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domingo, 31 de outubro de 2010

Você pode construir um casamento feliz! Quarta parte

O NOSSO Criador, Jeová Deus, instituiu o casamento como uma união permanente entre um homem e uma mulher. Gênesis 2:1822-24 diz: “Jeová Deus prosseguiu, dizendo: ‘Não é bom que o homem continue só. Vou fazer-lhe uma ajudadora como complemento dele.’ E da costela que havia tirado do homem, Jeová Deus passou a construir uma mulher e a trazê-la ao homem. O homem disse então: ‘Esta, por fim, é osso dos meus ossos e carne da minha carne. Esta será chamada Mulher, porque do homem foi esta tomada.’ Por isso é que o homem deixará seu pai e sua mãe, e tem de se apegar à sua esposa, e eles têm de tornar-se uma só carne.”
De fato, construir um casamento feliz e duradouro não é fácil, mas com certeza é possível. Muitos têm um casamento feliz já por 50, 60 ou mais anos. Como conseguem isso? Eles fazem um esforço contínuo e altruísta para “ganhar a aprovação” da pessoa com quem se casaram. (1 Coríntios 7:33, 34) Isso requer empenho. Se estiver disposto a investir tempo e esforço, você também poderá construir um casamento feliz e duradouro.
Casal lendo a Bíblia juntos Siga a “planta” que se encontra na Bíblia para o projeto do casamento

Siga cuidadosamente a planta

Um empreiteiro de confiança nunca começaria uma construção sem primeiro consultar a planta da obra. Da mesma forma, nós não seremos bem-sucedidos em construir um casamento feliz sem consultarmos com atenção a “planta” de Deus para esse projeto. Ela se encontra nas páginas da Palavra de Deus. “Toda a Escritura é inspirada por Deus e proveitosa . . . para endireitar as coisas”, escreveu o apóstolo Paulo. — 2 Timóteo 3:16.
Maridos e esposas podem aprender muito sobre o casamento por considerar como Jesus lidava com seus discípulos. Como assim? Na Bíblia, o relacionamento entre Jesus e aqueles que governarão com ele no céu é comparado ao relacionamento de um homem com sua esposa. (2 Coríntios 11:2) Jesus sempre foi leal aos seus companheiros, mesmo nas épocas mais difíceis. Ele “amou-os até o fim”. (João 13:1) Como líder compassivo, Jesus sempre levava em conta as limitações e as fraquezas dos seus seguidores. Ele nunca exigia deles mais do que podiam fazer ou dar. — João 16:12.
Mesmo quando desapontado com seus amigos mais achegados, Jesus continuava sendo gentil. Ele não os censurava severamente. Pelo contrário, com qualidades sublimes como a humildade e bondade, ele tentava reajustá-los. (Mateus 11:28-30; Marcos 14:34-38; João 13:5-17) Assim, se prestar atenção ao modo terno como Jesus tratava seus seguidores e como eles correspondiam a essa expressão de amor, você aprenderá lições práticas sobre como construir um casamento feliz. — 1 Pedro 2:21.
Homem construindo uma fundação de blocos Faça do amor altruísta e da lealdade a sua fundação sólida

Construa sobre alicerces sólidos

Inevitavelmente, problemas tempestuosos vão se abater sobre a fundação de seu casamento. Isso testará os alicerces de sua relação conjugal. No entanto, o alicerce mais sólido sobre o qual se pode construir um casamento é o compromisso de lealdade baseado no amor. Jesus destacou a importância desse compromisso quando disse: “Ninguém separe o que Deus uniu.” (Mateus 19:6, Bíblia na Linguagem de Hoje) A expressão “ninguém” inclui o homem e sua esposa, que juraram manter fidelidade mútua.
Alguns podem encarar o compromisso como um fardo que tem exigências e custos muito grandes. Atualmente, em geral, prefere-se a conveniência pessoal em vez dos sacrifícios envolvidos num compromisso com alguém.
O que pode ajudar a manter o compromisso marital? O apóstolo Paulo escreveu: “Os maridos devem estar amando as suas esposas como aos seus próprios corpos.” (Efésios 5:28, 29) Portanto, em parte, a palavra “uniu” significa que você se preocupa tanto com o bem-estar do seu cônjuge como com o seu próprio. Pessoas casadas devem mudar seu modo de pensar de “meu” para “nosso”, de “eu” para “nós”.
Superar ataques tempestuosos ao casamento o tornará sábio. Desenvolver tal sabedoria pode resultar em felicidade. “Feliz o homem que achou sabedoria”, declara Provérbios 3:13.

Use materiais à prova de fogo

Casal orando juntos
Desenvolva qualidades espirituais que o ajudem a passar por provas difíceis
Para que uma casa dure e seja segura, ela tem de ser bem construída. Por isso, esteja decidido a edificar seu casamento tendo em vista um futuro duradouro. Use materiais duráveis, que resistam a testes extremos de sua lealdade. Preze como ouro qualidades tais como sabedoria divina, generosidade, discernimento, temor de Deus, carinho, apreço sincero pelas leis de Deus e fé genuína.
Felicidade e satisfação no casamento não são construídas com base em bens materiais ou progresso na vida. Elas são construídas no coração e na mente, e essas características são fortalecidas pelas verdades contidas na Palavra de Deus. A exortação “persista em vigiar quanto a como constrói” também pode se aplicar ao casamento. — 1 Coríntios 3:10.

Quando surgem problemas

Casal conversando Um bom casamento precisa de manutenção
Para que uma construção resista à passagem do tempo, é necessário ter um bom programa de manutenção. Quando marido e esposa sempre apóiam os alvos um do outro, e demonstram honra e respeito mútuo, seu casamento se mantém forte. O egoísmo não cria raízes, e a raiva é mantida sob controle.
A raiva e a frustração profundas e mal-resolvidas podem acabar com o amor e o afeto no casamento. O apóstolo Paulo deu o seguinte conselho aos homens: “Vós, maridos, persisti em amar as vossas esposas e não vos ireis amargamente com elas.” (Colossenses 3:19) O mesmo princípio se aplica às esposas. Quando os dois se esforçam em mostrar consideração, bondade e compreensão, contribuem para a felicidade e contentamento. Evitar confrontos e atitudes hostis contribui para que não haja conflitos quando surgem dificuldades. Paulo incentivou: “Tornai-vos benignos uns para com os outros, ternamente compassivos, perdoando-vos liberalmente uns aos outros.” — Efésios 4:32.
E se sentimentos de incapacidade, frustração ou de ser subestimado o incomodarem? De modo calmo e claro, diga a seu cônjuge o motivo da sua preocupação. No entanto talvez seja melhor que o amor cubra questões pequenas. — 1 Pedro 4:8.
Um marido, que já passou por várias dificuldades durante seus 35 anos de casamento, diz que não importa quanto você esteja irritado com seu cônjuge, nunca deve “parar de falar com ele”. De forma sensata, ele acrescenta: “Nunca pare de amar.”

Você pode construir um casamento feliz!

É verdade que construir um casamento feliz não é fácil. Mas quando o casal está decidido a se esforçar para incluir Deus em sua união, o resultado será felicidade e tranqüilidade. Por isso, dê detida atenção à espiritualidade de sua família; tenha um compromisso sólido com o casamento. E lembre-se que de acordo com as palavras de Jesus, nem o marido nem a esposa recebem todo o crédito por um casamento feliz. O mérito deve ser atribuído principalmente ao Originador do casamento, Jeová Deus. “O que Deus pôs sob o mesmo jugo, não o separe o homem.” — Mateus 19:6.

O que pode lhe ajudar a
construir um casamento feliz?

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Fonte:  http://www.watchtower.org         -    Postado por:ByCappa

SEU CASAMENTO PODE SER SALVO? Terceira parte

SEU CASAMENTO PODE SER SALVO?

Um casal feliz Os proprietários admitem que a casa está em condições precárias, mas decidiram restaurá-la.
GOSTARIA de fazer o mesmo com seu casamento? Em caso afirmativo, por onde começar? Tente as seguintes sugestões.

1 Esteja decidido

Combine com seu cônjuge que vocês vão cooperar um com o outro para restaurar a paz em seu casamento. Que tal escrever as coisas que estão decididos a fazer? Quando há comprometimento por parte dos dois, salvar o casamento se torna um trabalho em equipe. — Eclesiastes 4:9, 10.

2 Identifique o problema

O que foi que interferiu em seu casamento? Numa frase, escreva o que você acha que está faltando ou o que gostaria que mudasse. (Efésios 4:22-24) É possível que o problema identificado por você não seja o mesmo apontado por seu cônjuge.

3 Estabeleça um alvo

Como você gostaria que seu casamento estivesse daqui a seis meses? Que melhoras específicas gostaria de ver? Escreva seu alvo. Por ter uma visão clara do que está faltando em seu casamento, ficará mais fácil alcançar esse alvo. — 1 Coríntios 9:26.

4 Coloque em prática os conselhos bíblicos

Depois de identificar o problema e determinar as melhoras que gostaria de fazer, recorra à Bíblia em busca de conselhos. Seus princípios nunca ficam ultrapassados e funcionam de verdade. (Isaías 48:17; 2 Timóteo 3:17) Por exemplo, a Bíblia incentiva você e seu cônjuge a serem perdoadores. Ela diz que “é beleza . . . passar por alto a transgressão”. — Provérbios 19:11; Efésios 4:32.
Mesmo que a princípio pareça que seus esforços não estão dando certo, não desista! O livro The Case for Marriage comenta os resultados animadores de um estudo: “A verdade é surpreendente: 86% das pessoas casadas que são infelizes, mas que não desistem, descobrem que cinco anos depois estão mais felizes no casamento.” Mesmo casais que se diziam muito infelizes perceberam uma mudança radical na situação.
Pode ser que isso aconteça com você. Os editores deste site, as Testemunhas de Jeová, constataram que a Bíblia dá conselhos práticos para pessoas casadas. Por exemplo, o casamento de muitos melhora quando os cônjuges são bondosos, compreensivos e perdoadores. As esposas aprendem o valor de mostrar um “espírito quieto e brando”, e os maridos sentem os benefícios de não ‘se irar amargamente’ com elas. — 1 Pedro 3:4; Colossenses 3:19.
Esses princípios bíblicos funcionam porque foi o autor da Bíblia, Jeová Deus, quem instituiu o casamento.
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Fonte: http://www.watchtower.org              -               Postado por: ByCappa

QUATRO COISAS QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE O DIVÓRCIO - Segunda Parte

QUATRO COISAS QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE O DIVÓRCIO

Um casal pensando em divórcio Depois de avaliar os danos, os proprietários podem escolher demolir a casa ou recuperá-la.
ACHA que seu casamento está numa situação similar? Talvez seu cônjuge tenha traído sua confiança ou conflitos constantes tenham roubado a alegria de seu relacionamento. Se isso aconteceu, você talvez diga a si mesmo: ‘Não nos amamos mais’ ou ‘Simplesmente não fomos feitos um para o outro’ ou ainda ‘Não sabíamos o que estávamos fazendo quando nos casamos’. Pode ser que você até esteja pensando em se divorciar.
Antes de se precipitar em acabar com o casamento, pense bem. O divórcio nem sempre acaba com as ansiedades. Pelo contrário, muitas vezes apenas troca uma série de problemas por outra. Em seu livro The Good Enough Teen, sobre como criar filhos adolescentes, o Dr. Brad Sachs alerta: “Casais que estão se separando idealizam o divórcio perfeito — o conflito tempestuoso e sombrio sendo substituído repentina e permanentemente pela brisa refrescante e consoladora da serenidade e da cordialidade. Mas uma condição assim é tão ilusória quanto a ideia de um casamento perfeito.” Então, é importante estar bem informado e encarar o divórcio de forma realística.

A Bíblia e o divórcio

A Bíblia não retrata o divórcio como um assunto de pouca importância. Ela diz que divorciar-se por motivos banais, talvez com o objetivo de se casar com outra pessoa, é algo traiçoeiro e odioso para Jeová Deus. (Malaquias 2:13-16) O casamento é uma união permanente. (Mateus 19:6) Muitos casamentos que foram desfeitos por motivos triviais poderiam ter sido salvos se marido e mulher tivessem sido mais perdoadores. — Mateus 18:21, 22.
Mas a Bíblia permite o divórcio e um novo casamento sob uma condição: relações sexuais fora do casamento. (Mateus 19:9) Assim, se seu cônjuge foi infiel, você tem o direito de terminar o casamento. Outras pessoas não devem influenciar você com suas opiniões, e não é o objetivo deste artigo lhe dizer o que fazer. Afinal, é você que terá de conviver com as consequências; então a decisão é sua. — Gálatas 6:5.
No entanto, a Bíblia declara: “O argucioso considera os seus passos.” (Provérbios 14:15) Assim, mesmo que tenha base bíblica para o divórcio, você deveria pensar seriamente nas consequências de se tomar essa decisão. (1 Coríntios 6:12) “Alguns talvez achem que devem tomar uma decisão rápida”, diz David, na Grã-Bretanha. “Mas, por eu mesmo ter me divorciado, posso dizer que é preciso tempo para avaliar tudo que está envolvido.”
Analisemos quatro assuntos importantes que merecem sua atenção. Ao fazer isso, note que nenhuma das pessoas divorciadas mencionadas aqui diz ter tomado uma decisão errada. Mas seus comentários destacam alguns dos desafios que muitas vezes aparecem meses ou até anos após o divórcio.

1 Problemas financeiros

Uma mãe revendo suas finanças
Daniella, na Itália, estava casada havia 12 anos quando descobriu que seu marido estava tendo um caso com uma colega de trabalho. “Quando fiquei sabendo”, conta Daniella, “a mulher estava no sexto mês de gravidez”.
Depois de um tempo separados, Daniella resolveu se divorciar. “Eu tentei salvar o casamento, mas meu marido continuou me traindo.” Daniella acha que tomou a decisão correta. Mesmo assim, ela diz: “Assim que nos separamos, minha situação financeira ficou um caos. Às vezes, eu não tinha nem o que comer à noite, apenas bebia um copo de leite.”
Maria, na Espanha, passou por um revés similar. “Meu ex-marido não me dá nenhuma ajuda financeira”, conta ela, “e eu preciso trabalhar bastante para pagar as dívidas que ele deixou. Também tive de me mudar de uma casa confortável para um pequeno apartamento num lugar perigoso”.
Como esses casos mostram, quando um casamento acaba, geralmente são as mulheres que sofrem em sentido financeiro. De fato, um estudo europeu de sete anos revelou que a renda dos homens aumentou 11% depois do divórcio, ao passo que a renda das mulheres diminuiu 17%. Mieke Jansen, responsável pelo estudo, diz: “É difícil para algumas mulheres, porque elas precisam cuidar dos filhos, procurar um emprego e lidar com o trauma emocional do divórcio.” O jornal britânico The Daily Telegraph observou que, de acordo com alguns advogados, esses fatores estão “obrigando as pessoas a pensar duas vezes antes de se separar”.
O que pode acontecer: Se você se divorciar, talvez sua renda fique reduzida. Também pode ser que precise se mudar. Se ficar com a guarda dos filhos, pode ser difícil se sustentar e cuidar adequadamente das necessidades deles. — 1 Timóteo 5:8.

2 Criação dos filhos

“A infidelidade do meu marido foi um grande baque”, conta Jane, na Grã-Bretanha. “Também fiquei arrasada por ele ter nos abandonado.” Jane se divorciou dele. Embora acredite ter tomado a decisão certa, ela admite: “Um desafio que enfrentei foi ter de ser a mãe e o pai dos meus filhos. Tive de tomar todas as decisões sozinha.”
Graciela, uma mãe divorciada na Espanha, passou por uma situação similar. “Fiquei com a guarda unilateral de meu filho de 16 anos”, diz ela. “Mas a adolescência é um período difícil, e eu estava mal preparada para criar meu filho sozinha. Passei dias e noites chorando. Eu me sentia uma péssima mãe.”
Aqueles que compartilham a guarda dos filhos enfrentam um outro problema — negociar com o ex-cônjuge assuntos delicados como visitas, pensão e disciplina dos filhos. Christine, uma mãe divorciada nos Estados Unidos, comenta: “Desenvolver um relacionamento de cooperação com seu ex-marido não é fácil. Há muitos sentimentos envolvidos e, se não tomar cuidado, você pode acabar usando seus filhos como um meio para tentar manipular a situação.”
O que pode acontecer: As decisões tomadas no tribunal referentes à guarda dos filhos talvez não sejam as que você gostaria. Se você compartilha a guarda, seu ex-cônjuge talvez não seja tão sensato como você gostaria nas questões já mencionadas, como visitas, pensão e assim por diante.

“DIREITO BÁSICO DE TODA CRIANÇA”

“Quando eu tinha 5 anos, meus pais se divorciaram porque meu pai teve um caso passageiro com a secretária. No que diz respeito a cuidar de mim, eles fizeram tudo ‘certo’ de acordo com os conceitos da época. Eles me garantiram que, embora não se amassem mais, ainda me amavam. E os dois continuaram a cuidar das minhas necessidades materiais, mesmo depois que meu pai se mudou para um apartamento do outro lado da cidade.
“Dois anos depois, minha mãe se casou de novo e nos mudamos para outro país. Após isso, eu só via meu pai num intervalo de alguns anos. Nos últimos nove anos, eu o vi apenas uma vez. Ele perdeu a maior parte do meu crescimento e só conhece meus três filhos — seus netos — por meio das fotos e cartas que enviei para ele. Eles sentem falta de conhecer o avô.
“Embora meus pais tenham se divorciado, cresci sem problemas aparentes. Mas por dentro tive de lutar contra fortes sentimentos de raiva, depressão e insegurança, sem saber por quê. Perdi toda a confiança nos homens. Foi só quando eu tinha 30 e poucos anos que uma amiga experiente me ajudou a identificar a origem da minha hostilidade, e eu comecei a lutar para me livrar desses sentimentos.
“O divórcio dos meus pais tirou de mim o direito básico de toda criança — sentir-se segura e protegida. O mundo é um lugar frio e assustador, mas acho que a família completa é uma proteção, um lugar onde a criança pode se sentir cuidada e consolada. Sem a família, essa proteção não existe.” — Diane.

3 O efeito do divórcio em você

Mark, na Grã-Bretanha, foi traído pela esposa mais de uma vez. “Na segunda vez”, diz ele, “eu percebi que não conseguiria conviver com a possibilidade de ser traído de novo”. Mark optou pelo divórcio, mas descobriu que ainda a amava. “Quando as pessoas me dizem coisas negativas sobre ela, acham que estão ajudando, mas não estão”, conta ele. “O amor continua por um bom tempo.”
David, já mencionado, também ficou arrasado quando descobriu que sua esposa estava envolvida com outro homem. “A princípio não conseguia acreditar”, conta ele. “Eu realmente queria passar cada dia da minha vida com ela e nossos filhos.” David optou pelo divórcio, mas o rompimento deixou dúvidas quanto ao seu futuro. “Eu me pergunto se alguém poderá me amar de verdade ou se serei traído outra vez se me casar de novo”, comenta ele. “Minha confiança ficou abalada.”
Se você é divorciado, é natural que sinta uma ampla variedade de emoções. Pode ser que ainda sinta amor por essa pessoa com quem teve um relacionamento tão achegado. (Gênesis 2:24) Por outro lado, talvez guarde mágoas por causa do que aconteceu. “Mesmo após alguns anos”, diz Graciela, já mencionada, “você se sente confusa, humilhada e desamparada. Você se lembra de muitos momentos felizes do casamento e pensa: ‘Ele dizia que não conseguiria viver sem mim. Será que estava sempre mentindo? O que deu errado?’”
O que pode acontecer: Talvez você ainda sinta raiva e esteja ressentido por causa do modo como foi maltratado pelo seu cônjuge. Às vezes, a solidão pode ser devastadora. — Provérbios 14:29; 18:1.

4 O efeito do divórcio nos filhos

Crianças tristes
“Foi horrível”, diz José, um pai divorciado na Espanha. “O pior momento foi quando descobri que o outro homem era o marido de minha irmã. Eu simplesmente queria morrer.” José percebeu que seus dois filhos — de 2 e 4 anos — também foram afetados pelo comportamento da mãe. “Eles não conseguiam aceitar a situação”, diz ele. “Eles não entendiam por que sua mãe estava morando com o tio deles e por que tínhamos ido morar com minha irmã e minha mãe. Quando eu precisava ir a algum lugar, eles diziam: ‘Quando você vai voltar para casa?’ ou ‘Papai, não nos abandone!’”
Os filhos costumam ser as vítimas esquecidas na guerra do divórcio. Mas que dizer se pai e mãe simplesmente não se dão bem? Num caso assim, será que o divórcio é mesmo “melhor para os filhos”? Em anos recentes, essa ideia tem sido questionada — principalmente quando os problemas conjugais não são tão graves. O livro The Unexpected Legacy of Divorce (O Inesperado Legado do Divórcio) declara: “Muitos adultos que estão presos num casamento muito infeliz ficariam surpresos de saber que seus filhos estão relativamente satisfeitos. Eles não se importam se a mãe e o pai dormem em camas separadas, desde que a família esteja unida.”
É verdade que as crianças geralmente percebem os conflitos entre pai e mãe, e a tensão conjugal pode afetar a mente e o coração desses filhos tão pequenos. No entanto, pode ser um erro presumir que o divórcio automaticamente será nos melhores interesses deles. “A estrutura proporcionada pelo casamento parece ajudar os pais a manter o tipo de disciplina coerente e moderada à qual os filhos reagem bem, mesmo quando o casamento deixa a desejar”, escreveram Linda J. Waite e Maggie Gallagher no livro The Case for Marriage (Em Defesa do Casamento).
O que pode acontecer: O divórcio pode deixar seus filhos arrasados, principalmente se você não os incentivar a ter um relacionamento sadio com seu ex-cônjuge. — Veja o quadro “Em meio a um fogo cruzado”.
Este artigo analisou quatro fatores que você faria bem em considerar se estiver pensando em se divorciar. Como já foi mencionado, se o seu cônjuge o traiu, é você quem deve tomar uma decisão. Mas, não importa o que decida fazer, você precisa estar ciente das consequências. Saiba quais desafios surgirão e esteja preparado para enfrentá-los.
Depois de pensar no assunto, pode ser que chegue à conclusão de que a melhor saída é se esforçar para melhorar o casamento. Mas será que isso é possível mesmo?

“EM MEIO A UM FOGO CRUZADO”

“Meus pais se divorciaram quando eu tinha 12 anos. Em certo sentido, fiquei aliviada. O ambiente ficou mais calmo em casa; eu não precisava mais ouvir as brigas. Mesmo assim, eu tinha sentimentos conflitantes.
“Após o divórcio, eu queria me dar bem com meu pai e com minha mãe, por isso me esforcei para ficar o mais neutra possível. Mas não importava o que eu fizesse, sempre me sentia em meio a um fogo cruzado. Meu pai falava que minha mãe me colocaria contra ele. Então, eu precisava garantir-lhe constantemente que ela não estava tentando me influenciar. Minha mãe também era muito insegura. Ela dizia que tinha medo de que eu estivesse dando ouvidos às coisas negativas que meu pai falava sobre ela. Cheguei a ponto de achar que não podia contar mais a nenhum dos dois sobre como me sentia, porque não queria magoá-los. Então, dos 12 anos de idade em diante, eu basicamente guardei para mim meus sentimentos em relação ao divórcio deles.” — Sandra.
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Fonte: http://www.watchtower.org - Postado por: ByCappa

O divórcio é a solução? Uma série de assuntos sobre como salvar o seu casamento.

Uma casa caindo aos pedaços indica falta de cuidado. Ao longo dos anos, ela enfrentou muitas tempestades, mas nem todas com sucesso. Agora a estrutura está frágil e parece que vai desmoronar a qualquer momento.

Uma casa em ruínas“NÃO AGUENTO MAIS!”

ESSA situação descreve o estado de muitos casamentos hoje em dia. Já sentiu alguma vez que seu casamento estava chegando a esse ponto? Em caso afirmativo, tenha certeza de que nenhum casal está livre de problemas. A Bíblia é realista em admitir que quando alguém se casa provavelmente terá “muitas dificuldades”. — 1 Coríntios 7:28, Nova Versão Internacional.
Provando que isso é realmente assim, uma equipe de pesquisadores descreveu o casamento como “o empreendimento mais arriscado no qual a maioria das pessoas de nossa sociedade se envolve de forma rotineira”. Eles também disseram: “O que começa como uma relação de grande alegria e esperança pode se tornar o empenho mais frustrante e doloroso na vida de alguém.”
O que dizer do seu casamento? Está sendo afetado por um ou mais dos pontos abaixo?
  • Discussões constantes
  • Linguagem ofensiva
  • Infidelidade
  • Ressentimento
Se o seu casamento parece frágil e prestes a desmoronar, o que você deve fazer? Será que o divórcio é a solução?

 
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Fonte: http://www.watchtower.org   -  Postado por: Bycappa

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Igreja belga pede clemência para padres "Pedófilos idosos."

                                             
O chefe da Igreja Católica belga, envolvida em escândalos de pedofilia, pediu clemência nesta quarta-feira aos religiosos mais velhos acusados de abusos contra crianças, ao avaliar que processá-los seria como praticar "um tipo de vingança".

Os padres pedófilos "devem, logicamente, tomar consciência do que aconteceu em suas vidas, mas se não estão mais na ativa, se não têm mais nenhuma responsabilidade, não sei se exercer um tipo de vingança que não tem nenhum resultado concreto é uma solução humana", declarou o arcebispo André-Joseph Léonard.

O clérigo deu estas declarações em entrevista ao canal de TV pública RTBF, segundo trechos exibidos na internet.
"Por acaso, [as vítimas] desejam realmente que um bispo de 85 anos seja agora, de repente, posto na berlinda, censurado publicamente? Acho que a maioria não deseja isto", acrescentou o primaz belga, que pertence à ala conservadora da Igreja.

"A Justiça é, antes de tudo, que as vítimas tenham sido escutadas", disse.
À pergunta de se não seria positivo punir os culpados dos abusos, Léonard respondeu: "punidos, com certeza, se continuarem ativos, embora seja apenas para prevenir outros possíveis deslizes; mas a vingança levada até o fim, não sei se é humano".

A Igreja belga tem sido abalada por escândalos de pedofilia, desde a demissão, em abril, do bispo de Bruges, que reconheceu ter violentado o próprio sobrinho.
Em setembro, um relatório com o testemunho de cerca de 500 vítimas de padres pedófilos --abusos cometidos principalmente entre os anos 1950 e 1980-- aumentou o mal-estar.

André-Joseph Léonard foi criticado por não ter anunciado medidas fortes contra os sacerdotes pedófilos.
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Postado por: ByCappa  - Fonte: Da France Press, Em Bruxelas
          

Porque Ser Neutro?

Heitor de Paola apresenta seu contraponto às posições do sociólogo Roberto DaMatta, que em articritica os eleitores que prentendem votar em branco, se abster ou anular seu voto.
N'O Globo de hoje DaMatta publicou op-ed denominado 'De que lado você está?' se referindo ao segundo turno da farsa eleitoral no próximo domingo. Depois de extensas considerações que a meu ver nada tem a ver com o assunto anunciado, mas sim com a velha e conhecida arrogância 'intelectual' brasileira que apresenta títulos e histórias pessoais para constranger o leitor, faz diversas perguntas que pretendo responder aqui. Comentei esta arrogância porque ela é tradicional dos povos de colonização ibérica onde os nomes extensos e a enunciação de títulos nobiliárquicos para esmagar o ouvinte foi substituída por títulos universitários usados com a mesma finalidade.
Ora, uma pessoa com tantos títulos deve saber mais do que o comum dos mortais. Ocorre que nas democracias a esmagadora maioria é feita de indivíduos da última estirpe que vota segundo a percepção de seus próprios interesses, inclusive no Tiririca ou por uma bolsa família, e não de 'iluminados' aos quais aqueles interesses não agradam. 
Enumero as perguntas e minhas respostas, deixando claro mais uma vez que sou destes neutros apontados pelo autor, como já o fiz em vários artigos desde 14 de março último. Antes, no entanto, uma crítica ao autor: desde o início ele tenta intimidar as pessoas que não votam em nenhum candidato como se, por isto, fossem párias, uma hipocrisia tipicamente brasileira. Acostumados a ter no voto uma obrigação legal autoritária e não um direito que pode ou não ser exercido conforme suas conveniências, os eleitores brasileiros desenvolveram certa vergonha em dizer 'não vou votar' pois serão mais tarde acusados de não poderem criticar o que ocorre no país: 'Ah, você não votou, não tem direito de criticar!', idiotice que não se repete em nenhum país civilizado onde os direitos do cidadão incluem o de se abster.

(Chamo a atenção para o fato que mesmo o voto sendo obrigatório as abstenções, onde me incluo, somaram no primeiro turno 24.610.296, ou 18,12%. Os votos em branco 3.479.340 (3,13%) e os nulos 6.124.254 (5,51%), totalizando 34.213.890 num universo de 135.804.043 eleitores inscritos, portanto 26,76% contrariaram a opinião do Sr. DaMatta. Compare-se com os Estados Unidos, onde o voto é um direito e os abstencionistas respeitados como quaisquer outros: na última eleição, em 2008, o comparecimento foi recorde desde 1968: 63,0% ou 61,7%, conforme a estimativa de possíveis eleitores fosse de 208.323.000 ou 212.720.027. Portanto a abstenção foi de 37,0% ou 38,3%. Como lá não existe este absurdo registro eleitoral obrigatório, o número de eleitores é baseado em estimativa).
Perguntas e Respostas:

1. Você fica neutro quando um Presidente da República e um partido que se recusou a assinar a Constituição e foi contra o Plano Real usam de todos os recursos do Estado que não lhe pertencem para ganhar o jogo?

R - Esta tem que ser desdobrada em três partes:
(a) Eu também me recusaria a assinar esta excrescência que nos impingiram em 1988 como "constituição cidadã", embora por motivos exatamente opostos aos do PT: um papelucho que merece a lata de lixo por conceder direitos sem deveres, que aumentou a intervenção do Estado na economia e na vida íntima dos cidadãos, consagrou estatais e não eliminou a CLT a maior responsável pelo "custo Brasil", bloqueou a iniciativa privada e ainda teve dispositivos ridículos, como o limite dos juros em 12% e o que declara que "a saúde é um direito de todos e dever do Estado". Sem falar em ter propiciado penduricalhos altamente lesivos como o ECA e os PNDH (os três e não só o último!).
(b) Não fui neutro em relação ao plano Real e votei em FHC em 1994, mas reconheço o direito de um Partido marxista ter sido contra.
(c) Quanto ao uso de todos os recursos do Estado que não lhe pertencem para ganhar o jogo mostre-me quem não faz isto. Prove-me que não é o mesmo que fez FHC para aprovar a emenda da re-eleição em proveito próprio. Ou o Sarney para nos impingir os insanos planos cruzado e cruzado novo. Estes recursos existem por causa da indecente estatização que impera no Brasil e que nenhum dos candidatos pretende diminuir, pelo contrário, cada um quer se mostrar mais estatizante do que o outro. Privatização, mesmo a privataria tucana sem compromisso ideológico que manteve as empresas sob o jugo estatal, é, nos debates, motivo de acusação e ofensa. E pior: assim recebida!
2. Você diz que o jogo não interessa porque você queria que os adversários fossem do mais alto nível e isto não existe em nenhum país e muito menos no Brasil?

R - Não, Sr. DaMatta, eu queria apenas que entre os adversários existisse algum, mesmo no primeiro turno, que não fosse da esquerda da esquerda ou da direita que a esquerda adora! Minhas exigências não são tão grandes, votei em Collor em 1989, mesmo sabendo das acusações de corrupção em Alagoas, porque representava uma aspiração de liberalismo econômico contra um candidato assumidamente comunista.
3. Será que você não enxerga que o exemplo da neutralidade é fatal quando há uma óbvia ressurgência (sic) do velho autoritarismo personalista por meio do lulismo que diz ser a "opinião pública"?

R - Ao chamar de autoritarismo personalista o que vem ocorrendo no Brasil o Sr. demonstra que andou tão metido com metáforas carnavalescas, das quais nunca deveria ter saído, que esqueceu de estudar as idéias políticas que originaram a ascensão de Lula ao poder. Mostra desconhecer totalmente o Foro de São Paulo e a "retomada na América Latina do que foi perdido na Europa do Leste". Não há ressurgimento de coisa nenhuma, Lula é novidade na história política nacional, no máximo comparável às tentativas comunistas de tomar o poder em 35, 64 e 68, as duas últimas barradas em tempo pela pronta ação das Forças Armadas a pedido de organizações civis, que o Sr. mostra abominar no intróito do artigo. A afirmação de Lula de que "a opinião pública somos nós" é oriunda da mesma ideologia que criou o Pravda, o Isvestia, o Granma, a agência Tass e o Diário do Povo - ou, se preferir, o Völkisher Beobachter e o Il Popolo d'Italia -, e não de um personalismo varguista renascido. Como não conhece as raízes do PT, também desconhece as do PSDB no socialismo fabiano que só difere do marxismo-leninismo na velocidade e nos métodos empregados para atingir a mesma meta: a sociedade comunista ideal onde "todos serão iguais", métodos empregados nos oito anos de FHC. Além do que, o tucanato não é um partido nacional, mas representante dos interesses internacionais globalistas, como o Diálogo Interamericano, a Comissão Trilateral e as ONGS ligadas a George Soros. Não é coincidência que o tuxaua tucanalha defende a liberação das drogas por obediência aos grupos mais interessados nesta liberação, comandados por Soros, Peter Lewis e outros bilionários.
4. O que você esperava de uma disputa eleitoral no contexto do governo de um partido dito ideológico, mas marcado por escândalos, aloprados e nepotismo?

R - Aí você se engana também, Sr. DaMatta, e pelo mesmo motivo: falta de conhecimentos. O PT foi, é e sempre será um partido ideológico, assim como o PSDB. Os escândalos, aloprados e nepotismo fazem parte desta ideologia. O que possivelmente ocorre é que o Sr., como grande parte dos iluminados, acreditou que a ideologia petista era a da utopia de "um mundo melhor possível" para todos. Tão acostumado a pensar metaforicamente não lhe ocorreu que esta é uma metáfora do mundo melhor para eles, assim como foi na União Soviética e satélites, e ainda é em Cuba, na China e na Coréia do Norte. Em todos estes países o partido 'ideológico" e "utópico" enganou a todos pois seu objetivo era tão somente construir a Nova Classe para eles mesmos, o Partido Interno de Orwell.
Por outro lado, nada tenho contra os corruptos e sim contra as causas da corrupção e nestas ninguém quer mexer: exatamente o enorme poder econômico do Estado. Querem diminuir a corrupção (acabar não acabará, só num governo de anjos)? É fácil: desestatização total da economia, a começar pelas estatais sacrossantas, Petrobrás, Banco do Brasil, Caixa Econômica, BNDES! Mas a hipocrisia que reina neste país faz com que se acredite que a corrupção acabará a golpes de moralismo idiota, como a imbecilóide "lei da ficha limpa" deixando incólume o butim.
5. Você deixaria de tomar partido mesmo quando o magistrado supremo do Estado vira um mero cabo eleitoral de uma candidata por ele inventada? e 6. É válido ser neutro quando o presidente vira dono de uma facção, como disse com precisão habitual FHC?

R - (para 5 e 6) - Esta é mais uma, e das piores hipocrisias da política brasileira: a exigência - não Constitucional nem legal, diga-se logo - de que o Presidente seja um 'supremo magistrado do Estado' e não um homem comum, que pertence a um partido (uma facção) e que tudo fará para que esta vença as eleições. Obama, nesta última semana, viajou para cinco Estados e disparou sua linda esposa para outros tantos, exatamente fazendo campanha para os candidatos do Partido Democrata, principalmente para aqueles nos quais a cadeira do Senado está ocupada por importantes apoios às suas políticas e os Republicanos ameaçam tomá-las.
Obama, como ninguém por lá espera hipocritamente que o faça, não se traveste de 'supremo magistrado', mas mostra-se chefe de uma facção que defende uma determinada política e faz de tudo para que ela se mantenha. O exemplo britânico então é cabal: o Primeiro Ministro durante todo o exercício do cargo atua no Parlamento como chefe da facção por ele liderada. Sarkosy não fica olimpicamente no Élysées, mas vai à luta fazer campanha pelos candidatos do seu partido. O tal "Poder Moderador" já acabou há mais de 100 anos e nem consta mais da Constituição.
7. Se o time do governo deve sempre vencer porque tem certeza absoluta de que faz o melhor, pra que eleição?

R - Esta é tão ingênua que me envergonho de responder: pra que se pergunte se o povo concorda que o time do governo está fazendo o melhor.
Para finalizar, digo ao Sr. DaMatta que sou político por natureza, acompanho eleições desde 1950, às vezes com gosto, outras com enfado, muitas com raiva, como a atual. Não considero 'que tudo é péssimo', só os atuais candidatos. Não 'enverdeço nem escondo o meu medo de decidir com argumentos bacharelescos' como os seus. Digo de que lado estou: do conservadorismo na moral e nos costumes, da condenação absoluta ao aborto, à grotesca união de gays e à liberação das drogas. Da liberdade no sentido anglo-saxônico do termo na política e do liberalismo clássico na economia. Nem 'acredito em deuses ou super-heróis', como não foram Ronald Reagan nem Margareth Thatcher, nem Alberdi ou os Founding Fathers.
E é por tudo isto que me abstive no primeiro turno e, se lá comparecer, votarei em branco no segundo. E sei que falo em nome de milhões de eleitores.       Postado no blog por: ByCappa
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Fonte: Acesse Midia Sem Máscara   Postado

O Conto da Mentira Verde (Greenpeace)

Estou postando sobre o Greenpeace® está grande, empresa multinacional assim como MacDonalds E outras multis conta até com franquia, Quem quiser representa-la tem que pagar, e fico imaginando no Absurdo de pessoas ainda creditarem, que o Greenpeace vai mudar alguma coisa  á Curto ou Longo prazo Essas promessas e alardes e atitudes, de Héroismo do Greenpeace vem de Longe, não passa de mais Teatro para a grande Platéia de Néscios, que vivem essa vidinha mediócre e Hipócrita achando que alguém Vai Resolver seus problemas, seu descartes sua poluição pessoal, ai aceitam de forma Passiva a terceirização dos Seus Problemas que se acumulam em volta de mim e de você!.
Para provar que o Greenpeace é uma farsa vou postar uma entrevista com Cineasta Islandês Magnus Gudmundsson Concedida à revista Veja em 4 de maiode 1994, que reproduzo abaixo. A Reportagem foi de André Petry. *Observação esta revista por coincidência não mais se encontra no acervo da Abril Editora® na sua Totalidade de assuntos referente, por exemplo a este assunto sobre o Greenpeace ai fica a pergunta porque será? Colocarei a capa desta revista para que vejam. logo segue a entrevista.


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Entrevista de Cineasta Islandês Magnus Gudmundsson Sobre o Greenpeace
Titulo da entrevista: Os Podres dos Verdes 


O islandês Magnus Gudmundsson, 40 anos, já plantou muitas árvores na vida. Na juventude, fazia excursões a uma região da Islândia, país situado no extremo do Hemisfério Norte, só para plantá-las. O jovem ecologista tornou-se o inimigo número 1 do Greenpeace, a barulhenta organização ecológica com 5 milhões de filiados em trinta países. [..] Tomou um empréstimo no banco e produziu um documentário, em 1989, denunciando a entidade: “A intenção era fazer só um. Mas o Greenpeace passou a me atacar onde pode. Agora, estou empenhado em mostrar que eles não produzem consciência ecológica. Produzem manipulação e histeria”, afirma.

Em 1993, fez outros dois, um deles agraciado como o melhor documentário do ano na Escandinávia. Todos são reportagens com pesadas acusações ao Greenpeace. Com a exibição dos documentários, que lhe renderam no total 50 000 dólares, Gudmundsson tem causado ao Greenpeace. “Na Suécia, o Greenpeace tinha 360 000 militantes. Já perdeu um terço. Na Dinamarca, o número caiu à metade. Na Noruega nem existe mais. Eles só têm meia dúzia de funcionários no escritório de Oslo”, diz.


Veja – O Greenpeace é uma organização ecológica séria?

Gudmundsson – O Greenpeace se apresenta como uma entidade que quer proteger o meio ambiente. Na verdade, é uma multinacional que busca poder político e dinheiro. E vai muito bem. Tem poder, uma enorme influência na mídia no mundo inteiro e recolhe 200 milhões de dólares por ano. David McTaggart, que presidiu o Greenpeace por doze anos, é o dono da entidade. A marca Greenpeace está registrada no nome dele na Câmara de Comércio de Amsterdã, na Holanda.

V – É uma empresa privada?

G – Sim. Quem quiser fundar um escritório do Greenpeace tem de pagar ao senhor McTaggart pelo uso da marca. Funciona como um sistema de franquia. O Greenpeace é o McDonald’s da ecologia mundial. Cada escritório no mundo é obrigado a mandar um mínimo de dinheiro por ano para Amsterdã, a sede do Greenpeace International. Oficialmente, deve mandar 24% do que arrecada. Também existe uma cota mínima de contribuição. Só que é tão alta que há escritórios, como o da própria Holanda, que chegam a mandar 60% do que recolhem. Quem não faz dinheiro cai fora. Na Dinamarca, eles demitiram o pessoal todo. Na Austrália também.

V – Não é um meio lícito de sustentar a organização?

G – Deveria ser. Mas no Greenpeace há desvio e lavagem de dinheiro. Quem diz isso é Franz Kotter, um holandês que foi contador da entidade em Amsterdã. Kotter mexia com o dinheiro em contas bancárias secretas. O Greenpeace tem pelo menos dezessete contas secretas em nome de entidades também secretas. O governo francês pagou ao Greenpeace 20 milhões de dólares de indenização por ter afundado o navio Rainbow Warrior, na Nova Zelândia, em 1985. O dinheiro foi depositado na conta do Greenpeace em Londres, mas não ficou lá nem trinta segundos. Foi transferido para uma conta secreta no Rabo Bank, na Holanda. Essa conta está no nome de uma entidade chamada Ecological Challenge. Examinando os registros, descobrimos que a entidade pertence ao senhor McTaggart. Kotter diz que há pelo menos 70 milhões em contas secretas.

V – O Greenpeace engana os 5 milhões de pessoas que são filiadas à entidade?

G – Eles enganam mais do que 5 milhões de pessoas. Existe um bom exemplo disso. Em seus filmes, manipulam o público produzindo cenas forjadas. Foi o que fizeram em 1978, no Canadá. É a cena de um caçador torturando um filhote de foca. O caçador puxa uma corda arrastando a foca pela neve, deixando um rastro de sangue, enquanto a mãe-foca dá pinotes atrás da cria, querendo alcança-la num gesto de desespero. Em seguida, há um close na cara da foca-mãe. O bicho aparece com um olhar quase humano de tristeza. Qualquer espectador fica indignado com o que vê. Mas, através de um computador da Otan que analisa fotos de satélites, foi possível provar que a cena não era um flagrante de trinta segundos, como o Greenpeace dizia. O computador analisou a extensão das sombras na neve e chegou à conclusão de que a filmagem durou entre duas e três horas. Era um vídeo para mostrar o tratamento cruel que os caçadores infligiam às focas. Mas quem organizou a tortura foi o Greenpeace.

V – Esse episódio não pode ser uma exceção?

G – A armação é uma prática. Em 1986, houve outra, O pessoal go Greenpeace pegou um grupo de adolescentes na Austrália e, por duas semanas, promoveu bebedeiras com os jovens. No fim, convenceram o grupo a matar e torturar cangurus. Os jovens estavam bêbados. Aliás, quem filmou a “matança de cangurus” foi o mesmo câmera da armação das focas, Michael Chechik. A cena é horripilante. O grupo maltrata os cangurus e corta a barriga de uma fêmea para retirar de seu útero um feto que se mexe freneticamente. É impressionante. Na ano passado, o porta-voz do Greenpeace na Suécia, Goakim Bergman, admitiu num programa de televisão que a cena fôra forjada. Eles promovem as atrocidades a atribuem-nas aos nativos para promover a sua causa. É um absurdo e uma incoerência. Se a causa é boa, não é preciso manipular.

V – Evitar matança de focas ou cangurus não é uma boa causa?

G- Não sou contra a ecologia. Sou contra a manipulação e a mentira. Com essa farsa, que tipo de consciência mundial ecológica esses grupos estão ajudando a criar? Não é consciência, é histeria. Eles ajudam as pessoas a pensar que estamos à beira de uma catástrofe planetária. Muita gente, embalada por essa balela, dá dinheiro para esses grupos. Gostaria que estivessem dando dinheiro para a pesquisa científica. É a partir dela que se encontrarão as soluções para os problemas ambientais. E não pelo enriquecimento de tipos sem escrúpulos, como David McTaggart, que usa a ecologia para ganhar dinheiro.

[..]

V – O senhor não vê nenhum dado positivo no trabalho que as entidades ecológicas promovem?

G – Os grupos ecológicos são importantes e têm um papel muito sério a executar no mundo. Mas as organizações ecológicas precisam ser críveis, evitar histeria. Promover um trabalho racional e científico. Elas deveriam canalizar seus esforços para conservar o meio ambiente, e não para destruir a sobrevivência de muitas comunidades. O homem tem que viver da natureza, e não a natureza viver à custa do homem. [..] Há ecologistas que desrespeitam os seres humanos. Vi uma vez, na numa reunião ecológica na França, um índio brasileiro. Levaram o índio para lá e o colocaram em exposição como um animal raro. Diziam o que devia fazer, onde sentar, quando levantar. Depois, todos ficaram tomando uísque, conversando. O índio ficou num canto, sozinho. Tive pena de sua solidão.

V – Não existe uma entidade ecológica séria?

G – Os grupos sérios que conheço atuam em âmbito local. Há um grupo seriíssimo na Noruega, por exemplo. É o Bellona, que faz trabalha contra a poluição ambiental. Faz um trabalho científico. É tão positivo que quando descobre alguma coisa errada numa indústria os primeiros a lhe dar atenção são os empresários. Um grupo ecológico não pode encarar a indústria como um monstro. As indústrias foram erguidas pelo homem porque a humanidade precisa delas. Só deve aprender como usá-las com o menor dano possível à natureza. Proibir a caça da foca na Groelândia ou a produção de madeira na Amazônia é um cinismo porque destrói o meio de vida de comunidades inteiras. Há que evitar o extermínio das focas ou a destruição da Amazônia, mas não se pode destruir o homem. A humanidade não está dividida entre os verdes e os monstros. Queremos todos sobreviver.

V – As grandes organizações ecológicas nunca trouxeram benefício?

G – O Greenpeace fez o governa da França parar de promover testes nucleares na atmosfera. Sou inteiramente a favor dessa proibição. Não sou especialista em testes nucleares, mas não me agrada a idéia de explosões nucleares, pelo prejuízo que trazem ao meio ambiente. O problema é quando isso se torna um amontoado de mentiras. Se as explosões são ruins, isso não quer dizer que a energia nuclear também o seja. Sou a favor da energia nuclear para fins pacíficos. Mas já vi propaganda ecológica mostrando um sapo de três pernas que se criou perto de uma usina nuclear nos Estados Unidos. Era mentira. Não se mostrou nenhuma evidência científica de que o defeito tenha sido provocado pela radioatividade.

V – Há mentiras sobre tudo?

G – Já se chegou ao delírio de afirmar que o Brasil destrói, por dia, na Floresta Amazônica uma área igual à da Alemanha. Fiz os cálculos. Se fosse verdade, a floresta inteira estaria no chão em menos de um mês. Também se mente sobre a caça das baleias. Venderam a idéia de que era preciso preservá-las. Há setenta espécies de baleia, e algumas nunca foram caçadas porque não dão boa carne para o consumo humano. Na virada do século, aí sim, as baleias corriam o risco e os próprios países que costuma caça-las tomaram medidas para evitar sua extinção. Essa é uma questão muito antiga, mas os ecologistas parece que tomaram conhecimento dela agora. Na década de 80, o Greenpeace, sem nenhuma base científica, inventou de proibir a caça à baleia. De lá para cá, protegeu-se tanto as baleias que meu país, a Islândia, se encontra à beira de um desastre ecológico. Elas são tão numerosas que comem 1,5 milhão de toneladas de peixe por ano, mais que todos os pescadores do país conseguiram pescar nesse período.

V – O senhor e sua família comem carne de baleia?

G – Claro. É uma tradição cultural na Islândia. É quase como proibir os brasileiros de comer arroz com feijão. Como carne de baleia sem remorso, assim como meus antepassados fizeram há milênios. Nem por isso quero o extermínio das baleias. Quero que existam, em abundância, mas a serviço da sobrevivência humana. A proibição da caça à baleia só foi aprovada por causa da corrupção dos ecologistas.

V – Como assim?

G – O Greenpeace usou 5 milhões de dólares para subornar os delegados de pelo menos seis países na Comissão Internacional de Caça à Baleia. Foram os delegados de Costa Rica, Santa Lúcia, Antígua, São Vicente, Belize e Seyschelles. Houve casos em que militantes do Greenpeace sentavam à mesa de negociações como se fossem delegados de governo. Quem conta isso é um biólogo marinho, Francisco Palaccio, que trabalhava para o Greenpeace. Ele dispunha de 5 milhões de dólares, depositados num banco das Bahamas, para subornar os delegados. Pagava viagens turísticas ao exterior para eles e suas mulheres com hospedagem em hotéis de luxo. Na década de 80, o Greenpeace conseguiu maioria para aprovar a proibição da caça à baleia. O próprio Palaccio sentou-se com a comissão como delegado de Santa Lúcia. A assessoria científica da comissão já fez um estudo alertando que a proibição da caça à baleia é uma aberração e está causando problemas ecológicos.

V – Se não são sérias, como as entidades ecológicas conseguiram tanto ao redor do mundo?

G – Eles fazem mais barulho do que recolhem apoio. Vi um protesto de jovens em Washington na frente de um restaurante que servia peixes da Islândia. O protesto acabou quando as luzes das televisões foram desligadas. Então, o Greenpeace pagou 5 dólares para cada um dos presentes e eles foram embora. Falei com alguns dos manifestantes. Muitos não sabiam a razão do protesto nem onde fica a Islândia. Isso é barulho, não é apoio. Mas, mesmo que se admita que tenham apoio, em parte isso se deve à idéia fácil que vendem. Fazem uma propaganda de tal modo que fica parecendo que quem não é ecologista é favorável à destruição da Floresta Amazônica ou quer matar todos os cangurus da Austrália. Ninguém quer isso. Nem os madeireiros da Amazônia nem os caçadores de canguru. Mas os grupos ecológicos usam argumentos emocional para defender sua causa. E, em geral, são contestados com argumentos técnicos. Os argumentos emocionais pesam mais para a maioria das pessoas. Afinal, nem todos temos informações técnicas, mas todos temos coração.

V – A propaganda de produtos naturais não ajuda a formar uma consciência ecológica?

G – Na maioria dos casos ajuda a encher os bolsos de quem vende. O ambientalismo movimenta bilhões de dólares por ano. Um executivo de uma entidade ecológica nos Estados Unidos ganha mais de 10 mil dólares por mês. Mas não são só eles. Anita Roddick, a dona da famosa Body Shop, que se vangloria de só vender cosméticos ecológicos, ganha dinheiro à beça. Estive com ela uma vez numa palestra. Ela disse que os produtos ecológicos da Body Shop não são testados em animais para não fazê-los sofrer. É mentira. Roddick vende os cosméticos nos Estados Unidos, onde a lei só permite que sejam comercializados se forem testados em animais. Ela não está preocupada com a ecologia, quer apenas fazer dinheiro.

V – O senhor não tem receio de estar sendo manipulado pro governos com interesses na caça à baleia ou indústrias poluentes?

G – Sou procurado por todo tipo de gente. Por políticos que querem manipular minha mensagem ou fabricantes que causam um dano enorme à natureza. Sou jornalista, atendo a todos os telefonemas porque podem ter informação importante para me fornecer. Mas não trabalho para mingúem nem jamais aceitei dinheiro de nenhum órgão. Como jornalista, estou procurando a verdade. Faço conferências para quem me convidar. Falo para partidos de esquerda ou direita, para empresários ou grupos ecológicos. O Greenpeace me acusa de várias coisas, dependendo do país. Na Europa, dizem que estou vinculado a esquadrões da morte latino-americanos. Nos Estados Unidos, dizem que sou anti-semita ou pertenço à seita Moon. Enfim, há de tudo.

V – O senhor gostaria que seus filhos tivessem militância ecológica?

G – Só me preocuparia se entrassem para uma entidade tipo Greenpeace. Nenhum pai ficaria tranqüilo vendo seu filho ser manipulado.
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Postado por: ByCappa Fonte da Entrevista:  http://foragreenpeace.blogspot.com
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Após descoberta da farsa do aquecimento global, Greenpeace prova de seu próprio veneno.
Agora que há mais de 700 cientistas que contestam o aquecimento global causado pelo homem, como proposto por Al Gore, cientistas comprados e ONGs Ambientalistas, chegou a vez do Greenpeace provar de seu próprio veneno.
Navio do Greenpeace é invadido por ativistas defensores da Energia Livre
Ativistas do “Comitê para um futuro construtivo” invadiram o navio do Greenpeace e afixaram um cartaz, no mais puro estilo greenpeacer. Com esta ação, o Greenpeace está tecnicamente morto, já que quando ativistas supostamente radicais são dominados por outros mais radicais ainda, sua suposta função deixa de existir.
Os verdadeiros ativistas dos dias de hoje vão contra os ecologistas por estarem à serviço dos banksters Illuminati. Verdadeiros ecologistas são totalmente favoráveis ao uso e a liberação de energias livres. Se você conhece algum ecologista que não apóia, ou pior ainda, não tem nem idéia do que é energia livre ou Nicola Tesla, saiba que ele não é confiável.
Um dos ativistas da foto e líder do movimento, Miguel Rix é um verdadeiro radical (cujo significado do dicionário é “aquele que vai até a raíz).
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Postado por: ByCappa Fonte da Entrevista:  http://foragreenpeace.blogspot.com
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