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quinta-feira, 30 de agosto de 2012

O Tão negado Pico do Petróleo - O Pico do Petróleo Chega ao Conhecimento Público - Parte 1

O Tão negado Pico do Petróleo - O Pico do Petróleo Chega ao    Conhecimento Público                  Por:  John Michael Greer

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(Todo cidadão antenado nos acontecimentos, de agora e do amanhã
deviam dar devida atenção á este texto)



Leitores habituais deste blog devem se lembrar de que, no inicio, um dos seus projetos principais era uma tentativa de descontruir a mais enraizada de todas as séries de mitos que a cultura industrial usa para definir o futuro. Citando Carlos Castaneda, o mito do progresso e o mito do apocalipse são adversários de peso; espero que enfrentá-los tenha sido tão educativo e, às vezes, tão divertido para meus leitores como o foi para mim. É um prazer dizer, entretanto, que a questionável opção entre um futuro de progresso infinito que leva a uma utopia tecnocrática e um futuro de súbito colapso catastrófico que leva a uma utopia romântica perdeu muito de seu peso no cenário do pico do petróleo. Isso não significa que esses mitos notáveis tenham desaparecido completamente. Não me lembro de quando foi a última semana que tenha se passado sem que houvesse pelo menos uma mensagem na minha caixa de entrada dizendo que estou totalmente errado e que a humanidade continuará seguindo para frente e para o alto até atingir seu grandioso destino, além de pelo menos mais uma outra dizendo que estou totalmente errado e que a civilização industrial vai explodir em mil pedaços em algum ponto vago mas iminente do futuro iminente. De qualquer forma, esse tipo de comentário não chega mais a ser, como antes, a maioria das respostas a cada postagem semanal feita aqui. Meu blog The Archdruid
Report (O Relatório do Arquidruida) foi, é claro, apenas uma das muitas vozes na discussão que trouxe à luz essa mudança, mas fico feliz em pensar que ele ajudou. Essa mudança tinha que acontecer, principalmente porque o movimento do pico do petróleo pode estar à beira de uma importante mudança, que muitos poucos de nós esperávamos. Por pouco mais de uma década, desde que os primeiros ativistas do pico do petróleo redescobriram as previsões de M. King Hubbert e perceberam que elas faziam muito mais sentido do que o fácil otimismo dos cornucopianos(*), as pessoas que se preocupam com o pico do petróleo vêm sonhando com um futuro no qual o resto do mundo finalmente acabasse por perceber que não se pode extrair uma quantidade
infinita de petróleo de um planeta finito e que os planejamentos sociais que dependem de suprimentos infinitos de petróleo barato podem ser bem menos inteligentes do que parecem ser. Muitos poucos de nós, entretanto, levaram realmente a possibilidade disso acontecer a sério, o que torna ainda mais
irônico o fato do pico do petróleo poder estar a ponto de se tornar público.
Considerando o contexto do movimento do pico do petróleo, fica fácil perceber sua dinâmica. Há quinze anos a ideia do pico do petróleo estava tão longe das previsões, que livros sérios sobre energia, publicados por editoras acadêmicas – um bom exemplo disso é Energy: A Guidebook (Energia: Um Manual), de Janet Ramage, publicado em 1997 pela Oxford University Press – já não lembravam que a produção de petróleo atingiria seu pico muito antes do último barril ser extraído do solo. Há dez anos, o movimento do pico do petróleo estava na mais extrema das periferias, e não passava de uma minúscula rede de geólogos e engenheiros especializados em petróleo, já aposentados, analisando números para fazer uma previsão de quando aconteceria o que a maioria dos especialistas alegava que nunca iria acontecer. Há cinco anos os primeiro livros realmente bons sobre o assunto - Hubbert’s Peak (O Pico de Hubbert) de Kenneth Deffeyes, The Party’s Over (A Festa Acabou) de Richard Heinberg, The Long Emergency (A Longa Emergência) de James Howard Kunstler, e uns poucos mais – foram publicados e alertas começaram a ser feitas por analistas que, até então, não havia se dignado a prestar atenção ao movimento do pico do petróleo.
A partir de mais ou menos um ano atrás, essa mudança da periferia para a corrente dominante de pensamento ganhou velocidade. O pico do petróleo se tornou concretamente presente na mídia financeira, onde um número crescente de analistas de mercado o encara como um fenômeno real e inevitável; equipes seletas de várias especialidades estão aconselhando vários governos a começar a
prestar atenção ao futuro do petróleo; os militares americanos colocaram o declínio das reservas energéticas em uma posição no alto da lista das ameaças iminentes à segurança dos EUA; e até mesmo ao mundo da haute culture (**), quase sempre último a notar até mesmo as grandes mudanças sociais,
foi oferecida uma enorme porção de informação sobre o pico do petróleo, cortesia do Dark Mountain Project. Só falta agora que os líderes políticos de uma nação industrializada comecem a falar sobre o pico do petróleo e, a julgar por algumas entrevistas coletivas recentes de Barack Obama sobre o vazamento de petróleo da BP, isso pode não estar longe de acontecer. O que então vai acontecer? É interessante notar que versões ligeiramente mais brandas dos dois mitos que citei acima têm um papel importante nas especulações sobre o impacto da divulgação do pico do petróleo para o público em geral. Algumas pessoas – não muitas, mas há algumas – ainda não perderam a esperança de que as pessoas que vivem nas sociedades industrializadas tomem fôlego, enfrentem o
desafio do pico do petróleo, e resgatem o projeto do progresso e a esperança de um brilhante futuro sem fim. Outras, muitas outras mais, estão certas de que um anúncio público de que a era do petróleo está no fim trará o pânico geral e o colapso da ordem pública, causando uma crise de revoltas, saques, e a prática de tiro ao alvo com balas de verdade. Não sei se estou certo, mas minha impressão é a de que nenhuma dessas alternativas é muito provável. O efeito, é claro, dependerá muito das circunstâncias, mas acho que a primeira reação será muito
semelhante à que aconteceu no choque do petróleo da década de 70, quando os Estados Unidos passaram por seu pico de Hubbert particular e a nação, acostumada à ilimitada energia barata, teve que enfrentar escassez e uma grande alta de preços. Quando aquilo aconteceu, alguns se esforçaram e trabalharam, enquanto outros entraram em pânico em maior ou menor grau, mas as multidões em tumulto criadas pela fantasia dos sobrevivencialistas(***) foram extremamente raras. Houve também quem achasse que a coisa toda era um complô comunista, liberal, conservador, ou fascista - acho que ninguém, com exceção dos Amish, escapou de levar a culpa pela crise energética da década de 70. Mas a quase maioria se limitou a dar de ombros ou a resmungar, de acordo com o temperamento de cada um, e seguir em frente como podia.
No meio dessas reações disparatadas muito trabalho construtivo foi realizado e pode-se dizer que, mesmo agora, a esfera da energia alternativa ainda não atingiu o nível que a vanguarda do movimento pela tecnologia apropriada já tinha atingido quando os cortes nos subsídios e o petróleo ultra barato
acabaram com o problema todo no começo da década de 80. Se tivermos uma confusão semelhante de reações disparatadas, uma outra fase de trabalho igualmente construtivo estará potencialmente ao alcance. É claro que também haverá uma outra rodada, maior e mais violenta, do debate entre os mitos
do progresso e do apocalipse acima mencionados e que também haverá muita agitação à medida que as pessoas avançarem pelos cinco estágios do pico do petróleo – que são, caso você não esteja sabendo, a negação, a raiva, a procura da ajuda divina, a depressão, e começar a se mexer e fazer alguma coisa.
Mesmo assim, infelizmente é também possível que talvez tenhamos algo bem mais destrutivo do que o que aconteceu na década de 70. Mesmo com todos os problemas daquela década, os recursos energéticos ainda eram ainda relativamente abundantes e as economias das nações industrializadas
estavam muito menos desequilibradas pela desorientação, pelas especulações financeiras e pela corrupção absoluta do que ficaram desde então. Os limites ao crescimento estavam próximos, mas ainda não tinham começado a se impor com tanta força e os pesquisadores do setor de energia podiam realmente traçar uma curva de transição que levaria as nações industrializadas à sustentabilidade sem
passar por um colossal trauma social e econômico. Essa possibilidade deixou de existir quando os líderes das maiores nações industrializadas, logo após
1980, adotaram uma política de curto prazo ao invés de um planejamento coerente. Nesse período, os recursos que poderiam ter alimentado a transição para a sustentabilidade foram queimados para alimentar uma última orgia de consumo intenso e as consequências vindas dessa extravagância final,
somadas a uma assombrosa má administração econômica e a uma boa quantidade de trapaças e fraudes, jogaram as nações industrializadas no que promete ser um longo e difícil período de crise econômica. Quando os mitos conhecidos falham e a vida fica difícil, as consequências quase sempre incluem uma forma de fuga coletiva para o mundo da fantasia, fenômeno bem conhecido pelos sociólogos e estudiosos da história. Pense no culto à carga, na dança dos fantasmas, nos americanos em um quintal do subúrbio de Chicago esperando para serem levados da Terra pelos extraterrestres, ou qualquer outro exemplo de que você possa se lembrar de pessoas reagindo a uma situação difícil através de um mergulho na fé, tentando atingir uma praia que não existe. Agora pense nisso de novo, lembrando-se desta vez que os fatores causadores do fenômeno podem muito bem incluir os símbolos, os slogans e as grandes esperanças que são mais importantes para você. Esse tipo de fenômeno é chamado de movimento de revitalização. Essa reação acontece quando uma sociedade sofre uma sequência de problemas que atingem diretamente o cerne de sua identidade e de seus valores. Nesses momentos, quando as instituições vigentes falham e os fundamentos dos valores coletivos sofrem uma ruptura, há uma intensa busca por alguma nova visão do destino que dê sentido às dificuldades e apresente uma saída que leve a um futuro melhor. Sendo a economia das crenças populares o que é, essa busca encontra um amplo suprimento muito rapidamente. Os movimentos de revitalização, tal como os carros novos, vêm com equipamentos de fábrica e uma série de opcionais que podem ser adicionados para satisfazer o gosto do comprador. Os equipamentos de fábrica incluem uma ampla crítica à ordem vigente, que visa demonstrar que a crise aconteceu porque o próprio grupo de pessoas que está sofrendo suas consequências, ou algum outro grupo que possa levar a culpa, se comportou mal e está sendo punido; uma visão de um futuro utópico que chegará assim que os problemas terminarem se a coisa certa for feita; e um plano de ação simples para fazer a transição entre os problemas e o futuro utópico. O problema é que o plano de ação não leva a nada, e é isso que distingue um movimento de revitalização de, por exemplo, um movimento normal de busca por mudanças sociais. Os movimentos de revitalização surgem quando todas as opções práticas para lidar com a crise são inviáveis ou inimagináveis.
Os equipamentos opcionais variam, desde os inofensivos até os assustadores. Um foco na purificação, por exemplo, é um opcional comum, mas purificação pode significar muitas coisas. Nos movimentos de revitalização dos nativos da América do Norte no século XX, por exemplo, isso geralmente significava a abstenção de álcool e outros tóxicos da cultura dos brancos, e teve grande influência no início de recuperação das comunidades indígenas depois das assustadoras experiências do século anterior. Nos movimentos de revitalização que surgiram na Europa após a peste negra, por outro lado, purificação geralmente significava livrar-se dos judeus e de outros estranhos, que eram
responsabilizados por espalhar a praga; esse fenômeno ajudou a lançar as fundações da mania da caça às bruxas dos séculos seguintes. Parece-me perigosamente possível que esses movimentos possam ser ativados pelo anúncio público da crise do pico do petróleo. Tendências como essa já estão bem consolidadas na cultura popular por todo o mundo industrializado. Os adeptos de Sarah Palin que adotaram “perfure, baby, perfure” como o mantra do momento estão ligados a uma fórmula mágica, é claro, mas o slogan é mais que apenas um
mantra; muitos dos que o repetem acreditam piamente que a única coisa que temos que fazer para ter todo o petróleo que queremos é perfurar mais poços e estão dispostos a fazer o que for necessário para que esses poços sejam perfurados. Esse plano de ação não leva a nada; eles poderiam juntar-se aos
cultos à carga e construir campos de pouso simulados em ilhas isoladas do Pacífico, esperando pela volta dos DC-3 cheios de ração militar e quinquilharias baratas que costumavam pousar em uma centena de arquipélagos durante a segunda guerra mundial. Entretanto, parece não ser fácil para eles
entenderem isso em curto prazo; meras explicações racionais não têm nenhuma força contra um movimento de revitalização emergente. A transformação de magia em movimento de revitalização está também acontecendo na outra ponta da escala política, embora ainda não faça parte da tradição deste segmento - o que é um lembrete de que, pelo menos nos Estados Unidos, há uma tendência atual para que as ideologias de esquerda sejam aceitas pela classe média ainda relativamente privilegiada, enquanto a classe trabalhadora, que favorece
as ideologias de direita, tem levado a pior há décadas. De toda forma, as tendências existem. Se você acompanhar as conversas na maioria dos fóruns do pico do petróleo razoavelmente ativos, provavelmente encontrará pessoas insistindo que todos nós, ou pelo menos uns poucos privilegiados, podemos fazer a transição para um futuro melhor se seguirmos um plano de ação que elas querem muito compartilhar conosco. Nessas conversas, as sementes dos movimentos de revitalização estão começando a querer germinar. Se essas sementes germinarem e florescerem, manter a cabeça fria quando seu envolvente perfume chegar até nós será um desafio maior do que, creio, a maioria dos meus leitores imagina. O que distingue os movimentos de revitalização das atividades mais ligadas à magia dos verdadeiros crentes no progresso ou no apocalipse é que movimentos de revitalização realmente levam as coisas a sério e
realmente fazem alguma coisa, além do fato de que, com alguma frequência, ao menos algumas das coisas que fazem valem a pena. A esperança é uma droga embriagadora; a esperança misturada à oportunidade para ações aparentemente construtivas tem um efeito ainda mais forte; adicione a sedução emocional de fazer parte de um grupo, da promessa de apoio e encorajamento mútuos, e a excitação que vem com o abandono das preocupações comuns para se engajar na busca obsessiva de um ideal compartilhado e teremos uma droga altamente viciante, à qual é difícil resistir e ainda mais difícil abandonar. Eis porque os movimentos de revitalização arrebanham multidões com tanta frequência e
seguem sua lógica particular até as últimas consequências, por mais catastróficas que sejam. No caso em questão, as consequências poderiam ser realmente catastróficas. Creio que a maioria daspessoas sabe, em teoria, que as boas intenções levam ao inferno, mas os movimentos de revitalização que saem dos trilhos têm o mau costume de colocar essa teoria em prática. Na próxima semana analisarei essas possibilidades negativas com mais detalhes e, ao fazê-lo, demonstrarei como o pensamento mágico que permeia os movimentos de revitalização pode ser usado de maneira mais construtiva. No momento, entretanto, quero dar a você o antídoto contra pensamento mágico que mencionei naconclusão do artigo da semana passada. Tal como as fórmulas mágicas das histórias de fadas, esseantídoto tem um tabu que limita o que pode ser feito com ele: você pode usá-lo para se proteger da magia, se você pensar sobre ele até entendê-lo, e você também pode passá-lo a outra pessoa que esteja
pronta para recebê-lo e entendê-lo, mas se você o passar para uma pessoa que não esteja disposta a aceitá-lo, ele provocará exatamente a fuga para o mundo de magia e de fantasia que ele deveria evitar.  Aqui está ele: Não existe um futuro melhor à nossa frente. Mantenha isso em segredo; mantenha isso em segurança. Conversaremos mais na próxima semana.

~~~~~~~~~~~~~~~~~~~ Notas de Tradução ~~~~~~~~~~~~~~~~~
(*) Milênio: referência ao milenarismo, crença em uma grande tragédia e uma grande mudança que virão após um ciclo de mil anos.

(**) Cornucopianos: aqueles que acreditam no paradigma da cornucópia, conceito criado por Willian R. Catton em seu livro “Overshoot” que define uma forma de ver o progresso humano sem levar em consideração o conceito de capacidade de carga e os limites do mundo, nem as diferenças entre conquista e drenagem de recursos, aceitando passivamente o mito da inexistência de limites.

(***) Haute Culture: termo, inspirado na expressão francesa haute couture (alta costura) usado para definir qualquer coisa do mundo cultural que seja para uma elite exclusiva.

(****) Sobrevivencialistas: pessoas que se preparam para possíveis catástrofes futuras estocando água e alimentos, fazendo treinamento de primeiros socorros, de autodefesa e autossuficiência.

Postado por: ByLorenzo

Part One: Peak Oil Goes Mainstream




By John Michael Greer


Longtime readers of this blog will recall that one of its central projects early on was an attempt to deconstruct the most deeply entrenched set of myths industrial culture uses to define the future. To borrow a phrase from Carlos Castaneda, the myth of progress and the myth of apocalypse were worthy opponents, and I hope the confrontation with them was as educational, and occasionally entertaining, to
my readers as it was to me. I’m pleased to say, though, that the dubious choice between a future of endless progress toward some technocratic Utopia and a future of sudden cataclysmic collapse into some romantic Utopia has lost much of its grip on the peak oil scene. That’s not to say these particular narratives have gone away completely. I don’t recall the last time a week passed without at least one message in my inbox claiming that I’m all wrong and humanity will keep on marching onward and upward to a destiny among the stars, and at least one more claiming that I’m all wrong and industrial civilization will blow itself to smithereens at some vague but imminent point in the very near future. Still, such comments no longer make up most of the responses to each week’s post here, as they once did. The Archdruid Report was only one of many voices in the
conversation that midwifed that change, of course, but I like to think that it helped. That shift needed to happen, not least because today’s peak oil movement may be standing on the brink of a momentous shift very few of us are expecting. For just over a decade now, since the first peak oil activists blew the dust off M. King Hubbert’s predictions and realized that they made a great deal more
sense than the easy optimism of the cornucopians, people concerned about peak oil have daydreamed of a future when the rest of the world would finally get around to noticing that you can’t extract an infinite amount of oil from a finite planet, and that technological, economic, and social arrangements predicated on endless supplies of cheap oil might be a good deal less clever than they looked. Very few of us, though, have really taken that possibility seriously, which makes it all the more ironic that peak oil may be on the brink of going mainstream in a big way. Place the peak oil movement in its context and the dynamic is hard to miss. Fifteen years ago the ideaof peak oil was so far off the radar screens that serious books on energy published by academic publishers – Janet Ramage’s Energy: A Guidebook (Oxford University Press, 1997) is a good example – no longer remembered that oil production would crest long before the last barrel was pumped out of the ground. Ten years ago the peak oil movement was the outermost fringe of the fringe, a tiny network of retired petroleum geologists and engineers crunching numbers to predict the timing of an event most experts claimed would never happen. Five years ago the first really good books on the subject – Kenneth Deffeyes’ Hubbert’s Peak, Richard Heinberg’s The Party’s Over, James Howard Kunstler’s The Long Emergency, and a few others – were in print, and denunciations were beginning to issue forth from pundits who, until that time, had considered the peak oil movement to be beneath their notice.
Over the last year or so, the journey from fringe to mainstream has shifted into high gear. Peak oil has become a known quantity in the financial media, with a growing number of market pundits treating it as a real and inevitable phenomenon; blue-ribbon panels of various kinds are advising various
governments that they really had better start paying attention to the future of petroleum; the US military has given dwindling energy supplies a place high up on the list of imminent threats to America’s security; even the world of haute culture, so often last in line to notice even the biggest changes sweeping through society, has been served up with a jumbo helping of peak oil courtesy of the Dark
Mountain Project. All that remains is for the political leaders of an industrial nation to start talking about peak oil, and to judge from some of Barack Obama’s recent press conferences about the BP oil spill, that day may not be too far away.
What will happen then? It’s interesting to note that slightly muted versions of the two mythic narratives I discussed earlier in this post play a large role in speculations about the impact of peak oil going public. Some people – not many of them, but there are some – still cling to the hope that the people of
the world’s industrial societies will take a deep breath, face up to the challenge of peak oil, and rescue the project of progress and the hope of brighter futures ad infinitum. Others, rather more of them, are convinced that a public announcement that the age of oil is ending will result in mass panic and the
collapse of public order in an orgy of rioting, looting, and target practice with live ammo. My guess, for what it’s worth, is that neither of these is particularly likely. A great deal depends on the circumstances, to be sure, but I suspect the first reaction will have a good deal in common with the oil shock of the 1970s, when the United States passed its own Hubbert peak and a nation used to limitless cheap energy had to face shortages and soaring prices. When that happened, some people buckled down and got to work; others panicked to one degree or another, though the rioting mobs of survivalist fantasy were in notably short supply; still others dismissed the entire thing as a Communist, liberal,
conservative, or Fascist plot – I don’t think anybody but the Amish missed being blamed for the energy crises of the 1970s – and something close to a majority just shrugged or grumbled, according to temperament, and muddled through.
In the midst of these disparate reactions, a great deal of constructive work got done, and it’s arguable that even now the alternative energy scene hasn’t caught up to the point that the leading edge of the appropriate technology movement had reached when funding cuts and ultracheap oil brought the boom down on the whole thing in the early 1980s. If we get a similar muddle of disparate reactions, another round of equally constructive work is potentially within reach. Of course there will probably also be another round, on a larger and louder scale, of the debate between the myths of progress and apocalypse mentioned earlier in this post, and there will doubtless be plenty of flailing as people work
their way through the five stages of peak oil – those are denial, anger, bargaining, depression, and getting off your rump and doing something, in case you didn’t know. Still, it’s also uncomfortably possible that we could also get something a good deal more destructivethan what emerged out of the Seventies. For all the troubles of that decade, energy resources were still relatively plentiful and the economies of the industrial nations were far less topheavy with financial
hallucinations, profiteering, and outright graft than they have since become. The limits to growth were in sight, but they had not yet begun to clamp down hard, and energy researchers could reasonably trace a curve of transition that could get the world’s industrial nations to sustainability without massive
social and economic trauma.
That possibility was foreclosed when the leaders of the major industrial nations embraced short term politics instead of meaningful planning in the years right after 1980. At this point, the resources that might have powered a transition to sustainability have been burnt to fuel one last orgy of conspicuous
consumption, and the consequences of that final spree, combined with epic economic mismanagement and a good solid helping of chicanery and outright fraud, have tipped the industrial nations of the world over into what promises to be a long and difficult period of economic malfunction. When familiar myths fail and life gets difficult, in turn, the results rather too often include a form of
collective flight into fantasy well known to sociologists and students of history. Think of cargo cults, Ghost Dancers, Americans waiting in a suburban Chicago backyard to be taken off the planet by the Space Brothers, and every other example you recall of people responding to a difficult situation by a leap of faith to a farther shore that didn’t happen to be there. Now think about it again, remembering that this time the motivating factors may well include the symbols and slogans and passionate hopes that matter most to you.
The standard jargon for phenomena of this kind is revitalization movements. They happen when a society is hit by repeated troubles that cut straight to the core of its identity and values. In such times, when existing institutions fail and the collective foundations of meaning crack, there’s a large demand for some new vision of destiny that will make sense of the troubles and offer a way past them to some brighter future. The economics of popular belief being what they are, that demand very quickly finds an ample supply. Revitalization movements, like new cars, come with standard features and a range of optional gewgaws that can be added on to suit the tastes of the buyer. The standard features include a thorough critique of the existing order of society, which is meant to show that the troubles have occurred because either the people who have suffered from them, or some other group that’s to blame for them, have misbehaved and are being punished; a vision of a Utopian future that will arrive right after the troubles if the right things are done; and a straightforward plan of action to make the transition from the troubles to the Utopian future. The problem is that the plan of action can’t actually deliver the goods; that’s what defines something as a revitalization movement rather than, say, an ordinary movement seeking social change. Revitalization movements emerge when all the practical options for dealing with a crisis are either unworkable or unthinkable. The optional features range all over the map from the harmless to the horrific. A focus on purification,
for example, is one common optional feature, but purification can mean a great many things. In the Native American revitalization movements of the twentieth century, for example, it usually meant abstaining from alcohol and other toxic products of white culture, and did a great deal to help First Nations communities begin to recover from the ghastly experiences of the previous century. In the European revitalization movements that sprang up in the wake of the Black Death, by contrast, it usually meant getting rid of Jews and other social outsiders who were blamed for spreading the plague, and helped lay the foundation for the witch hunting mania of the following centuries. It seems uncomfortably likely to me that such movements could be set in motion by the emergence of peak oil as a publicly acknowledged crisis. Tendencies in that direction are already welded firmly in place in popular culture across the industrial world. The Sarah Palin supporters who turned “Drill, baby, drill” into their mantra du jour are engaging in incantation, to be sure, but there’s more to the slogan than a comfortable thoughtstopper; a great many of the people who mouth it believe with all
their heart that all we have to do is drill enough wells and we can have all the petroleum we want, and they are willing to do whatever it takes to get those wells drilled. That plan of action can’t deliver the goods; they might as well be out there with the cargo cults, building mock airfields on isolated Pacific
islands hoping to bring back the DC-3s full of K-rations and cheap trade goods that landed on a hundred archipelagoes during the Second World War. Still, that’s not something they are likely to grasp any time soon; mere reason has essentially no power against a nascent revitalization movement. The shift from incantation to revitalization movement is under way on the other side of the political
spectrum as well, though it hasn’t generally gotten as much traction yet – a reminder that in America, at least, the ideologies of the left these days tend to be favored by the still relatively privileged middle classes, while the working classes that favor ideologies of the right have gotten the short end of the stick for decades. Still, the tendencies are there. Watch the conversations on most reasonably active peak oil forums, and you’re very likely to see people insisting that all of us, or at least a chosen few, can make the transition to a brighter future if only we follow some plan of action they are eager toshare. In those conversations, the seeds of the revitalization movements to come are putting out their first tentative shoots. If those seeds sprout and blossom, keeping a clear mind amid their heady perfume will be a more challenging task than I suspect most of my readers realize. What sets revitalization movements apart
from the more incantatory activities of the true believers in progress or apocalypse is that revitalization movements actually buckle down and do something, and tolerably often, at least some of the things they do are worth doing. Hope is an intoxicating drug; hope blended with opportunities for apparently constructive action is an even stronger one; add the emotional lure of belonging, the promise of mutual support and encouragement, and the rush that comes from dropping ordinary concerns for the single- minded pursuit of a shared ideal, and you’ve got an addictive high that’s hard to resist and harder to
quit. That’s why revitalization movements so often gather large crowds, and proceed to follow out the consequences of their internal logic to its furthest extreme, no matter how catastrophic the consequences might be. In the present case, they could be catastrophic indeed. I think most people know in theory about the destination of the road paved with good intentions, but revitalization movements that go awry have a bad habit of putting that theory into practice. Next week, I’ll explore those uncomfortable possibilities in more detail, and in the process, show how the magical thinking that underlies revitalization movements could be put to use in much more constructive ways. For the moment, though, I want to pass on the counterspell against incantatory thinking that I mentioned at the conclusion of last week’s post. Like the magic spells in fairy tales, it comes with a taboo that limits what you can do with it. The taboo is this: you can use it to guard yourself from incantations, if you think about it and understand it, and you can pass it on to someone else who’s ready to receive and understand it. If you give it to someone who’s not willing to accept it, though, it will cause exactly the flight into incantation and fantasy it’s meant to prevent. Here it is: There is no brighter future ahead. Keep it secret; keep it safe. We’ll talk more next week.

Posted by: ByLorenzo

terça-feira, 28 de agosto de 2012

McDonald's: Um Cardápio de Escândalos




 E por falar em palhaçada, iremos explorar o Submundo do palhaço Ronald MacDonalds um assunto muito grave de denúncias envolvendo a Empresa de lanches rápidos e impuros (se podemos chamar de lanches) da rede de fast food Mac Donalds e sua cadeia de restaurantes que eu apelidei de Holocaustica fastfood, onde há uma serie de denúncias de maus-tratos a funcionários. De quem é culpa? Em primeiro plano a culpa é do próprio Mac Donalds, e em segundo plano é você consumidor que é displicente e alheio não se perguntando o quanto você tem contribuído para que esta maldita empresa gringa venha aqui escravizar o  já tão sofrido povo brasileiro, quando você entra num desses antros chamados restaurantes com seu filhinho coitado inocente, já se perguntou qual a qualidade de vida está tendo o filho do funcionário com o misero  salário maldito pago pelo Mac Donalds? Não né? Afinal você vai querer sair pela tangente, afirmando nada tem á ver com o Holocausto do pobre funcionário estou certo? Você esta cometendo duplo crime um é contra seu corpo e de seus filhos os envenenando, e o outro delito é alimentar esse maldito sistema que aliás é a cara do MacDonald, poderia simplesmente adotar um hábito saudável, em sua casa preparando você mesmo seu Lanche com as suas crianças, totalmente “clean” e se libertar dessa maldita alimentação plástica e podre do Mac Donalds, aliás se você não se preocupa com a integridade física e boa saúde, é um problema todo seu, mais a questão é que devido a sua insaciável comodidade moderna acaba por criar um sistema injusto, para muitos e graças aos consumidores de Lixo é que continua essa escravidão, em terceiro plano a culpa é dos tais políticos e autoridades e sindicatos de categoria que só resolveu se mexer quando mexeram com  seus “Brios” porque essa situação de escravidão envolvendo o MacDonalds é velha e capenga, caro amigo leitor, de qualquer forma o réu em segunda instância é você se consome esse Lixo do Mac Donalds, estou postando por ser teimoso e não porque acredito em mudanças seja qual o lado seja do consumidor, MacDonalds, ou da má vontade política pois pode observar no vídeo que até a Leci Brandão parece dá palpite nesse assunto. Aliás nem sabia que ela estava envolvida com a escória da política Brasileira, triste heim Leci Brandão!! então como estava dizendo e continuando o assunto, eu sei que vou ser massacrado mais é de praxe que o brasileiro sacrifique á mim e que saia Ileso o MacDonalds, é assim que funciona  aqui no Brasil, nos Estados Unidos da Impunidade da América,  onde quer que tenha uma rede da má alimentação MacDonica vai haver uma multidão, querendo se envenenar, e outros como escravos servindo o cardápio maldito em troco de uns miséros trocados, onde o MacDonalds alega ser um salário justo. Texto de: ByLorenzo                      -             Postado por: ByLorenzo



 

Julien P. Assange oficialmente O "Mico" [Um Palhaço Irônico]


Julien Assange o “Mico” fundador do Wikileaks que pula de galho em galho, quase sempre um “Mico”que se faz de ameaçado de extinção  outras vezes
Assim como  em uma nuvem mágica também tem o poder de  transverti-se em palhaço á pedido do dono circo os Estados Unidos,  assim é instruido, á montar seu circo [é meu imaginário] onde é requisitado pois outros países marionetes que também desejam participar da palhaçada, e como vivemos em universo de palhaços onde somos manipulados[eu disse somos por pura cortesia] pela imprensa Hilária, pintamos nossa cara para não deixarmos transparecer nossa real  identidade de palhaço, a sensação é que somos palhaços a qualquer hora do dia pintando a cara ou não, mais...como não podemos  pintar a consciência, temos alusão de que podemos nos esconder, atrás de uma camada de tinta de tom hipócrita, assim deveríamos ficar naturalmente “vermelhos” de vergonha, mais como palhaço não tem mais vergonha é natural que pinte a cara, pois de cara limpa não obteria os resultados em suas piadas contadas á outros palhaços sem graça, assim é Julien Assange que contas piadas sem graça o tempo todo, e como todos outros palhaços abraçaram suas piadas ele agora quer dá o tom de seriedade[Com seu WikiLeaks] e diz que falava sério, e que não era pra rir, agora Assange invocou o seu “senhorio do circo”[E.U] e pediu para retornar a sua naturalidade que é ser  “Mico” ninguém sabe como aconteceu mais o “Mico Assange” foi parar no Equador fazer “Micagem” para o quase finado “Presidente Correa” o que será que rola nesse passeio do “Mico”? um breve resumo: eu vendo tudo isso do alto Gelosia cheguei a uma conclusão pessoal, Julian Assange, é um ególatra mais interessado em sua autopromoção de palhaço do que em qualquer causa social e uma outra conclusão Não faltaram os habituais apressados apologistas de novidades a vaticinar que o jornalismo passaria por uma transformação radical, e nunca mais seria o mesmo por causa do WikiLeaks. Em apenas um ano, viu-se que não seria assim.
Afinal, constatou-se que a esmagadora maioria dos segredos revelados pelo WikiLeaks era de importância reduzida, confirmava o que já era de conhecimento geral, atingia com gravidade apenas a reputação de poucas figuras públicas, submetidas ao constrangimento de terem sua hipocrisia ou cinismo expostos à sociedade. 
De fato, nada de realmente substantivo que não se sabia antes emergiu, e poucos efeitos dramáticos para a coletividade ou em políticas públicas resultaram do episódio ou dos seguintes trazidos à tona pelo WikiLeaks.
Então é previsível todas essas táticas dos Estados Unidos em criar personalidades polêmicas, para desviar atenção dos povos, outro fator que fica no ar ou na América a criatividade em nome da manipulção anda em baixa, ou estamos bem espertos apesar dos altos níveis de inadimplência mental.
Se eu disse asneiras parabéns por ser tão observador, você anda muito sensível. Do contrário meu muito obrigado por lê minhas asneiras.
[*deus ferre á América pois aqui já estamos todos ferrados]

Por: ByLorenzo

domingo, 26 de agosto de 2012

Morreu talvez o maior mentiroso de todos os tempos (Neil Armstrong)

He died perhaps the biggest liar of all time
Он умер, пожалуй, самый большой лжец всех времен

Aqui vai minha homenagem ao "MAIOR MENTIROSO DA ERA MODERNA DIGO MAIOR PORQUE,
ELE DISSE CHEGAR AONDE NINGUÉM CHEGOU (A Lua), Incrivél como alguns mentirosos vivem muito,
Enquanto aqueles, que propagam á verdade se vão cedo é demais suportar á tais caras como Armstrong, por isso vamos embora cedo, Aqui vai meu muito obrigado á Você  Neil Armstrong graças á você resistimos e nos tornamos inteligentes,
não é por acaso que existem milhares de pessoas, igual á mim que se vão algum dia convictos de que você(Armstrong)(e seu amiguinho que inspirou a criação do bonequinho da Disney Buzz) nunca chegou á Lua, e com á certeza de que tomaremos um caminho totalmente diferente do seu quando chegar a nossa hora, seremos recebidos com honra, e com honra seremos eternos ao seio do nosso Pai Celestial, Amém! e com a certeza também, de que sempre estaremos, em contramão de pessoas como você Armstrong um Mentiroso Convicto, nos ultimos suspiros talvez você pensou livre finalmente! how...how ainda não Armstrong você ainda irá declarar para todos que é  um mentiroso aguarde o seu Quinhão. Lembremos também o  ilustre nosso outro professor de mentiras Buzz Aldrin O agressor de homems sérios que tentam expor suas mentiras e a sua fanatasiosa ida á Lua quando é questionado,  também soltou á hipocrisia ao "ar" em relação a morte do seu amigo Lunático ops! Astronauta. Buzz Aldrin um breve recado: nossa linda e bela Lua é uma virgem branca com suas fases de charme, Nunca foi e nunca será maculada pelos seus Malditos Pés Buzz Aldrin!!!. 

ByLorenzo

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Más noticias vindas da terra do SIONISMO - 22-08-2012 - Aumenta o desemprego em Israel


Mais de 20.000 pessoas perderam seus empregos durante o mês de julho, em território palestino ocupado, de acordo com um estudo realizado pelo regime israelense. O relatório, divulgado terça-feira, revelou que este aumento do número de desempregados por um mês , não tem precedentes desde julho de 2009. também acrescentou que, neste momento alguns 187.000 israelenses estão desempregados, Segundo a Central Bureau of Statistics do regime de Tel Aviv, anunciou no final de julho que a taxa de desemprego no segundo trimestre de 2012, em território Israelense  aumentou em 7%, enquanto em 2011 este número foi de 5,6%. Autoridades dizem que o regime israelense enfretará em um futuro próximo, uma taxa de desemprego nos territórios palestinos ocupados acima 10%. disso revelou que  o nivel de contratação de trabalhadores em julho de 2012, em comparação com o mesmo período do ano passado, diminuiu 9,2%. Segundo os analistas, a economia do regime israelense entrou em recessão e que também sofrem de estigma social e de injustiça. A desigualdade econômica e social nos territórios ocupados pobres tem causado crescente insatisfação social entre os israelenses, o que tem causado um número crescente de pessoas que tentam o suicídio ou imolar-se. incidência de tentativas de suicídio ocorre em Israel em protesto ao alto custo de vida que vem aumentando dramaticamente, só nas últimas semanas, foram mais de 10 casos de suicídios consumados. Enquanto isso, dezenas de milhares de cidadãos israelenses têm realizado nos últimos meses manifestações em massa contra o regime em Tel Aviv de territórios palestinos ocupados, onde, além de criticar as políticas económicas do primeiro-ministro do regime, Benyamin Netanyahu, exigindo sua renúncia.  Fonte: HispanTV
Cidadãos ucranianos espancam um judeu durante um pogrom em Lvov. Polônia, entre 30 de junho e 3 de julho de 1941
Os sionistas de plantão, estão de orelhas quentes e vermelhas aliás onde quer que se vá
No território da internet, há milhares de comentários em milhares de sites, onde as pessoas citam como culpados os ganaciosos Judeus "Sionistas" de WallStreet e os Sionistas do Leão de Judá por essas desgraças, Se continuar assim logo teremos, ondas avassaladoras de "Pogrons" a quem os Sionistas iriam culpar ou usar como bode espiatório desta vez? How..how quero vê os Sionista sairem dessa agora. dêem olhada acima na foto "Pogroms" como este assolaram diversas partes da Europa.
Rezemos, para que o pai do Judas Iscariotes, não cobre dos sionistas um sacrificio Sangrento 
a história pode tomar outro rumo.

Postado por: ByLorenzo

Racismo Sionista: “Nenhum serviço médico para os palestinos”


Um rabi extremista aconselha os médicos israelenses para que não atendam doentes palestinos. 
O racismo dos judeus residentes nos territórios ocupados de Palestina aumenta, segundo Demetri Deliani, importante membro do movimento palestino  “Al Fatah“. 
Ufadia Yusef, rabi extremista israelense e presidente do movimento extremista “Shas”, declarou que os médicos israelenses não devem prestar serviços médicos aos palestinos que não sejam judeus, porque contraria a lei judaica (Diz-se respeito ao Sabbat).
“Nem sequer a gravidade do caso justificaria prestar atendimento médico aos palestinos”, segundo o referido rabi. 
“Anteriormente, esse mesmo rabi defendeu o extermínio dos palestinos e num decreto religioso proibiu todas as transacções de compra e venda imobiliária com os palestinos”, referiu Ufadia Yusef. 
O rabi também reclama ao tribunal egípcio que está julgando o caso do ex-presidente egípcio Hosni Mubarak que suspenda o processo e o ponha em liberdade. 
Numerosos relatórios emitidos por diferentes entidades nos territórios ocupados de Palestina também confirmam o aumento, relativamente ao ano passado, de manifestações de racismo na sociedade israelense. 
Essas entitdades acusam os líderes políticos israelenses (pt, israelitas) de terem criado um clima de “legitimação do racismo” contra os cidadãos palestinos e também contra os israelenses, árabes e os palestinos judeus, que representam 20% da população de Israel. 
Fonte: HispanTV
Postado por: ByLorenzo

"Judeus Dirigem Hollywood - E Daí?" (Só para recordar ou pra que ainda não leu)


"Judeus Dirigem Hollywood - E Daí?"

- é um descarado artigo "empurre isto garganta abaixo"

Marlon Brando reclamou no show Larry King Live no dia 5 de abril de 1996 que "Hollywood é dirigida por judeus - é dos judeus!". Ele adicionou que os judeus haviam caluniado todos os outros grupos raciais,"mas são sempre tão cuidadosos em que nunca haja qualquer imagem negativa do judeu".
Por isso, Marlon Brando foi rotulado "anti-semita" e forçado a pedir desculpas aos judeus que controlam o Centro Simon Wiesenthal do Holocausto em Los Angeles.
Agora a judiaria organizada se tornou tão descarada que nem estão mais fazendo segredo deste fato!
Jews Run Hollywood - So What?
O norte-americana Moment Magazine tem como subtítulo "A Revista Judaica para os Anos 90". Sua edição de agosto de 1996 carrega a aterradora manchete"Judeus Dirigem Hollywood - E Daí?" O autor é o judeu Michael Medved que afirma:
"Não faz senso algum tentar negar a realidade do poder judaico e proeminência na cultura popular. Qualquer lista dos mais influentes executivos de produção em qualquer um dos maiores estúdios de cinema irá produzir uma grande maioria de reconhecíveis nomes judaicos."
O artigo então descreve como o judeu Michael Eisner, o chefe dos estúdios Walt Disney somente emprega "bem pagos magnatas judeus" como produtores comoJeffrey Katzenberg, Michael Ovitz, Joe Roth (ex-chefe da 20th Century Fox). Medved enfatiza neste ponto que, "a famosa organização Disney, que foi fundada por Walt Disney, um gentio do Meio-Oeste que alegadamente mantinha atitudes anti-semíticas, agora tem pessoal judaico em virtualmente todas as suas posições poderosas".
Medved continua: "Homens e mulheres de background judaico dispõem de uma vastamente desproporcional - se não dominam - influência em Hollywood". Ele adiciona que mesmo estúdios que foram comprados pela japonesa Sony e pelo judeu australiano Rupert Murdoch ainda tinham que contratar "um tíme yiddish de líderes industriais de longo tempo em suas posições mais poderosas. Quando Mitsushita tomou conta da MCA-Universal, eles não fizeram nada para ameaçar a inquestionada autoridade do legendário trio de administração - e totalmente judaico - de Lew Wassermann, Sid Scheinberg e Tom Pollack".
Medved escreve ainda que a maioria dos magnatas dos filmes eram graduados de cólegios da Ivy League, "onde judeus são vastamente super-representados - bem como eles são em Hollywood". Ele diz que nepotismo representa um papel exemplificado com a Samuel Goldwyn Pictures ser dirigida por filho do fundador Samuel Goldwyn e a terceira geração, Tony Goldwyn, está esperando para tomar conta. Ele adiciona: "Esta tendência dinástica no entretenimento americano é certamente um fator da continuada proeminência do papel judaico."
Medved diz que pesquisas demonstram que os norte-americanos acreditam que os judeus perfazem 10% da população quando são somente 2,4%.
A principal reclamação de Marlon Brando era de que os judeus são sempre retratados como carinhosos, amorosos, humorosos, e fazedores do bem. Medved escreve que "escritores judeus e diretores empregam inquestionavelmente descrições aduladoras dos judeus para as audiências reagirem com simpatia e afeição".
Os personagens judaicos se tornaram lugar-comum na televisão dos EUA, como exemplificado por shows como "The Nany", apresentando a judia do Brooklyn Fran Drescher, "Northern Exposure" apresentado o Dr.Joel Fleishman, "Seinfeld" está repleto de temas judaicos, diz Medved. "Quiz Show" tem o judeu Rob Morrow como o advogado, "Mad About You" tem Paul Reiser como produtor do filme, "Friends" retrata David Schwimmer como o doutor. Outros programas de TV apresentando óbvios judeus em situações aduladoras incluem "Love and War", "Thirtysomething", "LA Law", "Home Front" e "Brooklyn Bridge".
Medved escreve que ressentimento contra Hollywood tem crescido:
"Pesquisa após pesquisa, feitas nos últimos 10 anos, demonstram que o público acredita que esta indústria está mais firmemente associada com judeus do que qualquer outro negócio no mundo. É quase universalmente vista como a força destrutiva com a qual a nossa sociedade deveria ser preocupar".
Medved diz que filmes anti-cristãos como "The Last Temptation of Christ" (A Última Tentação de Cristo), de Lew Wasserman"dá apoio tático ao que a maioria dos americanos considera a influência danificadora da indústria do entretenimento".
Medved acaba com esta afirmação, que deveria ser um aviso a todos os não-judeus:
"O peso combinado de tantos judeus em um dos negócios mais lucrativos e numa das indústrias mais importantes da América dá aos judeus de Hollywood uma grande parcela de poder político. Eles são uma grande fonte de dinheiro para os candidatos democratas. O patriarca informal dessa indústria, o presidente do conselho da MCA Lew Wasserman tem um tremendo poder de dar bofetadas na política estadual e nacional. Assim também Barbara Streisand, Norman Lear e outros."

Postado por: ByLorenzo

Foram realmente exterminados 6 Milhões de Judeus?

Hello! amigos agradeço desde já a visita de todos, assim como a mídia emburrecedora cauteriza aqueles de mente desavisada e desatenta, eu aqui indo na contra mão da falsa-midia procuro e tento inserir dentro do contexto assunto alheios, á maioria dos cidadões do mundo e assim como essa midia é feita de mentiras e enganos, cabe á todos irem na contra-mão desfazendo esses enganos propósitais e mentirosos da Midia, e a assim obtendo resultados claros e óbvios quero deixar CLARO Que este BLOG NÃO DIVULGA OU DISCUTE FEITOS E PROJETOS(FICTICIOS) OU SENSACIONALIZA ASSUNTOS ENTORNO DA NASA, FBI, BUILDERBERGS, ILLUMINATIS, OVNIS,
FIM DO MUNDO, ACONTECIMENTOS CATASTRÓFICOS QUE ESTIMAM MILHÕES DE ANOS Á FRENTE, PROFECIAS SEM BASE SÓLIDAS, EXCESSO DE ALTRUÍSMO, EGOTISMO, ALEX JONES, JESSE VENTURA, ONDA GAY Etc. Ao invés disso deveriámos nos enojar das desculpas dos japoneses, assumindo publicamente crimes cometidos por seus governos, culpa por milhares de estupros á mulheres inocentes cometidos por seus soldados, os cidadões Japoneses deviam levantar á cabeça e ao mesmo tempo se envergonharem de fazerem disso um dia das "desculpas" deveriam era tomar para si á vergonha na suas faces hipócritas ao assumirem tal postura ridícula, How...How Japoneses á máscara caiu a onde está a dignidade e os ensinamentos e sabedoria Orientais? foi pro ralo?. bem amigos desculpa a sinceridadde pessoal ( eu disse pessoal) Mais em breve também falarei da amada Russia e seu "lodo" pegajoso dos seus crimes assombrosos, Por Ex: O Massacre da Floresta KATYN Sim o massacre de soldados Poloneses, a mandos do carniceiro Josef Stalin Bem-vindo ao teatro moderno dos horrores com estréia de peças reais do passado, com a participação de grandes estrelas do elenco - Josef Stalin, Pol Pot, Lenin, Mao Tsé-Tung com seu Top invejavél e frieza em numeros de mortes superou até Stalin, bem deixaremos para próxima esse grande show descrito em letras, visto que nosso anjo negro da morte se modernizou, já não se diverte como antigamente, ele se divertiu como nunca até foi pirata só não deixou claro que é cego do olho direito, e por motivo desconhecido á nós amputaram-lhe a perna direita, e por apontar sempre com a mão direita o caminho pra perdição por consequência também lhe deceparam a mão direita, Este se chama Satanás o nosso irmão perdido criador da sociedade "Caolha" ele mente ao dizer que é amputado da perna esquerda, ele o é terrivél pirata dos sete mares, Um mar chamado Humanidade mata e rouba saqueia e engana lascivamente, e sem uma razão aparente está desfazendo seu "Clubinho" "Kaolho" e suas Incorporadoras a serviço do Clube Kaolho também estão indo para brejo desacreditadas invetam expedição que não existem são elas - NASA, FBI, DISNEY, SUAS REDES DE MÍDIAS ALIENADAS VÃO DE MAL Á PIOR, O LEÃOZINHO DE JUDÁ(ISRAEL)VAI PERDER Á JUBA AS HIENAS JÁ ESTÃO ENVOLTA, Á ÁGUIA DO NORTE ESTÁ MÍOPE MAL CONSEGUE MANTER FIRMES NA SUA GARRA DIREITA 13 FLEXAS, E O GALHO DE ERVA NA GARRA ESQUERDA QUE AFRONTA O PAI CRIADOR EM SUAS NARINAS JÁ SECOU HÁ MUITO TEMPO MAIS NÃO DEIXARÁ DE SER UM VELHO DESÁFIO PARA UM DUELO FINAL ASSIM FOI DITO, E ASSIM O SERÁ Portanto meu caro leitor mantenha sua mente "Clean" e "Sã" Não preocupe tudo á seu tempo. E para canalizar melhor o conhecimento do passado gostaria de lhe pedir gentilmente que leia o(os) post(s) á seguir, descubra os contrastes do Holoconto Judaico e como tudo começou. Obrigado(Thanks)

Foram realmente exterminados 6 Milhões de Judeus?

A POLÍTICA ALEMÃ EM RELAÇÃO AOS JUDEUS ANTES DA GUERRA


Certa ou erroneamente, a Alemanha de Adolf Hitler considerava os judeus como elementos desleais e avarentos dentro da comunidade nacional, bem como uma força de decadência na vida cultural da Alemanha. Isto era considerado particularmente insalubre desde que, durante o período de Weimar, os judeus haviam ascendido a uma posição de notável força e influência na nação, particularmente nas Leis, Finanças e Mídia de Massa, apesar de constituírem apenas 5 por cento da população. O fato de que Karl Marx era judeu e que judeus como Rosa Luxemburg e Karl Liebknecht eram desproporcionalmente proeminentes dentro da liderança dos movimentos revolucionários na Alemanha, também tendeu a convencer os nazistas das poderosas tendências internacionalistas e comunistas do povo judeu em si mesmo.
Não é parte da discussão aqui argumentar se a atitude alemã em relação aos judeus era certa ou não, ou julgar se as medidas legislativas contra eles eram justas ou injustas. Nossa preocupação é simplesmente com o fato de que, acreditando isto dos judeus, a solução dos nazistas ao problema era privá-los de sua influência na nação por meio de vários atos legislativos, e, mais importante de tudo, encorajar sua imigração para fora do país. Por 1939, a grande maioria dos judeus alemães tinham emigrado, todos eles com uma proporção considerável de seus bens. Nunca, em tempo algum, tinha a liderança nazista contemplado uma política de genocídio contra eles.
 
 

domingo, 19 de agosto de 2012

De volta á 1994 - "A lavagem de dinheiro das drogas pelos Judeus"

Prefácio por Israel Shahak
Em constraste com a falta de qualquer discussão significativa sobre os judeus americanos e seu poder, o qual em minha opinião é devido a sua grande influência política em geral e sua predominância na mídia em particular, a Imprensa em Hebraico não tem tais inibições. Isto é devido, entre outras razões, também ao fato de que o poder do estado de Israel depende de uma considerável ajuda dos judeus americanos para seu próprio interesse. O primeiro artigo traduzido aqui descreve o poder dos judeus que pode ser descrito como a "corte de Clinton". O segundo descreve a fundamental e predominante participação na qual os Haredi (ultra-religiosos) judeus de Nova York tem na lavagem de dinheiro das drogas. Sua abilidade para fazer isso por tanto tempo com uma relativa impunidade é conectada, na minha opinião, à grande influência política dos judeus descrita no primeiro artigo.
Todas as notas são minhas.

Israel Shahak


Maariv, 2 de Setembro de 1994

Por : Ben Kaspit, o correspondente de Nova York

                                                    

sábado, 18 de agosto de 2012

Obama e sua campanha de desarmar Os YANKEES patrocinada pelo Zionism Inc,

VOCALISTA DO MEGADETH ACUSA OBAMA DE CHACINAS NO COLORADO

Isto já era óbvio, e com essa declaração do Vocalista  há fortes indícios de envolvimento de Obama e seus Lacaios mais como não tenho simpatia pelo sensacionalismo, e nem quero imitar o "Blog Libertar" e outros que seguem á mesma linha, simmmm estes tem linha direta com fatos desencontrados e fictícios, bem, como sempre esperei o bom senso da providência do supremo que traz á tona os fatos, e fazendo-se assim uma conexão com a realidade e esperar que alguém "dito" famoso abrisse á boca, e falasse o que realmente acontece na América do norte á sombra do governo Obama e deixando ainda mais claro o clima de desordem e violência que paira sobre América e que ainda está em andamento, ops! não só na América e sim em todo mundo, como a América  é mãe de todas as desgraças do mundo é de praxe que sejamos participes de suas pragas vindouras, afinal absovermos seu modelo depravado e violento, ganacioso, materialista, cabe á America do norte acusação de assassinato dos bons costumes, resumindo á América está se tornando um pântano fétido de conspirações contra seus próprios cidadões, e quanto á Israel é o cão que late no buraco da topera *Irã,
é bom Israel e se preparando quando o Tio Sam perder as redeas hummm.....bem amigos vamos esperar os próximos episódios. uma coisa estou ciente não haverá vencedores e nem perdedores a expectativa é de morte lenta pra América e o resto do mundo irá logo em seguida. - ByLorenzo

Segue noticia.


Dave Mustaine, vocalista da banda de heavy metal Megadeth, acusou o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, de participar indiretamente das chacinas nas cidades de Aurora, no Colorado, e em Oak Creek, no Wisconsin.

A declaração foi dada no dia 7 de agosto, em Cingapura, durante um show da banda. O músico parou o show após um fã jogar um tênis no palco. “No meu país, o presidente está tentando proibir o uso de armas, então ele está encenando todos esses assassinatos", disse ele.
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Para Mustaine, Obama está transformando os Estados Unidos num país Sionista(Segundo fonte fez menção "Nazista" ele deveria ter dito Sionista). “Eu não sei onde vou viver se a América continuar desse jeito, porque parece que ela está se transformando em uma América (Fonte citou Nazista eu insisto em Sionista) Sionista”, completa.

Esta não é a primeira vez que o cantor faz declarações contra Obama. Em março, ele disse: “Eu sei que ele nasceu em outro lugar que não os Estados Unidos”.

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Anti-Semita Eu? Pergunte á Vovó Judia quem são os Judeus do Ocidente


Anti-Semita Eu? Pergunte á Vovó Judia quem são os Judeus do Ocidente,
Parte deste Vídeo foi extraído do Documentário "Difamation" "Difamação"
Assistam á ele completo.

Postado por: ByLorenzo