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sábado, 23 de março de 2013

Brindemos a esses 60 Minutos de imbecilidade ignorância

Resumindo em um breve texto: Neste dia, "Da Hora Planeta" fiz uma via sacra por diversos Shoppings. de São Paulo pra me certificar, se o Comércio tinha aderido á Grande Palhaçada,
E já estava certo de que tudo funcionava á todo vapor, praças de alimentação lotadas, logistas trabalhando normalmente, Empresas de Fastfoods multinacionais, como MACDONALDS, BURGUER KING, e ademais saqueavam as horas de seus funcionários normalmente, exaurindo não a energia do planeta, mais de seus funcionários. NÃO DEI A DEVIDA ATENÇÃO SE O GOOGLE CRIOU ALGUM "DOODLES" O GOOGLE HOMENAGEIA TUDO QUE VAI CONTRA O BOM SENSO. E AS OBRAS DA COPA TEM CONSUMIDO MUITA ENERGIA?. BEM ISSO MEUS LEITORES, TODA ESSA PALHAÇADA DIA DISSO E DAQUILO TEM COMO PROCEDÊNCIA OS PAÍSES ESTADOS UNIDOS, CANADÁ, FRANÇA, SERÁ QUE O POVO NÃO TEM PROBLEMA DE SOBRA POR LÁ? Bem leiam o texto crirtico de ANDRÉ FORASTIERI.

A Hora do Planeta é parte do problema, não da solução.

 

Este sábado acontece a Hora do Planeta. É uma ação da organização World Wildlife Fund, WWF. É uma das ONGs mais famosas do mundo: o símbolo é um urso panda. Em resumo, convoca todas as pessoas do mundo a se desligarem da rede elétrica por uma hora. Segundo a própria WWF, "a Hora do Planeta é um ato simbólico, promovido no mundo todo pela Rede WWF, no qual governos, empresas e a população demonstram a sua preocupação com o aquecimento global, apagando as suas luzes durante sessenta minutos." A reflexão que a WWF propõe este ano: "o que você faria para salvar o planeta?"

Nada. O planeta não precisa de salvação. A Terra vai continuar existindo nos próximos bilhões de anos. Com qualidade melhor ou pior de vida para os seres que o habitam, claro. Mas nada que eu invidualmente faça faz diferença nenhuma, em termos de impacto ambiental. Críticos dizem que a Hora do Planeta, ou Earth Hour, é só marketing. É bem pior que isso. É nocivo. A Hora do Planeta é bobagem no conteúdo e na forma. E até na iconografia carola: um planeta Terra com uma vela acesa sugere contrição, submissão, oferenda. Não vamos misturar fé e ciência. Os opostos se repelem.
Famosos do mundo emprestam seus prestígios à Earth Hour. A trilha sonora oficial tem assinatura de astros, David Guetta e Usher. No Brasil, este ano a campanha conta com o apoio de artistas, a benção das instituições, e o aplauso dos bem-intencionados. Prefeituras vão apagar luzes de monumentos: o Cristo Redentor, a Ponte Estaiada de São Paulo. Este ano tem uma novidade, um desafio. Se você fizer isso e aquilo pela natureza, este e aquele famoso farão algo em contrapartida. Jessica Alba e Maria Fernanda Cândido estão todas lindas no site da WWF - quem não quer se juntar a elas?
A maioria de nós não quer. São 67 milhões de brasileiros no Facebook e 43 mil "curtiram" a Hora do Planeta. É muito improvável que meio por cento da eletricidade brasileira seja economizada nesta hora, mas esse nem é o ponto. O próprio WWF assume que o objetivo da Earth Hour, nome global da ação, é simbólico. É assim que seu sucesso tem que ser medido, pela repercussão. É é por isso que devemos nos esforçar pelo seu fracasso. É hora de menos simbolismo. E principalmente menos narcisismo e mais pragmatismo.
A crítica mais comum à Earth Hour se limita ao mensurável. Esta hora longe da eletricidade economiza pouquíssima energia. As evidências são neste sentido, como sugerem análises aprofundadas dos efeitos da Earth Hour na Inglaterra, Califórnia, e região de Ontário, três lugares ambientalmente avançados. A maioria das usinas continuará funcionando - e gerando CO2, se movidas a petróleo. Pior se forem desligadas, porque gastam mais energia para desligar e religar, do que para se manterem continuamente ligadas. Na hora escura, as pessoas vão usar lanternas a pilha, e acender velas de parafina.
Apoiadores da Hora do Planeta retrucam que não é isso que importa. A Hora do Planeta seria um instrumento poderoso de conscientização. Não se trata de quanta energia se economizou nesta hora. Garantem: o envolvimento das pessoas na Earth Hour faz com que elas adotem ações sustentáveis no restante das horas de cada ano. Só que a Earth Hour parte de um princípio insustentável: se cada um de nós fizer nossa parte, está tudo resolvido - e mais, fazer nossa parte é não só indolor, como divertido e descolado! Balela publicitária para aplacar a má consciência de desinformados.
Não conversemos sobre salvar o planeta, ou aquecimento global. Vamos discutir o que dá pra medir: energia. Economizar energia é inútil. A esmagadora maioria da população atual ainda nem tem acesso aos confortos básicos que a eletricidade proporciona. Luz, geladeira, TV, computador, máquina de lavar roupa e outras coisas que você, leitor, tem em casa. O aumento do poder de compra nos países emergentes aumenta brutalmente a demanda por energia. Ah, e a população da Terra vai crescer uns 40% nos próximos 40 anos, antes de (vamos torcer) se estabilizar por volta dos dez bilhões de pessoas.
Donde que a demanda energética não vai crescer nos anos vindouros - vai explodir. A estrutura atual já não dá conta do recado. Está implodindo. Como podemos perceber pelos apagões nas grandes cidades brasileiras, cada vez mais frequentes. Este mês tivemos mais apagões em São Paulo do que em qualquer época nos trinta anos que vivo aqui. O recorde aqui de casa: ficamos sem luz das três às dez da noite. Não temos que gastar menos energia. Temos que produzir muito mais, farta e acessível e sem impacto danoso ao meio-ambiente. Fácil falar, imperativo fazer.
O economista Ross Kittrick é um dos críticos mais eloquentes da Earth Hour. Diz em ensaio de 2009: a Hora do Planeta celebra a ignorância, a pobreza e o atraso. "A eletricidade abundante e barata foi a maior fonte de libertação da humanidade no século 20", começa em seu ensaio de 2009. "Repudiá-la por uma hora significa repudiar por uma hora o humanismo." Se você vê virtudes em viver sem eletricidade, desafia ele, faça isso não por uma hora, mas por um mês.
Para a repórter de ciência Maggie Koerth-Baker, o evento perpetua mitos sobre o meio-ambiente, e dá as pessoas uma noção errada de como enfrentar o desafio da energia. O principal defeito da Earth Hour é que ela faz parecer muito fácil resolver um problema muito complicado. É só não deixar a luz ligada à toa no dia-a-dia, e desligá-la uma hora por ano, e já fizemos nossa parte!
Maggie corrige: a mudança verdadeira é difícil e não acontece em casa. Como muitas campanhas de conscientização cuidadosamente planejadas pra fazer a gente se sentir bem, a Earth Hour engana. Dá a impressão de que nossas escolhas individuais, e pequenas mudanças no estilo de vida de cada um, são a maneira correta de lidar com problemas gigantescos - e não são.
Um estudo do MIT citado por Maggie ilustra maravilhosamente bem essa realidade. Os pesquisadores analisaram o consumo de energia de 18 tipos completamente diferentes de americanos, de um milionário e um senador a um mendigo e um monge budista. Os dois últimos gastaram pessoalmente muito menos que os dois primeiros, como prevista. Mas quando você analisa o gasto total coletivo de energia (a energia que faz com que funcionem as estradas, hospitais, escolas, bombeiros, delegacias etc.), e divide este gasto total, fica demonstrado que a diferença entre um mendigo e um milionário é mínima.
A jornalista completa: eventos como a Earth Hour passam a mensagem de que a solução depende fundamentalmente de escolhas individuais - de escolher não usar a infraestrutura energética que dividimos. Mas para os cientistas e especialistas que estudam como geramos e usamos energia, somente políticas públicas têm o poder de modificar este cenário radicalmente, e rapidamente, na velocidade que precisamos.
Vamos mais longe. Vamos onde é necessário ir. Precisamos é de políticas públicas que também influam fortemente na maneira como premiamos o capital, o trabalho, a inovação. E influam de maneira global. O capital recompensa muito quem cria um novo aplicativozinho pra iPhone e pune quem tenta investir em projetos ambiciosos em energia, saúde, educação. Bill Gates esses dias esbravejava: como pode a indústria farmacêutica investir mais dinheiro para curar a calvície do que a malária?
Ora, Bill, o investimento vai para onde o lucro é rápido, certo e maior. A tal mão invisível do mercado não dá conta de objetivos que não gerem bons lucros, muito menos metas de longo prazo. Os governos também não. Muitos países estão em crise brava e desviam seus recursos para garantir a saúde de instituições financeiras. Cortam investimentos sociais, em vez de aumentá-los proporcionalmente às demandas de suas populações. É o caso claro da Europa. Os EUA, que não estão mal, também cortam forte seu orçamento. Os governos atrapalham mais que ajudam, mas ainda ajudam mais que a maioria do setor privado. Soluções globais passam necessariamente por governança global.
Como cravou Millôr Fernandes, todo problema complexo tem uma solução simples - e errada. Quando a solução proposta avança mais lentamente que o problema, a solução é de mentira. É o caso da Earth Hour. Apela para o que nossa sociedade tem de mais narcisista: hei, você é muito importante, você pode fazer toda a diferença! Não pode não. A WWF mostra o que parece ser um problema, e logo oferece uma maneira mágica e prazerosa de resolvê-lo. É só marketing, no que o marketing tem de pior.
A WWF propõe que salvemos o planeta sem transformá-lo, sem metermos a mão no que é fundamental mudar. Sem esforço, nem conflito. Mas é a prioridade para os lucros dos bancos e os bônus de seus dirigentes que faz com que não tenhamos investimentos públicos. É a prioridade para os dividendos das empresas e os salários de seus CEOs que privilegia a novidade fácil sobre a inovação que importa. É a perpetuação de sistemas de governos obsoletos que chancela este estado de coisas, incompatível com as necessidades energéticas e ambientais da humanidade, hoje e ainda mais no futuro. Simples assim, complicado assim. Os desinformados que celebram a Hora do Planeta não sabem disso, ou não querem saber. São parte do problema, não da solução.


 Fonte: R7                                      Postado por: ByLorenzo

 

 




segunda-feira, 18 de março de 2013

Nossos Kamaradas do PirateBay Rumo á Catalhunha

Mais uma vez os piratas desbravando os Sete Mares, em uma luta constantes em defender seu partido cuja a bandeira já é um lema, liberdade nesse mundo "Digital" dominados por piratas "Legalizados"
Digo SONY com seu Play Station 4 que de inovador tem nada, tudo conversa fiada, em segundo vem a SAMSUNG com seu GALAXY VAZIO, muito barulho por nada, terceiro a APPLE sendo eliminada do pareo por meros Smartphones "Xing Lings" o que essas empresas 3 tem de Inovador? eu digo nada e longo prazo, no futuro não terá, além do mais sou um ser humano, preciso de tempo pra digerir, á tanta baboseiras tecnológicas lançadas simultaneamente, alimentando os Salários dos CEO´s dessas empresas ai em questão, eles nos tratam como "Gusanos" sem esquecermos do Tio Bio Gates, com seu WINDOWS 8 cheio de armadilhas, aliás estou usando Windows 8 agora neste momento, até que achei interessante esse S.O da Micro$oft, Me sinto dentro de um Windows 98SE versão 2013 (HeHeHe). fiz algumas mudnças aqui e está correndo lindo no meu Notebook, mais não abandono meu LINUX MINT por nada, Obrigado LINUS TORVALDS!!!,  DE VOLTA A PIRATARIA, bem nossos Kamaradas piratas do PIRATE BAY rumam á Catalunha filha bastarda da Espanha, nada mais exótico pois á espanha foi o berço da pirataria, eu estou enganado? me corrijam
por favor!  eu não teria escolhido melhor rota, e esse paizinho Sueco ta ferrado, logo..logo vai esta mendingando, varrer os Pirata de lá não vai resolver, Alás voltando á SONY está se desfazendo de seus impérios babilônicos, que vai de administração a produção, por isso veio á publico mostrar um miséro Joystick, Ô SONY é falta de criatividade né? Outra empresinha está num ciclo de remodelação de tecnologia defasada é a NVIDIA a famosa Olho de Hórus, vai ver que é um maldição
faraônica, (hehehe), ela herdou as pragas da 3DFX, por ter tramado a extinção desta junto com a INTEL e outras, foi tudo onde começou as puxações de tapetes, é o que acontece entre á INTEL e AMD temos a INTEL monopolizando os logistas pra empurrar essas porcarias de Processadores core i3 ..i5..i7 verdadeiras fornalhas, AMD como sempre é boicotada mais, é superior em tecnológia.
RESUMINDO AMIGOS TUDO ISSO AI É PIRATARIA JUNTO COM UM BOA DOSE DE INQUISIÇÃO MODERNA. Boa sorte aos Kamaradas do Pirate Bay. Opinião de: ByLorenzo

O Pirate Bay saiu das mãos do Partido Pirata Sueco. A decisão surge no seguimento de ameaças de um processo em tribunal da Rights Alliance, um grupo sueco de lobby anti-pirataria e de defesa dos direitos de autor, que conta com o apoio dos produtores de música e de cinema.
Os Partidos Pirata da Noruega e da Catalunha aceitaram ficar responsáveis pelo Pirate Bay, cujos servidores, nos últimos tempos, têm estado em localização desconhecida, depois de uma fase em que estiveram na Suécia e foram alvo de apreensões por parte das autoridades.
A deslocalização para a Noruega e Espanha pode ser entendida com as leis mais favoráveis à presença de sites de partilha de conteúdos. No passado, os dois países viram negadas as tentativas de acções legais contra serviços de partilha de conteúdos. Actualmente, e segundo as leis espanholas, os serviços que publiquem ligações para a partilha de conteúdos são legais, o que não acontece na Suécia.
O co-fundador do Pirate Bay Gottfrid Svartholm Warg foi preso em 2012 no Camboja e deportado para a Suécia em Agosto, por acusações relacionadas com fraude informática em serviços fiscais suecos.
Os chamados partido piratas estão actualmente presentes em mais de 60 países, embora frequentemente apenas como grupos informais, como acontece em Portugal, e não como um partido político. A maioria destes movimentos têm o objectivo de mudar a legislação relativa aos direitos de autor e  maximizar a liberdade de utilização da Internet.
Posted por: ByLorenzo