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sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Já em 2010 os Sionistas levaram pé no traseiro dado por Obama


Nítida Redução do Apoio a Israel Está em Curso na Atual Administração Obama



Muitos cristãos bem-intencionados estão entrando em pânico nestes dias, porque as decisões recentes da Casa Branca em relação ao Estado de Israel parecem ominosas. O presidente Obama está provando ser o "pior pesadelo" para Israel. Ele parece querer desfazer as seis décadas de apoio irrestrito que os EUA deram ao minúsculo Israel. A seguinte matéria de notícias resume o sentimento de muitas pessoas atualmente, e é grave o bastante para causar preocupação a qualquer um que apoie Israel.


Before It's News, 3 de maio de 2010.
"Uma mudança de paradigma ocorreu nas relações entre os EUA e Israel. Eles agora são inimigos. Os EUA estão solapando Israel a cada oportunidade. Esta nova realidade veio ao meu conhecimento por meio de uma mensagem de correio eletrônico recebida de uma fonte que ocupa um cargo importante... Nós a ouvimos de um consultor que se reúne uma vez por mês com o presidente na Casa Branca. Isto é o que realmente aconteceu com o relacionamento com Israel e os EUA, e não é nada bonito:"
1) "Durante os governos Clinton e Bush, os aviões da Força Aérea de Israel tinham o direito de pousar na Turquia e nas bases americanas no Oriente Médio e, mais recentemente, durante o governo Bush, também podiam pousar no Iraque. Isto era para o caso de Israel ser invadido pelo Irã, pela Arábia Saudita ou qualquer outro país árabe. Obama cancelou esses direitos de pouso. Israel agora não tem onde reabastecer seus aviões no Oriente Médio.
2) "Netanyahu foi chamado para um encontro na Casa Branca. Ele foi conduzido para dentro pela porta de serviço — o único chefe de Estado na história dos EUA a receber esse tratamento desrespeitoso. Não lhe ofereceram nem uma xícara de chá — mas ele teve de ouvir um sermão de Obama, que lhe disse que ele não estava autorizado a atacar o Irã, que teria de retirar todas as forças da Margem Ocidental do Jordão e não poderia construir novos assentamentos (bairros) na zona leste de Jerusalém."
3) "Israel descobriu que quatro terroristas estavam se reunindo em Dubai. Como fez nos últimos 62 anos, o governo de Israel informou o governo americano e disse que aqueles terroristas tinham de receber uma lição. Obama disse não, de forma alguma. Israel decidiu agir sozinho. Agentes israelenses mataram o único terrorista que apareceu. Entretanto, a CIA foi enviada ali por Obama para filmar todo o evento — e depois uma campanha de relações públicas foi produzida pela Casa Branca para desacreditar Israel e aquilo que tinha realizado — esse tipo de ação sempre ocorreu com o apoio dos EUA nos últimos 62 anos, pois os dois países têm inimigos comuns."
4) "Obama se recusou a se opor ao rearmamento do Hezbollah e do Hamas por parte da Síria — Israel agora está sob o risco iminente de ser atingido por muitos mísseis que podem ser lançados contra seu território."
5) "Israel nunca revelará novamente seus planos aos EUA — pois não pode mais confiar neles."
Estes eventos retratam uma séria erosão do suporte americano a Israel. As pessoas com discernimento têm todo o direito de se preocupar. Os cristãos que apoiam a nação de Israel agora têm o direito de exigir explicações do que está ocorrendo no governo do primeiro presidente islâmico na história americana. A sabedoria convencional diz que os inimigos de Israel podem empurrá-lo para o mar rapidamente se o suporte americano for removido.

Não é "Hoax" é realidade, Israel que se cuide. Os Abutres esperam.

Já em 21-09-2011

"Obama, o Estado palestino e a esquizofrenia sionista"

Os que acompanham a imprensa em hebraico e formam o Estado judeu podem se sentir um tanto desconcertados ao descobrir que enquanto que nessa imprensa se dá apenas uma atenção marginal e insignificante as tentativas dos atuais dirigentes palestinos para chegar a um Estado palestino, os meios de comunicação israelenses em inglês estão saturados de notícias sobre a possibilidade de uma resolução favorável à Palestina na ONU na próxima semana.
Se você quer entender esta clara discrepância entre a imprensa israelense em hebraico e os meios em inglês, aqui está: estamos aqui diante de uma clara linha divisória dentro da psique coletiva dos judeus.
Suponho que alguns se surprenderão ao saber que Israel e a maioria dos israelenses realmente desejam que a iniciativa palestina siga em frente e tenha sucesso. Eles querem um Estado palestino porque é a única solução que poderia salvar o "Estado só para judeus" de um colapso demográfico.
Pesquisas recentes em Israel demonstram que a maioria dos israelenses estão muito entusiasmados com a "solução de dois Estados". Não apenas não se sentem ameaçados pela ideia de um estado palestino, mas que realmente gostam da solução, porque conformaria sua realidade dentro do marco do Direito Internacional. Além disso, também se deve levar em conta que Kadima, partido que ganhou as duas últimas eleições em Israel, esteve e continua estando a favor da "desconexão", ou seja, de uma clara separação entre judeus e palestinos através de uma retirada unilateral israelense. Em outras palavras, um Estado palestino alcança exatamente o mesmo objetivo: exime os israelenses de qualquer responsabilidade nos territórios que uma vez ocupou e destruiu. É evidente que alguns elementos em Israel se opõem à iniciativa palestina da ONU. Suponho que o ministro das Relações Exteriores, Avigdor Lieberman, não está muito feliz com a medida. E os colonos da Cisjordânia podem estar muito irritados também mas, por alguma razão, estão relativamente tranquilos ultimamente.
E, no entanto, o lobby judeu em todo mundo se opõe radicalmente à iniciativa palestina na ONU; é evidente que mantem uma imagem muito simplista de um estado judeu expansionista que se estenda do "rio até o mar". E, pelo que parece, não vai renunciar ao seu sonho em um futuro próximo.
O que vemos aqui, na prática, é uma crise de identidade clara ou inclusive um fluxo esquizofrênico contracorrente, entre as aspirações dos israelenses e dos sionistas da diáspora. Enquanto que os israelenses estão voltando a uma atitude de gueto judeu, preferindo se reduzir, permanecer juntos e se rodear de vastos e impenetráveis muros de concreto, a narrativa da diáspora sionista judia é de confrontação, beligerante, militante da linha dura e expansionista. Eles querem tudo, com os palestinos ou sem eles.
Mais uma vez nos damos conta de que Israel e o sionismo se converteram em dois discursos separados e opostos. Enquanto Israel está tentando manter sua identidade de caráter racial através de políticas de segregação, o discurso da diáspora sionista continua insistindo na solução da questão judia por meio de um conflito sem fim.
Mas vamos dar uma olhada, por um momento, nos Estados Unidos e tentar entender como a "única superpotência" dirige este esquizofrênico aparelho judeu-centrado.
O presidente Obama e sua administração estão, evidentemente, muito confusos. Por um lado, sofrem uma pressão incessante feita pelo lobby judeu. O lobby não deixa à administração estadunidense muito espaço para manobrar. Mas, por outro lado, tanto a administração estadunidense como o governo de Israel se dão conta de que, no que se refere a Israel e sua "segurança", a iniciativa palestina na ONU não é uma má ideia em absoluto. De fato, Israel não pode pedir mais.
Já é evidente que o presidente Obama não vai ser salvo por nenhum dos chamados "melhores amigos dos Estados Unidos". Para o AIPAC e para o lobby israelense, Obama é um instrumento. Atualmente, o lobby israelense está acostumado a considerar os políticos estadunidenses como seus bonecos servis. Israel, por outra parte, tampouco vai salvar os Estados Unidos. Possui muitas suspeitas sobre o atual governo e, basicamente, está cansado dele. Vai ficar feliz de ver Obama derrotado.
Portanto, a administração estadunidense se encaminha para uma inevitável humilhação nas Nações Unidas. Vai ter que vetar uma decisão que vai ter o voto favorável de muitos dos aliados dos Estados Unidos. Isto é, claramente, um desastre para Obama. E, contudo, um homem pode salvar a América do seu destino condenado ao fracasso. Este homem não é outro que o presidente palestino Mahmoud Abbas. Só Abbas e a Autoridade Palestina podem tirar do aperto os Estados Unidos.
Mas o significado de tudo isso é muito vergonhoso. Representa que o presidente palestino Abbas (uma figura relativamente fraca na política palestina, assim como na diplomacia internacional) é a única pessoa que pode salvar a nossa "única superpotência" mundial de um fracasso diplomático.
Pessoalmente, não consigo decidir se isso é engraçado ou triste, mas permitam-me lhes dizer que é, sem dúvida, volátil. O momento é oportuno para que os Estados Unidos, a Grã-Bretanha e o ocidente encontrem a força para se opor ao lobby sionista e ao poder de Jerusalém.
Alertando que o Google dificultou algumas pesquisas. ByLorenzo

2 comentários:

Fada do bosque disse...

Olá Carlos,

Este ennvolvimento dos sionistas com os Estadunienses é de uma promiscuidade tal que dá arrepios.
Espero que ealmente esta força maligna comece a ser combatida.

Quanto ao 1º presidente islâmico... ahahahahah!! Você é demais Carlos! :))

Obrigada por esta informação excelente, que pelos vistos se viu grego para encontrar... ahahah||

Demais! :))

Um abraço para si e para os seus!

QUAL CAMINHO SEGUIR? disse...

Olá espero tudo que esteja indo bem
Por ai, Pois é Fada parece que o apoio aos "Sionistas" que é era só uma referencia de poder e ameaça dos E.U...aos outros ditos como "maus". até mais querida