o Fusca. Criado pelo engenheiro Ferdinand Porsche, o carro que se tornaria o mais vendido da história foi um sucesso antes e durante a guerra, já que seu sistema de refrigeração a ar permitia atravessar até desertos. A fábrica do carro, que também tinha mão de obra escrava, foi bombardeada, tomada pelos ingleses, devolvida aos alemães depois da guerra e enfim privatizada para se tornar a Volkswagen de hoje.

Hitler foi influenciado pelo Ford T, carro americano muito barato que fez de Henry Ford gênio industrial e um dos homens mais ricos dos EUA. Os dois tinham muito em comum. Antissemita, Ford comprou um jornal para divulgar suas ideias, inspiradas por uma teoria da conspiração recorrente que diz que os judeus têm um plano de dominação do mundo, manipulando imprensa, governos e economias. Os textos viraram um livro, O Judeu Internacional, traduzido em várias línguas. Na Alemanha, onde Ford era venerado como empresário, O Judeu Internacional foi um sucesso ao ser lançado, em 1921. A obra virou uma bíblia dos antissemitas alemães, entre eles Hitler. Na primeira edição de Minha Luta, seu livro-manifesto, há a dedicatória: "Apenas um grande homem, Ford." A devoção ao americano seria depois expressada em uma foto emoldurada em seu escritório.

Empresário visionário e antissemita? Nada melhor para ganhar a admiração de Hitler. Com isso, a Ford explorou o rico mercado alemão, montando inclusive fábricas de veículos militares no país - antes mesmo do início da guerra. Com isso, a Ford da Alemanha mais que dobrou de tamanho entre 1939 e 1945.

Não importava, para os alemães, que a empresa fosse americana. De acordo com Charles Higham, autor de Trading with the Enemy ("Comercializando com o inimigo", inédito no Brasil), empresários dos EUA continuaram de conluio com o governo alemão mesmo depois da entrada do país no conflito, em dezembro de 1941. Na mesma semana em que declararam guerra, os EUA proibiram qualquer negócio com os inimigos. Mas um decreto presidencial permitia algumas exceções, especialmente quando tinha muito dinheiro envolvido. A Standard Oil, de Nova Jersey, transportava o combustível para a Alemanha através da neutra Suíça, e os caminhões da Ford eram fabricados na França (que estava sob domínio nazista) com autorização da matriz, por exemplo.

De seu lado, o governo alemão prometeu que, se saísse vitorioso, as propriedades de alguns empresários americanos não seriam afetadas. "Qualquer que fosse o vencedor, os poderes que faziam o país funcionar não seriam prejudicados", escreve Higham. Dessa forma, os investimentos das subsidiárias de empresas americanas na Alemanha chegaram a US$ 475 milhões na época - dentre eles, US$ 35 milhões da GM e US$ 17,5 milhões da Ford, que fabricou cerca de um terço dos caminhões nazistas.

Pós-guerra - GM e Ford contrataram historiadores para investigar a época. A Ford abriu os arquivos, e um livro sobre o passado da GM foi publicado. Em 2007, um documentário sobre a família Quandt, dona da BMW, escancarou sua relação com o nazismo. A empresa reconheceu isso quatro anos depois. A Daimler admitiu o envolvimento, pediu perdão pela escravidão e se propôs a pagar indenizações às famílias das vítimas.
 
Coco Chanel revolucionou a moda e virou sinônimo de sofisticação e elegância. Mas, para o serviço de inteligência alemão, a estilista era só um número: F-7124. Entre 1940 e 1944, ela foi agente nazista durante a ocupação alemã na França. A história foi revelada pelo jornalista americano Hal Vaughan no livro Dormindo com o Inimigo - A Guerra Secreta de Coco Chanel, lançado no Brasil em 2011.

A ligação de Chanel com os alemães começou após a ocupação de Paris, quando ela teve um caso com um espião da Alemanha, o barão Hans Günter Dinklage. A função dela era mediar negociações entre os alemães e pessoas de seu círculo social - que, como é de se esperar, era cheio de gente importante. Ela colocou os alemães em contato com o duque de Westminster, então o sujeito mais rico da Europa, e o primeiro-ministro britânico, Winston Churchill. Tudo em troca da libertação de seu sobrinho André Palasse, prisioneiro dos nazistas. Ou seja, o serviço de agente até tinha um objetivo nobre. Mas o resto, não. Chanel tentou, sem sucesso, se livrar de seus sócios judeus, que investiram nela no começo da carreira.

Outro ícone da moda marcado pelo nazismo foi Hugo Boss. Dono de uma fábrica de roupas, ele recebeu uma encomenda de camisas marrons para o então pouco conhecido Partido Nacional-Socialista. Mais tarde, a agremiação encomendou a produção de seus uniformes. Finalmente, em 1931, Boss virou o membro 508.889 do Partido Nazista. Graças à ligação, ele passou a fazer roupas também para a Juventude Hitlerista e o Exército. Seus lucros subiram de 200 mil para 1 milhão de marcos.

Durante a guerra, Boss usou 140 escravos, que trabalhavam sob condições desumanas, em barracões imundos e com pouca comida. Um dos casos mais chocantes foi o de uma empregada polonesa, Josefa Gisterek. Ela fugiu, foi capturada e mandada para Auschwitz. Boss usou suas conexões para encontrá-la e levá-la de volta à fábrica. Não se sabe sua real motivação, mas, ao chegar à confecção, o capataz a fez trabalhar tanto que ela teve um colapso e se matou, colocando a cabeça em um forno a gás. Boss pagou todas as despesas do funeral.

Pós-guerra - A Chanel diz que o papel de Coco deve ser mais estudado e não admite que ela era antissemita, pois inclusive tinha amigos judeus. A Hugo Boss pediu desculpas formais.

Cineclube do Führer

Toda noite, antes de dormir, Hitler assistia a um filme. No jantar, pegava um de uma lista e levava seus convidados a um cinema privativo na Chancelaria do Reich, em Berlim. Quando seus funcionários alertaram que logo não haveria mais filmes alemães inéditos, ele decidiu ver longas americanos. Suas opiniões eram sempre anotadas. É assim que sabemos, por exemplo, que ele achou Tarzan ruim e que era fã de Mickey e de O Gordo e O Magro. Mas o mais importante dessa paixão por cinema foi a lição política que Hitler teve: filmes são capazes de convencer as pessoas e moldar suas opiniões.

Essas revelações estão em The Collaboration: Hollywood¿s Pact With Hitler ("A colaboração: o pacto de Hollywood com Hitler", inédito no Brasil), lançado no ano passado. No livro, o jornalista australiano Ben Urwand conta sobre a relação de Hitler com os estúdios de cinema americanos. E afirma que Hollywood, pensando em não perder o grande mercado alemão, submeteu-se não apenas à censura nazista, mas também colaborou com a propaganda do regime.

Nos anos 30, para se aproximar de Hitler, Paramount, Columbia e outros estúdios demitiram funcionários judeus. A Fox alterou cenas em que oficiais alemães foram retratados de um jeito que desagradou Hitler em O Lanceiro Espião (1937). A Warner retirou a palavra "judeu" dos diálogos do filme A Vida de Émile Zola (1937). Jack Warner, chefão da casa do Pernalonga, foi o primeiro a convidar oficiais nazistas para Los Angeles, para que eles palpitassem nos cortes que queriam nos filmes. Em 1945, Warner teria ido a um passeio no iate de Hitler, no qual teria discutido oportunidades de negócio no pós-guerra.

A MGM também pegou pesado. O lucro de empresas estrangeiras era proibido de sair da Alemanha. Então esse dinheiro ficava com as subsidiárias, sem chegar às matrizes em outros países. Quem não tinha uma filial e quisesse fazer negócio lá precisava usar seus representantes para dar um jeito, às vezes com certa malandragem nazi. Em 1938, a MGM seguiu uma recomendação dos nazistas e investiu em armamentos para a Alemanha, segundo o historiador americano Tom Doherty, estudioso do envolvimento dos estúdios com o nazismo. Para completar, Joseph Goebbels, o poderoso ministro da Propaganda alemão, teria pedido a Frits Strengholt, chefe da MGM no país, que se divorciasse de sua mulher judia. Ele atendeu o pedido e, segundo Urwand, há evidências de que a ex-esposa foi para um campo de concentração.

O mais espantoso é que não só as esposas, mas muitos dos próprios dirigentes dos estúdios eram judeus. "Assim como outras empresas americanas, os estúdios colocaram os lucros acima dos princípios", afirma Urwand. "Mas Hollywood não era uma distribuidora de mercadorias, era uma fornecedora de ideias e cultura. Eles tinham a chance de mostrar ao mundo o que estava acontecendo. E aqui o termo `colaboração¿ adquire seu significado mais completo." Jonathan Wiesen lembra que toda empresa sabia que o que se passava era uma guerra racial. "Esperamos que elas tivessem dito `não¿ para trabalhar para a guerra? Provavelmente sim, apesar de eu não conseguir imaginar isso acontecendo." Tudo o que se sucedeu foi possível, em boa parte, graças aos esforços financeiros de quem via a guerra como um grande negócio, nos dois lados do Atlântico. E o que mais instiga os especialistas é que provavelmente há dados ocultos. E que, possivelmente, ainda existam muitos arranha-céus imponentes com uma velha suástica escondida em seus arquivos.

Pós-guerra - As denúncias são recentes e nenhum estúdio se manifestou publicamente a respeito.
Os vários Schindlers
Opinião do Blog: Caro Leitor, Não ponha crédito no que diz esses relatos á seguir sobre certos "Personas"  Que agora querem se desviar do seu passado sujo!
O Clima naquela época era negro e nefasto...a maioria desses ai eram co-adjuvantes em assassinatos roubos de propriedades não só de Judeus.
O industrial alemão Oskar Schindler salvou mais de mil judeus empregando-os em sua fábrica. A história, contada no filme A Lista de Schindler (1993), de Steven Spielberg, é um dos vários casos de empresários, executivos e funcionários de grandes empresas que arriscaram suas vidas para salvar judeus no Holocausto. Conheça algumas dessas histórias nas próximas páginas.

Frits Philips - Empresário holandês salvou 400 pessoas(Outro Mentiroso)

Viu a empresa de sua família, a Philips Electronics, virar uma gigante multinacional. Durante a guerra, ficou na Alemanha para tocar as várias unidades do conglomerado, inclusive uma que operava dentro do campo de concentração de Vught. Lá, salvou trabalhadores judeus. Virou CEO da empresa em 1961.

Berthold Beitz - Executivo alemão salvou 800 pessoas(Canalha até Alma)

Escondeu judeus em casa com a ajuda da mulher. Como executivo de uma empresa de petróleo, obtinha informações privilegiadas sobre ações dos nazistas, e avisava a comunidade judaica. Salvou 250 pessoas de embarcarem em um trem com destino ao campo de concentração de Belzec, afirmando que eram seus empregados. Assinou falsas permissões de trabalho para livrar judeus de outros campos. Nos anos 50, virou presidente da Krupp

Raoul Wallenberg - Empresário sueco Salvou 25 mil pessoas(Outro Lacaio)

Diretor de uma empresa alimentícia, trabalhou como diplomata em Budapeste. Na capital da Hungria, ocupada pelos nazistas, organizou uma rede de resgate que dava abrigo em casas protegidas pela embaixada da Suécia. Foi preso em 1945 pelos soviéticos, e morreu em 1947.

Franjo Sopianac - Industrial croata(Humm.. Croata? é de se duvidar..)

Dono de uma empresa de petróleo, vivia com a família em Zagreb, Croácia, então sob domínio nazista. Em 1941, quando as leis antissemitas foram anunciadas e as ordens de deportação começaram, usou os prédios da refinaria para esconder judeus. Ele conseguiu várias permissões de viagem e mandou judeus à zona ocupada pelos Aliados na Itália, livrando-os dos campos.

Alfred Rossner - Empregado de indústria alemão salvou 10 mil pessoas

Administrador de uma tecelaria em Bedzin, na Polônia, que produzia uniformes para o Exército alemão, protegeu empregados judeus e cuidou dos parentes deles, para que não fossem deportados. Também abrigou vários judeus nas fábricas sob sua administração quando houve o extermínio dos guetos. Foi descoberto e preso pela SS em 1943 e condenado à morte por enforcamento.(Eu acho pura Conversa Fiada)

Sempre salvando..... quer dizer escravizando pessoas que na época  não tinham saida alguma pra crise em que se encontravam, canalhas!!!.

Resumindo todos Nazi!!!
Heil Hitler!!!
Ruirão todas estas empresas cedo ou tarde...não haverá recuperação.


terça-feira, 26 de agosto de 2014

Uma Junção fatal Dengue X Paracetamol(Isso Incluso ás Mentirosas "epidemias" tipo EBOLA)


Quando ouço ou vejo ás asquerosas apelações do Governo seja Federal ou Municipal,e até mesmo na Mídia Mundial(digo Ebola) enganadora, sobre epidemias da Dengue(No Brasil), chego á me desiludir com o ser humano, e por outro lado que é de dar tristeza á ignorância generalizada, de outro o Tapume que o Governo tenta esconder, de qual real situação está as epidemias e qual delas deveria estar no ranque das Letais, e digo com certeza que não é a Dengue, Ela não mata tão facilmente, diga-se das pessoas no Nordeste do país por exemplo, muito antes dessas campanhas mentirosas dos GOVERNOS curavam-se facilmente com o INHAME rico em vitamina B, Sim é isso mesmo!! O fruto Inhame, não haveria solução melhor medicamentosa e preventiva!!(Ao invés disso administram o Veneno mortal Paracetamol) Sem deixar de Mencionar que OBAMA e PRINCIPADO detonou á mais nova mentira de escala mundial!! sim digo o EBOLA, e é claro que o cenário é sempre á ÁFRICA, bem daí em diante entra os Laboratórios com suas vacinas, Onde muitos deles tem BILL GATES COM PRINCIPAL ACIONISTA!!, lamento tudo que vejo e que sei, o que muitos nem ousaria sonhar... alguns planos que teimam em querer sair do papel, mais que por algum motivo sempre saí de pauta, porque será? eu acho que não é o tempo apropriado, ou apenas finjo acreditar que não é á hora, acredito que dez homens vieram, dez foram-se, apenas um voltou, e não é porque posso estar no Brazil... que não saberei ás tramas, dos demônios dos dias de outrora, e que há muitas articulações danosas em andamento em um processo lento, mais mui Letal, mentiras dos principados e governos tramitam em seus corredores, o que rola é apenas um "Delay" natural para um perfeito equilibrio entre o Bem e Mal. então amarguemos o que não foi dito, é o que ti matará. entrando-se no território do Paracetamol o famoso assassino do fígado, isso em condições normais imagine em indivíduo padecendo da Dengue? É morte quase certa, nisso eu fico imaginando inteligência do Médico que receita uma droga, letal como o Paracetamol? Deixemos pra lá. segue o texto.

Irracionalidade terapêutica na dengue

IRRACIONALIDADE TERAPÊUTICA NA DENGUE: A CRÔNICA ANUNCIADA DE MUITAS MORTES QUE AINDA ESTÃO POR VIR...

Porquê razões o PARACETAMOL deve ser absolutamente proibido em casos de dengue?

As razões decorrem da soma de evidências: de um lado , estudos clínicos (Wahid et al, em Southeast Asian Trop Med Public Health, vol. 31, nº.2, june 2000) e de microscopia eletrônica (MIGOWSKI, E. Uso de Antitérmicos em Doenças Infecciosas Virais. Encarte Abbott do Brasil, 2002) que demonstram cabalmente o fato da dengue tratar-se em síntese de uma hepatite, isto é, os 4 tipos de vírus da dengue determinam um quadro clínico de importante inflamação do fígado, fato que verificamos cotidianamente com a dosagem seriada das transaminases ALT (TGP) e AST (TGO) em níveis médios acima de 100 U/L na evolução de pacientes com dengue.

De outro lado, estudos farmacocinéticos mais recentes que indicam a urgência em se alterar a classificação RAM- (Reações Adversas Medicamentosas)- do Paracetamol, hoje catalogado apenas como RAM-A (isto é, capaz de causar lesões hepáticas apenas na dose-dependência acima de 4g/dia, na lógica das reações de síntese sulfatação e glucuronização), também para o grupo RAM-B (lesões não-dependentes da dose do fármaco), uma vez que na dengue o fígado deixa de produzir a glutationa ("Comissão de Fármacos" da Academia Americana de Pediatria - AAP - analisando a toxicidade do paracetamol em crianças. Este estudo é encontrado na edição brasileira da Revista médica "Pediatrics", vol.6, nº 2, 2002, páginas de 79 a 83) seguindo-se então uma série de reações em cascata de enzimas microssomais intracelulares, que na ausência da glutationa levam a lise maciça de hepatócitos.

A glutationa é um peptídeo endógeno secretado pelo fígado normal que neutraliza o metabólito reativo do paracetamol (para-amino-benzoquinona-imino) gerado na via oxidativa do Citocromo P-450 CYP2E1, e uma vez não ocorrendo este bloqueio pela baixa de síntese de glutationa, ocorrem extensas áreas de necrose no fígado, muito semelhantes às encontradas na febre amarela.Trata-se de um processo que não é dose-dependente, bastando a simples presença do paracetamol em organismos geneticamente sensíveis, ou seja, maus produtores de glutationa ou a coexistência de fatores que exacerbem a atividade desta via oxidativa (como doença viral por exemplo) para que esta reações da chamada 3ª via -CYP2E1- sejam desencadeadas.

No momento já ultrapassamos mais de 500 mortes por dengue em todo país (devidos à síndrome do choque da dengue, dengue hemorrágica ou dengue com complicações), e é evidente que todos os casos de má evolução compreendem os pacientes que já apresentavam alguma doença crônica de base (cardiopatias, diabetes, hipertensão arterial sistêmica, hepatites virais, pneumopatias, doenças auto-imunes ou neoplasias, obesidade mórbida, etc..) em que o fígado já se encontrava afetado e não suportou a ação hepática do vírus da dengue, ou então os casos em que os pacientes utilizaram o paracetamol ou pior, ambas as situações citadas. Isto tem um nome específico: Dengue Agravada por Iatrogenia!!! E assim as Autoridades da Saúde tem abdicado do seu dever de zelar pela integridade e pela proteção da vida da população, e se estivessem realmente atentas a estas questões já deveriam há muito terem intervido, no mínimo por prudência, suspendendo a indicação do paracetamol na dengue até que tudo seja devidamente esclarecido.

Que efeitos o Paracetamol pode causar em um organismo saudável e em uma pessoal com dengue? Quais os riscos?

Estudo publicado no JAMA (“Aminotransferase Elevations in Healthy Adults Receiving 4 grams of Acetaminophen - Paracetamol - Daily”, Paul B. Watkins ET AL em 2006, n° 296:87-93)mostrou que o uso do paracetamol em pessoas consideradas saudáveis, durante 1 a 2 semanas, determina ocorrência de hepatite medicamentosa na imensa maioria dos pacientes, mesmo em doses consideradas terapêuticas, isto é 4g diárias. Hoje sabemos que o indivíduo acometido pela dengue se encontra clinicamente com hepatite pela ação hepatotrópica característica do vírus da dengue (que é do gênero flavivírus,como também o são o vírus da hepatite C e o da febre amarela), e uma vez medicado com paracetamol iniciará a superposição de mais um quadro de agressão ao fígado, agora pela ação da própria droga, reconhecidamente das mais agressivas a este órgão em uso na atualidade, e assim resultando em hepatite medicamentosa. Os riscos são muito evidentes: alto grau de inflamação e necrose hepática levando à disfunção importante do fígado que redundará em baixa de albumina e de fatores de coagulação, liberação de substâncias vasoativas como interleucinas, fator de necrose tumoral, etc.. que provocarão extravasamento plasmático para cavidades,  colapso circulatório e hemorragias.

Como tem sido a divulgação e a repercussão desta luta na internet?

A divulgação e alerta não só às autoridades sanitárias, mas principalmente do ator principal e maior interessado que é a população, cujas vidas se encontram em permanente risco. Só tem sido possível graças ao fantástico veículo democrático de comunicação direta que é a internet, através de blog específico para este fim e que já atingiu mais de 185.000 visitas. São pessoas de todos os cantos do país, e muitas mesmo de outros países do cone sul, que assim podem usar esta ferramenta para acompanhar a marcha da epidemia de maneira direta, clara e objetiva, inclusive interagindo com perguntas e formando elas próprias uma opinião sobre este grave problema de saúde pública. Assim ocorre uma discussão aberta, com a participação de todos, mostrando que o consenso não envolve nenhum outro tipo de interesse que não seja o bem comum. Não é uma questão sectária ou ideológica, transcende a visão alopática ou homeopática, deve ser analisada estritamente do ponto de vista médico e científico. É a realização na prática, do sagrado direito do acesso às informações de relevância e de interesse de todos os cidadãos brasileiros, direito este garantido constitucionalmente.

A discussão sobre o uso do Paracetamol nos pacientes com dengue é atual e pertinente, já que vários estados do país tem enfrentado epidemias de dengue, ano após ano – Por que, em sua opinião, mesmo com esta discussão antiga o uso do Paracetamol ainda é recomendado pelo Ministério de Saúde no tratamento da dengue?

São muitos e complexos os fatores que tem contribuido para este estado de verdadeira calamidade pública. Creio que um dos pontos mais importantes seja a acomodação das instituições governamentais e do mundo acadêmico com suas cabeças entorpecidas. Assim, nossa dependência externa de protocolos terapêuticos estranhos à nossa realidade foram se impondo em questões muito específicas do nosso país, envolvendo endemias e epidemias, e é claro que sempre passando pelo viés socio-econômico. Esta dócil subserviência terceiro-mundista acabou por paralisar nossa autocrítica em relação a uma patologia genuinamente tropical, no caso da dengue. Desta maneira nossa experiência adquirida no manejo destes casos, que deveria ser levada em grande consideração, pelo contrário, nunca foi devidamente avaliada. Cruzamos os braços, ligamos nosso cérebro no automático, e nos deixamos levar por clichês terapêuticos anacrônicos, fora de lugar e defasados diante dos novos conhecimentos científicos, que foram sendo replicados e ficando cada vez mais absurdos, perigosos e insensatos, mas seguidos à risca e colocando em sérios riscos a saúde do nosso povo. Todos estes interesses são estranhos à sagrada arte médica, e jamais poderiam ter negligenciado a máxima terapêutica "primum non nocere".. Mas até quando a classe médica seguirá achando"normal", plausível e aceitável receitar paracetamol na dengue? 

Leia o que acham e chamam de "Boatos" 

Nem mesmo á Rainha da Inglaterra consome Paracetamol até é proibido á Plebe consumi-lo, Porque Inglês e Gringo não são Bobos. 

Segundo o Prof. Dr. RENAN MARINO, Professor de Pediatria na FAMERP (FACULDADE DE MEDICINA DE SJRIO PRETO-SP), a dengue é uma doença virótica, parente da hapatite C, e, sempre foi benigna, isto é, nunca matou.
E NÃO MATA!
Isso até 1957, quando surgiu no mercado a droga chamada PARACETAMOL.

Imediatamente indicada como tratamento para dengue, pelo Ministério da Saúde Brasileiro, embora não exista nenhum trabalho NO MUNDO TODO, que comprove eficácia desta veneno no tratamento da dengue.

A partir de 1957, a dengue começou a matar.
O PARACETAMOL é uma droga que destroi o fígado do paciente.
O virus da hepatite C, já detona o fígado e com o veneno do PARACETAMOL, esse fígado é destruído o que leva o paciente à morte.

A dengue hemorrágica, nada mais é que a reação do organismo quando o fígado, destruido pelo PARACETAMOL, provoca a morte do doente.
Segundo ainda o Professor Doutor, se o paciente NÃO TOMAR PARACETAMOL, ele terá todos os sintomas da dengue: mal estar, frebre, dores nas juntas, vômitos, coceiras e dor nos fundos dos olhos, mas, após uma ou no máximo duas semanas, estará VIVO e bem.
MAS, SE TOMAR PARACETAMOL, corre o risco de morrer.

Nos Estados Unidos e na Grã-Bretanha, esse veneno é proibido.
Na Grã-Bretenha, é usado como forma de suicídio.
Tomando 10 comprimidos do veneno chamado PARACETAMOL, em cinco dias, seu fígado é destruído e se não fizer transplante, morre.

Por isso, se você ama alguém, informe-o disso.
Segundo o médico Prof.Dr. RENAN MARINO, pode-se tomar dipirona e seus derivados, pois não são metabolizados no fígado."
By: Pavlov 

sexta-feira, 30 de maio de 2014

Copa do Mundo no Escuro(Térmicas ameaçam cortar luz de Manaus)

Térmicas ameaçam cortar luz de Manaus

Empresas cobram na Justiça pagamentos atrasados da Eletrobrás Amazonas Energia e colocam em risco fornecimento da cidade

29 de maio de 2014  
Toda desgraça, parece pouca para Governo Federal, vejam o nivel de desgraça em que chegamos!. Padrão FIFA é ficar no escuro.

Renée Pereira - O Estado de S.Paulo
Donos de usinas termoelétricas que abastecem Manaus decidiram cobrar na Justiça a estatal Eletrobrás Amazonas Energia pela falta de pagamento. Há cinco meses sem receber pela energia gerada, as empresas ameaçam parar de produzir por incapacidade financeira e falta de materiais para operação e manutenção das usinas. Isso significa deixar a capital do Amazonas e cerca de 460 mil consumidores às escuras.
Em nota, a Amazonas Energia confirmou a inadimplência e explicou que os atrasos são decorrentes "da falta de recebimento dos recursos da CCC (Conta de Consumo de Combustível)" - hoje bancada pela Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), que virou um varal para bancar os mais diversos programas e despesas do setor elétrico. O assunto, segundo a estatal, está sendo tratado pelo Ministério de Minas e Energia, que não se pronunciou. "A distribuidora está em processo de negociação com as geradoras para que não haja impacto no suprimento."

Empresas ouvidas pelo Estado afirmam que, para honrar compromisso básicos, como pagar o salário de funcionários, tiveram de recorrer a empréstimos bancários por falta de caixa. Pedidos de insumos importantes para a operação das térmicas, como óleo lubrificante, que precisam ocorrer com 60 dias de antecedência, não foram feitos e o estoque está no fim.
"Só não paramos antes porque recorremos a bancos e ao capital dos sócios. Mas agora chegamos ao limite. Não temos mais o que fazer", afirma um executivo. A inadimplência da Amazonas Energia tem provocado um efeito cascata. Sem dinheiro em caixa, as empresas deixaram de pagar fornecedores, que agora não aceitam novos pedidos.

Em documento obtido pela reportagem, a GenRent, geradora responsável por 25% da demanda de Manaus, afirma à Amazonas Energia que sua operação poderá sofrer interrupções a qualquer momento por falta de insumos essenciais para o funcionamento das unidades. A empresa está no grupo de geradores que estão cobrando a estatal na Justiça por um débito de R$ 45 milhões.
Procurada, a companhia afirmou que o assunto está sendo tratado pela área jurídica e que não se pronunciará. Outra empresa que já entrou na Justiça para cobrar a subsidiária do Grupo Eletrobrás é a PowerTech, do grupo Lempar. A empresa também não quis comentar o assunto. No total, há cinco empresas com problemas de caixa por falta de pagamento da estatal. Essas usinas recebem o combustível da Amazonas Energia e bancam a operação e manutenção da unidade.

Prefeitura de Rio Bonito sem luz por falta de pagamento


O problema é mais um reflexo das medidas adotadas pelo governo federal em 2012 para reduzir a tarifa de energia elétrica. Uma das decisões foi acabar com a CCC, criada em 1973 para ajudar no pagamento da geração termoelétrica (a base de óleo diesel e óleo combustível) dos Estados do Norte do País. Até o ano passado, o valor era rateado entre todos os brasileiros. Mas, para baratear a tarifa de energia, o governo federal eliminou o encargo. Desde então as despesas com o subsídio têm sido bancadas pela Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), outro encargo que foi reduzido da conta de luz do brasileiro. Nos últimos meses, essa conta ganhou atribuições diversas, como honrar com o rombo bilionário das distribuidoras, pagar as indenizações das empresas que renovaram as concessões de geração e transmissão, bancar o Programa Luz Para Todos e cobrir a CCC. Resultado: faltou dinheiro para tudo, apesar de o Tesouro ter aportado recursos na CDE.

Isso é BRASIL isso é DILMA é o fim da Picada!!


‘Der Spiegel’ adverte para os riscos da Copa 2014

‘Der Spiegel’ adverte para os riscos da Copa 2014


Cley Scholz


A revista semanal alemã “Der Spiegel” trouxe reportagem de capa neste domingo, 11, sobre os riscos da Copa 2014 no Brasil. A imagem da capa é uma bola oficial ‘Brazuca’ pegando fogo como um meteoro enquanto despenca sobre o Rio de Janeiro.
Em chamas. A Brazuca despenca sobre o Rio

Faltando quatro semanas para o início da competição, segundo a revista, crescem os protestos contra a corrupção, desperdício de dinheiro público e contra a Copa do Mundo da FIFA.

Segundo a revista, há ameaças de greves e riscos de distúrbios. O repórter Jens Güsling fala sobre o noticiário repleto de cenas de violência. A revista destaca a destruição recente de 400 ônibus no Rio e os protestos dos sem-teto que bloqueiam o trânsito em São Paulo e outras manifestações do gênero em várias capitais.

A revista narra também o clima de descontentamento com a situação econômica, a insegurança, o atraso das obras de infraestrutura, educação e saúde.

O gasto de R$ 10 bilhões com 12 novos estádios também é citado na revista, que destava a previsão de lucro de R$ 10 bilhões da Fifa, sendo R$ 6,5 bilhões com direitos de transmissão e R$ 3,5 bilhões venda de direitos de imagem.
O escritor mineiro Luiz Ruffato, entrevistado pela Der Spiegel, fala sobre o uso político da Copa em ano de eleição.“Assim como na ditadura em 1970, assim é agora. No começo se dizia que a Copa do Mundo da FIFA traria muitos benefícios para o povo e para as cidades-sede porque haveria grandes investimentos na infraestrutura. Agora vemos que praticamente não houve investimentos em infraestrutura, mas em compensação foram construídos estádios que ninguém precisa, que o dinheiro público foi desperdiçado e que houve oportunidade para mais corrupção.”
derspiegel
A equipe da revista visitou a favela do Jacarezinho, no Rio, onde o fundador da ONG Rio de Paz, Antonio Carlos Costa, disse ser a favor das manifestações durante a Copa. “Nós não vamos ganhar nada com esta Copa. Nada vai mudar para nós.”

A revista afirma que a esperança do governo brasileiro e da FIFA é que a seleção brasileira conquiste o povo e alcance o “hexa”. Assim, o clima de insatisfação poderia terminar em Carnaval.
spiegel