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sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Cidades dos EUA irá prender mendigos que não saírem do centro

Oficiais foram instruídos a cumprir rigorosamente a lei de "qualidade de vida", que proíbe a “vadiagem”. Legislação permite a remoção do centro da cidade de Columbia pessoas que não têm moradia fixa


Os mendigos que vivem no centro da cidade de Columbia, no Estado da Carolina do Sul, serão obrigados a saírem do local. Do contrário, irão para a cadeia. Na semana passada, a prefeitura aprovou por unanimidade a lei “Resposta Emergencial aos Sem-Teto”, que vai “remover” do centro da cidade pessoas que não têm moradia fixa.
A medida, que já está em vigor, tem diretrizes claras: policiais responsáveis pela patrulha terão a missão de expulsar da região central pessoas que estejam "vagando". Os oficiais foram instruídos a fazer cumprir rigorosamente a lei de "qualidade de vida", incluindo a “proibição de vadiagem, urinar no espaço público, e outras violações”.
Além disso, será criado em Columbia um “disque mendigo” – linha telefônica para que a população avise os policiais da presença de sem-teto nas ruas do centro.
A prefeitura se defende das críticas dizendo que já foram criados abrigos - nas periferias - para os sem-teto que moram no centro. No entanto, a imprensa de Columbia noticiou, no dia 21, que o número de vagas dos albergues é pelo menos seis vezes menor que o necessário para atender a demanda.
Representantes de organizações de direitos humanos irão apresentar uma representação legal na justiça contra a medida, alegando que a lei fere os direito básico de tratamento igualitário entre as pessoas.


América do Norte jaz na hipocrisia.

 

domingo, 25 de agosto de 2013

Avião negreiro

Por: Eliane Cantanhêde

BRASÍLIA - Ninguém pode ser contra um programa que leva médicos, mesmo estrangeiros, até populações que não têm médicos. Mas o meio jurídico está em polvorosa com a vinda de 4.000 cubanos em condições esquisitas e sujeitas a uma enxurrada de processos na Justiça.
A terceirização no serviço público está na berlinda, e a vinda dos médicos cubanos é vista como terceirização estatal --e com triangulação. O governo brasileiro paga à Opas (Organização Pan-Americana da Saúde), que repassa o dinheiro ao governo de Cuba, que distribui entre os médicos como bem lhe dá na veneta.
Os R$ 10 mil de brasileiros, portugueses e argentinos não valem para os que vierem da ilha de Fidel e Raúl Castro. Seguida a média dos médicos cubanos em outros países, eles só embolsarão de 25% a 40% a que teriam direito, ou de R$ 2.500 a R$ 4.000. O resto vai para os cofres de Havana.
Pode um médico ganhar R$ 10 mil, e um outro, só R$ 2.500, pelo mesmo trabalho, as mesmas horas e o mesmo contratante? Há controvérsias legais. E há gritante injustiça moral, com o agravante de que os demais podem trazer as famílias, mas os cubanos, não. Para mantê-los sob as rédeas do regime? 

E se dez, cem ou mil médicos cubanos pedirem asilo? O Brasil vai devolvê-los rapidinho para Havana num avião venezuelano, como fez com os dois boxeadores? Olha o escândalo!
O Planalto e o Ministério da Saúde alegam que os cubanos só vão prestar serviço e que Cuba mantém esse programa com dezenas de países, mas e daí? É na base de "todo mundo faz"? Trocar gente por petróleo combina com a Venezuela, não com o Brasil. Seria classificado como exploração de mão de obra.
Tente você contratar alguém em troca de moradia, alimentação e, em alguns casos, transporte, mas sem pagar salário direto e nem ao menos saber quanto a pessoa vai receber no fim do mês. No mínimo, desabaria uma denúncia de trabalho escravo nas suas costas. 


Postado por: ByLorenzo

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Dilma Rousseff e Petralhada e as mentiras sobre as Royalties

A conversa fiada da Dona Dilma Rousseff e Cia continua firme na mídia podre, sem deixar de mencionar que á Folha de São Paulo e UOL vetam qualquer que seja os comentários dos leitores que discordam, dessa grande mentira das Royalties do Pré-Sal ou sei lá o que, mencionando aqui que os dados da produção de petróleo, lá nos Estados Unidos são desanimadores, á queda na produção é vertiginosa, seria diferente num país como o nosso? Onde o desemprego e pobreza está á beira do caos? Produção industrial nem se fala, segue trecho, de noticias sobre queda de petróleo. Sabemos desde já que os meios de comunicação do Brasil, e do Exterior dão uma boa maquiada nas "Noticias" chegam á afirmar que tudo não passa de uma breve crise, sabendo nós que á situação é bem pior.


"O Departamento de Energia (DoE) dos EUA informou ontem que os estoques de petróleo bruto no país caíram 2,8 milhões de barris na semana encerrada em 9 de agosto, bem mais do que a queda de 1,5 milhão de barris prevista pelos economistas consultados pela Dow Jones".

" A Petrobras sofre com as paradas programadas das plataformas e não consegue repassar ao preço da gasolina no Brasil os valores que paga no exterior. Por isso, para evitar prejuízo no trimestre, mudou sua contabilidade, permitindo também o reajuste dos ativos em dólar"

"Na Petrobras, que soma reforço de pelo menos US$ 2 bilhões em ativos neste ano, a expectativa é de queda de quase 40% no lucro líquido do segundo trimestre em relação ao primeiro. Segundo a média dos analistas, o ganho deve ficar entre R$ 4,7 bilhões e R$ 4,9 bilhões".

"Não esperamos receita forte na Petrobras, que sofre com o custo das importações (com a alta do dólar) e a queda na produção. Há ainda o temor de que a estatal perca seu grau de investimento com o aumento da dívida em dólar — diz Gabriel Ribeiro, analista da UM Investimentos."

É melhor dá uma pausa se eu for postar cada notícia, sobre á crise do petróleo
Não haverá espaço e nem tempo hábil, Dilma Rousseff e políticos demagogos
esquecem, que nós brasileiros já não somos os mesmos, entendemos de verdade as políticas de mentira, e mentirosos.

Link externo de:

“Recordar é viver”: como FHC e Serra tentaram privatizar a Petrobrás

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Máfia dos Bancos: “Nós controlamos o mundo”

“Deixe-me emitir e controlar o dinheiro de uma nação e não me importa quem faz suas leis.” Esta frase provém de ninguém menos que Mayer Amschel Rothschild, um daqueles que controlam os fios da política mundial. Nós somos confrontados diariamente com as obras e os efeitos desta quadrilha, não importa se levamos nossos filhos ao zoológico, fazemos compras no supermercado, ou simplesmente apenas sentamos em casa e assistimos os programas da TV.
Brasão da família Rothschild

Ninguém se iguala a eles, todavia pouquíssimos tomam ciência deles e de suas obras. Mas como poderíamos saber? Trata-se aqui de um plano para estabelecer uma Nova Ordem Mundial, diga-se um domínio mundial, que é perseguido consequentemente há milhares de anos e onde cada um de nós cresce neste pérfido sistema e o considera normal.
Ninguém pode imaginar hoje em dia um sistema sem conta corrente, cartão de crédito ou pagamento de juros. Isso já nos foi colocado no berço ao nascermos e posteriormente martelado na escola e universidade, que os bancos são absolutamente sérios e de confiança. Eles administram nosso dinheiro e atuam seguramente na sua multiplicação, eles pagam juros, aplicam com dividendos a nosso favor, são nossos consultores financeiros e, quando o bolso aperta, eles nos abraçam calorosamente. Uma grande instituição, não é verdade?
Mas a realidade é completamente diferente! Pois o que realmente acontece atrás das fachadas dos grandes bancos, para que eles utilizam nosso dinheiro e como eles aplicam nosso dinheiro contra nós mesmos, sobre isso não ficamos sabendo nem através da mídia nem ao menos é ensinado a nossas crianças nas escolas ou universidades. Se acreditamos que o governo de representação popular é escolhido através da eleição “democrática”, que governa a nós todos e nosso dinheiro, então não podemos estar mais longe da realidade. Desde há séculos concentra-se aquilo que deveria de fato estar nas mãos dos povos, nas mãos de uma pequena elite que sustenta ou derruba governos, provoca ou termina as guerras, mantém presas todas as pessoas em um sistema que tem um só objetivo: o completo domínio mundial.
Inacreditável, mas verdade: desde há mais de dois séculos existe este poder invisível neste planeta, que move a roda da história sem serem de forma alguma molestados. A família Rothschild controla dos bastidores os gargalos entre política, economia e Altas Finanças. Durante muito tempo eles puderam gozar de uma confortável segurança, pois a manutenção do segredo estava no centro de sua estratégia. Mas agora o engodo começa a cheirar mal, o muro do silêncio começa a ruir, cada vez mais pessoas despertam e reconhecem os verdadeiros manipuladores atrás do palco dos acontecimentos mundiais!
Todo nosso planeta está permeado com os bancos Rothschild. Onde não é assim, emerge a forte suspeita de que o país esteja na lista de objetivos de guerra da OTAN. Forçam os poucos países que ainda restam (Irã, Cuba e Coréia do Norte) a criar um Banco Central Rothschild para que recaia sobre a elite o poder político e econômico do mundo, assim previsto por Adam Weishaupt e Mayer Amschel Rothschild.
Morte e destruição aguardam aqueles, que como Abraham Lincon e John Kennedy, Saddam Hussein e Muammar Gaddafi, se opuseram a esta tirania, insurgindo contra o surrupiado e abusado monopólio dos Bancos Centrais Rothschild para impressão de dinheiro, assim como o comércio de petróleo em Dólar.
Diante deste pano de fundo, faz-se a pergunta: como vão proceder com o Irã? Pois este país desafia a NOM de duas formas:
1. Ele não tem um Banco Central Rothschild
2. Eles comercializam petróleo em ouro e não em Dólar. Este foi o último pecado de Saddam Husseim no Iraque e Gaddafi na Líbia, assim como custou a vida de vários outros súditos – e transformaram seus países “por motivos humanitários” em pedra e cinzas.
A Síria tem um Banco Central privado, que trabalha segundo as regras dos bancos centrais globais, todavia mais orientado ao regime de Assad do que à Nova Ordem Mundial. O Afeganistão, Iraque e a Líbia, nenhum deles tinha um Banco Central Rothschild antes da invasão da OTAN; agora eles têm, e a exploração é assustadora. Dinheiro na casa dos bilhões e ouro desaparecem sem deixar vestígios, e até hoje não apareceram.
A Europa está infestada com bancos dos Rothschild e o efeito nós sentimos diariamente, como as marionetes políticas dançam segundo a música dos Rothschild. A maioria dos Bancos Centrais do mundo pertence aos Rothschild e eles podem utilizá-los para criar uma hiperinflação quando não conseguirem mais continuar com seu jogo de desfalque. E para conseguir exercer mais pressão, Rothschild e Rockefeller se uniram. Por isso é importante desvendar toda verdade sobre as falcatruas e intrigas destas famílias. Assim como o jogo de cartas marcadas das lideranças políticas com esta máfia. Beppo Grillo esclareceu este emaranhado sistema já em 1998.
É importante saber como funciona o sistema bancário para podermos nos proteger eficazmente contra a vindoura desapropriação. Todo este cenário não é obra do acaso, mas sim um criminoso e pérfido jogo da elite. Ninguém gostaria de ser vítima de tal conspiração. Somente através da investigação e esclarecimento podemos impedir em conjunto esta invasão mortal na humanidade. Nós não podemos esperar qualquer ajuda de nossos políticos eleitos; eles estão sob a regência do Lobby dos bancos, cuja presidência está ocupada por Rothschild e Rockefeller.

Lembrando nesse breve comentário que:

"Nós Integralistas e Linearistas já sabíamos disso há muito tempo. O grande brasileiro Gustavo Barroso já havia alertado a Nação sobre isso há mais de 70 anos. Por isso nós não perderemos tempo com bobagens, por exemplo discutir sobre o Lulla, o FHC, o Collor, o Sarney, o Renan Calheiros, a Dilma, a Merkel, o Obama, o Sarkozy… Nós usamos nosso tempo para falar dos Rotschild, dos Warburg, dos Rockfeller, dos Bilderberger, dos patrocinadores do Capitalismo Liberal e do Comunismo. E principalmente da Questão Judaica, pois sem entender isso, você não pode discutir mais nada com profundidade neste mundo".

Por: Mr. Marty

Marty Nachrichten

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Brasileiro inventor de 'luz engarrafada' tem ideia espalhada pelo mundo

Por: Gibby Zobel
Criador e criatura: Moser criou a lâmpada durante a série de apagões que o Brasil enfrentou em 2002
Alfredo Moser poderia ser considerado um Thomas Edison dos dias de hoje, já que sua invenção também está iluminando o mundo.
Em 2002, o mecânico da cidade mineira de Uberaba, que fica a 475 km da capital Belo Horizonte, teve o seu próprio momento de 'eureka' quando encontrou a solução para iluminar a própria casa num dia de corte de energia.
Para isso, ele utilizou nada mais do que garrafas plásticas pet com água e uma pequena quantidade de cloro.
Nos últimos dois anos, sua ideia já alcançou diversas partes do mundo e deve atingir a marca de 1 milhão de casas utilizando a 'luz engarrafada'.
Mas afinal, como a invenção funciona? A reposta é simples: pela refração da luz do sol numa garrafa de dois litros cheia d'água.
"Adicione duas tampas de cloro à água da garrafa para evitar que ela se torne verde (por causa da proliferação de algas). Quanto mais limpa a garrafa, melhor", explica Moser.
Moser protege o nariz e a boca com um pedaço de pano antes de fazer o buraco na telha com uma furadeira. De cima para baixo, ele então encaixa a garrafa cheia d'água.
"Você deve prender as garrafas com cola de resina para evitar vazamentos. Mesmo se chover, o telhado nunca vaza, nem uma gota", diz o inventor.
Outro detalhe é que a lâmpada funciona melhor se a tampa for encapada com fita preta.
A ideia de Moser já é utilizada em mais de 15 países onde energia é escassa

"Um engenheiro veio e mediu a luz. Isso depende de quão forte é o sol, mas é entre 40 e 60 watts", afirma Moser.

Apagões

A inspiração para a "lâmpada de Moser" veio durante um período de frequentes apagões de energia que o país enfrentou em 2002. "O único lugar que tinha energia eram as fábricas, não as casas das pessoas", relembra.
Moser e seus amigos começaram a imaginar como fariam um sinal de alarme, no caso de uma emergência, caso não tivessem fósforos.
O chefe do inventor sugeriu na época utilizar uma garrafa de plástico cheia de água como lente para refletir a luz do sol em um monte de mato seco e assim provocar fogo.
A ideia ficou na mente de Moser que então começou a experimentar encher garrafas para fazer pequenos círculos de luz refletida.
Não demorou muito para que ele tivesse a ideia da lâmpada.


"Eu nunca fiz desenho algum da ideia".
"Essa é uma luz divina. Deus deu o sol para todos e luz para todos. Qualquer pessoa que usar essa luz economiza dinheiro. Você não leva choque e essa luz não lhe custa nem um centavo", ressalta Moser.

Pelo mundo

O inventor já instalou as garrafas de luz na casa de vizinhos e até no supermercado do bairro.
Ainda que ele ganhe apenas alguns reais instalando as lâmpadas, é possível ver pela casa simples e pelo carro modelo 1974 que a invenção não o deixou rico. Apesar disso, Moser aparenta ter orgulho da própria ideia.
"Uma pessoa que eu conheço instalou as lâmpadas em casa e dentro de um mês economizou dinheiro suficiente para comprar itens essenciais para o filho que tinha acabado de nascer. Você pode imaginar?", comemora Moser.
Carmelinda, a esposa de Moser por 35 anos, diz que o marido sempre foi muito bom para fazer coisas em casa, até mesmo para construir camas e mesas de madeira de qualidade.
Mas parece que ela não é a única que admira o marido inventor.
Illac Angelo Diaz, diretor executivo da fundação de caridade MyShelter, nas Filipinas, parece ser outro fã
Moser afirma que a lâmpada funciona melhor se a boca for coberta por fita preta
A instituição MyShelter se especializou em construção alternativa, criando casas sustentáveis feitas de material reciclado, como bambu, pneus e papel.
Para levar à frente um dos projetos do MyShelter, com casas feitas totalmente com material reciclado, Diaz disse ter recebido "quantidades enormes de garrafas".
"Nós enchemos as garrafas com barro para criamos as paredes. Depois enchemos garrafas com água para fazermos as janelas", conta.
"Quando estávamos pensando em mais coisas para o projeto, alguém disse: 'Olha, alguém fez isso no Brasil. Alfredo Moser está colocando garrafas nos telhados'", relembra Diaz.
Seguindo o método de Moser, a entidade MyShelter começou a fazer lâmpadas em junho de 2011. A entidade agora treina pessoas para fazer e instalar as garrafas e assim ganharem uma pequena renda.
Nas Filipinas, onde um quarto da população vive abaixo da linha da pobreza (de acordo com a ONU, com menos de US$ 1 por dia) e a eletricidade é muito cara, a ideia deu tão certo, que as lâmpadas de Moser foram instaladas em 140 mil casas.
As luzes 'engarrafadas' também chegaram a outros 15 países, dentre eles Índia, Bangladesh, Tanzânia, Argentina e Fiji.
Diaz disse que atualmente pode-se encontrar as lâmadas de Moser e comunidades vivendo em ilhas remotas. "Eles afirmam que eles viram isso (a lâmpada) na casa do vizinho e gostaram da idéia".
Pessoas em áreas pobres também são capazes de produzir alimentos em pequenas hortas hidropônicas, utilizando a luz das garrafas para favorecer o crescimento das plantas.

Diaz estima que pelo menos um milhão de pessoas irão se beneficiar da ideia até o começo do próximo ano.
"Alfredo Moser mudou a vida de um enorme número de pessoas, acredito que para sempre", enfatiza o representante do MyShelter.
"Ganhando ou não o prêmio Nobel, nós queremos que ele saiba que um grande número de pessoas admiram o que ele está fazendo".
Mas será que Moser imagina que sua invenção ganharia tamanho impacto?
"Eu nunca imaginei isso, não", diz Moser emocionado.
"Me dá um calafrio no estômago só de pensar nisso".

 Postado por: ByLorenzo

Pelo autor do Blog: Conforme minhas experiências eu amplifiquei á 80 Lúmens
Com potes de vidros, e uma lente dessas vendidas por R$ 2,50 usando o mesmo processo, alterando-se o processo da água, usei água fervida e filtrada, além disso a durabilidade do vidro é superior,  vidro tem um melhor encaixe em Lajes.
Meus parabéns á esse grande Gênio Brasileiro chamado Alfredo Moser.
Meu próximo teste é criar um refrator melhorando o Projeto Original de Alfredo Moser, com duas lentes imersa em água re-filtrada. quem quiser postar sua experiências tenha á gentileza. ByLorenzo

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Fissuras Geológicas na América do Norte

Como já havia dito nos capítulos anteriores, sobre á agonia Norte Américana, surge á pergunta será que os Norte Americanos estão preparados para as graves Fissuras Geológicas? Não é preciso ser um grande gênio da Geológia, para se ter uma idéia do que acontece lá, Orgãos e agências como A FEMA apenas cogita catástrofes, está tão perdida e sem direção quanto á NASA, aliás neste blog, não damos muito crédito á estas agências, sabemos á muito que a porta dos fundos da América do Norte está desprotegida faz tempo, e não vai ser a FEMA ou NASA que vai fecha-la, o que tenho á dizer é que esperar é angustiante...eventos semelhantes podem começar á dar sinais aqui também no Brasil, como por exemplo em Minas Gerais, com históricos de replicas de terromotos, podemos afirmar sim, nossa chance ainda é maior que na América Norte. *Espero está enganado, que o escrito aqui seja simples fantasmas, do amanhã sombrio. lembrando que os Estados Unidos sempre tem um relatórios de outros países..mais quanto ao seu território? política Americana
é uma mer...
algumas catástrófes começam..simples assim.


quinta-feira, 8 de agosto de 2013

A Breve história de Amor de Anton Szandor LaVey e Marilyn Monroe

Pouco depois do seu nascimento, a família de Anton decide deixar Chicago e mudar-se para a baía de S. Francisco. Em criança, o jovem Anton adorava ler tudo o que tivesse a ver com o sobrenatural e o oculto - incluindo “Frankenstein” de Mary Shelly, “Dracula” de Bram Stoker, e a popular revista “Weird Tales”.
Anton Szandor Lavey

O interesse de Anton pelo lado obscuro da vida foi ainda mais alimentado pela sua avó Cigana, Luba Koltan, que lhe contou histórias e superstições sobre vampiros e magia negra que aprendeu na sua terra natal, Transilvânia.

Depois do começo da 2.ª Guerra Mundial, Anton fascinou-se com os manuais militares e os catálogos de armas. Rapidamente descobriu que se alguém assim o quisesse poderia comprar armas e munições suficientes para criar o seu próprio exército. Isto levou a que Anton percebesse que os fracos nunca podiam herdar a Terra, só os fortes sobreviveriam.

Anos mais tarde, em 1945, um dos tios de LaVey foi contratado para ser Engenheiro Civil no Exército, na Alemanha. Devido ao seu tio ter um visa extra Anton pôde viajar para a Alemanha com ele. Lá, pôde ver filmes de terror Nazis confiscados, dos quais tinha recebido a informação de que continham partes de rituais da Black Order of Satan, que fazia parte do Terceiro Reich (?).

Por esta altura, Anton já tinha descoberto outro dos seus muitos talentos: a música. Na prematura idade de cinco anos, os pais de Anton descobriram o seu talento quando ele numa loja de música tocou uma harmonia numa harpa. Mais tarde, aprendeu a tocar muitos instrumentos, incluindo o violino. Aos 10 anos aprendeu auto-didacticamente a tocar piano, e aos 15 já era o segundo oboísta na Orquestra Sinfónica de Ballet de San Francisco.

Em 1947, LaVey decidiu deixar a escola e juntar-se ao Circo Clyde Beatty. Lá, foi empregue como estivador e guarda de jaulas; a pessoa responsável por alimentar os grandes felinos. Anton rapidamente desenvolveu uma relação com os animais e começou a aprender todos os truques da matéria, como o uso do chicote, stick, revolver e cadeira. Não muito tempo depois, Anton tornou-se domador de oito Leões Nubianos e quatro Tigres de Benguela, numa jaula, todos juntos.

Uma noite, enquanto trabalhava no circo, o tocador de calliope habitual embebedou-se e não podia actuar. LaVey voluntariou-se para o seu lugar e foi um sucesso tão grande que se tornou no tocador de calliope oficial do Circo Beatty.

Quando a temporada do circo acabou em Outubro de 1947, LaVey viu-se desempregado. Seguindo o conselho de alguns dos seus colegas de circo, Anton decidiu procurar trabalho numa feira. Devido aos seus talentos musicais, rapidamente conseguiu emprego tanto a tocar calliope, como órgão Wurlitzer e até mesmo Hammond. Entretanto LaVey passou a tocar em shows de strip femininos nas noites de sábado e aos domingos de manhã, em tendas, para espectáculos religiosos. Foi aqui que ele descobriu em primeira mão a hipocrisia presente na Igreja Cristã. Anton foi citado muitas vezes dizendo que ao sábado à noite via os homens desejando as mulheres semi-nuas na feira, e na manhã seguinte via os mesmos homens na missa, com as suas famílias, pedindo a Deus que perdoassem os seus pecados libidinosos, vendo de novo no fim de semana seguinte as mesmas pessoas no show de strip.

Enquanto trabalhava na feira, Anton também aprendeu os segredos das videntes místicas, das leituras da palma da mão ciganas, das astrólogas, mágicos de palco, e hipnotizadores.

A temporada da feira rapidamente acabou, e LaVey, mais uma vez, viu-se desempregado. Encontrou depois, trabalho em casas burlescas e clubes nocturnos, como tocador de órgão, dentro e na periferia de Los Angeles. Uma noite, enquanto trabalhava no Clube Mayan, conheceu uma actriz que tinha conseguido trabalho como bailarina. Essa actriz era Marilyn Monroe, e ela e Anton vieram a viver um caso amoroso cheio de paixão. Apesar da relação apenas ter durado algumas semanas, deixou no LaVey de 18 anos uma marca muito forte. Anos mais tarde, uma das posses de Anton mais orgulhosas era um calendário de Marilyn nua, onde ela tinha assinado: "Caro Tony, Quantas vezes tu viste isto! Com amor, Marilyn".
Marilyn Monroe


Após o fim da sua relação com Marilyn, Anton decidiu mudar-se para São Francisco. Lá, continuou a tocar orgão para vários shows de strip e reuniões só para homens. Também conseguiu trabalho como fotógrafo na Paramount Photo Sales, onde tirou fotografias a mulheres em várias fases de stripping.

Quando a Guerra Coreana começou, Anton reparou na possibilidade de ser arrastado para o exército. Por isso, em 1949, de modo a poder evitar este possível dilema, LaVey inscreveu-se na Faculdade de São Francisco, no curso de Criminologia, mesmo sem nunca sequer ter acabado o secundário.

Algum tempo depois LaVey conheceu Carole Lansing num parque de diversões na praia de San Francisco. Os pais de Carole de início estavam desconfiados das intensões de Anton, mas rapidamente se habituaram a ele e deram permissão para os dois se casarem.

Anton e Carole casam em 1951 e um ano depois nasce a primeira filha de LaVey, Karla Maritza LaVey.

De modo a poder sustentar a sua família, LaVey decidiu usar os seus talentos de fotografia e a sua educação em Criminologia para conseguir trabalho como fotógrafo na Polícia de São Francisco. Aqui, Anton está de novo exposto ao pior lado da natureza humana, tirando fotografias de assassinatos brutais, acidentes de automóveis, suicídios macabros, incendios, explosões, e outras coisas mais. Depois de um par de anos no terreno, foi dada a LaVey a responsabilidade adicional de tomar conta das "chamadas 800", que era o código para as chamadas estranhas. Ele investigava de tudo, desde visões de OVNIs a relatos de fantasmas, casas assombradas, e tudo o resto que pertencesse ao sobrenatural. Nos anos seguintes Anton ganhou uma grande reputação como um dos primeiros "caça-fantasmas" da nação.

Em 1955, LaVey cansou-se da Polícia e decidiu deixá-la de modo a ter mais tempo para se concentrar nas Arte Negras. Tornou-se exorcista e hipnotizador, fortalecendo os seus ganhos tocando órgão. Mudou-se também com a sua família para um apartamento perto da praia. Foi nessa altura que Anton recebeu o seu primeiro animal de estimação - um leopardo negro de dez semanas, chamado Zoltan. LaVey costumava levar Zoltan a passear na praia, onde era certo o par excêntrico assustar os pedestres que ali passeavam.

LaVey começou também a receber a imprensa devido às suas práticas singulares e estranho animal de estimação. Ele atraiu muitas personalidades invulgares, juntamente com os seus amigos únicos que fez durante os seus anos de circo e feiras. Quando os rumores sobre o que estava exactamente a acontecer dentro das paredes da sua casa se começaram a espalhar, Anton decidiu mais uma vez que precisava de mudar-se. Na altura desejava uma casa grande longe dos seus vizinhos curiosos, que pudesse decorar e fazer à sua imagem. Anton conseguiu tal lugar na Rua California 6114, o lugar da infame "Black House", onde LaVey morou até à sua morte em 1997.

Depois de se mudar para a sua nova casa, LaVey rapidamente encontrou um novo emprego tocando órgão Wurlitzer no clube Lost Weekend. Também foi contratado para tocar o maior órgão do mundo no Auditório Cívico de San Francisco. Devido à sua extrema perícia com o instrumento, Anton foi nomeado para organista oficial da cidade de São Francisco, tocando em várias convenções e muitos eventos culturais e desportivos.

Foi também por volta desta altura que LaVey começou a ganhar a reputação de ser o Mágico de Artes Negras de São Francisco. Juntamente com as quatro festas que LaVey fazia todos os anos (Ano Novo, Walpurgisnacht, Solstício de Verão, e Halloween), a Black House era também o lugar de encontro para as reuniões sociais informais que Anton criou. Formado por colegas do circo, amigos das feiras, antigos colegas da Polícia, excêntricos ricos, e iconoclastas literários, o "Círculo Mágico" (Magic Circle) de LaVey, como ele lhe chamava, levava a cabo debates e palestras sobre o Oculto, Magia, encantamentos, rituais, feitiçaria, lobisomens, vampiros, zombies, homúnculos, casas assombradas, PES (Percepção Extra Sensorial), teorias sexuais, e métodos de tortura. Anos mais tarde, LaVey abriu estas reuniões ao público, cobrando $2,50 por pessoa, a quem quisesse ouvir as suas palestras e tomar parte dos seus rituais formais. O Círculo Mágico foi o primeiro passo para o que hoje é a Church of Satan (Igreja de Satan).

Anton ainda tocava órgão várias noites por semana de modo a ganhar algum dinheiro extra. Numa noite de domingo, em 1959, enquanto LaVey tocava na Mori's Point, uma jovem, linda, loura, de nome Diane Hegarty entrou no clube. Houve uma ligação imediata entre Diane e Anton, e durante os meses seguintes eles começaram a ver-se o maior número de vezes possíveis. No ano seguinte, 1960, Anton e Carole divorciaram-se; e em 1961 Diane não só se tornou na nova esposa de LaVey como também se tornou na anfitriã do Círculo Mágico. Em 1963 Diane deu à luz a segunda filha de Anton: Zeena Galatea LaVey.

Infelizmente, nessa altura, o seu companheiro de longa data Zoltan morreu atropelado por um carro. No entanto, pouco tempo depois Anton recebeu um novo animal de estimação: um leão nubiano que ele chamou de Togare. O Togare viveu na Casa Negra (Black House) por muitos anos com o resto da família LaVey. Foi durante essa altura que ele foi a atracção de um programa de televisão local chamado "The Brother Buzz Show". Mas depois de muitas queixas e até petições de vizinhos, Anton foi forçado a doar Togare ao Zoo de S. Francisco.

Além do Círculo Mágico, LaVey também criou "Witches Workshops", para ensinar às mulheres todos os métodos de feitiçaria, e a "The Order of the Trapezoid" (A Ordem do Trapezóide) que era um grupo de magos que, juntamente com o "Council of Nine" (Conselho dos Nove), veio a formar a administração da Church of Satan.

Na noite de Walpurgisnacht, 30 de Abril de 1966, Anton Szandor LaVey cerimoniosamente rapou a sua cabeça, na tradição dos Yezidi, como parte de um ritual que estabeleceu a primeira organização da religião satânica: a Church of Satan. LaVey também declarou o ano 1966 como sendo o I Ano Satanas - o primeiro ano do reino de Satan.

Apesar de terem existido muitos grupos "underground", como o Hell Fire Club e o Abbey of Thelema, que praticavam os mesmos princípios de LaVey, o nascimento da Church of Satan, que foi a primeira religião organizada, dedicada às filosofias satânicas, foi pública e publicitada.

No espaço de um ano, a Church of Satan recebeu um reconhecimento a nível mundial, devido à cobertura mundial de muitos dos seus eventos. Muitos dos primeiros artigos sobre as "Missas Negras" semanais, apareciam em várias revistas dedicadas ao leitor masculino, devido à Church of Satan usar constantemente uma mulher nua como altar, nos seus rituais. No entanto, no dia 1 de Fevereiro de 1967 a Church of Satan apanhou o mundo de surpresa quando repórteres de todo o mundo juntaram-se em San Francisco para cobrirem o casamento satânico de John Raymond, um jornalista político, com Judith Case, a filha de um conhecido advogado de Nova York. Apesar de este não ser o primeiro casamento satânico a ser feito por Anton LaVey, a fama de John e Judith virem de uma boa família despertou interesse suficiente para o casamento se tornar no evento de San Francisco mais famoso de sempre, maior ainda que a inauguração da Golden Gate Bridge. Os artigos seguintes tornaram LaVey no "Papa Negro".

Uns meses mais tarde, no dia 23 de Maio de 1967, LaVey achou que era tempo de mostrar ao mundo que o Satanismo não tinha nada a ver com sacrifícios de crianças, conduzindo o primeiro baptismo satânico da sua filha Zeena. Os jornalistas e fotógrafos começaram a fazer fila à porta da Black House tão cedo como 15 horas antes da cerimónia, de modo a conseguirem boas fotografias da menina de 3 anos que estava vestida num robe vermelho vivo completado com o seu medalhão com um Baphomet. Quando o ritual começou a jovem Zeena sentava-se sorridente enquanto o seu pai começava a recitar uma invocação poderosa que veio mais tarde a ser incluída no livro "Satanic Rituals". Ela adorou toda a atenção que recebeu dos fotógrafos que estavam cativados pela ideia de tanta inocência ser dedicada a Satan.

Em Dezembro de 1967, a Sra. Edward Olsen abordou LaVey com o intuito de lhe perguntar se ele conduziria um funeral para o seu marido, um oficial Naval que tinha sido recentemente vítima de um acidente de automóvel. Apesar dos oficiais Navais terem algumas dúvidas sobre a ideia, acabaram por aceder ao pedido da Sra. Olsen. No funeral, soldados fardados alinharam com Satanistas de túnica negra; e quando o ritual acabou, os guardas Navais dispararam três salvas seguidos de gritos de "Hail Satan! Hail Edward!". Depois deste evento, o Satanismo foi incluido no Chaplain's Handbook das Forças Armadas, passando a ser uma religião reconhecida.

No Outono de 1966, a bomba loura de Hollywood, Jayne Mansfield ouviu reportagens desta nova Igreja dedicada a Satan e conheceu o Papa Negro em pessoa. Anton e Jayne entenderam-se imediatamente, e ela rapidamente tornou-se num membro activo e mais tarde numa Sacerdotisa da Church of Satan. No entanto, o namorado/advogado de Jayne, Sam Brody, apercebeu-se que ela estava a apaixonar-se por Anton LaVey. Brody passou então a causar o máximo de problemas possíveis a Jayne e Anton, o que levou LaVey a pôr uma poderosa maldição nele. LaVey avisou Jayne que ela estava em perigo constante sempre que estava com Brody.

Infelizmente Jayne não deu ouvidos a Anton, e a 19 de Junho de 1967, enquanto viajava para Nova Orleans com Sam Brody, o carro que conduziam acidentou-se contra um camião tanque, vitimando ambos. LaVey estava na altura em casa, em San Francisco, a recortar fotografias de uma revista quando reparou que no lado oposto de um recorte tinha cortado uma fotografia de Jayne ao longo do pescoço. Uns minutos depois recebeu uma chamada informando-o que Jayne tinha falecido quase completamente decapitada, num acidente de automóvel.

Esta não foi a única envolvência da Igreja com Hollywood. Em 1968 LaVey fez o papel de Demónio na obra-prima de Roman Polanski: "A Semente do Diabo" (Rosemary's Baby). Além de actuar, LaVey foi conselheiro técnico e participou em eventos promocionais para o filme. Ao longo dos anos houve um número de membros ligados a Hollywood, como Sammy Davis Jr. e Marilyn Manson.

Em 1969 o número de membros já tinha crescido para 10 mil membros no mundo todo, e LaVey decidiu que estava na altura de publicar o seu maior, mais diabólico, e mais blasfemo trabalho de sempre: "The Satanic Bible" (A Bíblia Satânica). Este livro tornou-se no pilar da Church of Satan daí para a frente. Seguiram-se "The Compleat Witch" em 1970 (mais tarde revisto e re-editado sob o nome "The Satanic Witch") e em 1972: "The Satanic Rituals".

Nesta altura a Church of Satan já tinha estabelecido Grottos por todo o mundo e LaVey tentou fazer visitas papais a todos eles, conforme podia. Mas devido às constantes ameaças e agressões que recebia de terceiros, e problemas de segurança para si e para a sua família, LaVey achou que devia cortar com as relações públicas e por volta de 1970 todas as palestras e rituais públicos conduzidos por LaVey deixaram de existir. Depois, em 1972, todas as cerimónias semanais realizadas na Black House cessaram também. A organização e realização de actividades satânicas passou a ser responsabilidade dos Grottos, enquanto que o Grotto Central passou apenas a visionar, aprovar e guiar os membros activos da Church of Satan.

A Church of Satan passou por uma vasta reorganização. LaVey queria que a sua organização se tornasse num cabal "underground" em vez de um Clube de Pen Pal satânico. Mas ao por um alto nas actividades públicas, LaVey levou à alienação de pequeno número de apoiantes. Isto levou a um pequeno cismar em 1975, quando o nº 1 do Grotto de Louisville, KY, Michael Aquino, juntamente com os seus devotos, separaram-se da Church of Satan e formaram uma nova religião e organização chamada Temple of Set.

Enquanto o número de membros da Church of Satan continou a crescer durante os anos 70 e 80, LaVey continou um recluso virtual, raramente dando entrevistas ou aparecendo em público. Ele praticamente contactava com os amigos através do Boletim Informativo oficial da Church of Satan: "The Cloven Hoof". Quando a "Cloven Hoof" deixou de ser publicada em 1988, outras revistas satânicas como "The Black Flame" pegaram no que a Cloven Hoof deixou.

Diane Hegarty administrou a Church of Satan, como Suma Sacerdotisa (High Priestess) desde 1966 até a sua separação de Anton em 1984. De 1985 a 1990, a filha mais nova de LaVey, Zeena, tomou o lugar da sua mãe como Suma Sacerdotisa. Quando Zeena deixou a sua posição e a Church of Satan em 1990, LaVey apontou Blanche Barton, a sua nova companheira e secretária, para a posição vaga.

Blanche subsequentemente escreveu e publicou dois livros em 1990. Um foi "The Church of Satan", que detalhava a história da Church of Satan e o segundo foi "The Secret Life of a Satanist", a biografia autorizada de Anton LaVey. Após a publicação dos livros de Blanche Barton, LaVey publicou então o seu primeiro livro no espaço de 20 anos: "The Devil's Notebook", uma colecção de textos e dissertações que tinha vindo a escrever desde os anos 70. No ano seguinte, em 1993, nasceu Satan Xerxes Carnacki LaVey, o primeiro filho varão de LaVey e de Blanche Barton.

Infelizmente, a 29 de Outubro de 1997, o grande líder da Church of Satan e Papa Negro, Anton Szandor LaVey perece devido a um edema pulmonar no Hospital de St. Mary, depois de anos de problemas cardíacos. Dias antes do seu falecimento, LaVey tinha acabado o seu trabalho para o livro "Satan Speaks!". Foi publicado no ano seguinte, prefaciado por Marilyn Manson e com uma introdução por Blanche Barton.

Apesar de documentos perfeitamente legíveis e assinados à mão por Anton LaVey, indicando o seu filho Xerxes como sendo o seu herdeiro e Blanche Barton como sendo a High Priestess, Blanche acordou trabalhar em parceria com a filha mais velha de Anton, Karla, de modo a preservar o seu legado. Barton até chegou ao ponto de oferecer a Karla a posição de Co-High Priestess. Karla de início aceitou mas mais tarde proclamou ser a única líder da Church of Satan.

Este conflito tornou-se num processo jurídico que resultou num acordo entre Blanche Barton, Karla LaVey e Zeena (LaVey) Schreck, onde Blanche aceitou abdicar dos direitos únicos que Xerxes tinha sobre a herança de LaVey em troca da posição única na liderança da Church of Satan.

Fonte: Satanist Inc,                                       Postado por: Dimitri

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Governo estuda fazer dívida em banco para custear desconto na conta de luz

Sem recursos para aportar nos fundos do setor elétrico, equipe econômica do governo discute a possibilidade de pegar empréstimos na Caixa e no BNDES, mas manobra contábil provoca polêmica e ainda não foi definida 

A Minha conta de Luz está cada vez mais assustadora!.

Um Perguntinha...Como pode a Caixa Econômica não é do Governo Federal?

Lá maracutaia!! Ah esqueci eles se apoderam dos depósitos dos contribuinte.

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Justiça (Injustiça) Eleitoral repassa dados de brasileiros à Serasa

Sobre essa noticia, eu deixarei aqui minha breve opinião, o que eu acho é que á politicagem dos malandros de Brasilia está se vigando das últimas manifestações aliás, Dona Dilma Rousseff e quadrilha entrega meus..os seus dados á entidades privadas, sem me consultar, como se eu fosse propriedade do Estado, nesta questão me vejo como um mero participante do "Gado", deixando bem claro aqui que á anos eu não voto nessa "Quadrilha de salteadores legalizados e federalizados" bando de corruptos, agora espero eu com muito anseio á reação da população dando o troco nessa raça de corruptos da "disneylândia" á Brasilia, eu particularmente prefiro viver.....sub- existir á pão e água, do que formar fila com ladrões salteadores, fazer papel de palhaço, onde tudo termina em votar e ser roubado, estorquido, pagando os custos do bloco da gandaia carnavalesca desses políticos, para os hipócritas do vote certo, eu deixo meu recado desapareçam do meu blog, não são bem-vindoa aqui!!. lembrando que o governo seja ele de qualquer partido, está trazendo de volta á nefasta ditadura, para o pesadêlo e desespero de muitos, que ainda acreditam e sonham com o país das maravilhas, chamado Brasil, que aliás será o próximo Titanic da América Latina, O Papa e seu rebanho já estiveram á bordo celebrando á missa da piedade, arrebanhando milhares de miseráveis, cegos, ignorantes, que país é esse? eu não sei
..sei dizer que o Brasileiro e cidadãos de outros países Latinos e assim como o Norte Americano não dispõe de muito tempo. bem vamos á leitura fatídica. ByLorenzo
O Tribunal Superior Eleitoral decidiu repassar informações cadastrais de 141 milhões de brasileiros para a Serasa, empresa privada que gerencia um banco de dados sobre a situação de crédito dos consumidores do País. A medida já está em vigor e afeta praticamente todos os cidadãos com mais de 18 anos, que não terão possibilidade de vetar a abertura de seus dados. O acesso foi determinado por um acordo de cooperação técnica entre o TSE e a Serasa, publicado no último dia 23 no Diário Oficial da União.
Pelo acordo, o tribunal entrega para a empresa privada os nomes dos eleitores, número e situação da inscrição eleitoral, além de informações sobre eventuais óbitos. Até o nome da mãe dos cidadãos e a data de nascimento poderá ser "validado" para que a Serasa possa identificar corretamente duas ou mais pessoas que tenham o mesmo nome. O acordo estabelece que "as informações fornecidas pelo TSE à Serasa poderão disponibilizadas por esta a seus clientes nas consultas aos seus bancos de dados". Paradoxalmente, o texto também diz que caberá às duas partes zelar pelo sigilo das informações.
Violação da privacidade

Especialistas em privacidade e advogados ouvidos pelo Estado ficaram surpresos com a "terceirização" de dados privados sob a guarda de um órgão público. "Fornecer banco de dados para a Serasa me parece uma violação do direito à privacidade, o que é inconstitucional", disse o criminalista Antonio Cláudio Mariz de Oliveira.
"O importante é saber que esses dados fazem parte da sua personalidade, e ela é protegida pela Constituição", sustenta. Mariz acrescentou que, diante do debate internacional sobre o programa de espionagem da agência de segurança nacional dos Estados Unidos, o acordo "pode fazer parte de uma escalada maior de quebra de privacidade" no Brasil.
Autorização
Para Dennys Antonialli, coordenador do Núcleo de Direito, Internet e Sociedade da Faculdade de Direito da USP, o Tribunal Superior Eleitoral precisaria de "consentimento expresso" dos cidadãos/eleitores para poder repassar seus dados a uma entidade privada. Com a ressalva de que desconhece os termos do acordo, o criminalista Pierpaolo Bottini disse que, em princípio, os dados de eleitores sob a posse do TSE são "protegidos".
Ambos os juristas ressaltaram que estas informações podem ser requeridas por um juiz criminal à Justiça Eleitoral desde que sejam julgadas relevantes para uma investigação. De acordo com o Bottini, o fato de ser necessário um mandado para sua liberação indica que os dados não podem ser vendidos.
Defesa
Anderson Vidal Corrêa, diretor-geral do TSE, negou que o tribunal esteja abrindo dados sigilosos. Ele afirmou que itens como nome da mãe ou data de nascimento do eleitor serão apenas validados - ou seja, o órgão dirá à Serasa se a empresa dispõe ou não das informações corretas sobre determinada pessoa. Se o dado estiver incorreto, o TSE não vai corrigi-lo, argumentou Corrêa. O acordo, informou o tribunal, foi autorizado por Nancy Andrighi, corregedora-geral eleitoral.
Como contrapartida pela cessão dos dados, servidores do tribunal ganharão certificação digital (espécie de assinatura eletrônica válida para documentos oficiais) da Serasa, o que facilitará a tramitação de processos pela internet. As certificações, porém, só terão validade de dois anos. (Colaborou Lucas de Abreu Maia). As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

Posted by: Dimitri

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Uma nova forma de monopólio

Uma nova forma de monopólio

Não há como o usuário deixar o Facebook sem sofrer consequências. Ele não tem alternativas. Ou aceita as regras ou cai no ostracismo on-line



Um monopólio não é determinado pela essencialidade do produto monopolizado, mas pela ausência de alternativa viável.
A Microsoft, por exemplo, foi multada pela Comissão Europeia em meio bilhão de euros em 2004 por formação de monopólio não porque seus produtos eram essenciais, mas porque dominavam o mercado.
Tradicionalmente, monopólios surgem por imposição legal, restrição de acesso a matéria-prima, propriedade intelectual, ou processo de fabricação.
O Facebook não é essencial, mas é um novo modelo monopolístico, criado pelo somatório de nossas escolhas individuais.
Se a maior parte da comunicação social on-line de massa ocorre por meio de sua plataforma, não há opção exceto utilizá-la. Como um buraco negro, criada a massa crítica, torna-se impossível escapar.
Possíveis alternativas, como Google+, não são verdadeiras alternativas. Uma plataforma de comunicação só é útil se os interlocutores podem ser atingidos por ela. Daí o Facebook ter assumido condição análoga à de um monopólio. E daí surgirem problemas inerentes.
Primeiro, regras de economia de mercado não funcionam em monopólios. Não há como o usuário deixá-lo sem sofrer consequências simplesmente porque não há alternativas viáveis. O usuário não tem poder de barganha: ou aceita as regras ou cai no ostracismo social on-line.
Ademais, o usuário não é o cliente. O cliente são as empresas de marketing. Usuário e suas informações pessoais são o "produto" que o Facebook oferece aos anunciantes. É na capacidade de vender informação do usuário que reside o valor de mercado da empresa, o que gera conflito de interesses.
Terceiro, o grupo de jovens que controla a empresa é também legislador e juiz de padrões morais impostos ao usuário. Em 2011, a empresa excluiu imagens da pintura "Origem do Mundo", de Gustave Courbet, porque mostrava uma vagina. Neste ano, excluiu fotos do Jamurikumalu no Alto Xingu porque havia índias nuas. E nos últimos dias, excluiu fotos de manifestantes nus.
Não se trata aqui se tais jovens têm problemas em lidar com a própria sexualidade, mas que impõem seus padrões de moralidade a milhões de usuários. Proíbe-os de ler ou ver aquilo que não ofende o usuário, mas ofende quem comanda a empresa. Vale lembrar: quem viu tais fotos optou por seguir determinada página ou usuário.
Por fim, suas decisões não passam por um processo transparente. O usuário não tem chance de explicar-se, defender-se ou recorrer. Nem sequer sabe como ou por quem a decisão é tomada. Tampouco sabe que está sendo julgado. É apenas informado de sua condenação.
É como se, certo dia, você acordasse e descobrisse que alguém (sabe-se lá quem) decidiu que você não pode mais telefonar ou receber cartas.
Fosse um país, o Facebook não seria apenas o terceiro maior do planeta: sua conduta seria equiparável à da Coreia do Norte.
Não fosse um monopólio, o usuário se socorreria na competição. Mas, sendo-o, cabe ao legislador controlar e limitar a conduta da empresa em relação a seus usuários.

(Opinião do blog: Vetei o Facebook, e minha vida tomou novamente o ritmo normal como antes. O Facebook, descobri, e.... senti o antes e pós Facebook que ele era uma falha, este adota o "Modelo" de modismo social-imoral adquirido dentro desse ritmo indo contra os padrões normais de vida que eu levava antes, minha melhor opção... não há forma melhor de vida social que á nossa própria Família!. ByLorenzo

Por: GUSTAVO ROMANO.