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quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Esposa de líder evangélico abre o jogo após o caso homossexual do marido

Confira a entrevista com Gayle Haggard, esposa do famoso Ted Haggard, pastor de uma grande igreja nos EUA que foi pego com um rapaz (gay) e foi um dos maiores escândalos nos EUA depois do Jimmy Swaggart. Haggard era do grupo dos ultraconservadores da direita americana.Gayle Haggard diz ao Christianity Today (CT) porque ela permaneceu casada com Ted Haggard, mesmo depois que ele sugeriu que ela se divorciasse dele.
Se Ted tivesse contraído alguma doença sexualmente transmissível e me infectasse? Gayle Haggard perguntava pra si mesma, enquanto escovava os dentes em uma manhã de novembro de 2006. Horas antes de um acompanhante masculino alegar que seu marido, Ted Haggard, havia pago por sexo e metanfetamina. Ted, posteriormente, renunciou o cargo de presidente da Associação Nacional de Evangélicos e pastor líder da New Life Church, em Colorado Springs.
Sarah Pulliman Bailey, editora do CT online, falou com Gayle sobre seu livro ‘Por que eu fiquei’ As escolhas que fiz na minha hora mais escura. (Tyndale).
1-O que aconteceu depois que o seu marido te contou tudo o que aconteceu?
No início eu fiquei arrasada. Quando esta afirmação chegou, vi que tudo aquilo em que nós investimos e acreditávamos estava desmoronando. Eu chorava muito, como você deve imaginar. Naquela primeira noite, deitada na cama pensando no que estava acontecendo conosco, eu só me perguntava: Quem é você? Quem eu serei nesta história? Pra mim estava bem definido quem é Deus, e que eu acreditava na minha família, no meu marido, na força da minha família, e na amizade.
2-Você disse que tinha uma boa vida sexual. Você tem alguma ideia do porque seu marido tinha atração por pessoas do mesmo sexo?
Ele havia me dito no início que as lutas em pensamentos surgiam de tempos em tempos. Ele chegou a falar com alguém sobre isso, e tentou entender melhor, mas no fim não conseguiu a ajuda que precisava. Eu apenas pensei que isto era uma tentação, e não entendia a força disso em sua vida. Pensava que ele sabia lidar com a situação, mas quando isso veio à tona, me chocou. Nosso casamento era forte. Eu sei que a Oprah Winfrey e outros disseram que ele deveria aceitar que aquela era de fato a sua identidade. Honestamente, nossas identidades são constituídas por aquilo em que acreditamos, e como escolhemos viver nossas vidas. Essa não é a identidade que ele queria para si próprio. Ele descreveu isso como algo contraditório em relação a tudo o que ele acreditou e construiu em sua vida.
3- Você disse que ainda há boatos por aí, sobre o que seu marido fez ou deixou de fazer. Você gostaria de esclarecer isso?
A Escritura diz em Efésios 5, que não devemos falar sobre o que o desobediente faz em segredo. Isso é algo que eu e meu marido discutimos exaustiva e abertamente um com o outro e com o nosso conselheiro. Não sinto que algo, além disso, precise ser discutido.
4-Você escreveu sobre a sua preocupação de que Ted pode ter contraído doenças sexualmente transmissíveis e infectado você. Como você foi capaz de perdoá-lo após admitir isso?
Eu tive que lidar com o fato de que Ted estava de fato passando por essa luta e que tinha caído nela. Havia todos os tipos de implicações.
Será que pegou alguma doença e a passou pra mim? Claro que foi terrível lidar com essa situação. Foi doloroso saber que ele tinha me colocado nesta situação. Perdoá-lo fazia parte de todo o processo. Eu precisava entender o que o tinha levado aquele lugar. Quando entendi, ficou mais fácil de perdoá-lo por todas as dificuldades.
5- Você gasta uma parte significativa do livro que explica a forma como os superintendentes tinham tratado sua família, pedindo-lhe para romper os laços com a “Nova Vida” e sair do estado. Como é que a comunidade cristã agiu após o que aconteceu?
Fiquei desapontada, porque eu acreditava muito na igreja. Fiquei desapontada com as pessoas que começaram a pensar o pior a respeito do Ted, fomos cortados de nossa igreja, por pessoas que não eram representantes como um corpo num todo. Nós tínhamos uma família, uma igreja relacional, mas outras pessoas fizeram a decisão e nos separou dela. Isso foi devastador pra mim. Eu sentia que estava sendo dilacerada não só no meu relacionamento com meu marido, mas poucos dias depois, foi dito que eu já não pertencia à igreja, então eu senti que estava sendo rasgada e destruída também pela igreja, ou por certos dirigentes. Isso foi tão devastador pra mim quanto o que estava acontecendo em meu casamento. Eu investi muito em meu casamento e na minha igreja. Isso tudo me abalou, foi um período negro pra mim, enquanto eu tentava compreender. Mas Deus, o gentil restaurador, me fez caminhar através de toda essa situação. Eu não perdi a minha paixão pela igreja, mas eu quero que a igreja seja igreja, e pare de negar o poder do Evangelho na vida das pessoas.
6- O que você aprendeu sobre a disciplina da igreja e da restauração?
Eu acredito que a Escritura diz que quando um irmão peca, aqueles que são espirituais deverão restaurá-los gentilmente. E eu acho que restaurar, significa restaurar a saúde, de modo que a pessoa possa cumprir os seus dons e vocações em Deus. Gostaria de compará-lo com a história do filho pródigo, mesmo que ele pensasse que merecesse o status de segunda classe, o pai não respondeu de tal forma. O pai jogou um manto em torno dele e restaurou-o como seu filho.
7- O que você quer que as pessoas e igrejas aprendam com isso?
Eu realmente quero que a nossa história possa oferecer esperança para as pessoas que se encontram em uma crise de qualquer tipo. Os ensinamentos de Jesus irão nos guiar. Eu também quero encorajar a igreja de que nós existimos para trazer prazer e cura para as vidas das pessoas, e não aumentar os encargos com o julgamento e escrutínio.
8- O que você diria mulheres que descobrem que seus maridos estão tendo um caso ou algo semelhante?
Gostaria de incentivá-las a definir a sua trajetória na direção do perdão. É um processo que deve ser encarado com a cabeça erguida, deixando Deus guiá-los a cura de seus corações. Eu não posso dizer que outras histórias serão como a minha, porque o Ted decidiu lutar por nosso casamento. Ele decidiu se arrepender e se agarrar na sua fé em Deus, e passar por tudo isso ao meu lado. Nem todos os maridos fazem isso. Eu diria a todas as mulheres que perdoem e amem.
9- Se alguma esposa deixar o marido para proteger suas crianças. Você acha esse procedimento correto?
Honrar o marido, ainda que ele os tenha feito algum mal, é importante para a criança que a mãe mostre a eles como encontrar uma maneira de honrar o pai delas. O amor da mãe pelo pai passa confiança para as crianças. Amar o pai não quer dizer necessariamente que o casamento venha ser salvo. Talvez ele não responda de uma forma gentil. Talvez ele saia de casa e ela não poderá fazer nada a respeito.
10-Você escreveu que queria saber todos os detalhes de Ted. As mulheres devem saber os detalhes da infidelidade do seu marido?
Acho que isso depende de cada pessoa. Eu era o tipo de pessoa que realmente queria saber a verdade. Eu queria conhecer o meu marido, eu queria saber o que tinha acontecido. Nem todas as mulheres são assim, e alguns conselheiros dizem que é melhor para elas não saberem. Eu precisava saber, e assim fiz, e o resultado foi esse. Falo por saber, pelo menos eu estava lidando com a verdade e não com a minha imaginação
11- Ted sugeriu que você tinha se divorcisse dele. Você considerou o divórcio?
Não. Eu conhecia meu marido, e eu sabia que eu acreditava. Senti que poderíamos lutar. Eu acredito no poder da confissão. Isto trouxe meu marido para o local onde ele teve de enfrentar seus pecados e confessá-los. Depois que ele fez isso, ele desfez o poder de sigilo. O segredo é o que habilita o pecado. Fomos capazes de curar juntos. Senti-me encorajada pelo fato de que meu marido foi capaz de confessar abertamente o que tinha sido a sua luta.
12- Em poucas palavras, por que ficar?
Eu fiquei porque acredito nos ensinamentos de Jesus, que se nós escolhermos o perdão e o amor, nossos relacionamentos podem ser curados. Eu fiquei porque meu marido é digno. Eu não iria deixar que a luta que ele estava passando desqualificasse ou anulasse os 30 anos de vida que construímos juntos, o lindo casamento que temos, a família e a igreja que construímos. Eu não iria deixar isso negar tudo o que gastamos ou investimos em nossas vidas. Se eu fosse embora, eu seria a negação de tudo isso.
13- Você tinha sido líder do ministério de mulheres em um contexto de igreja. Você vê o seu papel de forma diferente agora?
Eu enxergo as pessoas com mais compaixão. Eu não sabia o que era ser uma pessoa que desesperadamente necessitava de compaixão. Eu vivo para compartilhar a graça de Deus com as pessoas que realmente precisam.
A mensagem que quero transmitir é que as pessoas não estão sozinhas quando elas passam por seus respectivos momentos de escuridão. Elas podem confiar em Deus, Ele não as abandonará no meio de suas horas de dor. Com Ele, elas nunca estarão a sós. O amor dele cobre uma multidão de pecados.
Adaptação/Tradução: O GalileO
Do Padom: “A mulher sábia edifica a sua casa, mas  a insensata, com as próprias mãos, a derriba. – EI AI UMA MULHER SÁBIA”

O Túmulo Inacabado de J. F. Rutherford em Beth-Sarim

O Túmulo Inacabado de J. F. Rutherford em Beth-Sarim


Pouco antes de morrer, o segundo presidente da Sociedade Torre de Vigia de Bíblias e Tratados, J. F. Rutherford, pediu para ser enterrado em Beth-Sarim.

Pouco antes de Rutherford falecer, em 8 de Janeiro de 1942, a Sociedade criou o Beth-Sarim Rest, uma empresa funerária, com o objectivo de enterrá-lo em Beth-Sarim. As autoridades locais não deram autorização. O sítio original para o enterro de Rutherford ficava mesmo abaixo de Beth-Sarim, conforme se pode ver na fotografia seguinte. Foi proposto às autoridades um segundo local situado na propriedade Beth-Shan, mas também este local foi recusado pelas autoridades locais, em tribunal.

Pode ver-se Beth-Sarim no canto superior esquerdo e a cripta de Rutherford no canto inferior direito.
(A fotografia é cortesia de Edmond C. Gruss)

A cripta inacabada de Rutherford, em Beth-Sarim. (A fotografia é cortesia de Edmond C. Gruss)

Fonte: http://corior.blogspot.com                             Postado por: By Cappa

"deuses" Pagãos em Salão de Assembleias das Testemunhas de Jeová

"deuses" Pagãos em Salão de Assembleias
das Testemunhas de Jeová



Salão de Assembleias das Testemunhas de Jeová em Queens, Nova Iorque
Este Salão de Assembleias das Testemunhas de Jeová em Queens, Nova Iorque, é mencionado nas seguintes publicações.
  • A Sentinela, 1.º de Novembro de 1971, p. 670
  • Despertai!, 8 de Maio de 1975, p. 25
  • A Sentinela, 1.º de Junho de 1975, p. 349
  • Despertai!, 8 de Agosto de 1975, p. 27
  • Despertai!, 22 de Março de 1976, p. 26
  • A Sentinela, 15 de Fevereiro de 1977, p. 119
  • Despertai!, 22 de Março de 1977, p. 20
  • Despertai!, 22 de Outubro de 1982, p. 22
  • Despertai!, 22 de Fevereiro de 1983, p. 14
  • A Sentinela, 15 de Março de 1983, p. 10
  • A Sentinela, 15 de Outubro de 1983, p. 29
  • Despertai!, 22 de Fevereiro de 1984, p. 21
  • A Sentinela, 1.º de Setembro de 1984, p. 32
A foto acima e a seguinte provavelmente são a frente e verso de um postal impresso pelas próprias Testemunhas de Jeová.
Tradução dos dizeres do verso do postal:
SALÃO DE ASSEMBLEIAS DAS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ
Este óptimo e moderno Salão de Assembleias, com uma localização central na cidade de Nova Iorque, e com a capacidade de 1.871 lugares sentados no seu piso principal e balcão, é propriedade da Sociedade Torre de Vigia. Mais de 200 congregações das testemunhas de Jeová usam-no regularmente para Assembleias de circuito semi-anuais. Graduações da Escola de Gileade são realizadas aqui duas vezes por ano.

Símbolo do deus Rá e deuses pagãos na fachada
É pena que o postal não diga os nomes dos deuses pagãos do antigo Egipto que aparecem na fachada. Também é pena que eles não digam o que está lá a fazer o olho com asas (símbolo do deus egípcio do sol, Rá), que também costumava aparecer nos livros de Russell (e também muito usado pela maçonaria).
O livro Testemunhas de Jeová -- Proclamadores do Reino de Deus (1993) tem na página 329 uma foto desse Salão de Assembleias -- parece que eles apagaram as figurinhas mas deixaram lá o símbolo do deus egípcio do sol, Rá.
Mais fotos e documentos: http://www.exjws.net/museum/masonry.htm (nessa página diz-se que o Salão ainda está em uso).
E depois a Sociedade Torre de Vigia ainda tem a hipocrisia de dizer que as Testemunhas de Jeová não devem ter em suas casas quadros de parede (como o da "Última Ceia de Cristo") ou estatuetas ou qualquer outro objecto ligado à "adoração falsa".
Raymond Franz, ex-membro do Corpo Governante das Testemunhas de Jeová, escreveu no livro In Search of Christian Freedom (Em Busca de Liberdade Cristã) (1991), pp. 274-275:
"Recordo-me que quando a Sociedade Torre de Vigia comprou o que tinha sido anteriormente um cine-teatro em Queens, Nova Iorque, para ser usado como salão de assembleias, o teatro tinha um motivo do antigo Egipto em toda a volta. Sobre a marquise, a parte da frente do edifício tinha grandes azulejos representando vários deuses e deusas egípcios, um deles até carregando a crux ansata. O interior continha outros itens, incluindo flores de lótus, tendo conotações religiosas com crenças egípcias. Quando a Torre de Vigia renovou o edifício, todos estes itens foram deixados intactos. Depois de alguns anos, uma amiga nossa da República Dominicana assistiu ali a uma graduação da Escola de Gileade como nossa convidada. Ela ficou impressionada com os símbolos pagãos e expressou-me a sua incomodidade, dizendo que não teria tomado conhecimento do significado destas coisas se não tivesse lido sobre elas nas próprias publicações da Torre de Vigia. (Veja, por exemplo, o livro What Has Religion Done for Mankind? [Que Tem Feito a Religião Pela Humanidade?], páginas 106 a 119.) Ela não conseguia harmonizar as afirmações fortes e negativas feitas nas publicações com esta aparente tolerância. Senti-me na obrigação de escrever ao Presidente Knorr, indicando que a minha preocupação era primariamente com ela (e outros que se pudessem sentir como ela). Knorr desceu ao meu escritório e argumentou o assunto, dizendo que os itens eram simples decorações e que, por exemplo, não pensava que pessoas que olhassem para os lótus lhes atribuíssem uma conotação sexual. Ele perguntou se eu pensava que nós não podíamos nem sequer fazer uso de uma tradução católica que talvez tivesse uma cruz na capa. Eu disse-lhe que eu próprio não era hipersensível sobre essas coisas, mas que pensava que tínhamos uma obrigação de nos preocuparmos com possíveis efeitos adversos sobre outros, que se estabelecemos um determinado padrão para outros, então as pessoas têm o direito de esperar que nós próprios vivamos por esse padrão. Não muito depois as representações de deuses e deusas nos azulejos foram cobertas com tinta. O interior do edifício continuou essencialmente na mesma. Mais recentemente a Torre de Vigia comprou o grande Bossert Hotel em Brooklyn. Tem gárgulas ornamentando o exterior. Estas também são vistas pela organização como decorações inconsequentes, desprovidas de qualquer significado sério. Conforme verifiquei ser verdade em tantos casos, exigências estritas colocadas sobre as Testemunhas comuns subitamente pareciam ser capazes de grande relaxamento quando os próprios interesses da organização estavam envolvidos."

Postado por: By Cappa    - Fonte Blog: Observatório

Russell, Rutherford e a Grande Pirâmide de Gizé

 

Russell, Rutherford e a Grande Pirâmide de Gizé



Russell visitou as pirâmides em 1892, 1910 e 1912

O Plano Divino das Eras Conforme Mostrado na Grande Pirâmide (1915)
Em 1891, no seu livro Thy Kingdom Come (Venha o Teu Reino), volume 3 de Estudos das Escrituras, p. 319, § 1, Russell predisse um ataque futuro à inspiração do testemunho da grande pirâmide do Egipto:
«Introduzimos assim esta "Testemunha" [a grande pirâmide de Gizé] porque a inspiração do seu testemunho sem dúvida será tão disputada como a das Escrituras, pelo príncipe das trevas, o deus deste mundo, e por aqueles a quem ele cega para a verdade
Os ensinos de Russell sobre a grande pirâmide de Gizé, aceites pelos Estudantes da Bíblia durante cerca de 50 anos, foram violentamente rejeitados em 1928 por Rutherford, sucessor de Russell. As Testemunhas de Jeová hoje continuam a rejeitar os ensinos de Russell sobre a pirâmide. Portanto, segundo o que Russell escreveu em 1891, Rutherford e as actuais Testemunhas de Jeová ao disputarem o testemunho da grande pirâmide estão a agir sob influência do "príncipe das trevas", Satanás, o Diabo, "o deus deste mundo", e foram cegos por Satanás para a verdade!
Rutherford e a liderança das Testemunhas de Jeová que lhe sucedeu denunciaram a pirâmide em termos drásticos.
  • "[...] a grade pirâmide deve ser posta fora da mente de todos aqueles que servem Deus. [...] Se, por conseguinte, a Palavra de Deus não menciona a pirâmide, nem o seu ensino, nem a respeito dela, e das suas medidas, então tirar conclusões a partir dela é não só contrário às Escrituras e fora de ordem, mas é também presunçoso perante o Senhor. [...] ensinar isso [sobre a Grande Pirâmide de Gizé] na igreja é, no mínimo, uma perda de tempo. É mais do que uma perda de tempo. É afastar a mente da Palavra de Deus e do seu serviço. Se a pirâmide não é mencionada na Bíblia, então seguir os seus ensinos é ser levado por filosofia vã e ciência falsa e não é seguir Cristo." Se alguém persistisse em seguir os ensinos da pirâmide, estaria a "pisar terreno perigoso". (The Watch Tower, 15 de Novembro de 1928, p. 341, § 14, 15, 18, 19)
  • "É mais razoável concluir que a grande pirâmide de Gizé, bem como as outras pirâmides ali à volta, e também a esfinge, foram construídas pelos governantes do Egipto e sob a direcção de Satanás o Diabo." (ibid., p. 344, § 35)
  • "Então Satanás colocou o seu conhecimento em pedra morta, que pode ser chamada a Bíblia de Satanás, e não a testemunha de pedra de Deus." (ibid., § 37)
  • "Se os cálculos acima estão correctos, então isso é prova adicional de que o próprio Diabo superintendeu a construção da pirâmide de Gizé." (ibid., § 39)
  • "Claro que se Satanás conseguir induzir os consagrados a voltar a sua atenção para um pilar de pedras no Egipto e estudar as suas medidas para determinar exactamente quando a igreja será glorificada, ele realizaria os seus propósitos. [...] Satanás é um inimigo astuto. Ele recorre a toda a sorte de esquemas para afastar os homens de Jeová e do seu serviço. Um dos esquemas mais subtis que Satanás adoptou até agora para realizar esse propósito tem sido e é o uso da pirâmide de Gizé. Há aqueles que se baseiam na pirâmide e afirmam ser de Cristo e seus seguidores." (The Watch Tower, 1 de Dezembro de 1928, p. 359, § 34) É mais que óbvio que Rutherford aqui está a referir-se aos próprios Estudantes da Bíblia que ainda acreditavam e seguiam os ensinos de Russell sobre a pirâmide. Rutherford está a dizer que Russell e os seus ensinos sobre a pirâmide foram nada mais nada menos que um esquema subtil que o astuto Satanás usou para afastar as pessoas de Deus! Russell o instrumento ao serviço de Satanás para afastar as pessoas de Deus! É Rutherford quem o afirma.
  • A pirâmide é um "disparate, ou pior que um disparate". (The Golden Age, 13 de Março de 1935, p. 355)
  • A pirâmide é "uma confusão" afastada "dos caminhos do povo de Jeová". (The Golden Age, 10 de Abril de 1935, p. 445)
  • A pirâmide é um "engano" que conduziu muitas pessoas a "armadilhas". (The Watchtower, 1 de Maio de 1935, p. 142)
  • A pirâmide do Egipto faz parte das "filosofias humanas" e "é impropriamente classificada como testemunha de Deus". (The Watchtower, 15 de Maio de 1936, p. 153, § 35)
  • Jeová "também expôs a grande Pirâmide de Gizé como sendo, não "a testemunha de pedra de Deus" ou "a Bíblia em pedra", mas antes um monumento de demonismo para glorificar a crença na imortalidade da alma ou "sobrevivência após a morte"." (The Watchtower, 15 de Novembro de 1955, p. 697, § 32)
  • "[...] não é um insulto a Deus defender que ele achou necessário corroborar a sua Palavra inspirada com um edifício mudo? [...] estas [medições da pirâmide] levaram a esperanças falsas resultando em desapontamentos e nenhuma delas serve qualquer propósito em magnificar o nome de Jeová [...] devem ter sido realizados através do poder dos demónios em vez de pela força activa de Jeová Deus. [...] [a pirâmide] certamente não foi construída por aqueles envolvidos na verdadeira adoração de Jeová Deus mas por aqueles devotados à astrologia, uma manifestação de religião do Diabo, e foi construída para a promoção dessa religião." (The Watchtower, 15 de Maio de 1956, pp. 298-300).
Vemos assim que, segundo Rutherford e a liderança das Testemunhas de Jeová que lhe sucedeu, Russell e os Estudantes da Bíblia (e o próprio Rutherford durante algum tempo antes de 1928) andaram a promover um "monumento de demonismo", a "Bíblia de Satanás" (a pirâmide) durante perto de meio século pelo mundo todo, enganando as pessoas com um esquema subtil e diabólico para afastar as pessoas de Jeová e do seu serviço. Espantoso!
Outro facto interessante: as Testemunhas de Jeová andaram a vender literatura que promove esse "disparate" da piramidologia, esse "engano" que conduziu muitas pessoas a "armadilhas", esse instrumento para a promoção da "religião do Diabo", essa "Bíblia de Satanás", esse "monumento de demonismo", esse 'esquema subtil de Satanás para afastar os homens de Jeová e do seu serviço' mesmo depois de 1928, conforme mostram estas publicações.
  • The Watch Tower, 1 de Novembro de 1929, p. 322: "A Sociedade decidiu designar a semana começando em 10 de Novembro [de 1929] como semana especial para a venda de Estudos das Escrituras." Mencionam o preço para "o conjunto completo dos sete volumes de Estudos das Escrituras". Os volumes 1, 2, 3 e 7, pelo menos, contêm ensinos sobre a grande pirâmide de Gizé.
  • Bulletin (Boletim) de 1 de Dezembro de 1932, p. 1 diz que mais de 100.000 cópias dos Estudos das Escrituras foram vendidas em 1931.
  • Watchtower Cost List (Lista de Preços da Torre de Vigia) de 1 de Fevereiro de 1944, p. 6 menciona os Estudos das Escrituras. Fotocópia no livro de Duane Magnani Bible Students? (Clayton, CA: Witness, Inc., 1983), foto #97.
  • Watchtower Cost List (Lista de Preços da Torre de Vigia) de 1 de Fevereiro de 1962, p. 12, sob "Outros Itens", diz que os volumes 3, 4 e 6 dos Estudos das Escrituras estão disponíveis para venda. O capítulo 10 do volume 3 é sobre a pirâmide e tem o título: "O Testemunho da Testemunha e Profeta de Pedra de Deus, a Grande Pirâmide no Egipto".
  • Our Kingdom Ministry (Nosso Ministério do Reino) de Julho de 1967, p. 3 (em inglês) diz que o volume 4 de Estudos das Escrituras em inglês está "esgotado nos E.U.A.", o que mostra que quase 40 anos depois de terem dito que a pirâmide era a "Bíblia de Satanás" eles continuavam alegremente a vender esses livros.

Postado por: By Cappa                    Fonte: Blog "Corior"

O Que as Testemunhas de Jeová Não Querem Que Saibamos Acerca de Beth-Sarim

O Que as Testemunhas de Jeová Não Querem Que Saibamos Acerca de Beth-Sarim

Kent Steinhaug

Em 1926, sob a liderança de Joseph F. Rutherford, a Watch Tower Bible & Tract Society comprou dois lotes de terreno: o lote Cento e Dez (110) e o lote Cento e Onze (111), em Kensington Heights, unidade n.º 2, no Condado de San Diego, Estado da Califórnia.
Isto em si mesmo não parece estranho. O que é estranho é a razão porque estes lotes foram comprados. Os dois lotes foram comprados para construir uma mansão, mas não era uma mansão qualquer, era uma mansão chamada Beth-Sarim (expressão hebraica que significa "Casa dos Príncipes").
Então qual era o propósito que motivou a construção de Beth-Sarim? Rutherford e todos os que o seguiam acreditavam numa profecia da Watchtower que dizia que em 1925 todos os homens mencionados no livro bíblico de Hebreus, capítulo 11, seriam ressuscitados:
"Podemos esperar confiantemente que 1925 assinalará o regresso de Abraão, Isaque, Jacó e todos os profetas da antiguidade, em especial aqueles mencionados pelo Apóstolo em Hebreus capítulo onze, à condição de perfeição humana." (Millions Now Living Will Never Die [Milhões Que Agora Vivem Jamais Morrerão] (1920), pp.88-90)
A Watchtower [Sentinela] declarou em 1922 que "esta cronologia não é do homem, mas de Deus." (The Watchtower [A Sentinela], 17 de Julho de 1922, p.217)
Portanto, se foi Deus quem a pronunciou, essa profecia deveria ser capaz de passar no teste de um verdadeiro profeta, apresentado em Deuteronómio 18:21, 22, que diz:
E se disserdes no vosso coração: como saberemos a palavra que o Senhor falou? Quando um profeta falar em nome do Senhor, se a coisa [predita] não acontecer, nem se verificar, essa é a coisa que o senhor não falou, mas o profeta falou-a presunçosamente: não deveis ter medo dele.
Quando a profecia não se cumpriu, em 1925, a Watchtower admitiu: "Pode não acontecer. No seu devido tempo Deus cumprirá os seus propósitos a respeito do seu próprio povo." (The Watchtower [A Sentinela], 1.º de Janeiro de 1925, p.3)

Beth-Sarim
Assim, em 1930 a Watchtower construiu Beth-Sarim como um testemunho da fé que eles tinham de que Deus cumpriria essa profecia e como um lugar para os homens mencionados em Hebreus capítulo 11 poderem governar o Reino Teocrático de Deus desde o Armagedom em diante. O "Juiz" Rutherford convenientemente incluiu o nome dos príncipes no nome que deu à casa ["Beth-Sarim" significa "Casa dos Príncipes" em hebreu] e na escritura pública de Beth-Sarim de modo que ele e os seus assistentes pudessem viver na mansão palacial até à sua morte ou até ao regresso dos homens mencionados no livro bíblico de Hebreus. Quando estes voltassem, era suposto que a propriedade lhes seria entregue pelo resto da eternidade, para que eles vivessem nela e governassem com uma presença visível no Paraíso.
No título e escritura da propriedade, com a data de 24 de Maio de 1926, é dito o seguinte:
"A condição aqui expressa é que a acima mencionada WATCHTOWER BIBLE AND TRACT SOCIETY conservará o título mencionado, PERPETUAMENTE, para uso de todo e qualquer dos homens acima mencionados como representantes do Reino de Deus na terra." [ênfase acrescentada]
Noutra parte do título, diz-se:
"Esta propriedade foi adquirida e foram feitos nela melhoramentos a pedido e sob a direcção do acima mencionado Joseph F. Rutherford e foi dedicada a Jeová Deus e ao Seu Rei Cristo, que é o governante legítimo da terra, e para o propósito expresso de ser usada por aqueles que são servos de Jeová Deus. Por esta razão, é feita a provisão nesta escritura de que a propriedade será usada PARA SEMPRE no propósito sujeito a qualquer incumbência que possa ser colocada sobre ela." [ênfase acrescentada]
Portanto, segundo as declarações acima, que constam no título e escritura da propriedade, a Watchtower Bible and Tract Society ainda devia ter em seu poder hoje o Lote 110 e o Lote 111, nos quais Beth-Sarim foi construída, certo?
Joseph F. Rutherford faleceu no dia 8 de Janeiro de 1942. Pouco tempo depois, Beth-Sarim foi vendida e já não pertence à Watchtower Bible and Tract Society.
Será que acontecimentos com esta importância, relacionados com a Sociedade, podem ser esquecidos tão facilmente? Podem ser tão facilmente varridos para debaixo do tapete? Ou será que o caso foi apenas "outro erro" cometido por "homens imperfeitos"?
Parece que é assim que a Watchtower pensa. Até agora, ainda não encontrei nenhuma TJ que soubesse da existência de Beth-Sarim antes de eu a ter informado [N. do T.: isto foi provavelmente escrito antes de 1993.] A Watchtower já há muito tempo que tem sido bem sucedida em encobrir e apagar os seus "erros" embaraçosos. Não só tentou esconder os factos, mas chegou mesmo a mentir descaradamente para esconder os detalhes embaraçosos. No livro Testemunhas de Jeová -- Proclamadores do Reino de Deus (publicado em 1993), p.76, a Watchtower escreveu:
"Casa dos Príncipes"
O irmão Rutherford contraiu uma pneumonia aguda depois de ser solto em 1919 de encarceramento injusto. Após isso, ele só tinha um pulmão sadio. Nos anos 20, sob tratamento médico, ele foi a San Diego, Califórnia, e o médico instou com ele para que passasse tanto tempo quanto possível ali. Desde 1929, o irmão Rutherford passava os invernos trabalhando numa residência em San Diego que ele chamara de Bete-Sarim. A construção de Bete-Sarim foi realizada com fundos contribuídos diretamente para esse fim. A escritura, publicada na íntegra na revista "Golden Age" de 19 de março de 1930, transferia essa propriedade a J. F. Rutherford e depois à Sociedade Torre de Vigia, dos EUA.
Sobre Bete-Sarim, o livro "Salvation" ("Salvação"), publicado em 1939, explica: "As palavras hebraicas 'Bete-Sarim' significam 'Casa dos Príncipes'; e o intento de adquirir essa propriedade e edificar a casa foi para que houvesse alguma prova tangível de que existem pessoas na terra actualmente que acreditam plenamente em Deus e em Cristo Jesus e em seu reino, crendo que os fiéis da antiguidade serão brevemente ressuscitados pelo Senhor, voltarão à terra e se encarregarão dos negócios visíveis da terra."
Aqui a Watchtower explica cuidadosamente que a escritura de Beth-Sarim transferiu essa propriedade para Rutherford, o que é uma mentira. A casa foi registada em nome de Davi, Jefté e outros indivíduos do Velho Testamento -- que era suposto ressuscitarem em San Diego, Califórnia, em 1925! Mais tarde a Watchtower vendeu a mansão -- coisa que tinham dito (na escritura da propriedade) que nunca fariam, porque era suposto a casa ser "uma testemunha por toda a eternidade."
De facto, a casa tem sido uma "testemunha" -- uma testemunha da loucura da Watchtower e do seu presidente alcoólico, Rutherford.
Portanto, este artigo foi escrito como um lembrete oportuno, para as Testemunhas de Jeová que não conhecem o caso e para as pessoas que as Testemunhas tentam recrutar.
Deuteronómio 18:22 diz:
"Quando um profeta falar em nome do Senhor, se o que ele disser não acontecer, nem se verificar, essa é a palavra que o Senhor não falou, mas foi o profeta que falou presunçosamente: não tenhais medo dele.
Este versículo das escrituras diz que se a profecia falhar, é algo que o Senhor NÃO falou! O texto não diz nada acerca de admitir que se cometeu um erro, nem diz nada acerca de os homens serem imperfeitos. A única coisa que diz é isto: Se a profecia não se cumpriu, então foi uma FALSA PROFECIA!

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Carta de Olin Moyle Para J. F. Rutherford

Olin Moyle era um advogado a quem foi pedido que fosse para Betel em 1935 para ajudar a Sociedade Torre de Vigia nos casos legais envolvendo "liberdade de adoração". Ele descobriu que Betel era tudo menos o "paraíso espiritual" que a Sociedade descreve. A carta aberta de renúncia dele é muito reveladora, particularmente se considerarmos que quando Jeová alegadamente pronunciou que a Sociedade Torre de Vigia estava numa condição "purificada" e merecedora da sua seleção como o seu porta-voz exclusivo, o único homem no comando de tudo o que era feito ou dito pela Sociedade Torre de Vigia era o próprio Joseph F. Rutherford. Esta carta revela muito sobre que tipo de homem era Rutherford e que tipo de ambiente ele promovia na sede mundial das Testemunhas de Jeová.
Esta carta está escrita num tom digno e ponderado que seria de esperar, considerando o tipo de assuntos que trata.
Rutherford respondeu a esta carta no número de 15 de outubro de 1939 da revista The Watchtower [A Sentinela]. A resposta de Rutherford, naquilo que era suposto ser uma revista "baseada na bíblia", confirmou ainda mais exatamente o tipo de homem que ele era. Moyle respondeu com um processo judicial por difamação. Depois da morte de Rutherford, Moyle recebeu da Sociedade 15.000 dólares mais as despesas com o tribunal.
A carta, tal como reproduzida a seguir, foi apresentada como "Documento 4" na ação judicial de Moyle contra Rutherford e o corpo de diretores da Sociedade Torre de Vigia.
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Leia A Carta
______________________________________________________________OLIN R. MOYLE, Advogado
117 Adams Street. Brooklyn. New York
Telephone Triangle 5-1474
21 de julho de 1939
Juiz J. F. Rutherford, Brooklyn, N. Y.
Prezado Irmão Rutherford:
Esta carta visa notificá-lo da nossa intenção de deixar Betel em 1 de setembro próximo. As razões para sairmos são apresentadas aqui e pedimos que lhes dê consideração cuidadosa e ponderada.
As condições em Betel são um assunto de preocupação para todo o povo do Senhor. Em nenhum lado entre homens imperfeitos pode haver perfeita liberdade da opressão, da discriminação e de tratamento injusto, mas na sede do Senhor na terra as condições deviam ser tais que a injustiça seria reduzida ao mínimo. Não é esse o caso aqui em Betel e deve ser feito um protesto contra isso. Eu estou numa boa posição para fazer tal protesto porque o tratamento que você me dispensou tem sido em geral educado, com consideração e justo. Posso fazer este protesto nos interesses da família de Betel e do trabalho do Reino sem a introdução de qualquer interesse pessoal na matéria.
Tratamento Dispensado à Família de Betel
Pouco tempo depois de termos vindo para Betel, ficamos chocados ao testemunhar o espetáculo dos nossos irmãos receberem de si o que é designado como "poda". A primeira, se a memória não me falha, foi uma chicoteada verbal dada a C. J. Woodworth. Woodworth, numa carta pessoal dirigida a si, declarou algo no sentido de que seria servir ao diabo continuar a usar o nosso calendário atual. Por isso, ele foi humilhado, foi chamado de asno, e recebeu uma descompostura em público. Outros foram tratados de forma similar. McCaughey, McCormick, Knorr, Prosser, Price, Van Sipma, Ness e outros foram repreendidos de forma similar. Eles foram chamados à atenção, condenados e repreendidos em público sem qualquer aviso prévio. Neste verão, foram dadas algumas das repreensões públicas mais injustas. J. Y. McCauley fez uma pergunta que continha uma crítica ao atual método de estudo da Sentinela. Devido a isso, ele foi severamente repreendido. A sua [de Rutherford] ação constituiu uma violação do princípio pelo qual estamos lutando, a saber, liberdade de expressão. Foi a ação de um patrão e não a de um conservo. Assegurar um modo eficiente de estudo com líderes de estudo imperfeitos não é tarefa fácil, e nenhum método produzido até agora provou ser 100% perfeito. O irmão declarou que não tinham chegado até si quaisquer queixas a respeito deste método de estudo. Se é esse o caso, não lhe foram apresentados todos os fatos. Existem queixas em vários sítios de que os estudos da Sentinela degeneraram em meras lições de leitura. É possível que o método atual seja o melhor que pode ser usado, mas considerando as limitações conhecidas, críticas honestas não devem ser censuradas nem devem os críticos honestos ser punidos.
O irmão Worsley recebeu uma denúncia pública de si por ter preparado e entregue a irmãos uma lista de citações bíblicas úteis sobre tópicos fundamentais. Como é que podemos condenar de forma consistente os religionistas por serem intolerantes, quando você exerce intolerância contra aqueles que trabalham consigo? Não prova isto que a única liberdade permitida em Betel é a liberdade de fazer e dizer aquilo que você deseja que seja dito e feito? O Senhor certamente nunca o autorizou a exercer tal autoridade com mão pesada sobre os seus conservos.
Desde a reunião no Madison Square Garden tem havido uma condição aflitiva de repressão e suspeição em Betel. Os porteiros foram colocados num lugar difícil mas fizeram um excelente trabalho. Eles exerceram cuidado e diligência ao vigiarem as entradas do local, e impediram vários personagens suspeitos de entrarem. Eles estavam no serviço imediatamente quando os distúrbios começaram e controlaram distúrbios que de outro modo teriam alcançado sérias proporções. Mas duas semanas depois da convenção eles têm sido constantemente criticados e condenados por si. Eles têm sido acusados de abandono do dever e foram rotulados de "efeminados". Ver alguns destes rapazes sucumbirem e chorarem devido às observações rudes do irmão Rutherford é, para dizer o mínimo, triste.
Os irmãos em Betel têm demonstrado de forma cabal a sua lealdade e devoção ao Senhor, e não precisam de ser censurados asperamente por conduta errada. Uma sugestão ou uma admoestação bondosa de si teria sido mais do que suficiente para verificar alguma ação errada, e eliminaria ressentimentos e induziria mais felicidade e conforto para toda a família. O irmão disse muitas vezes que na organização do Senhor não há patrões, mas não é possível fugir ao fato inegável que as suas ações em criticar e vituperar estes rapazes são ações de um patrão. Faz doer o coração e causa desgosto ouvi-los. Se o irmão parar de fustigar os seus conservos, Betel será um lugar mais feliz e o trabalho do Reino prosperará concordemente.
Discriminação
Nós dizemos ao mundo que todos na organização do Senhor são tratados da mesma forma, e recebem o mesmo no que diz respeito a bens deste mundo. O irmão sabe que isto não é verdade. Os fatos não podem ser negados. Veja por exemplo a diferença entre as acomodações fornecidas a si e aos seus assistentes pessoais, comparadas com as que são fornecidas a alguns dos seus irmãos. Você tem muitas, muitas casas, a saber, Betel, Staten Island, Califórnia, etc. Sou informado de que até na Fazenda do Reino é mantida uma casa para seu uso exclusivo durante os curtos períodos de tempo que passa lá. E o que é que os irmãos da fazenda recebem? Quartos pequenos, sem aquecimento durante o tempo de inverno muito frio. Eles vivem nos seus baús como campistas. Isso pode ser correto se for necessário, mas existem muitas casas na quinta que continuam vagas ou usadas para outros propósitos, que poderiam ser usadas para dar algum conforto àqueles que trabalham tantas horas e tão arduamente.
Você trabalha com um confortável ar condicionado. Você e os seus assistentes passam uma parte da semana no sossego dos arredores do país. Os rapazes na fábrica trabalham ao longo dos meses quentes de verão sem essas ajudas, e sem ser feito qualquer esforço para lhas dar. Isso é discriminação que devia receber a sua séria consideração.
Casamento
Também aqui é mostrado um tratamento diferenciado e discriminatório. Um irmão deixou Betel há algum tempo com o propósito de se casar e, assim me informam, foi-lhe recusado o privilégio de ser pioneiro em Nova Iorque, aparentemente como desaprovação oficial da ação dele ao sair de Betel. Em contraste com isso, quando Bonnie Boyd se casou, ela não precisou de sair de Betel. Foi-lhe permitido trazer o marido para Betel apesar da regra escrita que estipula que ambos os noivos devem ter vivido ali durante cinco anos.
Tratamento áspero de um e tratamento favorecido a outro é discriminação, e não deve ter lugar na organização do Senhor.
Linguagem Obscena e Vulgar
As ordens bíblicas contra a linguagem e piadas obscenas nunca foram revogadas. É chocante e nauseante ouvir linguagem vulgar e calão em Betel. Foi dito por uma irmã que isso era uma das coisas a que uma pessoa tinha de se habituar em Betel. As gargalhadas mais sonoras à mesa surgem quando é contada uma piada obscena ou quase obscena, e você é um dos que participa nisso.
Licor
Sob a sua tutela tem crescido uma glorificação do álcool e uma condenação da abstinência total que é imprópria. Não é da minha conta se um servo de Jeová bebe licor alcoólico, exceto em dar uma ajuda a um irmão que estiver tropeçando por causa disso. Se sou um abstêmio total ou não, ninguém tem nada a ver com isso. Mas em Betel não é assim. Parece haver uma política definida de introduzir os novos que chegam a Betel no uso de licor, e é mostrado ressentimento contra aqueles que não se juntam a eles. É dito que "Uma pessoa não pode ser um verdadeiro betelita sem beber cerveja." Pouco depois de termos chegado, foi dito de forma arrogante: "não podemos fazer muito de Moyle, mas faremos do Peter um homem." Um irmão de Nova Iorque insinuou que eu estava fora de harmonia com a verdade e com a Sociedade porque não bebo licor. Uma irmã de Nova Iorque declarou que nunca tinha usado nem servido licor até alguns dos rapazes de Betel terem insistido com ela para o fazer. Um irmão que costumava beber licor em excesso tornou-se um abstêmio total depois de entrar na verdade. Ele sabia que uma única bebida de licor era o suficiente para levá-lo de volta aos seus hábitos de bebida anteriores, mas apesar disso os irmãos de Betel insistiram que ele bebesse licor e insinuaram que ele não estava em harmonia com a organização se recusasse a bebida. Os abstêmios totais são encarados com escárnio, como pessoas fracas. Você rotulou publicamente os abstêmios totais como pessoas afetadas e por isso tem de assumir a sua quota parte de responsabilidade pela atitude semelhante a Baco exibida pelos membros da família.
Essas são algumas das coisas que não deviam ter lugar na organização do Senhor. Existem outras injustiças mais graves mas não tive contato pessoal com elas e por essa razão não as discuto.
Não foi uma tarefa fácil ou agradável escrever estas coisas para si, e é ainda mais difícil tornar este protesto efetivo através da saída de Betel.
Nós vendemos a nossa casa e negócio quando viemos para Betel e pretendíamos gastar o resto das nossas vidas neste local no serviço do Senhor. Saímos para registar mais enfaticamente o nosso desacordo com as condições injustas relatadas nesta carta. Não estamos deixando o serviço do Senhor, antes continuaremos a servi-lo e à Sua organização tão plenamente quanto o permitam as nossas forças e meios.
Também não estou fugindo da batalha contra a turba do Diabo nos tribunais. Espero regressar à prática privada da advocacia, provavelmente em Milwaukee, Wisconsin, e espero estar na luta de todas as formas possíveis. Com esta carta estou incluindo uma declaração com os principais casos agora pendentes nos quais estou participando ativamente. Seria pouco razoável e injusto deixar cair estas matérias no seu regaço sem assistência e consideração adicionais. Estou pronto e disposto a levar por diante estes assuntos nos tribunais de forma tão vigorosa e cuidadosa como quando estava em Betel, e farei isso se for esse o seu desejo.
Nós consideramos esta ação durante algum tempo, mas esta carta é entregue a si no momento em que estamos saindo numa viagem de férias por razões muito específicas. Primeiro: É desejável que você tome tempo para pensar e considerar as matérias aqui expostas antes de tomar qualquer ação. Ação apressada e sem consideração adequada pode ser lastimável. Segundo: Francamente, não desejo ter um argumento verbal consigo sobre estas matérias. Pude observar em muitas ocasiões que um assunto controverso não recebe uma discussão calma e racional dos fatos. Com freqüência transforma-se numa denúncia de alguma pessoa por você.
Não estou interessado nesse tipo de batalha verbal. Estas declarações são as razões apresentadas pela Irmã Moyle e por mim para sairmos de Betel. Se falamos erradamente ou incorretamente, somos responsáveis perante o Senhor por falarmos assim. Se falamos a verdade, e nós afirmamos categoricamente que tudo o que é aqui relatado é a verdade, então existe uma responsabilidade imediata da sua parte para remediar as condições que necessitam deste protesto. Que o Senhor o dirija e guie num tratamento justo e bondoso dos seus conservos, é o meu desejo e oração.
Seu irmão no serviço do Rei,
Olin R. Moyle.
P.S. Caso deseje escrever-me a respeito destas matérias durante as férias, pode escrever-me por carta para Ticonderoga, New York, General Delivery, depois de 29 de julho.

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Beth-Sarim — Casa dos Príncipes? Ou Mansão de Luxo de Rutherford?

"Beth-Sarim" (expressão hebraica que significa "casa dos príncipes") era uma mansão luxuosa construída pela Watchtower Society [a empresa que controla as Testemunhas de Jeová] e o seu segundo presidente, Joseph F. Rutherford. Esta mansão foi construída em 1930 [talvez começada em 1929], em San Diego, Califórnia, durante a era da Grande Depressão, quando muitos americanos estavam desempregados e eram comuns enormes filas de gente na distribuição da sopa dos pobres.

Beth-Sarim
Rutherford mandou construir a mansão porque estava convencido que os profetas do Velho Testamento seriam ressuscitados em breve e ele queria ter um lugar agradável para eles viverem. Ele até chegou a incluir os nomes de alguns deles na escritura pública da casa! Se tudo corresse conforme planeado, o próprio Rutherford viveria naquela casa com eles e usaria um dos novos Cadillacs [automóveis de luxo] que também foram comprados. Até foram plantadas oliveiras [e palmeiras também] no local, para simular a paisagem do Oriente Médio.
Os jornais locais conheciam muito bem a existência da mansão e até publicaram várias reportagens acerca das razões completamente absurdas por que a mansão foi construída. [N. do T.: excertos do San Diego Sun, 15 de Março de 1930; Time Magazine, 31 de Março de 1930; San Diego Sun, 9 de Janeiro de 1931.]
Em Setembro de 1942, a Watchtower Society distribuiu uma folha intitulada: Kingdom News, Vol. 1 [Notícias do Reino, Vol. 1]. No verso desta folha eles informam o público acerca de um novo livro que tinham acabado de publicar, intitulado The New World [O Novo Mundo]. Este anúncio publicitário continha esta citação:
O Novo Mundo é ainda mais emocionante porque é verdadeiro.
Será que encontramos no livro The New World [O Novo Mundo] essa verdade prometida? A p.104 diz:
Nesta expectativa, a casa em San Diego, Califórnia, que tem sido muito publicitada com intenções maliciosas pelo inimigo religioso, foi construída em 1930 e chamada "Beth-Sarim", que significa "Casa dos Príncipes". Está agora confiada aos nossos cuidados [a expressão inglesa é "held in trust"] para que aqueles príncipes a ocupem quando regressarem. Os factos mais recentes mostram que os religionistas deste mundo condenado estão rangendo os seus dentes por causa do testemunho que aquela "Casa dos Príncipes" dá acerca do novo mundo." [bold acrescentado]
Note como este livro, que promete dizer a verdade, declara que esta mansão está "confiada aos nossos cuidados para que aqueles príncipes a ocupem quando regressarem." O que de facto aconteceu é que a Watchtower Society vendeu de forma quase secreta a propriedade alguns anos mais tarde, depois de se ter tornado evidente que os príncipes fiéis não regressaram como as TJ tinham esperado.
Será que a publicação da Watchtower intitulada Jehovah's Witnesses -- Proclaimers of God's Kingdom [Testemunhas de Jeová --Proclamadores do Reino de Deus] nos diz qual foi a verdadeira razão porque "Beth-Sarim" foi vendida? Na p.76 desse livro, lemos:
Alguns anos após a morte do irmão Rutherford, a diretoria da Sociedade Torre de Vigia decidiu vender Bete-Sarim. Porquê? "The Watchtower" de 15 de Dezembro de 1947 explicava: "Havia cumprido plenamente seu objectivo e agora só servia como monumento bastante dispendioso de manter". [bold acrescentado]
É claro que o objectivo por detrás da construção da mansão era receber os Príncipes do Velho Testamento, quando eles fossem ressuscitados. Será que este objectivo foi "cumprido plenamente" como as TJ dizem na citação acima? Os Príncipes nunca regressaram dos mortos para viver ali e esse era claramente o objectivo original, conforme foi dito pela própria Watchtower. A evidência mostra que a Watchtower tentou novamente branquear uma embaraçosa falsa profecia recorrendo a conversa dupla.
                                                 By Cappa

Carta de Walter Salter Para J. F. Rutherford

Este é um documento bastante revelador, a saber, a carta aberta de Walter F. Salter, superintendente da filial canadense da Watchtower, associado e amigo íntimo de J. F. Rutherford por 20 anos, o qual, tendo se decepcionado com a Sociedade, suas doutrinas e os atos do presidente, foi desassociado em 1937 e tornou-se um dissidente. Provavelmente foi por meio dele (Salter) que encomendas de bebidas alcoólicas foram ilegalmente enviadas a Rutherford através da fronteira do Canadá com os Estados Unidos durante a lei seca, nos anos vinte. Seu nome é mencionado no livro "Proclamadores", na pág. 628, sob a acusação de ter utilizado papel timbrado da Sociedade para divulgar seus próprios ensinos e de ter tentado se tornar o próximo presidente da entidade. Todavia, o livro não faz -- ao lado das acusações -- qualquer menção dos motivos alegados por Salter e nem da existência desta correspondência a Rutherford. A carta tem, conforme veremos, um teor de considerável impacto e desvela fatos nunca antes sabidos pelos então membros da Sociedade. Não é, portanto, de se estranhar que a mesma não conste do relato feito no livro nem haja qualquer refutação às questões levantadas. Sobre a pessoa de Rutherford, a mesma comenta:
a) Suas declarações na intimidade (algumas chocantes)
b) Seu alcoolismo (enormes quantidades de bebidas compradas com dinheiro da organização)
c) Sua luxúria com o dinheiro da Sociedade (automóveis, aposentos luxuosos, residências palacianas etc.)
d) Sua ausência no ministério de pregação
e) Sua arrogância, seu espírito arbitrário e seus métodos escusos
f) Suas falsas previsões
Além disso, toca-se agora na delicada questão dos lucros com a literatura e o patrimônio da Torre de Vigia. O conteúdo desta carta -- agora disponível em português -- revela aspectos, de fato, embaraçosos quanto ao funcionamento da organização e, indubitavelmente, lança uma luz sobre temas inacessíveis à maioria das Testemunhas de Jeová sinceras em nossos dias. Que o leitor tenha bom proveito e tire suas próprias conclusões...
(Nota: O caso Salter e o conteúdo desta carta são comentados no livro Apocalipse Delayed, de M. James Penton, pág. 73.)

Leia na Íntegra a Carta ________________________________________________________________

As Testemunhas de Jeová e os Juramentos de Lealdade Nacionais

Por: Marvin Shilmer

As Testemunhas de Jeová são um grupo religioso que encara a Sociedade Torre de Vigia de Bíblias e Tratados como uma das suas principais organizações religiosas; é a sua "voz". Durante as décadas de 1930 e 1940, as Testemunhas de Jeová estiveram no centro de uma controvérsia devido à recusa de saudar a bandeira ou jurar lealdade aos Estados Unidos. Desde então, os líderes das Testemunhas de Jeová frequentemente orientam os seus seguidores a não jurar lealdade a qualquer governo excepto o Reino de Deus.
As Testemunhas de Jeová levam esta posição religiosa a sério. Nas décadas de 1930 e 1940 as Testemunhas de Jeová nos Estados Unidos sofreram perseguição terrível por se recusarem a jurar lealdade aos Estados Unidos. Durante as décadas de 1960 e 1970, as Testemunhas de Jeová na nação africana Malaui sofreram perseguição horrenda porque "só prestam lealdade a Jeová".Tribunais dos Estados Unidos defenderam o direito das Testemunhas de Jeová recusarem jurar lealdade. Além disso, em anos recentes, tribunais atribuíram [dinheiro por] danos a membros [das Testemunhas de Jeová] em casos civis em que Testemunhas processaram empregadores e potenciais empregadores devido à recusa em assinar juramentos de lealdade porque "a sua religião não lhes permite fazer um juramento em que têm de jurar fé e lealdade a qualquer entidade que não Deus."
Apesar da posição histórica demonstrada pelos membros, e com base num exame exaustivo de material de referência, poucos se apercebem que enquanto os líderes da Torre de Vigia estavam a aconselhar publicamente os seguidores a não fazer juramentos de lealdade nacionais, estes mesmos líderes estavam a jurar lealdade ao governo dos Estados Unidos.
O juramento de lealdade aos Estados Unidos reza:
"Juro (ou afirmo) solenemente que apoiarei e defenderei a Constituição dos Estados Unidos contra todos os inimigos, estrangeiros e domésticos; que prestarei verdadeira fé e lealdade à mesma; e que aceito esta obrigação livremente, sem qualquer reserva mental, ou intenção de evasão; Assim me ajude Deus."
Membros das forças armadas dos Estados Unidos, responsáveis e nomeados federais, estrangeiros naturalizados e -- antes do início da década de 1970 -- cidadãos requerendo passaportes, todos prestaram este juramento de lealdade nacional.
Juramentos de lealdade aos Estados Unidos têm sido usados desde os dias da Revolução Americana como um meio de determinar a lealdade nacional, especialmente em tempo de guerra. Durante a Guerra Civil Americana entre os Estados Confederados da América e os Estados Unidos, o governo dos Estados Unidos usou rigorosamente uma versão do juramento acima para determinar em que lado do conflito uma pessoa depositava a sua lealdade.
Prestar este juramento é prestar lealdade ao governo dos Estados Unidos. As Testemunhas de Jeová parecem reconhecer que isto é verdade no caso de, por exemplo, tornar-se um cidadão naturalizado. Neste caso a literatura da Torre de Vigia fala com aprovação de fazer o juramento de lealdade nacional. Por outro lado, as Testemunhas de Jeová defendem que "elas não proclamam lealdade a ... nenhuma das nações", e "simplesmente que não encontrará Testemunhas de Jeová fazendo um juramento de lealdade a qualquer país".
Ao falar especificamente deste juramento conforme consta nos pedidos de passaporte, a literatura religiosa das Testemunhas de Jeová fala deste juramento de lealdade como sendo não ao governo ou à Constituição, mas um "[juramento] de lealdade para defender a Constituição". Embora seja verdade que este juramento é para defender a Constituição, é muito mais do que isso -- é um juramento de lealdade à constituição, ao governo dos Estados Unidos. Isto é, este juramento é o juramento de lealdade nacional reconhecido pelo Congresso, tribunais, escolas, outros estados e obras literárias não governamentais como o juramento de lealdade aos Estados Unidos. Isto é especialmente digno de nota porque a literatura da Torre de Vigia parece evitar falar sobre este significado fundamental do juramento de lealdade nacional, e uma pequena informação pouco conhecida pode explicar porquê.

JURAMENTO DE LEALDADE
Adicionalmente, juro (ou afirmo) solenemente que apoiarei e defenderei a Constituição dos Estados Unidos contra todos os inimigos, estrangeiros e domésticos; que prestarei verdadeira fé e lealdade à mesma; e que aceito esta obrigação livremente, sem qualquer reserva mental, ou intenção de evasão; Assim me ajude Deus. (A ser assinado pelo Requerente na presença da pessoa que administra o juramento)

Desde o fim do século 19 até à década de 1970 os líderes das Testemunhas de Jeová estavam a prestar o juramento de lealdade nacional ao governo dos Estados Unidos. É paradoxal jurar lealdade a um país e ao mesmo tempo alegar que não se faz isso. As Testemunhas de Jeová têm dito que se recusam a jurar lealdade aos governos nacionais, e no entanto é precisamente isso que Nathan Homer Knorr, presidente da Sociedade Torre de Vigia de Bíblias e Tratados, fez em múltiplas ocasiões nos seus requerimentos pessoais de passaporte. Registos históricos documentam que outros presidentes da Torre de Vigia também prestaram o mesmo juramento de lealdade.
A literatura da Torre de Vigia faz uma distinção entre lealdade completa e relativa a governos e leis nacionais. Como em termos de lealdade o juramento nacional tem o mesmo peso -- ou ainda mais -- que o juramento de lealdade ao governo dos Estados Unidos rotineiramente prestado por crianças nas escolas, ficamos sem saber o que torna um ofensivo e o outro não.
Os líderes da Torre de Vigia têm asseverado uma posição forte contra os juramentos de lealdade, referindo-se a esses juramentos como um esquema inspirado pelo Diabo. Citando Daniel P. Mannix, a literatura da Torre de Vigia afirma: "Os cristãos se recusavam a ... sacrificar ao gênio do imperador -- o que equivale um tanto, atualmente, a recusar-se a saudar a bandeira ou a repetir o voto de lealdade..." Os líderes das Testemunhas de Jeová têm aplicado estas palavras aos seus seguidores, publicitando ostensivamente que se regem por elas. No entanto, mais uma vez reparando que Mannix cita o juramento de lealdade como praticamente um equivalente actual a sacrificar aos imperadores romanos -- um acto de adoração -- não podemos evitar o facto de que os líderes das Testemunhas de Jeová estavam a prestar o juramento de lealdade.
As Testemunhas de Jeová identificaram prestar juramentos de lealdade nacionais com actos de adoração, com "religiões" e "expressão religiosa". Se aceitarmos a afirmação de Mannix, como a Sociedade Torre de Vigia aparentemente quer que os seus leitores façam, ou se aceitarmos as próprias afimações da religião, somos forçados a concluir que os líderes das Testemunhas de Jeová se envolveram numa forma de adoração e/ou idolatria contemporânea ao Imperador.
As Testemunhas de Jeová comuns têm tomado uma posição decididamente diferente dos seus líderes. Em vez de prestarem o juramento de lealdade a governos nacionais, membros comuns têm estado dispostos a sofrer privações duras e perseguição severa, incluindo violação e assassínio.
"Bem, tudo o que tem a fazer é dizer presto a minha lealdade a Deus e ao meu país, e pode voltar à escola; pode voltar lá para baixo." -- Smith, 2005.
"Então Finley levou Kathleen para um anexo, onde bateu na parte de trás das pernas de Kathleen com uma mangueira de borracha preta. Quando terminou, Finley empurrou Kathleen pelas escadas abaixo e disse-lhe para não voltar à escola." -- Smith, 2005.
É bem conhecido que a partir da década de 1930 as crianças das Testemunhas de Jeová foram um grande foco de perseguição por se recusarem a saudar a bandeira e/ou recitar o juramento de lealdade nas escolas. Hoje filhos pequenos das Testemunhas de Jeová ainda são expostos a ridículo por parte de colegas porque, conforme foram instruídos pela sua religião, são ensinados pelos pais a recusar prestar o juramento de lealdade ou saudar a bandeira na escola.

Revelação -- Seu Grandioso Clímax Está Próximo! (1988), página 196
Testemunhas de Jeová têm perdido o emprego porque compreenderam que um dos princípios da sua religião diz que é errado para os cristãos prestar o juramento de lealdade, e concordemente recusaram.
"Entre os que testemunharam estava Zari Wigfall, uma Testemunha de Jeová que disse que perdeu duas vezes empregos no Sacramento City College em 1994 por causa do juramento, primeiro como guia de excursões de estudantes e mais tarde como gestora de teatro numa peça de crianças." -- The Los Angeles Times, 2008.
Como Ele Perdeu o Seu Emprego
"Em Valdosta, Georgia, John Priester, empregado negro fiel da cidade, e uma das testemunhas de Jeová, foi privado de emprego, e portanto de um meio de subsistência, porque não concordou assinar o juramento de lealdade à constituição do estado da Geórgia." -- The Golden Age, 1935.
Empregadores têm sido obrigados a pagar recompensas monetárias a Testemunhas de Jeová quando estas perdem o emprego ou uma oportunidade de emprego por recusarem prestar o juramento como um princípio central ensinado pela sua religião. Por exemplo, no início da década de 1990 duas Testemunhas de Jeová, Lanell Bessard e Tanella Bridges, processaram com sucesso o sistema do California Community College. Recusou-se-lhes emprego porque elas objectaram assinar o juramento de lealdade. O serviço noticioso UPI relatou que um júri federal atribuiu às duas mulheres cerca de 260.000 dólares por danos. Uma premissa central da sua acção judicial foi que o empregador da Califórnia condicionou o emprego a um juramento que a religião delas as proibia de fazer. No entanto, o fraseado a que estas Testemunhas de Jeová queixosas objectaram é especificamente encontrado no juramento de lealdade que os presidentes da Torre de Vigia prestaram sem qualquer reserva mental.
"Um júri federal atribuiu a duas Testemunhas de Jeová cerca de 260.000 dólares porque foi-lhes negado trabalho no sistema de universidades comunitárias do estado, disseram responsáveis na quinta-feira. As duas foram excluídas de um grupo de candidatos a emprego porque se recusaram a assinar o juramento de lealdade do estado por motivos religiosos." -- United Press International, ciclo BC, 1995.
Na pequena nação africana Malaui as Testemunhas de Jeová sofreram expulsão nacional, violação e assassínio por causa da sua crença de que "só podem dar a sua lealdade a Jeová Deus e ao seu Reino".44
A posição religiosa ensinada pela Torre de Vigia às Testemunhas de Jeová não é o que parece ser. Quando líderes precisam de um passaporte é aceitável que eles prestem o juramento de lealdade aos Estados Unidos. Quando crianças pequenas estão na escola é inaceitável que elas prestem o juramento de lealdade aos Estados Unidos.
No caso Barnette v West Virginia State Board of Education, que foi um marco, os líderes das Testemunhas de Jeová propuseram um juramento alternativo para filhos de Testemunhas de Jeová. Este juramento alternativo reza:
"Jurei a minha aliança e devoção incondicionais a Jeová, o Deus Todo-Poderoso, e ao Seu Reino, pelo qual Jesus ordena que todos os cristãos orem. Respeito a bandeira dos Estados Unidos e reconheço-a como um símbolo de liberdade e justiça para todos. Juro lealdade e obediência a todas as leis dos Estados Unidos que são consistentes com a lei de Deus, conforme apresentada na Bíblia."
Conspícuo pela sua ausência desta linguagem alternativa está o mesmo juramento de lealdade que os líderes da Torre de Vigia estavam nesse tempo e posteriormente a prestar sem reservas. Comparado com o juramento alternativo acima, o reconhecido juramento de lealdade aos Estados Unidos é conciso e tem o prestígio de ser reconhecido pelo Congresso dos Estados Unidos, pelo sistema judicial, pelas principais publicações, pelas autoridades escolares e pelo público em geral. De facto, o juramento de lealdade nacional foi reconhecido muito antes dos simples juramentos prestados nas salsas de aula por crianças. Se o juramento de lealdade nacional é aceitável para a liderança da Torre de Vigia então há alguma coisa que não bate certo quanto à razão por que a liderança da Torre de Vigia não disse aos seus membros que era aceitável.
No mínimo, há alguma coisa inconsistente numa organização cujos presidentes e representantes de topo voluntariamente e prontamente juram lealdade aos Estados Unidos enquanto vêem filhos dos seus membros sofrer pressão e perseguição inenarráveis, e adultos sofrer desemprego por recusarem fazer a mesma coisa como se o acto fosse contrário aos princípios da fé. Além disso, cria dilemas morais, éticos, sociais e legais ver membros desta religião prevalecer em processos civis para a obtenção de recompensas monetárias em que a alegação principal é completamente contraditada pelas acções dos líderes da mesma religião.
A literatura produzida pela Torre de Vigia tem muito a dizer sobre o assunto de jurar lealdade a governos. Estas apresentações podem ser interpretadas de muitas maneiras diferentes. Mas a forma como a população geral das Testemunhas de Jeová assimila e compreende estas apresentações até agora é clara: independentemente das consequências, é errado um membro jurar lealdade a qualquer país. No entanto, isso é exactamente o que os membros de topo das Testemunhas de Jeová estavam a fazer.
Este comportamento por parte de representantes das Testemunhas de Jeová exige que se faça uma avaliação da razão por que os membros da religião em geral tomaram um rumo tão diferente dos seus líderes. Também pode requerer uma recalibração do modo como a religião é vista historicamente no que diz respeito aos juramentos de lealdade nacionais. Quem sabe, pais Testemunhas de Jeová podem decidir que afinal agora é aceitável que os seus filhos prestem o juramento de lealdade nacional, e Testemunhas de Jeová adultas pode ter de repensar se podem assinar juramentos de lealdade para conseguir empregos exactamente como os seus líderes fizeram para conseguir passaportes. Certamente os tribunais e réus terão razão para questionar a legitimidade e sinceridade de acções judiciais cuja premissa é a religião das Testemunhas de Jeová proibir juramentos de lealdade que prometem lealdade a governos. Se a religião das Testemunhas de Jeová proíbe prestar o juramento de lealdade aos Estados Unidos então os presidentes da Torre de Vigia violaram todos a sua própria religião.

Carta de Lorene Stanley

Tradução

Lorene Stanley
730 N Emerson #10
Wenatchee, WA 98801-2076
22 de Agosto de 2008
A Quem Possa Interessar:
Quando o meu marido, Robert L. Stanley (Bob), e eu levantámos os papéis do requerimento para os nossos passaportes para fazer a nossa primeira viagem a um congresso da Torre de Vigia no estrangeiro em 1955, notámos imediatamente que os papéis que devíamos assinar requeriam que jurássemos lealdade ao nosso país, os Estados Unidos da América.
Só assinámos os papéis depois de Bob telefonar à sede da Torre de Vigia para ler essa declaração a um funcionário da Torre de Vigia. Foi há tanto tempo que não me lembro com quem ele falou, mas quem quer que tenha sido, foi assegurado a Bob que não havia problema em assinar em como estávamos de acordo com a declaração de lealdade "porque essa é a única maneira em que podem ir".
Nós só revolvemos essa resposta nas nossas mentes por pouco tempo porque acreditávamos que os nossos "irmãos" da Torre de Vigia tinham uma linha directa para Deus, portanto não nos precisávamos de preocupar com isso.
Além de obter passaportes para a viagem, também se requereu de nós que tomássemos um número de diferentes tipos de vacinas. Apercebemo-nos que pelo menos algumas dessas injecções continham fracções do sangue e soros, portanto o Bob telefonou à sede da Torre de Vigia e foi-lhe dito que devíamos ir em frente e tomar todas as injecções requeridas porque "essa é a única maneira em que podem ir".
Em toda a sinceridade,
Lorene Stanley                                         Postado por: By Cappa
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Fonte: http://corior.blogspot.com

A grande farsa do Holocausto Judaico

A grande farsa do Holocausto Judaico

Todos os anos desde o fim da Segunda Guerra Mundial nos deparamos com centenas de livros, documentários, seriados de TV e tantos outros materiais relacionados ao genocídio ou ao assassinato de 6 milhões de judeus em câmaras de gás nos campos de concentração, cometidos pelos Nacional Socialistas durante a Segunda Guerra Mundial, mais precisamente do ano de 1942 à 1945. Não seria lógico entender a invenção do Holocausto como uma maneira de esconder os crimes cometidos pelos próprios aliados em Hiroshima, Nagasaki, Dresden e tantos outros? Como podemos explicar a atual posição de alguns historiadores e até mesmo do presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, em negar tal acontecimento? Como muitos sabem, e também muitos não sabem, na Europa a negação do Holocausto vêm sendo criminalizada com leis específicas, impedindo pesquisadores e pessoas sérias de saberem o que de fato aconteceu nos campos de concentração alemães durante o período de 1942 até 1945. No entanto, este grave crime contra a liberdade de expressão não é exclusividade dos europeus, pois para cá do Atlântico, a mesma lei já está tramitando no congresso e esperando pela aprovação. Proposta pelo Deputado Marcelo Zaturansky Itagiba (PMDB/RJ), o Projeto de Lei 987/2007 visa punir qualquer um que ouse questionar ou publicar todo tipo de material que minimize ou discorde da versão oficial dos acontecimentos. Muitos historiadores Europeus tentaram, porém é notório, que quase todos, senão todos, tiveram suas vidas arruinadas, principalmente pela imprensa, que deixando de cumprir seu papel investigativo e imparcial, sempre preferiu "simplificar" o problema, rotulando de neonazista e anti-semita qualquer um que desafie a história oficial imposta pelos vencedores da Segunda Guerra Mundial.
Deixemos então o dogmatismo de lado, pois nada mais justo que apresentarmos os fatos, deixando a critério de quem lê, um julgamento justo e imparcial.

Fotos falsificadas
Algumas perguntas devem ser feitas. Porque haveria a necessidade de se falsificarem fotografias se nos é dado o Holocausto como algo incontestavelmente verdadeiro? Temos muito que agradecer às pessoas que dedicaram suas vidas desvendando o que podemos chamar de a mentira do século. Com o passar dos anos a tecnologia forense foi se aperfeiçoando e com ela alguns mitos foram sendo esmagados e continuarão a ser nessa longa jornada rumo a verdade histórica.

A fotografia acima foi retirada do documentário do History Channel, "Auscwhtiz: Evidências Esquecidas" que está disponível no youtube.com. Ironicamente, para não dizer infelizmente, o documentário tenta provar a veracidade do Holocausto usando fotografias sabidamente falsificadas.

Mais uma falsificação grotesca, notem o rosto extremamente mal desenhado e a desproporcionalidade. A imagem não parece ser tridimensional e não nos da uma sensação de profundidade entre os corpos, fazendo parecer com que todos estejam empilhados um em cima do outro retiliniamente.

Note a mão do atirador, aquilo supostamente deveria ser uma pistola, mas é a própria mão dele adulterada.

O corpo da arma parece a oficial do exército Soviético, uma Tokarev (ou TT33 - Tokarev-Tula 33), com exceção que a pistola é tão mal feita na foto que ela é 2 vezes menor que uma destas.

Na foto dá pra ver como ela foi tão falsificada que a luz bate no terreno perto dos supostos curiosos ao fundo, mas suas roupas estão na penumbra.
Olhando bem tem até um pitolo da Luftwaffe olhando.

Dois deles foram desenhados à mão, e sombreados por inteiro com um lápis 6B.
1 - Uma alteração de uma mão perfeitamente normal para parecer uma arma.

2 - Um homem da cintura pra cima.
Q: Alguém viu umas pernas por aí?
Q2: Se ele não tem cintura, como pode estar sentado?

3 - Um homem alterado, provavelmente "colado" nesta foto. É evidente que o 7 numera a luz no chão, mas a luz não ilumina as pernas tanto deste homem quanto o número 4, 6 e todos os outros que não estão enumerados.

4 - Um homem alterado, provavelmente "colado" na foto.
Seu rosto é totalmente desenhado à lápis.
E o sombreamento com um lápis grosso, talvez um lápis 6B atingiria o mesmo efeito.
Esse sombreamento feito à lápis pode ser vista no número 5.

5 - O sombreamento feito provavelmente com um lápis 6B que transpassa o rosto dos soldados desenhados à mão.

6 - Um jovem piloto da Luftwaffe para pra ver um assassinato.

7 - A luz bate no chão e no soldado que empunha a arma na foto 1.
Ela ilumina seu uniforme também, e no canto direito a luz batia em direção da câmera ofuscando a imagem, porque o chão reflete a luz para todos os lados, algo que não acontece nas pernas de todos os soldados ao fundo.

Mais falsificações:

Qualquer perito em fotografia ou imagem, vai perceber o quanto a imagem é tosca e fraudulenta.

1° ponto, observem os pés da mulher com a criança em relação ao solo.
2° ponto, observem a iluminação em torno do contorno da mulher em relação ao fundo da foto.
3° ponto, observem a posição do soldado e tentem centralizar, junto a ele, a direção da mira da arma.
4° ponto, se é um campo de exterminio ou concentração, onde estarão as grades e as outras vitimas?
5° ponto, observem a relação de perspectiva do soldado em relação a mulher, tamanho, cabeça, distância e pés.
6° ponto, notem o tipo de terreno do local, não parecendo ser de nenhum aparente campo em territórios alemães, porém se tiver a data de tal foto, ajudaria a determinar a estação do ano.
7° ponto, esta posição de tal soldado, ainda mais de tal linhagem e treinamento, quem conhece, saberá dizer que tal postura, só seria feita para outro oponente ou rendição de soldado, ainda mais sozinho e em um lugar onde aparentemente está sozinho, não teria lógica.
8° ponto, qual a procedência da foto, quem a tirou?

Na fotografia acima os falsificadores da história tentam mostrar soldados da SS que supostamente estariam humilhando um judeu. O SS em destaque estaria com uma faca ou uma baioneta, na verdade nem uma faca nem uma baioneta (estou aberto a sugestões). Não deixem de notar que no lugar onde deveria estar a lâmina da faca não existe nada, porém os falsificadores adulteraram parte do uniforme do soldado alemão que se encontra atrás para que se parecesse com uma lâmina, mas que é apenas o uniforme retocado com certo brilho e que ainda por cima não condiz com a posição onde se encontra o cabo da faca ou baioneta...

Mais uma falsficação absurda. Notem os quatro supostos militares alemães na parte superior da fotografia e suas iluminações solares irregulares e impossíveis. Parece que não há limites para os falsificadores da história...

Números fraudulentos

Discreta reportagem de jornal informando que uma comissão do governo polonês decidira diminuir o número de mortos em Auschwitz de 4 milhões para 1,5 milhões devido a uma superestimativa dos soviéticos ao libertar o campo em 1945

Durante décadas, foi afirmado nesta placa que quatro milhões de pessoas foram genocidamente mortas em Auschwitz. Tal como resumido pelo Dr. Faurisson, até 3 de Abril de 1990, esta Placa "comemorativa" - onde o Papa e presidentes de muitas nações foram levados de modo a poderem genoflectir perante vítimas não-existentes, tinha a seguinte inscrição em 19 línguas:

"Quatro milhões de pessoas sofreram e morreram aqui às mãos dos assassinos Nazis entre os anos 1940 e 1945."

Durante quase meio século, aproximadamente 500,000 turistas ingénuos foram deliberadamente enganados por guias intelectuais e vigaristas imorais enquanto visitavam o parque tema de mentiras e horrores anti-germânicos em Auschwitz e Birkenau - onde visitas guiadas, livros e filmes insistiram durante décadas que tudo o que o visitante via estava "…no estado original."

No novo texto lê-se o seguinte:

"Que este lugar onde os Nazis assassinaram 1,500,000 homens, mulheres e crianças, de que a maioria eram Judeus de diversos países Europeus, seja para sempre para a humanidade um grito de desespero e de aviso." (Luc Rosenzweig, "Auschwitz, a Polónia e o genocídio" (Tr.'s Note: Auschwitz, Poland and the genocide), Le Monde, January 27, 1995, pag 1).)

Porque é que baixaram os números?

Agora o Grupo de Pressão de Promoção do Holocausto diz, "Bem, que pena, não fomos nós. Os Soviéticos sonharam com esses números."

De acordo com esta linha de argumentação, os perversos Soviéticos

"…propositadamente elevaram o número de baixas não-Judias em Auschwitz-Birkenau muitas vezes o número real. Com o fim do comunismo na Polónia e na antiga União Soviética, oficiais no museu de Auschwitz baixaram meticulosamente os números de baixas de acordo com as estimativas de historiadores que, durante anos, insistiram que pereceram entre um e um milhão e meio de pessoas em Auschwitz-Birkenau- 80-90% dos quais Judeus. (The Breitbard Document, as published by the Simon Wiesenthal Center )
Claro, culpem os Russos e os Polacos. Não dêem aos Revisionistas crédito por os números encolherem constantemente sob a lupa do escrutínio erudito.

O que mais sabe-se de Auschwitz?

No início de 1940 Auschwitz era apenas uma pequena cidade com aproximadamente treze mil habitantes na Alta Silésia alemã. Porém, no mês de maio desse mesmo ano iniciaram-se em suas cercanias as edificações de um "campo de trânsito" para receber dez mil prisioneiros poloneses.
Nos anos seguintes, com o agravamento da guerra, Auschwitz converteu-se no centro de um conjunto de quase quarenta campos e sub campos e sede de um extenso complexo agrícola e industrial (minas, petroquímica e fábricas de armas) onde trabalhavam inúmeros prisioneiros — principalmente poloneses e judeus — ao lado de trabalhadores civis.
Auschwitz foi ao mesmo tempo e sucessivamente um campo de prisioneiros de guerra, um vasto campo de trânsito, um campo-hospital, um campo de concentração e um campo de trabalhos forçados e de trabalho livre. Não foi jamais um "campo de extermínio" (expressão inventada pelos Aliados). Apesar das rigorosas medidas de higiene, da abundância de galpões e edifícios hospitalares dotados muitas vezes dos últimos avanços da ciência médica alemã, o tifo — uma enfermidade endêmica entre a população judia polonesa e entre os prisioneiros de guerra russos — ocasionou juntamente com as febres palustres e outras epidemias, enormes devastações nos campos e na cidade de Auschwitz, assim como entre os próprios médicos alemães e a população civil. Donde que durante toda a existência do campo, essas epidemias aliadas, segundo alguns, às terríveis condições de trabalho naquelas zonas pantanosas, à fome, ao calor e ao frio, causaram a morte de aproximadamente cento e cinqüenta mil prisioneiros, desde 20 de maio de 1940 até 18 de janeiro de 1945.

Os rumores sobre Auschwitz

Entrada do campo de concentração de Auschwitz com a frase ARBEIT MACHT FREI (O trabalho liberta).

Como tem sido comum em tempos de guerra e de propaganda bélica, a partir daqueles dramáticos fatos se engendraram múltiplos rumores. Até ao final da guerra e sobretudo nos meios judaicos fora da Polônia, propagou-se que os alemães praticavam o assassinato sistemático de prisioneiros em Auschwitz seguindo ordens de Berlim. Segundo estes rumores os nazistas haviam instalado "fábricas da morte" especificamente para eliminar os judeus; dissecavam vivos os prisioneiros (vivissecção); queimavam-nos vivos em fossas, ou nos altos fornos, ou nos crematórios; ou ainda, antes de os queimarem, gaseavam os judeus em matadouros químicos chamados de "câmaras de gás". Em todos estes rumores descobrem-se determinados mitos da Primeira Guerra Mundial.

O embaraço dos "libertadores" soviéticos

Os soviéticos ocuparam Auschwitz a 27 de janeiro de 1945. O que encontraram era tão contrário ao difundido pela propaganda que se pode afirmar que ficaram boquiabertos. Por sua organização e instalações sanitárias — tremendamente modernas aos olhos dos soviéticos — aquele campo era exatamente o oposto de um "campo de extermínio". Por isso, durante vários dias o jornal oficial comunista soviético, Pravda, guardou silêncio sobre o assunto, e por algum tempo os russos não convidaram nenhuma comissão Aliada para constatar in loco a verdadeira situação em Auschwitz. Finalmente em 1º de fevereiro, o Pravda rompeu o silêncio, porém unicamente para apresentar através da boca de um prisioneiro — e somente um — as seguintes palavras:
"Os hitleristas assassinavam por meio de gás as crianças, os doentes e os homens e mulheres inaptos para o trabalho; incineravam os cadáveres em fornos especiais. No campo havia doze destes fornos."
O Pravda ainda acrescentava que o número de mortos se contava "aos milhares" e não aos milhões. No dia seguinte, o principal repórter oficial do jornal, o judeu Boris Palevoï, assegurava que a principal forma utilizada pelos alemães para exterminar suas vítimas era... a eletricidade:
"(Utilizavam) corrente elétrica onde centenas de pessoas eram mortas simultaneamente por uma descarga; os cadáveres caíam sobre uma esteira rolante movida por uma polia e avançavam assim para um alto-forno".
A propaganda soviética estava desconcertada, e em seus filmes somente se permitiam mostrar pessoas mortas e moribundas que os alemães na retirada haviam deixado para trás. Mas haviam deixado também, como o demonstram as notícias da época, as crianças bem alimentadas e saudáveis, assim como os adultos que gozavam de plena saúde. Logo em seguida, a propaganda judaica veio em socorro dos soviéticos.

A propaganda judaica em fins de 1945

Durante o verão de 1944, dois judeus evadidos de Auschwitz no mês de abril, se refugiaram na Eslováquia. Aí com a ajuda de seus correligionários começaram a preparar uma história sobre os campos de Auschwitz, Birkenau (campo anexo a Auschwitz) e Majdanek, na qual descreviam aqueles campos como "campos de extermínio". O mais famoso destes judeus era Walter Rosenberg, mais conhecido pelo nome de Rudolf Vrba e que ainda vive no Canadá. Seu relato altamente fantasioso foi divulgado pelos meios judaicos da Hungria, Suíça e finalmente chegou aos Estados Unidos onde tomou a forma de um relato datilografado publicado pelo War Refugee Board em novembro de 1944, com o selo da Presidência dos Estados Unidos. O War Refugee Board era um organismo criado por Henry Morgenthau Jr. (1891 - 1967) Secretário do Tesouro Americano que se tornara célebre pelo "Plano Morgenthau", o qual, se houvesse sido aplicado por Roosevelt e Truman, teria culminado com o aniquilamento físico de milhões de alemães depois da guerra.
Este informe serviu de matriz para a "verdade" oficial a respeito de Auschwitz. Nele os soviéticos se inspiraram para redigir o documento URSS-008 de 6 de maio de 1945. Tanto este como o informe russo sobre o massacre de Katyn foram considerados documentos "de valor autêntico" e portanto, indiscutíveis no Processo de Nuremberg. Segundo o citado informe russo, os alemães haviam assassinado em Auschwitz mais de quatro milhões de pessoas, a maioria das quais teria sido gaseada com um inseticida chamado Zyklon-B. Essa "verdade" oficial caiu por terra em 1990, com a retirada das placas do monumento em Auschwitz que ostentavam aquele absurdo número de "gaseados".

A "confissão" de Rudolf Höss

Em 15 de abril de 1945 um dos três comandantes que dirigiam Auschwitz, Rudolf Höss (não confundir com Rudolf Hess) "confessou" sob juramento ante seus juízes e ante jornalistas de todo o mundo, que na época em que dirigia o campo, ou seja, de 20 de maio de 1940 a 1º de dezembro de 1943, no mínimo dois milhões e quinhentos mil prisioneiros em Auschwitz haviam sido executados com gás e que pelo menos outros quinhentos mil teriam sucumbido por fome e enfermidades; o que elevava a cifra para três milhões de mortos somente nesse período. Em nenhum momento Höss foi interrogado pela acusação ou pela defesa, quanto à "materialidade" dos fatos extraordinários que revelava. Posteriormente foi entregue aos poloneses. Sob a vigilância (e massagem) de seus carcereiros comunistas redigiu a lápis uma "confissão" final. Feito isso, foi enforcado em Auschwitz, em 16 de abril de 1947. Curiosamente tivemos que esperar até 1958 para ter acesso — parcial — a essa "confissão" conhecida pelo grande público com o título de Commandant a Auschwitz.

Herman Rosenblat e sua história fantasiosa
Era perfeito demais para ser verdade. Assim a rede de TV americana ABC levou ao ar uma reportagem de 5 minutos à qual Herman Rosenblat admitia que havia mentido sobre sua história. Rosenblat fora pressionado tanto pela crítica como pelo seus leitores a assumir a mentira após ser desmascarado por pesquisadores do Holocausto, que perceberam a enorme impossibilidade física daquilo que Rosenblat contava em sua história. Durante várias décadas vinha enganando o mundo com seu conto de fadas, na qual segundo ele, quando ainda era garoto, teria recebido maçãs de uma menina judia diariamente através das cercas de arame farpado do campo de concentração de Buchenwald. Anos mais tarde, "por sorte" ele haveria reencontrado a tal menina nos EUA e se casado com ela.
Curiosamente durante sua entrevista, o repórter alegava ser frequentemente interrompido por um homem, Harris Salomon, que planejava filmar, mesmo após admitida a mentira, um romance com a história do casal.
Como se já não bastassem as centenas de artigos e capas de jornais, aparições em programas de TV, inclusive da famosa Oprah Winfrey onde foi convidado não uma, mas duas vezes, privilégio que nenhum outro astro jamais obteve, tudo com intuito de mostrar ao mundo a sua cinematográfica e lucrativa história de amor. Felizmente, como sempre, a verdade prevaleceu.
Abaixo pode-se conferir a reportagem onde aparece apenas Herman Rosenblat sem a sua exposa, pois segundo Herman: "não queria que ela passasse pela mesma situação" de ter seu conto de fadas mentiroso exposto em rede nacional!


Elie Wiesel: Uma notável testemunha falsa

O impostor, Elie Wiesel, que viaja pelo mundo inteiro dando palestras sobre sua triste, porém lucrativa experiência...

Elie Wiesel passa por uma das mais célebres testemunhas do alegado Holocausto. É considerado a testemunha oficial do Holocausto, no entanto, na sua suposta autobiografia "Night", ele não faz nenhuma referência às câmaras de gás. Ele afirma, em vez disso, que presenciou Judeus a serem queimados vivos, uma história desmentida por todos os historiadores. Wiesel dá credibilidade às mais absurdas histórias de outras "testemunhas". Ele espalha fantásticas fábulas de 10,000 pessoas, por dia, a serem mandadas para a morte, em Buchenwald.
Quando Elie Wiesel e o seu pai, como prisioneiros de Auschwitz, tiveram possibilidade de escolher entre saírem com os seus "executores" Alemães, que retiravam, ou ficarem para trás no campo à espera dos "libertadores" Soviéticos, os dois decidiram partir com os seus captores Alemães.
É tempo, em nome da verdade e no respeito pelo genuíno sofrimento das vítimas da Segunda Guerra Mundial, que esses historiadores regressem aos métodos de prova da crítica histórica, e que as "testemunhas" do Holocausto sejam submetidas a rigorosos escrutínios, de preferência de inquestionável aceitação. ELIE WIESEL ganhou o Prémio Nobel da Paz em 1986. Ele é normalmente aceito como uma testemunha do "Holocausto" Judeu e, mais especificamente, como uma testemunha do lendário extermínio Nazi pelas câmaras de gás. O diário Parisiense Le Monde enfatizou na altura que Wiesel foi galardoado com o Prémio Nobel porque:
Nestes últimos anos temos visto, em nome do chamado "revisionismo histórico", a criação de, especialmente em França, inúmeras questões, duvidando da existência das câmaras de gás Nazis e, talvez por detrás disso, do próprio genocídio dos Judeus.
Mas, e no que diz respeito a Elie Wiesel, uma testemunha das alegadas câmaras de gás? Mas com que direito é que ele se acha para que acreditemos naquela espécie de extermínio? Num livro autobiográfico que supostamente descreve as suas experiências em Auschwitz e Buchenwald, ele não menciona em parte alguma as câmaras de gás. Ele diz, realmente, que os Alemães executaram Judeus, mas... com fogo; atirando-os vivos para as chamas incandescentes, perante muitos olhos de deportados! Não mais que isso!
Aqui Wiesel, a falsa testemunha, tem pouca sorte. Forçado a escolher entre as muitas mentiras da propaganda de guerra Aliada, ele escolheu defender a mentira do fogo em vez das mentiras da água a ferver, gaseamento ou eletrocussão. Em 1956, quando publicou o seu testemunho em Yiddish, a mentira do fogo mantinha-se viva em alguns círculos. Esta mentira é a origem do termo Holocausto. Actualmente, não existe um só historiador que acredite que os Judeus eram queimados vivos. Os mitos da água a ferver e das eletrocussões também desapareceram. Apenas as do gás se mantêm.
A mentira dos gaseamentos foi espalhada pelos Americanos. A mentira que os Judeus eram mortos por água a ferver ou com vapor (especialmente em Treblinka) foi espalhada pelos Polacos. A mentira das eletrocussões foi espalhada pelos Soviéticos.
A mentira do fogo tem origem indeterminada. Tem um sentido bastante antigo como propaganda de Guerra ou propaganda de ódio. Nas suas memórias, Night, que é uma versão inicial do seu testemunho em Yiddish, Wiesel relata que em Auschwitz existia uma fogueira para os adultos e outra para os bebés. Ele escreve:
Não muito longe de nós, chamas elevavam-se dum fosso, gigantescas chamas. Eles estavam a queimar algo. Um caminhão aproximou-se da cova e descarregou a sua carga - crianças pequenas. Bebês! Sim, eu vi com os meus próprios olhos... Aquelas crianças nas chamas. (É surpreendente que eu não tivesse conseguido dormir depois daquilo? Dormir era fugir dos meus olhos.) Um pouco mais longe dali estava outra fogueira com chamas gigantescas onde as vítimas sofriam "uma lenta agonia nas chamas". A coluna de Wiesel foi conduzida pelos Alemães a "três passos" da cova, depois a "dois passos." "A dois passos da cova foi-nos ordenado para virar à esquerda e ir-mos em direção aos barracões."
Como testemunha excepcional que é, Wiesel assegura-nos que encontrou outras testemunhas excepcionais. Olhando para Babi Yar, um local na Ucrânia onde os Alemães executavam cidadãos Soviéticos, além dos Judeus, Wiesel escreve:
Mais tarde, aprendi com uma testemunha que, mês após mês, o chão nunca parava de tremer; e que, de tempos a tempos, "geyser" de sangue esguichavam de lá.
Estas palavras não foram um erro do seu autor num momento de delírio: primeiro, ele escreveu-as, depois numa série não especificada de vezes (mas pelo menos uma vez) teve que relê-las na verificação; finalmente, as suas palavras foram traduzidas em várias línguas, como tudo o que o seu autor escreve.
A personalidade de Wiesel ter sobrevivido foi, evidentemente, o resultado de um milagre. Ele diz que: Em Buchenwald eles enviavam 10,000 pessoas para a morte todos os dias. Eu estava sempre nas últimas centenas junto ao portão. Eles paravam. Porquê? Em 1954 uma estudante Francesa Germaine Tillion analisou a "mentira gratuita" que dizia respeito aos campos de concentração Alemães. Ela escreveu:
Aquelas pessoas [que mentiram gratuitamente] são, para dizer a verdade, muito mais numerosas do que as pessoas geralmente supõem, e um assunto como aquele, um campo de concentração mundial - bem concebido para estimular a imaginação sado-masoquista - oferece-lhes um excepcional campo de acção. Nós conhecemos muitas pessoas com a mentalidade afectada, metade impostora e metade louca, que exploraram uma imaginária deportação; nós conhecemos outros - deportados autênticos - cujas mentes doentes esforçaram-se ao máximo para ultrapassar as monstruosidades que eles viram ou que aquelas pessoas disseram que lhes aconteceu. Deve ter havido editores a imprimirem algumas dessas coisas imaginadas, e mais ou menos compilações oficiais para serem usadas, mas os editores e os compiladores são absolutamente indesculpáveis, pois a mais elementar pesquisa seria suficiente para revelar a impostura.
Tillion não teve a coragem de dar exemplos e nomes. Mas isso é normal. As pessoas concordam que existem câmaras de gás falsas que os turistas e peregrinos são encorajados a visitar, mas não nos dizem aonde. Elas concordam que existem falsas "testemunhas", mas geralmente só salientam o nome de Martin Gray, o bem conhecido impostor, ao pedido do qual Max Gallo, com todo o conhecimento do que estava a fazer, fabricou o "bestseller" For Those I Love. Diga-se de passagem, pois apesar de não ter sido incluída na “Lista de Schindler” e ter permanecido no campo de Plazóvia, daquele comandante carrasco do filme, reside em Porto Alegre, em amplo e confortável apartamento no aristcrático bairro Moinhos de Vento, a Sra. Herta SpierGrauber, "sobrevivente" hoje com 75 anos...

Ben Abraham: O mentiroso
Ben Abraham inúmeras vezes entrou em contradição sobre o tempo que permaneceu em Auschwitz e o método de funcionamento das alegadas câmaras de gás nazistas. O vídeo flagrante onde Ben aparece mentindo pode ser visto neste link:





No começo da década de 90, na ocasião dos 100 anos de Adolf Hitler, a Rede Bandeirantes promoveu um debate sob a regência de Sílvia Popovic. Presentes estavam de um lado os Srs. Anésio Lara (Presidente da Ação Integralista Brasileira), Armando Zanine Jr. (Partido Nacional-Socialista Brasileiro) e Sérvulo Moreira Costa (Carecas), do outro lado os Srs. Rodolfo Konder (Anistia Internacional), Benno Milnitzki (Presidente do Congresso Judaico América-Latina), Arnaldo Contier (Historiador da USP) e Ben Abraham (sobrevivente de Auschwitz). Como era de se esperar, o debate acerca do tema foi acirrado, com cada um dos participantes defendendo seus pontos de vista sob a mediação nada imparcial da apresentadora. Após algumas considerações de Anésio Lara, Ben Abraham, um dos maiores divulgadores do Holocausto no Brasil, também Presidente da Associação dos "sobreviventes" do nazismo, interferiu a apresentadora para contar, através de sua própria experiência, como funcionava a seleção para a morte e o funcionamento das câmaras de gás nazistas. Em tom de revolta, alegara que sua mãe havia sido escolhida a dedo por Mengele para que fosse levada a morte na câmara de gás. Contou que aos judeus eram entregues pedaços de sabão, dizendo-lhes que iriam tomar banho, e que ao entrarem na câmara de gás, soldados da SS já prontos, jogavam por uma abertura no teto, cápsulas do gás Zyklon-B. Certamente o público que assistia ao programa, na sua ingenuidade e tocados pela emoção de tal relato, jamais desconfiariam de um senhor com idade avançada e sotaque engraçado que dizia ter permanecido no campo de Auschwitz durante 5 anos e meio. Pois guardem bem o número. Posteriormente, Siegfried Ellwanger Castan, escritor gaúcho, estudioso do Holocausto, revisionista e dono da Editora Revisão, faria uma análise do vídeo e do relato de Ben Abraham. Em tal análise, Siegfried constatava que 1 ano após este programa, Ben havia ido a outro programa de tv, desta vez na TV Educativa de Porto Alegre, onde novamente relatava o funcionamento das câmaras de gás com a mesma convicção, porém tecnicamente diferente da qual já havia apresentado. Ao ser questionado pela apresentadora da TV Educativa, Ben alegava ter permanecido no campo não 5 anos e meio, mas sim 2 semanas e meia, o que certamente invalidaria qualquer testemunho jurídico, dada a enorme contradição. Mas não era só isso. Explicara novamente o funcionamento das câmaras de gás, afirmado desta vez, que o gás não era despejado pelo teto por um soldado SS através de cápsulas, mas que este saía em forma gasosa através dos enganosos chuveiros, tal como nos foi insinuado no filme de Steven Spielberg, "A lista de Schindler", que de fato não ousou mostrar o funcionamento de uma câmara de gás nazista. O motivo, muito simples. Não se pode mostrar ou provar o funcionamento de algo que jamais existiu...
Impossibilidades físico-químicas
A foto esquerda mostra a porta de entrada de uma suposta câmara de gás em Auschwitz, que além de ser de madeira, abre por dentro e para dentro. Na fotografia da direita, porta de uma das câmaras de gás nos EUA para execução de prisioneiros condenados a morte, altamente reforçada para evitar vazamentos e foi desenvolvida para a execução de UM prisioneiro por vez e não de milhares. Obs: Ambas são da década de 30/40.

A descrição extremamente vaga e rápida da operação de gaseamento dos prisioneiros, tal como relata Höss em sua confissão escrita, era materialmente impossível de se realizar por razões físicas e químicas: não se pode confundir um processo de gaseamento com o objetivo de matar, com um gaseamento suicida, ou acidental. O objetivo de uma execução por gaseamento (como existe até hoje, e unicamente nos Estados Unidos) é matar sem ser morto!
O Zyklon-B é um inseticida à base de ácido cianídrico utilizado desde 1922 até aos dias atuais. É um gás altamente perigoso. Ele tem por característica aderir às superfícies. É muito difícil de ser retirado dos ambientes e é explosivo. Os americanos usam o gás cianídrico para execuções em alguns estados com os seus condenados à pena de morte. Uma câmara de gás para execuções é uma obra necessariamente muito sofisticada e o procedimento é demorado e perigoso. Pois bem, em sua confissão Höss afirmava que a equipe encarregada da retirada dos dois mil corpos de gaseados por dia das câmaras de gás, entravam nas mesmas a partir do momento em que era ligado um ventilador, iniciando essa hercúlea tarefa ao mesmo tempo em que fumavam e até comiam, ou seja, sem máscaras contra gases. Impossível. Ninguém poderia ter entrado assim num oceano de gás cianídrico para manipular milhares de cadáveres recobertos de cianureto, os quais não poderiam ser tocados pois estariam impregnados do violento veneno que mata por contato. Até com máscaras de gás dotadas de filtros especiais para gás cianídrico a tarefa seria impossível, pois este tipo de filtro não resiste a uma respiração mais acelerada, mesmo de baixa intensidade.

A resposta de trinta e quatro historiadores

No jornal Le Monde de 29 de dezembro de 1978 e de 16 de janeiro de 1979, Faurisson expôs brevemente as razões pelas quais, conhecendo os lugares e os pretensos procedimentos, os gaseamentos de Auschwitz eram tecnicamente impossíveis. Em 21 de fevereiro de 1979, sempre no Le Monde, apareceu uma declaração de trinta e quatro historiadores, que concluía assim: "Não temos que perguntar como foi tecnicamente possível a matança em massa. Foi tecnicamente possível porque foi levada a cabo".
No meu modo de ver, os exterminacionistas, como eu os chamo, assinaram aí a sua capitulação final. Pela perspectiva científica e histórica, o mito das câmaras de gás nazistas acabava de receber um golpe mortal. A partir daquela data, nenhuma obra exterminacionista acrescentou outras luzes sobre este ponto e ainda menos a obra de Jean-Claude Pressac, fraudulentamente intitulada "Auschwitz: Technique and Operation of the Gas Chambers" (Auschwitz: Técnica e Operação das Câmaras de Gás). Logo, acabou-se o tempo em que os historiadores se atreviam a nos dizer que eram autênticas as câmaras de gás apresentadas aos turistas como "em estado original", ou "em estado de reconstrução", ou "em ruínas" (as ruínas também podem falar). As "câmaras de gás de Auschwitz" não eram mais do que câmaras frias para a conservação de cadáveres que aguardavam a cremação, tal como o provam as plantas que descobri em 1976.

Mostrem ou desenhem...

Em março de 1992 Robert Faurisson lançou em Estocolmo um desafio internacional: "mostrem-me, ou desenhem-me uma câmara de gás nazista!" Informou que não interessava nem um edifício onde supostamente teria existido uma câmara de gás, nem um pedaço de muro, nem uma porta, nem cabelos, nem sapatos. O que pedia era uma representação completa da arma do crime, de sua técnica e de seu funcionamento. Completei que se a essa altura se pretendia dizer que os alemães haviam destruído essa arma, ao menos que a desenhassem para mim. Ou seja, negava-se a acreditar numa "realidade material" desprovida de representação material.

O Holocaust Memorial Museum


Em 30 de agosto de 1994 Robert Faurisson visitou o Holocaust Memorial Museum de Washington. Não encontrou lá representação física alguma da fantástica câmara de gás. Então, perante quatro testemunhas, pediu em seu escritório que o Reserch Director do museu, Michael Berenbaum, explicasse aquela anomalia. Após violenta explosão de ira, terminou por responder que "se havia tomado a decisão de não proporcionar nenhuma representação física das câmaras de gás nazistas"! Nem sequer tentou procurar invocar a existência em seu museu de uma maquete artística do Crematório II de Birkenau. Sabia que essa maquete apresentada em seu livro-guia do museu, não era mais do que uma mera criação artística sem nenhuma relação com a realidade.                             By Cappa