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terça-feira, 27 de março de 2012

Por que o assassino de Toulouse esteve em Israel?

"Novamente a equipe diabólica de engano e das maquinações, políticas estão em pleno
e a todo vapor porque a intimidação e a lavagem cerebral não podem parar,
e o teatro dos horrores não fecha, a peça centenária não sai de cartaz com atores macabros que encenam dia noite porque precisam manter essa platéia alienada".


Nem se passou duas horas após a execução de Mohammed Mereh, Zarkozy anunciou novas medidas anti-terrorismo. Execução mesmo, porque segundo a autópsia, o provável terrorista foi alvejado pela polícia com um tiro nas têmporas, e por mais 20 disparos. Seu corpo virou literalmente uma peneira. E o Ministro do Interior francês tinha anunciado anteriormente, que eles queriam de qualquer forma capturá-lo vivo e levá-lo aos tribunais.
Por que existem gás lacrimejante e granadas que cegam o inimigo? Christian Prouteau, fundador de uma unidade especial da polícia francesa, criticou a polícia: eles deveriam ter usado gás lacrimogêneo. “Ele não teria aguentado cinco minutos” . Independente disso, eu me pergunto por que eles cercam sua casa por mais de 30 horas, para depois matá-lo. Eles não queriam capturá-lo com vida.
 



Típico, o atentado de Toulouse e a ação da polícia contra Mohammed Mereh será utilizado imediatamente para limitar o direito das pessoas. Agora se usará toda a força necessária contra usuários da internet. Quem visitar páginas “extremistas” da internet, ou seja, apenas clicar, deverá ser punido severamente. Mas quem vai determinar quais páginas são radicais? Jornalistas e especialistas em direito na França criticaram esta intenção e disseram que com essa medida, o direito do livre acesso à informação será violado.
“A partir de agora, toda pessoa que visitar regularmente uma página da internet que incita ao terrorismo ou ao ódio e à violência, será punida,” disse Zarkozy. “A França não irá tolerar nenhuma doutrinação ideológica em seu território.” Antigamente a gente podia ler um texto “proibido” sem ser reconhecido. Hoje, tudo que fazemos, lemos e olhamos na internet é registrado.
Não é fantástico, pois então não se deve mais visitar nenhuma página das mídias de massa, já que elas transmitem sem pausa ódio e violência contra a Síria e o Irã. Quem faz ameaças de guerra e quem nós devemos odiar? E elas também promovem doutrinação ideológica à medida que celebram constantemente a globalização, crescimento e louvação a Mammon, como a única e correta forma de sociedade.
Nos casos de violência, são procurados sempre culpados externos e clamam por leis mais duras. Antes eram os assim chamados jogos Ego-Shooter e agora páginas da internet, as quais o Establishment classifica como “doutrinação ideológica”. Zarkozy quer claramente utilizar a tragédia para implantar intensificar ainda mais o estado policial.
E mal as vítimas foram enterradas, já há aqueles que clamam por censura da internet. Campanha Eleitoral também é feito com ela. Zarkozy já teria ganho dois pontos percentuais em relação a fevereiro.
Com isso, o ocupante do Palácio do Eliseu diz que a internet é culpada na morte dos três soldados, um professor e três crianças. Que absurdo é esse? Um francês de 23 anos de origem argelina participou de treinamento para militantes islâmicos no Afeganistão e eles sabiam disso, mas não foi vigiado. Nos EUA, ele estava na lista no-fly para suspeitos de terrorismo.
A típica pergunta em tais situações é “quem leva vantagem?” Claramente Zarkozy, que quer se reeleger e espera obter mais alguns pontos junto aos eleitores, pois ele é agora o “herói”, “Le Grand Homme”, aquele que liquidou o assassino. E ainda mais todos aqueles que querem limitar a internet e têm agora novamente um argumento perfeito. E Israel não vai querer certamente que a política externa francesa seja determinada por Marine Le Pen, François Bayrou ou François Hollande, quando Monsieur Bling-Bling é tão obediente.
Não é conveniente que o suspeito não possa mais falar? Nós nunca iremos saber que ele era de fato ou o que o motivou para cometer os crimes. Algo não cheira bem aqui. Após o primeiro atentado contra os para-quedistas, “determinadas pessoas” quiseram que as investigações fossem canalizadas apenas “em uma direção e não em todas as outras”, como criticou duramente o Ministro da Defesa francês, Gérard Longuet. Ele se referiu à procura do assassino como soldado racista ou ex-soldado.
Quem são estas “determinadas pessoas”, que transformaram o assassinato de soldados em uma ação racista e excluíram todas as outras possibilidades? O provável assassino foi protegido? Passaram-se cinco dias entre os dois acontecimentos, onde a polícia foi direcionada no rastro falso, por imposição. Isso significa que se poderia ter evitado possivelmente o atentado contra as crianças.
Então uma notícia fez soar meu alarme. No passaporte de Mohammed Merah haveria um carimbo israelense de entrada e saída do país. O jornal parisiense Le Monde relatou que ele esteve em Israel, conforme alegação de um agente dos EUA proveniente do Afeganistão. O chefe do serviço secreto francês, Bernard Squarcini, disse até em uma entrevista ao Le Monde, que Merah não visitou apenas Israel em 2010, mas ele foi preso pela polícia em Jerusalém, pois portava junto a si uma faca. Como o deixaram livre após este incidente, isso deixa a suposição no ar que uma mão protetora estava sobre ele.
Mas a coisa continua, segundo as informações do passaporte, ele esteve em 2009 visitando a Síria, o Iraque, a Jordânia e o Afeganistão. Uau, o perfeito roteiro pelo “Eixo do Mal”. Uma coisa é certa: com os vistos de entrada para estes países, é impossível entrar em Israel. Além disso, tudo é muito controlado e verificado. Serviços secretos do ocidente já o tinham há muito tempo na tela do radar e eles sabiam quem ele era. Mas o que ele fazia em Israel e como ele conseguiu entrar no país? Sim, possivelmente para espionar células terroristas. Pergunta-se apenas contra quem e onde?
Por que muitos homens de negócios, que visitam Israel e os EUA assim como os países árabes, precisam de dois passes? Para que não se veja no controle de passaportes onde a pessoa esteve. Utiliza-se um para Israel e os EUA e outro para os “países inimigos”. As autoridades de fronteira fornecem-nos com essa justificativa. Agora chega a Israel Mohammed Merah com tal passado suspeito de viagens, sem problemas, onde ele até nos EUA não poderia entrar? Hilário!
Como eu reportei neste artigo, membros do People Mujahedin of Iran (MEK) são levados para Israel e treinados na execução de atentados no Irã. Até mesmo a casa de um cientista iraniano especializado em física nuclear foi construída, para poder acostumar o esquadrão da morte ao prédio.
Neste artigo eu descrevi como agentes do serviço secreto de Israel, o Mossad, se passaram por agentes da CIA para recrutar terroristas do Jundallah, para que eles então executassem ataques terroristas contra o Irã. Jundallah é uma organização extremista sunita, que opera a partir do Paquistão.
Também é típico e não há escrúpulo algum, que determinados terroristas islâmicos viajem para Israel o que explicaria os carimbos em seu passaporte. Além disso Mohammed Merah expressou que atuava em nome da Al Qaida. Toda vez que eu ouço este nome, tenho que rir, pois nós sabemos que este grupo terrorista não existe, em todo caso não como nós deveríamos acreditar. Eles são idiotas úteis contratados pela CIA + MI6 + Mossad, que na maioria das vezes desconhecem a real dimensão de seus ataques terroristas.

Postado por: ByLorenzo                            -        Fonte: alles-schallundrauch     


Um comentário:

BURGOS disse...

Excelente post,concordo com cada palavra escrita neste texto.

Parabéns e muito obrigado.


Um grande abraço